BMW 2.0 TwinTurbo Diesel...

Andas completamente à nora....
Até 2008 o K9K só pode utilizar sistemas Delphi. Contrato assinado entre Renault e Dephi.



A partir de agora só em "espanhol" já que em português decididamente não vais lá... o que não perceberes vai ver ao dicionário porque a "papa" acaba aqui:


http://www.autovia.com/noticias/index.php?ampliar=390

Nuevo Renault Modus 1.5 dCi 105

28/04/2005

« Equipado con nuevos inyectores Siemens que recurren a la tecnología piezoeléctrica, el nuevo motor, que ya satisface la norma anticontaminante Euro 4, proporciona una potencia real de de 78 Kw (106 CV) a 4.000 vueltas con un par motor de 240 Nm medidos a 2.000 rpm. Con estas prestaciones, este motor acoplado a una caja de velocidades de 6 marchas, permite impulsar al Renault Modus a una velocidad de 186 km/h con un reducido consumo de 4,2 litros de combustible en ciclo extraurbano y unas emisiones reducidas de 124 gr/km de CO2.»


«Básicamente, el paso de norma Euro 3 a Euro 4 en este motor ha implicado la llegada de 74 nuevas piezas. De las nuevas, la de mayor dimensión es la bomba de agua (cuyo caudal se ha visto aumentado). Los motores K9K de 106 CV (Euro 4) presentan un nuevo calado de distribución, nuevos sistema de inyección, recirculación de gases de escape refrigerado y nuevo turbocompresor»

«La rapidez con la que se realizan estas funciones de inyección y la elevada presión de alimentación ha llevado a Renault a incorporar inyectores piezoeléctricos Siemens capaces de proporcionar estas elevadas prestaciones. De esta manera, además, se diversifican los proveedores al contar con el suministro de dos proveedores: Delphi y Siemens.»

«Hasta ahora, los inyectores incorporados en los motores K9K funcionaban mediante una estrategia en la que un solenoide abría el paso a una canalización que desequilibraba las presiones principales, produciéndose la apertura de la válvula de aguja correspondiente. (...) En los inyectores piezoeléctricos, el solenoide (electro-imán, para entendernos) ha sido sustituido por un dispositivo piezoeléctrico capaz de responder hasta cuatro veces más rápido que su equivalente “de solenoide”.»

«Siemens VDO es el pionero en el sector de la tecnología piezoeléctrica y líder del mercado en el que ha fabricado estos elementos desde 2000. En este campo ofrecen unos productos de altas prestaciones y eficacia aplicados a los sistemas Common Rail.»

«Hay un nombre asociado a los sistemas de inyección en rampa común o Common Rail y es el de BOSCH quien, en 1997 fabrica el primer sistema de inyección en rampa común, aplicando una presión de inyección de 1.350 bares. Sin duda, la llegada de sistemas de control electrónico a los sistemas de inyección, vino a dar un paso de gigante en los motores de ciclo Diesel.»

«Dos años después, en 1999, BOSCH presenta el primer sistema Common Rail para vehículos pesados y es Renault VI el primer constructor que las utiliza. Ya para entonces, la presión de inyección se elevaba a 1.400 bares.»

«En 2001 aparece la segunda generación de sistema Common Rail destinados a los motores de vehículos de turismo que consiguen un funcionamiento más silencioso, mayores prestaciones y menos vibraciones. La presión de inyección alcanza por primera vez los 1.600 bares.»

«En 2003 aparece la tercera generación de sistemas Common Rail con inyectores ultra rápidos basados en tecnología piezoeléctrica que reducen en un 20% las emisiones y proporcionan incrementos de potencia del 5% con un consumo que se reduce en un 3% y una reducción de ruido de 3 dBA. Hay que recordar que la escala decibélica es logarítmica y que una reducción de 3 dBA supone reducir la intensidad sonora a la mitad.»

