Não tenho filhos e tremo só de pensar...

Eu acho que quase todos perceberam mal o sentido do texto.

A meu ver o que ele tenta dizer é que só se pensa na educação para a competição para o chamado ser alguém, quando o que na realidade o que se
devia ensinar os miudos era a serem felizes com aquilo que têm e não com aquilo que não têm!


Eu percebi bem.
depois quando chegarem aos 40 acham que os que são alguem, são corruptos, capitalistras, liberais, inimigos do povo etc etc etc.

Os putos tem tempo para tudo.
para brincar para rir crrer saltar.
para aprender disciplina.
para aprender a dar valor as coisas.
e para aprender a comquistar o sucesso.

caso contrario viarm uns chapitôs que não lembra a ninguem, e culpam a globalização por todos os males.
 
Eu percebi bem.
depois quando chegarem aos 40 acham que os que são alguem, são corruptos, capitalistras, liberais, inimigos do povo etc etc etc.

Os putos tem tempo para tudo.
para brincar para rir crrer saltar.
para aprender disciplina.
para aprender a dar valor as coisas.
e para aprender a comquistar o sucesso.

caso contrario viarm uns chapitôs que não lembra a ninguem, e culpam a globalização por todos os males.

O que é que consideras ser alguém?
 
Eu percebi bem.
depois quando chegarem aos 40 acham que os que são alguem, são corruptos, capitalistras, liberais, inimigos do povo etc etc etc.

Os putos tem tempo para tudo.
para brincar para rir crrer saltar.
para aprender disciplina.
para aprender a dar valor as coisas.
e para aprender a comquistar o sucesso.

caso contrario viarm uns chapitôs que não lembra a ninguem, e culpam a globalização por todos os males.

Sem desmérito para o Chapitô, presumo, e sem desculpar algumas falhas à globalização [;)]
 
a minha interpretação do texto: é que o autor refere a altas expectativas do pais de hoje têm para filhos.
todas as gerações de pais querem que a seguinte tenha algo mais,mas a verdade actual é que se os filhos conseguirem o mesmo que os pais já não está mal isto porque a escada social dentro da classe media está cada vez mais alta e mais povoada.
 
Eu percebi bem.
depois quando chegarem aos 40 acham que os que são alguem, são corruptos, capitalistras, liberais, inimigos do povo etc etc etc.

Os putos tem tempo para tudo.
para brincar para rir crrer saltar.
para aprender disciplina.
para aprender a dar valor as coisas.
e para aprender a comquistar o sucesso.

caso contrario viarm uns chapitôs que não lembra a ninguem, e culpam a globalização por todos os males.

Bem, deixa-me "martelar" nesta tecla mais um bocado, porque me parece relevante para o tópico: se estamos a falar de competição e da "sobre-preparação" das crianças para o mundo cão em que vivemos e se algumas pessoas focaram - e bem - a importância de se ter uma infância "normal" e de se viver uma vida orientada para a felicidade, não achas que um "chapitô" pode ser feliz apesar do seu aparente "insucesso"?

E, na mesma linah de raciocínio, não será melhor uma pessoa ser feliz com o que tem, do que ter muito (mais do que precisa, porventura), ter perdido muito para o obter, e ainda assim não ser tão feliz como o "chapitô"?
 
E, na mesma linah de raciocínio, não será melhor uma pessoa ser feliz com o que tem, do que ter muito (mais do que precisa, porventura), ter perdido muito para o obter, e ainda assim não ser tão feliz como o "chapitô"?

Ora, nem mais!

Muita gente pensa que a felicidade está na compra do BMW, do Porsche, da Casa de sonho, no Barco, etc etc

Nada de mais errado. Estas coisas dão uma felicidade temporária: após algum tempo, esta gente já anda a perseguir outro sonho ilusório qualquer...

Nunca estão satisfeitos e não vivem a vida presente. Fartam-se de trabalhar a perseguir estas ilusões e nunca aproveitam convenientemente o que têm...
 
