Escolas secundárias vão poder desenvolver "negócios"

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MrGrieves

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Mini centros comerciais? Nada disso. Mas as escolas secundárias portuguesas vão desenvolver internamente "áreas de negócio" para ajudar a financiar o programa de modernização dos estabelecimentos de ensino. O aluguer de espaços de desporto, serviços de restauração, a exploração de papelarias e reprografias são exemplos de "unidades de negócio". A valorização patrimonial, que pode incluir a concessão de edifícios não utilizados, também.

"Desde o aluguer de espaços para casamentos e baptizados, de rinques para torneios de solteiros e casados, ou de espaços para entidades de formação, tudo pode ser feito", disse ontem ao DN o porta-voz do Ministério da Educação. "Aliás, já há escolas que o fazem", acrescentou.

A estratégia foi apresentada ontem de manhã no Porto e à tarde em Lisboa, pela ministra da Educação, pelo primeiro-ministro e pelo presidente da Parque Escolar, EPE (ver caixa). Que explicou que "a concessão de utilização de instalações escolares no período pós-escolar, bem como a concessão de instalações não utilizadas a instituições públicas e/ou privadas, vocacionadas para a educação e formação profissional" é uma prioridade no que diz respeito à valorização patrimonial.

Nas ditas unidades de negócio, "as regras vão ser a criteriosa escolha de produtos e de fixação de preços (não se trata de um mini centro comercial) e o rigoroso controlo de qualidade dos produtos a vender, em particular no que refere à alimentação", afirmou João Sintra Nunes.

Para isto, a Parque Escolar conta "até fim de 2007 concluir um conjunto de parcerias que permitam "encher" os edifícios a intervencionar nos primeiros dois anos". É que o programa de modernização quer abranger 332 escolas até 2015. E inicia-se em Julho em quatro: duas no Porto e duas em Lisboa. A experiência piloto deve ser estendida a outras escolas nos próximos oito anos, para, entre outras coisas (ver texto em baixo) abrir a escola à comunidade. O que "não quer dizer que toda a gente lá possa entrar", mas que "os edifícios possam ser utilizados em actividades de formação pós-laboral, eventos culturais e sociais, desporto e ao lazer".

DN
 
Só de pensar no conjunto de equipamentos que fica ali imobilizado.

Já para não pensar no espaço.

Essa do serviço de banquetes é que será muito optimista.... Se servirem a mesma comida que servem aos alunos.. [:D]
 
Só de pensar no conjunto de equipamentos que fica ali imobilizado.

Já para não pensar no espaço.

Essa do serviço de banquetes é que será muito optimista.... Se servirem a mesma comida que servem aos alunos.. [:D]

Sai um banquete, digamos, baratinho !! [:D]

Relativamente a noticia, como a mesma diz, já há escolas que o fazem, e acho que é muito espaço bom para ser rentabilizado !
 
É realmente muito boa ideia.

Como já vai faltando o dinheiro para tirar fotocópias dos testes para os alunos e para pagar a electricidade e o telefone, lá vão os professores para mais uma aventura: serem empresários!

Assim como assim, já somos psicólogos, advogados, pais, sacos de porrada, verbos de encher, baldas, incompetentes, etc., de modo que é mais uma para juntar à lista.

E com a vantagem de se poder fechar as escolas que não consigam sobreviver por não terem espaços para ganhar dinheiro à custa de baptizados.

É bem!
 
Que ideia?!!!

Isto já é praticado há décadas...

Mais uma novidade, que não é novidade...

Enfim!
Cambada de carniceiros(ME).
 
Grande novidade! :confused:

Há décadas que os pavilhões polivalentes das escolas são "aproveitados" - através de acordos legalmente sustentados - para casamentos, baptizados e até actividades político partidárias !

São as reformas estruturais em grande velocidade!
[8b]
 
WOW!!! Vou ja pedir um franchise...abrir uma rede de McDonalds dentro das secundárias...ahahha...só vou ficar rico! E os putos cada vez mais gordos...mas também...só lá vai quem quer!
 
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