Maior reforma desde o 25 de Abril está a derrapar

E eu a pensar que iam a falar da reforma agrária. [:p]

Essa foi enterrada.

E se calhar olhando á distância de mais de 30 Anos e vendo o Estado Actual das coisas no Sector Primário já não digo nada e até dou certo Crédito aos Comunistas neste aspecto (mas de um Modo Racional e nunca fazendo Tabua Rasa dos Direitos Individuais!)
 
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Mas há mais...

"Tribunal de Contas: Governos escolhem membros dos gabinetes sem transparência nem economia

30.03.2007 - 20h24 Lusa


A contratação de pessoal para os gabinetes de membros do Governo tem sido pouco transparente, ignorando os critérios da boa gestão financeira e criando situações de salários diferentes para funções semelhantes, alerta hoje o Tribunal de Contas.
A auditoria aos gabinetes governamentais, feita pelo órgão que fiscaliza as contas públicas, refere-se ao triénio 2003-2005 e abrange três governos.

No documento, mostra-se que o recrutamento de colaboradores foi feito sem a observância dos “critérios de boa gestão financeira [economia da eficácia e eficiência]”, tendo-se privilegiado uma “actuação discricionária”.

Além disso, a selecção das pessoas foi feita de forma “pouco transparente”, dada a “opacidade do teor e conteúdo dos múltiplos despachos” dos gabinetes, algumas vezes “pouco claros na especificação e precisão das situações de recrutamento”.

O Tribunal de Contas detectou mesmo várias situações em que os próprios despachos não chegaram a ser publicados em “Diário da República”, ou em que as nomeações nem sequer foram acompanhadas por qualquer despacho.

Lei não acautela dever de transparência

No entanto, alerta o Tribunal de Contas, a própria lei “não acautela o dever de transparência nesta matéria”, já que não obriga à publicação dos despachos de nomeação de requisitados, destacados e prestadores de serviços.

Paralelamente, o Tribunal detectou várias situações em que os trabalhadores desses gabinetes receberam salários bem diferentes apesar de desempenharem tarefas semelhantes.

As habilitações dos trabalhadores não parecem, por isso, diz o Tribunal, terem sido tidas em conta e em muitos casos não foram dadas justificações para essa disparidade.

O facto de a lei não fixar um limite para as admissões de pessoal nos gabinetes ministeriais, combinada com a liberdade de fixação das remunerações, nalgumas situações, “possibilita frequentemente” nomeações com remunerações diferenciadas para o desempenho de funções similares, conclui o Tribunal.

Esta auditoria, que abrangeu 205 gabinetes de três governos constitucionais, foi a primeira que o Tribunal de Contas fez aos gabinetes governamentais e centrou a sua atenção sobretudo nas admissões de pessoal, verificando se foram usados critérios de economia, eficiência, eficácia e transparência na gestão dos recursos humanos públicos, explica o Tribunal.

No início do relatório, o Tribunal de Contas refere que a sua intenção é ter uma acção “pedagógica” sobre os gabinetes ministeriais, de forma a ultrapassar no futuro as insuficiências encontradas."

Em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1289862&idCanal=21
 
Mas há mais...

"Tribunal de Contas: Governos escolhem membros dos gabinetes sem transparência nem economia

30.03.2007 - 20h24 Lusa


A contratação de pessoal para os gabinetes de membros do Governo tem sido pouco transparente, ignorando os critérios da boa gestão financeira e criando situações de salários diferentes para funções semelhantes, alerta hoje o Tribunal de Contas.
A auditoria aos gabinetes governamentais, feita pelo órgão que fiscaliza as contas públicas, refere-se ao triénio 2003-2005 e abrange três governos.

No documento, mostra-se que o recrutamento de colaboradores foi feito sem a observância dos “critérios de boa gestão financeira [economia da eficácia e eficiência]”, tendo-se privilegiado uma “actuação discricionária”.

Além disso, a selecção das pessoas foi feita de forma “pouco transparente”, dada a “opacidade do teor e conteúdo dos múltiplos despachos” dos gabinetes, algumas vezes “pouco claros na especificação e precisão das situações de recrutamento”.

O Tribunal de Contas detectou mesmo várias situações em que os próprios despachos não chegaram a ser publicados em “Diário da República”, ou em que as nomeações nem sequer foram acompanhadas por qualquer despacho.

Lei não acautela dever de transparência

No entanto, alerta o Tribunal de Contas, a própria lei “não acautela o dever de transparência nesta matéria”, já que não obriga à publicação dos despachos de nomeação de requisitados, destacados e prestadores de serviços.

Paralelamente, o Tribunal detectou várias situações em que os trabalhadores desses gabinetes receberam salários bem diferentes apesar de desempenharem tarefas semelhantes.

As habilitações dos trabalhadores não parecem, por isso, diz o Tribunal, terem sido tidas em conta e em muitos casos não foram dadas justificações para essa disparidade.

O facto de a lei não fixar um limite para as admissões de pessoal nos gabinetes ministeriais, combinada com a liberdade de fixação das remunerações, nalgumas situações, “possibilita frequentemente” nomeações com remunerações diferenciadas para o desempenho de funções similares, conclui o Tribunal.

Esta auditoria, que abrangeu 205 gabinetes de três governos constitucionais, foi a primeira que o Tribunal de Contas fez aos gabinetes governamentais e centrou a sua atenção sobretudo nas admissões de pessoal, verificando se foram usados critérios de economia, eficiência, eficácia e transparência na gestão dos recursos humanos públicos, explica o Tribunal.

