Não tenho filhos e tremo só de pensar...

Sem contar a grande confusão entre o que é disfunção e má educação precisamente por não terem tempo de apreender regras e autoridade parental, pois se não passam tempo nenhum com os pais como podem aprender a respeita-los e a cumprir as suas regras ?

E mais digo Pmct, é nos pais de "sucesso" que se nota cada vez mais este problema...


o rapaz má educação é ma educação aqui e em todo o lado[:D]

Disfunção são outros 500.

Aquilo que eu defendo ate á exaustão é a cultura da excelencia.
Agora isso não impede ninguem de se divertir, setr feliz .

Eu não tenho a minima para lamechices sobretudo de adultos.

nos fazemos guerra de almofadas , mas quando é para arrrumar o quarto e ir lavar os dentes, é e acabopu-se.

Um puto não quer almoçar, eu não o brigoa comer, mas apssa fome ate a hora de jantar, não ha ca lachuinho pra ninguem.

-Pai tenho fome!
-azar tivesses almoçado.

mas não pensem que aldo ali a dar instrução militar, eu dou.lhes libedade total, mas faço questao de a cada liberdade associar a responsabilidade.
 
o rapaz má educação é ma educação aqui e em todo o lado[:D]

Disfunção são outros 500.

Aquilo que eu defendo ate á exaustão é a cultura da excelencia.
Agora isso não impede ninguem de se divertir, setr feliz .

Eu não tenho a minima para lamechices sobretudo de adultos.

nos fazemos guerra de almofadas , mas quando é para arrrumar o quarto e ir lavar os dentes, é e acabopu-se.

Um puto não quer almoçar, eu não o brigoa comer, mas apssa fome ate a hora de jantar, não ha ca lachuinho pra ninguem.

-Pai tenho fome!
-azar tivesses almoçado.

mas não pensem que aldo ali a dar instrução militar, eu dou.lhes libedade total, mas faço questao de a cada liberdade associar a responsabilidade.

[;)] dizes tu e digo eu mas somos poucos a dizer, a quantidade de hiperactivos que por ai anda :sh)

liberdade acompanhada, responsabilidade e regras claras e firmes
tornam tudo tão mais simples ...
 
Só para exemplificar um caso de extremos mas, ainda assim, relacionado com o tema do tópico, deixo aqui uma citação que li ainda agora no site do jornal Público:

"Pai agride filha nos Mundiais de natação
28.03.2007 - 17h27 Hugo Daniel Sousa


O ucraniano Mikhail Zubkov, pai e treinador de Kateryna Zubkova, foi expulso dos Mundiais de natação, a decorrer na Austrália, depois de uma televisão ter mostrado imagens da agressão à filha, ontem, em plena piscina de Melbourne. Zubkov, de 38 anos, ficou sem credencial e está agora proibido de contactar e de se aproximar de Kateryna.
Hoje, a nadadora, de 18 anos, venceu a sua primeira série dos 50m costas, mas depois não se conseguiu qualificar para as meias-finais.

As agressões ocorreram em circunstâncias ainda por esclarecer. Certo é que as imagens do canal 9 australiano mostram Mikhail a agredir a filha, que depois respondeu igualmente ao pai.

A Federação Internacional de Natação vai analisar o assunto, mas já considerou a agressão “um comportamento inaceitável”.

Mostrando-se “chocado” com o caso, o antigo nadador australiano Kieren Perkins contou que não é a primeira vez que assiste a agressões a nadadoras. “A última vez que vi isto acontecer, era júnior e vi uma mãe pegar numa cadeira e atirá-la ao filho, porque ele tinha sido derrotado”, contou, segundo a Reuters, a uma rádio australiana."
 
Parace-me que nos dias de hoje, o melhor método é introduzir nas crianças o sentido de responsabilidade.

É isso que vai tornar a criança estável e fazê-la enfrentar a vida de um modo adequado.

Fazer dos filhos uns reizinhos, é o pior que se pode fazer.

E quanto ao dinheiro não trazer felicidade. Bullshit ! [:cool:]
 
Parace-me que nos dias de hoje, o melhor método é introduzir nas crianças o sentido de responsabilidade.

É isso que vai tornar a criança estável e fazê-la enfrentar a vida de um modo adequado.

Fazer dos filhos uns reizinhos, é o pior que se pode fazer.

E quanto ao dinheiro não trazer felicidade. Bullshit ! [:cool:]

Eu só defendo que o dinheiro não nos traz felicidade em pleno. O dinheiro não nos dá saúde (ajuda, mas se alguém tiver SIDA e outras fatalidades que tais, não é o dinheiro que o vai safar), não nos dá a mulher da nossa vida, não faz de nós boas pessoas, não nos garante uma amizade sincera, etc...
 
A questão do dinheiro é importante, deixemo-nos de coisas.

Ser escravo do dinheiro (ou doutra porcaria qualquer) é que não.