«Renault ha venido utilizando para sus motores K9K, la tecnología de Delphi Automotive Systems que aplicaba sus dispositivos DCR 1400 y DCR 1600 para los motores de 65, 80 y 100 CV. Los DCR (Delphi Common Rail) se basaban en el empleo de inyectores con regulación a base de solenoides. Para la realización de los motores de 105 CV que cumplen la norma Euro 4, se ha recurrido a unos inyectores que proporcionan tres inyecciones (preinyección, inyección principal y post inyección) y para satisfacer esta mayor rapidez, se ha recurrido a la utilización de la tecnología piezoeléctrica de los Siemens VDO.»
 
Mas afinal ainda não vi qtos NM vai ter e a que rotações.
Muito mais importante que outros aspectos menos interessantes que discutem.
Deve ser bem forte desde a mto baixas rotações, logo extremamente agradável de utilizar!
 
Mas afinal ainda não vi qtos NM vai ter e a que rotações.
Muito mais importante que outros aspectos menos interessantes que discutem.
Deve ser bem forte desde a mto baixas rotações, logo extremamente agradável de utilizar!
Não tens um gráfico logo no inicio do tópico?!
 
A partir de agora só em "espanhol" já que em português decididamente não vais lá... o que não perceberes vai ver ao dicionário porque a "papa" acaba aqui:

Porra, que défice de falta de compreensão [:)] [:)]

Qual foi a parte do sistema que não percebeste ? [:D]
Os injectores fazem o sistema ?
Por exemplo, qual é a tecnologia do sistema Denso ? Vamos lá ver se faz luz nessa mioleira.... :rolleyes:
Volto a perguntar, alguém disse que os injectores não eram Siemens ? :eek:

Não tarda ainda vens dizer que as EPIC não Delphi e não Lucas.... [:)]
 
Em última análise, conclui-se que a grande responsável não é a Bosch, pois, a Delphi há muito que tem sistemas de 5 injecções por ciclo capazes de fazer 2000bar.
Em verdadeira análise, conclui-se que o grande responsável chama-se concorrência

A terceira geração da Delphi já há muito que monta o 1.5 K9K de 106cv ......

Perdeste uma bela oportunidade de estar calado... mas afinal qual foi o objectivo de mencionar a Delphi e o k9k?!

Provar o quê?!

Que a Delphi tem um sistema que equipa o 1.5 dCi desde 2005 MAS que utiliza injectores piezo-eléctricos Siemens-Bosch (volto a repetir a tecnologia é comum).

Então onde está a grande inovação Delphi?!

A Bosch é e foi inovadora! Foi inovadora com os injectores piezo-eléctricos e os sucessivos aumentos de pressão no rail, os quais justificam os sucessivos aumentos de potência e binário acompanhados da redução de consumos e emissões poluentes a que assistimos. Foi sempre isto que afirmei.

«a Delphi há muito que tem sistemas de 5 injecções por ciclo capazes de fazer 2000bar» ... pena é que a Renault que até tem um acordo com a Delphi tivesse que recorrer aos injectores Siemens-Bosch!!! Não é estranho?!

Então e os injectores Delphi?! Ou um sistema de injecção não acaba nos injectores?!

Eu pelo menos, não conheço nenhum sistema de injecção sem injectores... ah! pois é... pediram uns emprestados à Siemens, foi só para desenrascar... a Delphi quis poupar os dela até 2007!

Antes de falar pensa um bocadinho...

Quando ouvires falar de um sistema de injecção Bosch com injectores Delphi avisa aqui o fórum... porque isso sim, seria completamente INOVADOR!!!
 
Que a Delphi tem um sistema que equipa o 1.5 dCi desde 2005 MAS que utiliza injectores piezo-eléctricos Siemens-Bosch (volto a repetir a tecnologia é comum).

Então onde está a grande inovação Delphi?!