Vamos tornar as coisas mais pessoais: vocês consideram-se o tipo de pessoa que, acabado o curso, vai para o mercado de trabalho "ralar" forte e feio, trabalhar de sol a sol, meter-se em projectos, abdicar de fins-de-semana, tempo com a namorada e os amigos a troco de uma escalada profissional que vos vai permitir gozar a vida a partir dos 40 e tal anos de idade? Ou, pelo contrário, identificam-se mais com a pessoa que, não descuidando a realização profissional, prefere não entrar nessa pescadinha-de-rabo-na-boca de "viver para trabalhar e trabalhar para viver" para, assim, ter tempo para si, para os amigos, para descansar, para fazer outras coisas que lhe interessam e viver o presente?

Eu respondo primeiro: dou muito valor à minha vida pessoal (família, amigos, eu [;)] ...) e gosto de ter tempo para estar com as pessoas de quem gosto, ter os fins-de-semana para descansar, não ter que pensar sempre em trabalho e viver uma vida sem stresses. Aliás, acho que agora é que é tempo de aproveitar, quando se tem saúde e energia para isso. Não me sinto bem a investir exageradamente num futuro até porque, de hoje para amanhã, posso já cá não estar entre os vivos.
 
Vamos fazer assim: proibia-se as mulheres casadas com filhos de trabalhar, logo que nascesse a criança. Proibição que se manteria até ela - a criança - ser fiscalmente considerada dependente. As mães ficariam em casa a velar pela educação da nossa descendência. O Estado pouparia milhões na educação pré-escolar e infantários e coisas assim. Os bairros imediatamente passariam a ter mais animação, com a presença das mulheres nas zonas residenciais. Animava-se o comercio tradicional. Com a saída de milhões de mulheres do mercado de trabalho, o valor dos salários dos homens tenderia a aumentar, por falta de pessoal. Instalava-se a competição entre os empregadores para terem gente a trabalhar. O salários dos homens seria suficientemente alto para poder suportar as despesas da casa, com um só rendimento.
 
Ora, nem mais!

Muita gente pensa que a felicidade está na compra do BMW, do Porsche, da Casa de sonho, no Barco, etc etc

Nada de mais errado. Estas coisas dão uma felicidade temporária: após algum tempo, esta gente já anda a perseguir outro sonho ilusório qualquer...

Nunca estão satisfeitos e não vivem a vida presente. Fartam-se de trabalhar a perseguir estas ilusões e nunca aproveitam convenientemente o que têm...

Deixa-me adivinhar.
quando tinhas o Iate a casa de sonho e o porsche não eras feliz certo ?[:)][:)][:)][:)]

Se queres saber a verdade nua e crua é que a felicidade e a ambição vivem de maos dadas .

Olha a volta e vais ver que o amis acomodados são so que mais se queixam.
 
Vamos tornar as coisas mais pessoais: vocês consideram-se o tipo de pessoa que, acabado o curso, vai para o mercado de trabalho "ralar" forte e feio, trabalhar de sol a sol, meter-se em projectos, abdicar de fins-de-semana, tempo com a namorada e os amigos a troco de uma escalada profissional que vos vai permitir gozar a vida a partir dos 40 e tal anos de idade? Ou, pelo contrário, identificam-se mais com a pessoa que, não descuidando a realização profissional, prefere não entrar nessa pescadinha-de-rabo-na-boca de "viver para trabalhar e trabalhar para viver" para, assim, ter tempo para si, para os amigos, para descansar, para fazer outras coisas que lhe interessam e viver o presente?

Eu respondo primeiro: dou muito valor à minha vida pessoal (família, amigos, eu [;)] ...) e gosto de ter tempo para estar com as pessoas de quem gosto, ter os fins-de-semana para descansar, não ter que pensar sempre em trabalho e viver uma vida sem stresses. Aliás, acho que agora é que é tempo de aproveitar, quando se tem saúde e energia para isso. Não me sinto bem a investir exageradamente num futuro até porque, de hoje para amanhã, posso já cá não estar entre os vivos.

