Tópico dos Veículos Militares

Alves

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Depois de ver nas notícias, a reportagem sobre os veículos militares que portugal comprou, lembrei-me de colocar um tópico para se falar daquelas grandes máquinas, cujo objectivo nem sempre é o mais correcto, mas que na essência são necessárias!

Que me dizem?

Começo por falar nos veículos da reportagem, o Pandur 8x8

Características básicas:
Motor: Cummins ISC 350 diesel (280cv) As versões mais pesadas podem ter um motor de 400cv.
Velocidade máxima: 90 a 100 Km/H dependendo da versão
Autonomia : 600 a 700 Km dependendo da versão

Comprimento: 7.68M
Largura: 2.67M
Altura: 2.06M
Pesos: Conforme versão. No máximo, próximo a 20 Toneladas na versão com torre de 105mm
Tripulação : Depende da versão. A versão basica pode transportar 3 + 11 militares Arma principal, conforme a versão:
105mm / 25mm / 12.7mm exterior e com comando interior / missil anti-tanque / morteiro 120mm As 20 unidades destinadas aos fuzileiros são anfibias.
O PANDUR-II é aero-transportável num C-130 da Força Aérea
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Outra curiosidade prende-se com a comparação, mesmo em termos de tamanho entre o actual Chaimite, e a versão base do PANDUR-II
Comparação de tamanho entre o actual Chaimite e o PANDUR-II.
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Alterações:
Até ao momento são conhecidas alterações aos números de veículos que efectivamente vão fazer parte da encomenda. É apenas conhecido que, o numero de veículos com canhão de 105mm foi consideravelmente alterado, passando de 6 para 33. Foi igualmente excluída a aquisição de duas unidades para prevenção de guerra química, e reduzido o numero de unidades de comando. A principal redução é no entanto no que respeita aos veículos simples de transporte de pessoal, que passam de 140 para cerca de110/115.

Versão com torre de 105mm
A versão equipada com uma torre com canhão de 105mm está ainda pendente da certificação a obter. Tal certificação tem a ver com a garantia de que a torre (e todo o veículo) pode operar em ambiente NBQ (guerra Nuclear Biológica e Quimica). O veículo tem que dispor de meios capazes de produzir uma pressão, dentro do veículo, superior á pressão no exterior, de forma a garantir que o mesmo fica isolado de quaisquer agentes radiológicos, bacteriológicos ou quimicos, sem que os tripulantes tenham que utilizar "vestes protectoras" adequadas, o que se tornaría num grave problema do ponto de vista táctico.
Mais recentemente surgiram duvidas sobre a viabilidade da instalação da peça de 105mm no veículo Pandur-II e as informações vindas a público referem que os responsáveis portugueses não acreditam que a Steyr seja capaz de corresponder aos requesitos do exército relativamente ao equipamento equipado com uma peça de 105mm.
Existe a possibilidade de, no caso de as Forças Armadas necessitarem daquele tipo de veículo se recorrer a outro tipo de veículo, quer do mesmo quer de outro fabricante.

Infos retiradas de areamilitar.net
 
Última edição:
as chaimites ainda andam mas já têm muitos anos e são uma vergonha levarmos isso para as missões do estrangeiro, ou pior, termos de pedir veículos emprestados:)
A Chaimite é um grande veículo mas o lugar dela é nas garagens dos coleccionadores e não a fazer serviço militar. Há um tempo para tudo...
 
mas eu acho piada é a este. O maior tanque de guerra que teve o nosso exercito. O belo do Citroên FAF:)

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Editado pela última vez por um moderador:
Revista Tecnologia e Defesa testa o LMV da Iveco

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Confiabilidade, robustez e, acima de tudo, segurança são atributos que não faltam nos veículos de defesa da Iveco. Por motivos assim, muitos civis sonham em ter uma oportunidade para pilotar esses carros. Desta vez, quem pôde conhecer de perto um desses modelos foi a reportagem da Revista Tecnologia e Defesa, que teve a oportunidade de testar o LMV após a cerimônia de entrega simbólica do 100°Guarani, que aconteceu em setembro deste ano.

