Grandes Portugueses - a poll

«Ora, seja qual for o sistema de responsabilidade encontrado para o exercício da governação pública, uma coisa é essencial aos governos – a autoridade, no sentido de possibilidade constitucional e efectiva de governar. E não pode crer-se que se chegou a boa solução quando os diferentes poderes funcionam de tal sorte que os governos ou não existem ou não governam: defendem-se. Se os grupos partidários a cada momento se consideram candidatos ao Poder com fundamento na porção de soberania do povo que dizem representar, a maior actividade – e vê-se até que o maior interesse público – não se concentra nos problemas da Nação e na descoberta das melhores soluções, mas só na luta política. Por mais propenso que se esteja a dar a esta algum valor como fonte de agitação de ideias e até de preparação de homens de governo, tem de pensar-se que onde ela atinge a acuidade, o azedume, a permanência que temos visto, todo o trabalho útil para a Nação lhe é ingloriamente sacrificado. Tem de distinguir-se, pois, luta política e governação activa: os dois termos raro correrão a par.»
(Discursos, volume 1º pág. XXXVIII e XXXIX)

17 de Fevereiro de 1935
Dr. António de Oliveira Salazar
 
«Ora, seja qual for o sistema de responsabilidade encontrado para o exercício da governação pública, uma coisa é essencial aos governos – a autoridade, no sentido de possibilidade constitucional e efectiva de governar. E não pode crer-se que se chegou a boa solução quando os diferentes poderes funcionam de tal sorte que os governos ou não existem ou não governam: defendem-se. Se os grupos partidários a cada momento se consideram candidatos ao Poder com fundamento na porção de soberania do povo que dizem representar, a maior actividade – e vê-se até que o maior interesse público – não se concentra nos problemas da Nação e na descoberta das melhores soluções, mas só na luta política. Por mais propenso que se esteja a dar a esta algum valor como fonte de agitação de ideias e até de preparação de homens de governo, tem de pensar-se que onde ela atinge a acuidade, o azedume, a permanência que temos visto, todo o trabalho útil para a Nação lhe é ingloriamente sacrificado. Tem de distinguir-se, pois, luta política e governação activa: os dois termos raro correrão a par.»
(Discursos, volume 1º pág. XXXVIII e XXXIX)

17 de Fevereiro de 1935
Dr. António de Oliveira Salazar

Bem aplicado SuperRabanete: procurar perceber através da documentação original!

Em nota pessoal: o Dr. Oliveira Salazar descrevia e justificava assim o fim dos morticínios políticos e reais que grassaram na nossa 1ª República. Também se pode ler, creio, à luz da sua governação posterior, o seu sentido de ameaça à Nação que constituía o desgoverno e a não aplicação dos meios Constitucionais e Legislativos na sociedade em geral.
 
Bem aplicado SuperRabanete: procurar perceber através da documentação original!

Em nota pessoal: o Dr. Oliveira Salazar descrevia e justificava assim o fim dos morticínios políticos e reais que grassaram na nossa 1ª República. Também se pode ler, creio, à luz da sua governação posterior, o seu sentido de ameaça à Nação que constituía o desgoverno e a não aplicação dos meios Constitucionais e Legislativos na sociedade em geral.

Chamar morticinio politico ao que fez Salazar parece um bocado exagerado
 
Chamar morticinio politico ao que fez Salazar parece um bocado exagerado

Não me expliquei bem: o morticínio político foi a consequência das acções dos primeiros Governos da República, e não do Dr. Salazar. Aliás convém recordar que uma das condições que o próprio impôs para integrar o governo após a revolta dos Coronéis, foi a de que teria meios, leia-se autoridade, para governar de uma forma séria e genuína, sem que se tornasse noutro fantoche ministerial.
 
Ataques pessoais?

Sabes lá tu o que é isso.

Basta expôr os teus comentários para sentires que estás a ser atacado. Bonito.

[:)] [:)] [:)]

Pareceu-me que estavas a fazer do forum um campo de batalha pessoal, mas afinal estas mesmo interessado em debater os temas propostos, nunca foi a tua intenção humilhar aqueles que não pensam como tu, fico descansado, o problema deve ser meu seguramente.

Desculpa qualquer coisa.
 
«Ora, seja qual for o sistema de responsabilidade encontrado para o exercício da governação pública, uma coisa é essencial aos governos – a autoridade, no sentido de possibilidade constitucional e efectiva de governar. E não pode crer-se que se chegou a boa solução quando os diferentes poderes funcionam de tal sorte que os governos ou não existem ou não governam: defendem-se. Se os grupos partidários a cada momento se consideram candidatos ao Poder com fundamento na porção de soberania do povo que dizem representar, a maior actividade – e vê-se até que o maior interesse público – não se concentra nos problemas da Nação e na descoberta das melhores soluções, mas só na luta política. Por mais propenso que se esteja a dar a esta algum valor como fonte de agitação de ideias e até de preparação de homens de governo, tem de pensar-se que onde ela atinge a acuidade, o azedume, a permanência que temos visto, todo o trabalho útil para a Nação lhe é ingloriamente sacrificado. Tem de distinguir-se, pois, luta política e governação activa: os dois termos raro correrão a par.»
(Discursos, volume 1º pág. XXXVIII e XXXIX)

17 de Fevereiro de 1935
Dr. António de Oliveira Salazar


Eis uma grande verdade. apr:)
 
Não me expliquei bem: o morticínio político foi a consequência das acções dos primeiros Governos da República, e não do Dr. Salazar. Aliás convém recordar que uma das condições que o próprio impôs para integrar o governo após a revolta dos Coronéis, foi a de que teria meios, leia-se autoridade, para governar de uma forma séria e genuína, sem que se tornasse noutro fantoche ministerial.


Peço desculpa, nao li em condiçoes
 
O Fernando Dacosta não deveria por-se a pensar que é único. Porque peças avulso sobre o Salazar é o que não tem faltado.

Simplesmente são histórias tão pequenas, tão desinteressantes, que todas juntas não interessam a ninguém. São deprimentes.

Como a de João Ribeiro, cozinheiro-chefe do Hotel Avis nas décadas de 40 a 60, considerado o melhor cozinheiro de sempre. O seu mais assíduo cliente era Calouste Gulbenkian, que habitava no hotel. Segundo Mestre Ribeiro, Gulbenkian apreciava certas omeletas mas só com certos ovos. Aqueles que ele mandava comprar numa casa em São Bento a uma D. Maria, governanta de um tal Salazar.

E então, não é que Salazar tinha no fundo dos jardins da residência oficial, um conjunto da galinheiros com várias galinhas e que explorava comercialmente?

Grande história para um grande estadista...

Daqui até ao Zá Maria da TVI, que também ganhou um concurso popular, a analogia tem o passo curto.

Agora, está visto que este povo tem um fétiche por criadores de galinhas. [:cool:]

Baseado num artigo de opinião de Ferreira Fernandes na Sábado 23 Março 2007, pág. 130.

Sim porque se fossem historias pequenas a dizer que o Salazar era um bandido ja tinham todo o interesse.
 
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