Um caso interessante, verídico ( é oficial) e que nos faz pensar ( mas nem é por isto que acredito):
Houve um caso de um assassinato de uma rapariga numa garagem dum centro comercial nos anos 60, em que a polícia desesperadamente não conseguia resolver.
O responsável pelo caso estava traumatizado por não dar descanso à sua família enquanto pôr aquele assassino na prisão. A rapariga era uma jovem bonita e tinha sido brutalmente esfaqueada e foi encontrada sem vida junto às escadas de emergência, perto de uma porta trancada...
O detective já desesperado, resolve utilizar um método, considerado no mínimo original: contactou uma médium para tentar resolver o assunto.
Levou a médium ao local e este começou a ver cenas sobre o sucedido!!
Viu a rapariga fugir, o homem atrás dela, ela subiu as escadas e entretanto ao querer abrir a porta, não conseguiu, ficou encurralada, ela lutou com o homem como pode, mas o homem esfaqueou-a e matou-a... Ela disse que conseguia ver a aura da falecida empalidecer e a aura do assassino enquanto este deixava o local do crime.
Acerca do assassino: Ela teve imagens dele, viu que era um mecânico, pois sentiu e teve uma imagem dele a trabalhar em carros, viu que usava um nome escrito Jeff e teve uma imagem de água, muita água ( lagos) ( depois descobriu-se que ele vivia em Waterburry), ela adiantou que a polícia iria passar muitos anos sem descobrir quem era, e que um dia seria preso por violentar uma mulher e seria identificado, pois como disse «o sangue iria falar»!
Bom, passaram muitos anos e o pai da falecida morreu entretanto...
Estávamos já em 1994, quando um homem foi preso num bar por agredir a namorada, sendo preso pouco depois. A polícia local sempre esperou por esta oportunidade e por acaso encontraram no local da agressão, uma impressão digital em cima de uma gota de sangue), foram a ver e..... Coincidia com a impressão digital deixado no local do crime nos anos 60, em que aquela rapariga tinha sido assassinada!!
O sangue falou!
E o homem foi preso acusado de homicídio.
A médium recebeu um telefonema do mesmo polícia que a tinha contactado nos anos 60 e disse-lhe você acertou!.