No início do relatório, o Tribunal de Contas refere que a sua intenção é ter uma acção “pedagógica” sobre os gabinetes ministeriais, de forma a ultrapassar no futuro as insuficiências encontradas."

Em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1289862&idCanal=21
Não, o mais "adequado" é poupar nos vencimentos de quem trabalha...[8b] [8b] [8b] [8b] [8b]
 
Não, o mais "adequado" é poupar nos vencimentos de quem trabalha...[8b] [8b] [8b] [8b] [8b]

Dando o devido espaço de manobra aos Funcionários Públicos competentes que os há!, apesar de reconhecer as inúmeras incompetências que na FP existem, temos que poupar em algum lado par "dar"[8b] como se depreende pela notícia.
 
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Pois, o investimento na formação, tão propalado, vai para o lixo, mas espero que, mais tarde, alguém vá avaliar isso e julgar alguma gestão penalmente enquadrável...
 
o meu povinho quer lá saber de onde vem o dinheiro.

meio país com as casas hipotecadas no banco, o país hipotecado perante o estrangeiro...

ai meu Deus, quando acabar a teta da vaca (leia-se União Europeia) aí é que isto vai aquecer...
continuem a brincar aos orçamentos e "reformas estruturais"

tanta miséria que este país aínda vai ver...
 
Metam a fp a regime de prestação de serviços e outsourcing que a produtividade dispara [:D]

Todos gostam de ver as iluminações no Natal e essas porcarias todas, mas quando se apresenta a conta é que é mais chato. Já para não falar de rotundas que ficam com custo final de 500mil euros. Se tão preocupados com a crise não parece, já que assinam cheques com uma velocidade incrivel
 
Metam a fp a regime de prestação de serviços e outsourcing que a produtividade dispara [:D]

Todos gostam de ver as iluminações no Natal e essas porcarias todas, mas quando se apresenta a conta é que é mais chato. Já para não falar de rotundas que ficam com custo final de 500mil euros. Se tão preocupados com a crise não parece, já que assinam cheques com uma velocidade incrivel
Nem imaginas como os vencimentos disparavam se ganhássemos "à peça"!...[:p] [;)]

Venha de lá um sistema desses...
 
Qual reforma? A "Reforma Deficitária"?

Em Portugal todas as reformas são deficitárias! [:D]

O melhor seria fazer uma reforma de todas as reformas e dessa maneira reformar todos os que querem reformar Portugal. Percebes?


Quanto à diminuição do défice e ao aumento das despesas correntes:

Há uns anos Portugal conseguiu inovar ao calcular 3 défices à escolha para as mesmas contas.
Se há coisa que raramente deverá ser posta em causa nas contas públcas é a forma de contabilização do défice.

Os governantes são tão rotos nas suas desculpas esfarrapadas para o descontrolo do erário público, que para justificar os saques dos seus partidos arranjam tudo e mais alguma coisa para criar uma cortina de fumo.

Desde que me arranjaram 3 défices à escolha, nunca mais acreditei no que quer que constasse no OE.
Nessa altura, percebi que a contabilização é feita de forma arbitrária - na minha humilde e ignorante opinião pensava até então que os critérios de contabilização eram comuns na UE e determinados pelo PEC.

Este governo por sua vez inovou ao refazer as contas para um défice 3 vezes superior e dessa forma justificar os cortes que lhe dão margem para fartar a vilanagem durante 3 anos.
Daqui a 6 anos o governo que substituirá este virá dizer que "foi tudo uma mentira e o défice real é de 20%, pelo que temos que apertar o cinto..."

Por isso, até podemos ter superavite, que para mim é igual.
Ninguém sabe verdadeiramente.

E desde que consigam dar a volta à Comissão e ao BCE para não penalizarmos, vai-se andando! [8b]
 
Qual reforma? A "Reforma Deficitária"?

Em Portugal todas as reformas são deficitárias! [:D]

O melhor seria fazer uma reforma de todas as reformas e dessa maneira reformar todos os que querem reformar Portugal. Percebes?


Quanto à diminuição do défice e ao aumento das despesas correntes:

Há uns anos Portugal conseguiu inovar ao calcular 3 défices à escolha para as mesmas contas.
Se há coisa que raramente deverá ser posta em causa nas contas públcas é a forma de contabilização do défice.

Os governantes são tão rotos nas suas desculpas esfarrapadas para o descontrolo do erário público, que para justificar os saques dos seus partidos arranjam tudo e mais alguma coisa para criar uma cortina de fumo.

Desde que me arranjaram 3 défices à escolha, nunca mais acreditei no que quer que constasse no OE.
Nessa altura, percebi que a contabilização é feita de forma arbitrária - na minha humilde e ignorante opinião pensava até então que os critérios de contabilização eram comuns na UE e determinados pelo PEC.

Este governo por sua vez inovou ao refazer as contas para um défice 3 vezes superior e dessa forma justificar os cortes que lhe dão margem para fartar a vilanagem durante 3 anos.
Daqui a 6 anos o governo que substituirá este virá dizer que "foi tudo uma mentira e o défice real é de 20%, pelo que temos que apertar o cinto..."

Por isso, até podemos ter superavite, que para mim é igual.
Ninguém sabe verdadeiramente.

E desde que consigam dar a volta à Comissão e ao BCE para não penalizarmos, vai-se andando! [8b]

bullseye.gif

Não sabia que eras campeão olímpico, tantos pontos em tão poucos tiros é de mestre.

apr:) apr:)



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