A Bosch é e foi inovadora! Foi inovadora com os injectores piezo-eléctricos e os sucessivos aumentos de pressão no rail, os quais justificam os sucessivos aumentos de potência e binário acompanhados da redução de consumos e emissões poluentes a que assistimos. Foi sempre isto que afirmei.
A inovação da Delphi está no injectores de matriz de dados, muito mais avançados que os da Bosch.
A inovação da Delphi está na maneira como controla o débito da alta pressão, muito mais avançada que a Bosch, que continua a ter problemas de sobre aquecimento.
Neste ponto até a Siemens/(Hartridge) estão muito mais à frente da Bosch.
Na futura geração common rail a Bosch vai ter que fazer um downgrade na pressão do rail, para diminuir a temperatura e, provocar um "gain" de 2x no injector. Das duas uma, se não criarem uma tecnologia parecida à dos injectores Delphi, vão ter os mesmos problemas dos injectores bomba, funcionamento desigual entre injectores. ( Algo que a Delphi já ultrapassou há muito )

Sim, qual é o problema de um grande fabricante comprar injectores, vedantes, etc.... a outros ?
A bosch não faz o mesmo para os sistemas CAV ?
Queres tentar adivinhar quantas peças em que a Bosch é uma mera embaladora/distribuidora ?


«a Delphi há muito que tem sistemas de 5 injecções por ciclo capazes de fazer 2000bar» ... pena é que a Renault que até tem um acordo com a Delphi tivesse que recorrer aos injectores Siemens-Bosch!!! Não é estranho?!
Não foi a Renault!
A Delphi e a Renault fizeram um acordo até 2008. Até lá a Delphi é a responsável pelo sistema diesel do K9K, nem que tenha que comprar seja o que for na concorrência.


Eu pelo menos, não conheço nenhum sistema de injecção sem injectores... ah! pois é... pediram uns emprestados à Siemens, foi só para desenrascar... a Delphi quis poupar os dela até 2007!

Antes de falar pensa um bocadinho...

Quando ouvires falar de um sistema de injecção Bosch com injectores Delphi avisa aqui o fórum... porque isso sim, seria completamente INOVADOR!!!
[:)] Se soubesses onde são fabricados ambos...... [:p]
Mas o que tem utilizar componentes de outros ? A Siemens, a Denso e a Bosch não utilizam ? :confused:
Queres quantos sistemas de gestão diesel/otto Bosch com MAF's Pierburg invés de Bosch ? [:p] ( e não é a Bosch que fornece o sistema ? )
 
Última edição:
A inovação da Delphi está no injectores de matriz de dados, muito mais avançados que os da Bosch.
(...)
Neste ponto até a Siemens/(Hartridge) estão muito mais à frente da Bosch.
(...)
Das duas uma, se não criarem uma tecnologia parecida à dos injectores Delphi, vão ter os mesmos problemas dos injectores bomba, funcionamento desigual entre injectores. ( Algo que a Delphi já ultrapassou há muito )
(...)
A Delphi e a Renault fizeram um acordo até 2008. Até lá a Delphi é a responsável pelo sistema diesel do K9K, nem que tenha que comprar seja o que for na concorrência.

Mas será que não percebes o contra-senso?!?!

Então se a Delphi está tão avançada relativamente à Bosch em matéria de injectores para sistemas common-rail - como dizes - como é que se justifica que tenha que utilizar injectores Siemens-Bosch?!

O sistema common-rail Bosch tem tantos problemas que os TDi do grupo VAG abandonaram a tecnologia injector-bomba, já com 8 ou 9 anos de desenvolvimento, em favor do common-rail da Bosch quando esta introduziu precisamente os injectores piezo-eléctricos... não te parece haver aqui outro contra-senso em relação ao que dizes?!

Quanto à suposta inovação da Delphi, refere lá um motor (potência, binário) actualmente em comercialização que utilize esses injectores...
 
Quanto à suposta inovação da Delphi, refere lá um motor (potência, binário) actualmente em comercialização que utilize esses injectores...
Deixa lá ver se percebo... então potência+binário = sinónimo de excelente sistema diesel [:)] Mas que disparate
Neste caso o que vamos dizer do common de 2ª geração utilizado pela Honda ? Deve ser um sistema da treta!


Mas será que não percebes o contra-senso?!?!