Sou do estilo trabalhar 15 horas por dia se for preciso e esturrar 2000€ no aluguer de um porsche para driftar um fim de semana inteiro.


So what?

Work Hard! play hard [:blush:]
 
Deixa-me adivinhar.
quando tinhas o Iate a casa de sonho e o porsche não eras feliz certo ?[:)][:)][:)][:)]

Se queres saber a verdade nua e crua é que a felicidade e a ambição vivem de maos dadas .

Olha a volta e vais ver que o amis acomodados são so que mais se queixam.

Isso parece-me uma perspectiva algo materialista. Nunca vi o dinheiro a trazer felicidade a quem quer que fosse, especialmente quando é entregue de bandeja, ao invés de ser ganho com o próprio trabalho.
E mesmo aí não garante felicidade.

Eu não tenho onde cair morto, por assim dizer, e a única coisa que me falta para ser realmente feliz, nenhum dinheiro no mundo pode comprar.
 
Sou do estilo trabalhar 15 horas por dia se for preciso e esturrar 2000€ no aluguer de um porsche para driftar um fim de semana inteiro.


So what?

Work Hard! play hard [:blush:]

São perspectivas e opções. Eu não me sentia bem a alugar um carro tão caro e arriscar-me a estragar alguma coisa, não ia ter o mesmo gozo que a puxar por um carro meu.

Prefiro sair do trabalho, ir ter com pessoal ao café, ir à praia, fazer umas compras para mim, fazer um jantar lá em casa ou ir jantar fora, não ser interrompido quando vou de férias, etc... [;)]
 
Isso parece-me uma perspectiva algo materialista. Nunca vi o dinheiro a trazer felicidade a quem quer que fosse, especialmente quando é entregue de bandeja, ao invés de ser ganho com o próprio trabalho.
E mesmo aí não garante felicidade.

Eu não tenho onde cair morto, por assim dizer, e a única coisa que me falta para ser realmente feliz, nenhum dinheiro no mundo pode comprar.

De facto concorodo contigo o dinheiro nunca trouxe a felicidade a niguem.
È por isso que os ricos estão a desfazer-se dele [:)][:)][:)][:)]
 
O director da empresa onde trabalhei antes também dizia que era apologista do "Work hard, party harder", mas o problema era não haver tempo para festas [:D]

Eu sou mais "work just enough, party as long as you can" [:cool:]
 
São perspectivas e opções. Eu não me sentia bem a alugar um carro tão caro e arriscar-me a estragar alguma coisa, não ia ter o mesmo gozo que a puxar por um carro meu.

Prefiro sair do trabalho, ir ter com pessoal ao café, ir à praia, fazer umas compras para mim, fazer um jantar lá em casa ou ir jantar fora, não ser interrompido quando vou de férias, etc... [;)]


rapaz mas quem tem dinheiro faz as mesmas coisas .[:D]

So que vai as compras de porche.
vai janatr fora na mesma
vai ás comprars na mesma.

E devo dizer-te que o 6 celindros boxer dão uma adrenalina do caraças.
ate mudei a avatar ve la tu [:)]
 
De facto concorodo contigo o dinheiro nunca trouxe a felicidade a niguem.
È por isso que os ricos estão a desfazer-se dele [:)][:)][:)][:)]

Claro que dá jeito, e facilita a vida. Mas, repito: não traz felicidade.

Além do mais, quem se habitua a ter muito dinheiro fazendo pouco ou nada para o ter, geralmente tem uma personalidade fraca e pouco interessante. Não dá valor às coisas e, se calhar, é feliz assim, na medida em que a ignorância é uma bênção [;)]

Falo dos casos que conheço, claro.
 
Voltar
Superior