O LMV, conhecido como Lince por militares italianos e Panther pelos britânicos, é um veículo leve multifuncional, versátil e desenvolvido e produzido na sede da Iveco Defence Vehicles, em Bolzano, cidade encrustada entre as montanhas do norte da Itália. No Brasil, ele foi apresentado oficialmente no primeiro semestre de 2013, durante a inauguração da planta de Veículos de Defesa com a presença dos representantes do Exército brasileiro, Sete Lagoas (MG). Logo em seguida, foi enviado para o Centro de Avaliações do Exército (CAEx), onde encontra-se participando de testes rigorosos.

Sobre algumas características do modelo, o repórter Paulo Bastos afirma que “durantes os testes ficou comprovada a enorme facilidade em guiar o LMV; a direção é muito macia e o painel oferece comandos inteligentemente dispostos à altura e alcance das mãos. O espaço interno é extremamente surpreendente, tornando o carro confortável mesmo para pessoas de grande estatura”.

A versatilidade do modelo também foi destaque em sua avaliação. “O LMV demonstrou muita agilidade em superar todos os obstáculos das rampas e no trecho off-road, sendo necessária a utilização da redução apenas na subida da rampa de 60%. [...] Sua aceleração se mostrou compatível com um veículo deste peso, e o sistema de freios ABS, superdimensionados, mostram-se capazes de para em um espaço curto e de forma controlada”, concluiu.

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Fonte: Iveco Blog Brasil
 
+ dinheiro gasto para nada... mas pronto... os velhos ainda n andam? n tão bons? justifica-se?

Demasiado velhas, já não oferecem protecção adequada, demasiados km's, peças começam a ser problema de encontrar.
Adaptações aos Pandur foram um transtorno e o problema ainda se arrasta em tribunal, é o preço a pagar por um protótipo que Portugal quis comprar. No entanto o investimento em LMV's não é um gasto de $ para nada, satisfazem as necessidades de missões no estrangeiro, já os Leopard podem ser vistos como mau investimento por exemplo.
 
Demasiado velhas, já não oferecem protecção adequada, demasiados km's, peças começam a ser problema de encontrar.
Adaptações aos Pandur foram um transtorno e o problema ainda se arrasta em tribunal, é o preço a pagar por um protótipo que Portugal quis comprar. No entanto o investimento em LMV's não é um gasto de $ para nada, satisfazem as necessidades de missões no estrangeiro, já os Leopard podem ser vistos como mau investimento por exemplo.

O investimento em LMV satisfaz as necessidades de missões no estrangeiro...então...para que servem estes:
http://www.exercito.pt/meios/Documents/media_MeiosOp/Viaturas/12210.2320.01.pdf
http://www.exercito.pt/meios/Documents/media_MeiosOp/Viaturas/12120.2320.02.pdf
 
Bom, venho desenterrar o tópico porque nas minhas viagens tenho visto coisas que não se vêm todos os dias.

Lança rockets Katyusha. Reparem no pormenor dos lançadores serem carris perfurados para serem menos pesados.
O camião se não estou em erro, é um ZIL-157.

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Panzer IV Ausf.J
Última versão a sair das fábricas em 1944/45.
O Panzer IV foi o único tanque médio que se manteve em produção desde o início da guerra até ao fim em 1945 (Versões A a J) num total de 8500 em todas as versões.
Uma das principais diferenças e o que facilita a identificação das várias versões foi o aumento do tamanho da torre e o respectivo canhão.



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em lamego junto a uma rotunda tem lá um tanque em exposição. já agora estes dois que vi hoje num artigo de há 10 anos, pois nem sabia da existência deste tópico.

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Onde viste estes bisontes?

Na Eslováquia, no local de uma das mais sangrentas batalhas da WW2. A batalha de Dukla Pass, o local da batalha tem uma data de blindados espalhados pelo desfiladeiro e num museu ao ar livre em Svidnik onde tirei essas fotos ao Katyusha.

O Panzer IV da foto anterior está noutro museu no centro do país, no Museum of the Slovak National Uprising junto com outros veículos da época.



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