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A democracia é isto mm, todos terem a sua opiniao..Quem é a CML para censurar??
Jorge Correia:
Concordo plenamente com a análise e com a sua opinião em geral.Tenho pena que muita gente não considere o outdoor do PNR uma ameaça. a meu ver deveria ter sido automáticamente removido pela camara de lisboa ou pelas autoridades locais.
Na era da globalização não faz sentido dizer que Portugal é dos portugueses, faz sentido dizer que quem cá está é Português, isso sim.
Fico admirado como em pleno século XXI ainda existem pessoas extremistas e incapazes de viver em sociedade.
cumps.
Errado. Com o outdoor dos Gato Fedorento, foram enxovalhados. Este é o poder da democracia [] não é preciso censura, a ironia e humor fino chegam e sobra.
O cartaz dos G.F. está excelente! []
Mas como os próprios dizem, estão-se a meter com tipos da pesada... e um pouco para o bronco....
De qualquer maneira é interessante saber que o cartaz do PNR apesar de muito polémico, foi considerado legal, não xenófobo, não racista e apesar de tudo legítimo por muitos juristas...
Mas agora, gostava era de saber porque é que o cartaz do PNR foi considerado legítimo por tanto jurista.... Alguem me pode esclarecer?
Errado. Com o outdoor dos Gato Fedorento, foram enxovalhados. Este é o poder da democracia [] não é preciso censura, a ironia e humor fino chegam e sobra.
Se acham o cartaz do PRN ofensivo para os imigrantes, eu acho o do GF ofensivo para os Portugueses.
Sou contra qualquer tentativa de censura sobre o direito de opinião de cada um. Por isso é que vivemos em democracia.
Sou tanto contra a extrema direita como contra a extrema esquerda.
Ou existem as duas com os mesmos direitos ou se proibe as duas e ponto final.
Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.
Se acham o cartaz do PRN ofensivo para os imigrantes, eu acho o do GF ofensivo para os Portugueses.
Sou contra qualquer tentativa de censura sobre o direito de opinião de cada um. Por isso é que vivemos em democracia.
Sou tanto contra a extrema direita como contra a extrema esquerda.
Ou existem as duas com os mesmos direitos ou se proibe as duas e ponto final.
Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.
Epá, a removerem o cartaz do PNR também removem o do GF que também tem conotação xenófoba não? []
Tambem concordo que existe demasiada abertura á imigração e deviamos ser mais rigorosos em punir aqueles que não cumprem as leis e não respeitam os costumes do pais que os acolhe.
Quem cá tiver que esteja por bem, caso contrario volte para onde veio.
Não sabia que a saudação Nazi era proibida em Portugal. Quanto ao resto é tão perigoso como as mensagens de partidos e movimentos de extrema esquerda tantas vezes repetidas aqui, como é o caso do PCP e CGTP.Não !
O do partido em questão apresenta um link, onde se podem ver acções de protesto onde a saudação Nazi foi realizada, manifestações onde a mensagem é de caracter xenofobo, elementos ligados aos Skin Head, e ao Movimento MAN.
Governo Civil «deve retirar» cartaz do PNRGuilherme de Fonseca, juiz jubilado do Tribunal Constitucional, defendeu, esta quinta-feira, que o Governo Civil de Lisboa deve mandar retirar o cartaz do PNR contra a imigração e que o Partido Nacional Renovador pode ser dissolvido.
( 16:02 / 29 de Março 07 )
Guilherme de Fonseca, juiz jubilado do Tribunal Constitucional (TC), defendeu, esta quinta-feira que o Governo Civil de Lisboa deve ordenar a retirada do cartaz do Partido Nacional Renovador (PNR) que faz apelo à expulsão dos imigrantes.
«Basta de imigração - Nacionalismo é a solução» é a mensagem do cartaz que o PNR instalou no Marquês de Pombal, em Lisboa, e que deseja ainda «boa viagem» no regresso a casa aos imigrantes, ao lado de uma fotografia de um avião em voo.
«Há uma série de normas e princípios constitucionais que estão a ser violados com esse discurso e essa linguagem», desde o «princípio da dignidade da pessoa humana» até aos «artigos da igualdade entre nacionais e estrangeiros», disse à TSF Guilherme de Fonseca.
O juiz jubilado do Tribunal Constitucional defendeu, neste sentido, que o «Governo Civil de Lisboa deveria tomar a iniciativa de retirar o cartaz».
O Ministério Público pode avançar com uma acção de no Tribunal Constitucional para dissolver o partido», porque existe «um diploma a respeito de organizações e iniciativas fascistas em que se pode integrar o que se está a passar», adiantou ainda Guilherme de Fonseca.
Desde que foi colocado, na quarta-feira, o cartaz do PNR tem sido alvo de várias críticas, sendo que o Governo já fez saber que está a analisar a legalidade do mesmo.
TSF Online
PSP trava skins e antifascistas
A PSP foi chamada, ontem à tarde, à Faculdade de Letras de Lisboa, situada na Cidade Universitária, para evitar confrontos entre membros do Partido Nacional Renovador (PNR) e elementos da União de Resistentes Antifascistas Portugueses (URAP), apurou o JN junto de fonte policial e de alunos do estabelecimento de ensino.
Pelas 16 horas, um grupo de alunos afectos ao URAP tentou pintar um mural alusivo ao 25 de Abril, mas foi proibido pelo conselho directivo da faculdade, que pediu a intervenção da PSP. Para o local foram destacadas Equipas de Intervenção Rápida da 3ª Divisão.