Então se a Delphi está tão avançada relativamente à Bosch em matéria de injectores para sistemas common-rail - como dizes - como é que se justifica que tenha que utilizar injectores Siemens-Bosch?!
Mas qual contra-senso se a Delphi não tinha, na altura, injectores piezo disponiveis. Quando saiu o K9K de 106cv o a Delphi apenas tinha injectores tradicionais e de grande dimensão, capaz de injectar até 1800bar.
O K9K 106cv abandonou o common rail esférico e na altura a solução prática e rápida para o K9K foi comprar o injectores fora, até porque a Delphi andou com um sistema "hibrido" durante muito tempo. (nem era o típico 2ª geração nem o 3º)
No caso do novo 2.2cdi com 400Nm(lider no segmento) o sistema Delphi inclui o injectores Delphi de matriz de dados.
Na Jaguar verifica-se o mesmo.

O sistema common-rail Bosch tem tantos problemas que os TDi do grupo VAG abandonaram a tecnologia injector-bomba, já com 8 ou 9 anos de desenvolvimento, em favor do common-rail da Bosch quando esta introduziu precisamente os injectores piezo-eléctricos... não te parece haver aqui outro contra-senso em relação ao que dizes?!
O grupo VAG abandonou o PD porque os custos eram muito altos e, a tecnologia não permitia cumprir as futuras normas anti-poluição.
Mas se desconheces os problemas do sistema Bosch, isso é problema teu.... mas se investigares verás que o sistema Bosch é o que dissipa maior potência e, em muito casos, exige um permutador para arrefecer o retorno.
(porque achas que a Bosch vai fazer um downgrande da pressão no rail ? )
Mas também podemos questionar o seguinte: A Mercedes, que geralmente tem um padrão de qualidade superior, optou pela Delphi na sua motorização diesel mais vendida. E não deixa de ser curioso ver que Bosch anda a perder quota de mercado nos motores diesel mais vendidos.....
A bosch ainda continua com vantagem nos turismos de alta cilindrada.

Outra vantagem Delphi face à Bosch: O Injector Delphi tem uma matriz de dados que informa a centralina das suas caracteristicas. Isto é, como nenhum injector é exactamente igual a outro, a matriz contém os desvios e, a centralina encarrega-se de compensar o funcionamento de cada injector para que o funcionamento seja aproximado de injectores clones.
 
Mas qual contra-senso se a Delphi não tinha, na altura, injectores piezo disponiveis. Quando saiu o K9K de 106cv o a Delphi apenas tinha injectores tradicionais(...)

Exactamente o que eu disse: o sistema Delphi com injectores piezo-eléctricos só em 2007 está a ser comercializado... enquanto a Bosch já os comercializava em 2005!

No caso do novo 2.2cdi com 400Nm(lider no segmento) o sistema Delphi inclui o injectores Delphi de matriz de dados.

O 2.2 CDI não é referência em coisa nenhuma porque o 2.0 "twin-turbo" da BMW além de mais económico e menos poluente consegue esse valor de binário a partir de apenas 2.0L de cilindrada (o Mercedes tem 2.2L).

O grupo VAG abandonou o PD porque os custos eram muito altos e, a tecnologia não permitia cumprir as futuras normas anti-poluição.
Mas se desconheces os problemas do sistema Bosch, isso é problema teu.... mas se investigares verás que o sistema Bosch é o que dissipa maior potência e, em muito casos, exige um permutador para arrefecer o retorno.
(...)
Outra vantagem Delphi face à Bosch: O Injector Delphi tem uma matriz de dados que informa a centralina das suas caracteristicas. Isto é, como nenhum injector é exactamente igual a outro, a matriz contém os desvios e, a centralina encarrega-se de compensar o funcionamento de cada injector para que o funcionamento seja aproximado de injectores clones.

Isso são tudo tretas...

E a propósito dos alegados «problemas do sistema Bosch» e da alegada «vantagem Delphi» que tanto apregoas e que não tem o mínimo fundamento, queria apenas lembrar que o primeiro diesel a ganhar as 24H de Le Mans foi um Audi R10 TDi em 2006:

1) Sistema common-rail Bosch (sim, o sistema é common-rail e não tem nada a ver com os TDi que conhecemos - os futuros motores diesel VAG vão ser common-rail Bosch, o Audi Q7 é um exemplo);

2) Gestão electrónica Bosch;

3) Injectores piezo-eléctricos Bosch;

4) 2000bar de pressão nos rails;


O resto é conversa da treta para "vaquinha pastar"...
 