E os níveis de necessidade variam de pessoa para pessoa.

Agora se me perguntam porque é que trabalho no duro, não é pelo dinheiro em si, mas por me poder afirmar como pessoa de sucesso. Mas como a única forma de medir o sucesso que eu conheço (não sou muito apologista do género Madre Tereza) é o dinheiro que se ganha, voltamos sempre ao mesmo.
 
O dinheiro não nos dá saúde (ajuda, mas se alguém tiver SIDA e outras fatalidades que tais, não é o dinheiro que o vai safar), não nos dá a mulher da nossa vida, não faz de nós boas pessoas, não nos garante uma amizade sincera, etc...
O dinheiro não dá, mas ajuda. Conheço imensas histórias de gajos que se safaram de bater a bota por terem muito dinheiro.

É muito simples. Existe um circuito mundial de novos métodos e drogas em desenvolvimento cujo acesso está limitado a um número restrito de pessoas. E isto não tem segredo nenhum, pois além dos investigadores e dos seus pacientes teste, por questões legais e de ética muito pouca gente está envolvida.

Quem tem dinheiro, consegue aceder a este circuito e obtém autênticos milagres. Se considerarmos que a definição de milagre é simplesmente estar vivo, então sim, o dinheiro faz milagres. Mais do que Nª Srª Fátima. [;)]
 
A questão do dinheiro é importante, deixemo-nos de coisas.

Ser escravo do dinheiro (ou doutra porcaria qualquer) é que não.

E os níveis de necessidade variam de pessoa para pessoa.

Agora se me perguntam porque é que trabalho no duro, não é pelo dinheiro em si, mas por me poder afirmar como pessoa de sucesso. Mas como a única forma de medir o sucesso que eu conheço (não sou muito apologista do género Madre Tereza) é o dinheiro que se ganha, voltamos sempre ao mesmo.

Sim, aqui entramos num campo mais subjectivo e que depende mais da personalidade de cada um. Eu trabalho (sem nunca ser escravo do trabalho ou do dinheiro) para me realizar, para me melhorar profissionalmente, aprendendo tudo o que posso, e para ser autónomo. Mas o mais gratificante é o reconhecimento, e nem tem que vir necessariamente de cima. Quando trabalhava na Sagres era elogiado pelo pessoal da produção, dos sinistros, atendimento, etc... e isso foi mais óbvio na altura em que anunciei que me ia embora. Tem a ver, não só com o profissionalismo, mas com a parte humana e com a atitude que se adopta perante o trabalho. Eu passo o dia a sorrir [:D]
 
O dinheiro não dá, mas ajuda. Conheço imensas histórias de gajos que se safaram de bater a bota por terem muito dinheiro.

É muito simples. Existe um circuito mundial de novos métodos e drogas em desenvolvimento cujo acesso está limitado a um número restrito de pessoas. E isto não tem segredo nenhum, pois além dos investigadores e dos seus pacientes teste, por questões legais e de ética muito pouca gente está envolvida.

Quem tem dinheiro, consegue aceder a este circuito e obtém autênticos milagres. Se considerarmos que a definição de milagre é simplesmente estar vivo, então sim, o dinheiro faz milagres. Mais do que Nª Srª Fátima. [;)]

Sim, mas isso é válida para uma amostra ínfima da população e para capitais elevadíssimos.
De resto, a minha relação com milagres é muito simples, e farto-me de dizer isto: fiz um acordo com Nª Sª de Fátima, então ela não se mete na informática, e eu não faço milagres [:D]
 
O dinheiro não dá, mas ajuda. Conheço imensas histórias de gajos que se safaram de bater a bota por terem muito dinheiro.

É muito simples. Existe um circuito mundial de novos métodos e drogas em desenvolvimento cujo acesso está limitado a um número restrito de pessoas. E isto não tem segredo nenhum, pois além dos investigadores e dos seus pacientes teste, por questões legais e de ética muito pouca gente está envolvida.

Quem tem dinheiro, consegue aceder a este circuito e obtém autênticos milagres. Se considerarmos que a definição de milagre é simplesmente estar vivo, então sim, o dinheiro faz milagres. Mais do que Nª Srª Fátima. [;)]

A questão é que muita gente fica doente devido ao excesso de trabalho que tem. Ou seja no final da tua vida gastas o dinheiro que recebeste para compensar a falta de saúde que ganhaste devido ao trabalho que tinhas que por ventura dava muito dinheiro.

É como tudo, há que ter peso e medida nas coisas.
 
Claro que as coisas não são simples.

Penso que cada um tem o seu ponto de equilíbrio. E o bem estar está precisamente aí.

Mas voltando à questão dos filhos, a maioria dos pais tem uma enorme dificuldade em lhes proporcionar as condições para uma correcta adaptação à vida.