Entretanto, chegou à Faculdade de Letras um grupo de simpatizantes do PNR, alguns dos quais fizeram a saudação nazi e conseguiram pintar cruzes suásticas. Ninguém foi identificado ou detido.
Segundo o JN apurou, este não foi o primeiro episódio do género na faculdade. Fátima Mariano
Tensão na maior manif xenófoba de sempre
Corpo de Intervenção evitou confronto no Rossio, quando alguns populares gritaram contra os manifestantes
Filomena Naves
Sofia Jesus
DN-Rodrigo Cabrita
Bandeiras de Portugal e do Partido Nacional Renovador (PNR), símbolos da Frente Nacional, cabeças rapadas e cartazes apelando ao repatriamento dos imigrantes e ao orgulho nacionalista, saudações nazis e o hino nacional, várias vezes repetidos, marcaram a manifestação de extrema-direita que ontem à tarde se realizou entre a Praça do Martim Moniz e o Rossio.![]()
Com cerca de 300 pessoas, segundo a polícia, e quase mil nas contas do PNR, esta foi, em qualquer dos casos, a maior concentração pública de sempre deste tipo no País. Já na Praça do Rossio, esteve a um passo de degenerar no confronto físico, quando populares gritaram palavras de ordem como "fascistas" e "25 de Abril sempre". A tensão começava a subir, com gritos desencontrados de ambos os lados, e só a actuação do Corpo de Intervenção da PSP e polícias com cães o impediram. Distúrbios houve apenas poucos minutos depois, já na Rua do Carmo. O Corpo de Intervenção actuou para proteger dois indivíduos perseguidos por alguns manifestantes e acabou por agredir um repórter fotográfico, quando dispersava as pessoas que tinham acorrido ao local.
Contradição. Grupos de jovens, alguns apoiantes envergonhados e outros tantos curiosos começaram a concentrar-se no Martim Moniz às 13.30, antes da hora marcada para o início do protesto. Cabeças-rapadas ostentando bandeiras portuguesas e cruzes suásticas tatuadas nos braços começavam já, por essa altura, a estender no chão as primeiras faixas que davam o mote à manifestação "Isto é nosso", "Não existem direitos iguais quando és um alvo por seres branco" e "Imigrantes igual a crime". Palavras de ordem em evidente contradição com as declarações dos dirigentes do PNR, da Causa Identitária e da própria Frente Nacional, presentes na manifestação, que recusaram ser conotados com atitudes racistas e xenófobas.
"Não somos racistas, como andam aí a dizer, mas não aceitamos que haja ruas de Lisboa onde os portugueses não podem estar em segurança porque estão nas mãos de mafias e de traficantes", afirmava José Pinto Coelho, dirigente do PNR. Garantindo que a manifestação não era convocada pelo seu partido, este designer gráfico, de 44 anos, dava no entanto a cara pe- lo protesto. "Estamos aqui para apoiar esta manifestação da Frente Nacional, da qual estamos próximos", explicava Pinto Coelho. E sublinhava ainda "Temos que reagir à criminalidade. Esta é uma manifestação pacífica e é só o começo. É natural que façamos mais manifestações destas no futuro."
Mário Machado, da Frente Nacional, e um dos organizadores da marcha, foi mais longe. Sem meias palavras, mas recusando a classificação de racista, garantia "Imigração e criminalidade andam quase sempre de mãos dadas e não temos de ter medo de chamar as coisas pelos nomes". Para este dirigente, que reclama o orgulho de ser branco, a solução é só uma. "O Governo tem de expatriar os imigrantes. A nacionalidade herda-se, não se compra." Quanto à criminalidade, o seu movimento "espera que o governo passe a considerar imputáveis os menores a partir dos 12 anos, porque há miúdos dessa idade que andam aí a roubar".
Antes de iniciarem a curta marcha até ao Rossio, os manifestantes - "não só skinheads, deve haver apenas 30 ou 40 no meio de 300 pessoas", dizia Mário Machado - fizeram um minuto de silêncio "pelos portugueses mortos na África do Sul e pelos portugueses que sofrem na linha de Sintra e que têm medo de sair de casa".
Faltavam poucos minutos para as 15.00 quando os manifestantes saíram do Martim Moniz, acompanhados de perto pela polícia.
Aos gritos de "Portugal", empunhando cartazes com as palavras de ordem "Imigração igual a colonização" e "Sampaio na Cova da Moura, portugueses no Martim Moniz" e fazendo a espaços saudações de braço estendido, os manifestantes, homens jovens na maioria, percorreram em poucos minutos a distância entre as duas praças. Foi já no Rossio, onde alguns populares os apelidaram de "fascistas" e gritaram "25 de Abril sempre" que os ânimos começaram a aquecer. Um indivíduo cabo-verdiano chegou a envolver-se numa discussão acesa com alguns manifestantes e só a pronta intervenção policial, que formou uma barreira entre opositores, evitou confrontos.
Questionado sobre o gesto de braço estendido feito várias vezes pelos manifestantes, Pinto Coelho recusou que isso fosse uma saudação nazi. "É uma saudação nacionalista, da Mocidade Portuguesa". Reconheceu, porém, "incómodo" pela situação, porque "vai ser aproveitada pela comunicação social".
No final, o comandante Oliveira Pereira, do Comando Metropolitano da PSP, estava satisfeito. "Correu genericamente bem, não fizemos detenções", afirmou. Sobre a agressão ao repórter fotográfico, desvalorizou-a, justificando a situação pela necessidade de actuação da polícia no momento.