é só Mestres!!!

Venham as Belas!:



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Exactamente o que eu disse: o sistema Delphi com injectores piezo-eléctricos só em 2007 está a ser comercializado... enquanto a Bosch já os comercializava em 2005!
Então quer dizer que um sistema Delphi com injectores siemens deixa de ser um sistema delphi ? [:D]
Então e um sistema Bosch com MAF's Pierburg é o quê ? :confused: [:D]


O 2.2 CDI não é referência em coisa nenhuma porque o 2.0 "twin-turbo" da BMW além de mais económico e menos poluente consegue esse valor de binário a partir de apenas 2.0L de cilindrada (o Mercedes tem 2.2L).
O novo 2.2cdi desconheço, pois, ainda não o conduzi mas o anterior era referência na sua linearidade. Algo que peca no 20d.
Onde chega o desespero.... comparas um Twin Turbo com um mero turbo diesel!
Quanto ao factor cilindrada, todos sabemos que a Mercedes, Honda e Toyota optaram por motores 2.2l para fazer concorrência ( nas berlinas de luxo ) aos 2.0l germânicos.



E a propósito dos alegados «problemas do sistema Bosch» e da alegada «vantagem Delphi» que tanto apregoas e que não tem o mínimo fundamento, queria apenas lembrar que o primeiro diesel a ganhar as 24H de Le Mans foi um Audi R10 TDi em 2006:
Se para ti são tretas, para a VAG não parece ser [:p]
Já agora, podemos saber o que é que o sistema common rail do R10 tem a ver com os sistemas convencionais ? :rolleyes:
E como te disse, a vantagem Bosch é nos turismos de alta cilindrada, pois, nos motores de baixa/média cilindrada a Siemens, Denso e Delphi estão muito fortes e com produtos tecnologicamente muito evoluídos. ( que dispensam permutadores para arrefecer o retorno [:p] )


4) 2000bar de pressão nos rails;
E para fazer os 2500bar tem que colocar o rail a 1250bar e criar um gain de 2x no injector [:p]
Ou seja, a tão boa alteração de PD para CR bosch, como apregoas, vai no futuro ficar muito idêntica ao PD[:D]


E então, já fostes "pastar" ?
 
Já agora, podemos saber o que é que o sistema common rail do R10 tem a ver com os sistemas convencionais ?

É o mesmo que equipa o Audi Q7 V12 TDi... além de possuir injectores piezo-eléctricos e trabalhar com uma pressão nos rails de 2000bar à semelhança por exemplo do 2.0 "twin-turbo" da BMW.

Parece que a Peugeot te ouviu falar dos problemas dos sistemas common-rail da Bosch e também vai adoptar o mesmo sistema Bosch no seu 908 HDi para correr em Le Mans...

Deve estar com vontade de perder... eu é que não vou perder mais tempo com tretas...
 
A Renault já tem um motor 2.0 DCI commom-rail com 205 cv há mais de meio ano. Pena que não é comercializado em Portugal. Foi inclusivamente apresentado no concept car Renault ondelius (senão estou em erro).


E daí? Eu suponho que o motor de que se fala neste dópico seja o 23d. Se assim for já está até há mais de um ano no mercado.
 
Estas confundido, estas te a referir ao 2.0 T de 205cv.

Um motor 2L de 200cv biturbo e diesel deve ter as suas particularidades visto a BMW apenas usa-lo no Serie 1 ao fim deste tempo todo.

Existem sempre problemas associados a este tipo de motores bastante puxados, nos motores a gasolina passa-se o mesmo e em carros bastante mais pesados poderia ser o seu fim.
 
Estas confundido, estas te a referir ao 2.0 T de 205cv.

Um motor 2L de 200cv biturbo e diesel deve ter as suas particularidades visto a BMW apenas usa-lo no Serie 1 ao fim deste tempo todo.

Existem sempre problemas associados a este tipo de motores bastante puxados, nos motores a gasolina passa-se o mesmo e em carros bastante mais pesados poderia ser o seu fim.

Isto é resposta para o meu post ou para o do mike?
 
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