Não por que não façam um esforço, mas precisamente porque esse esforço vai longe de mais. E toda a família gira à volta desse objectivo.
 
A questão do dinheiro é importante, deixemo-nos de coisas.

Ser escravo do dinheiro (ou doutra porcaria qualquer) é que não.

E os níveis de necessidade variam de pessoa para pessoa.

Agora se me perguntam porque é que trabalho no duro, não é pelo dinheiro em si, mas por me poder afirmar como pessoa de sucesso. Mas como a única forma de medir o sucesso que eu conheço (não sou muito apologista do género Madre Tereza) é o dinheiro que se ganha, voltamos sempre ao mesmo.
e assim se metem os pontos nos "is"[:D]
 
Depende do "estrato social" e do berço, pelo que, "Generalização completamente errada."


[;)]



.


a definição de trabalho duro não engloba só o trabalho fisicamente duro, daí a ta generalização estar errada.

Onde trabalho vejo gajos que ganham milhões ao final do ano como bónus, e nalguns casos até acho pouco, face ao que conseguiram produzir, e à (não) vida que tiveram durante o ano.

Quanto ao que eu disse, é impossível estar errado, se seguires as regras da lógica[:D] .
 
a definição de trabalho duro não engloba só o trabalho fisicamente duro, daí a ta generalização estar errada.

Onde trabalho vejo gajos que ganham milhões ao final do ano como bónus, e nalguns casos até acho pouco, face ao que conseguiram produzir, e à (não) vida que tiveram durante o ano.

Quanto ao que eu disse, é impossível estar errado, se seguires as regras da lógica[:D] .
Onde trabalho vejo gajos que se fartam de trabalhar, outros que tem um enorme desgaste psicológico e outros que é físico e psicológico.

Criam condições para haver estabilidade e ganham mal a brava.

Seguindo as regras da lógica deveriam ser muito bem pagos e não o são, deveriam pelo menos ter vencimentos equiparados com profissionais iguais a eles que trabalham na UE, mas ilogicamente não é isso que acontece.

A lógica não tem rigorosamente nada a ver....

:(




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Onde trabalho vejo gajos que se fartam de trabalhar, outros que tem um enorme desgaste psicológico e outros que é físico e psicológico.

Criam condições para haver estabilidade e ganham mal a brava.

Seguindo as regras da lógica deveriam ser muito bem pagos e não o são, deveriam pelo menos ter vencimentos equiparados com profissionais iguais a eles que trabalham na UE, mas ilogicamente não é isso que acontece.

A lógica não tem rigorosamente nada a ver....

:(




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Já te disse.

Muda de emprego.

Esses gajos não te reconhecem o valor. [;)]
 
Já te disse.

Muda de emprego.

Esses gajos não te reconhecem o valor. [;)]
Pois não [;)].

Fico sempre espantado, quando dizes isso, então pq não se mudam as empresas Portuguesas para países como a Irlanda e a Suécia, mas vão todas felizes para países mais pobres.

Pois é, lá não dá para fugir aos impostos (pelo menos durante tanto tempo como cá) ou para pagar mal a quem trabalha.

O problema dos empresários nacionais é que lhes reconhecem o "valor" e é extremamente difícil (felizmente há excepções) estabelecerem-se lá.



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Onde trabalho vejo gajos que se fartam de trabalhar, outros que tem um enorme desgaste psicológico e outros que é físico e psicológico.

Criam condições para haver estabilidade e ganham mal a brava.

Seguindo as regras da lógica deveriam ser muito bem pagos e não o são, deveriam pelo menos ter vencimentos equiparados com profissionais iguais a eles que trabalham na UE, mas ilogicamente não é isso que acontece.

A lógica não tem rigorosamente nada a ver....

:(

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quando eu falei da lógica não me referia a isso. é o problema de não falarmos ao vivo[;)] .

Sim, há trabalhos onde se trabalha muito, e não se é reconhecido por isso.

E até te digo que isso acontece mais em Portugal do que aqui em UK, e é uma das razões porque cá estou.

Mas as pessoas são livres de mudarem de emprego, e quem não está satisfeito com o seu trabalho... há que mudar. Pode ser que quando as empresas deixarem de ter mão de obra abundante para essa posição... comecem a pagar melhor.

Sabes que as regras económicas, goste-se ou não, aplicam-se sempre.

Se para o mesmo trabalho, houver muitos gajos que o possam fazer (preenchendo os requerimentos), e oferta abundante... os salários/regalias nunca vão ser muito grandes.

E como Portugal é pequeno, a concorrência no mercado de trabalho não é muita, e as empresas aproveitam para praticar salários mais baixos, pois os trabalhadores são reticentes a emigrar em busca de melhores condições.

Sobre isto haveria muito a dizer... mas regra geral, conhecendo a lei da procura e oferta permite compreender bem os salários e condições de trabalho que se praticam nos vários países e trabalhos
 
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