Função Pública... Funcionários públicos com privacidade ameaçada...

... apesar das pessoas a quem os meus serviços se destinam, e outras que os comentam sem os conhecer (...), muitas vezes parecerem não merecer nem metade do que a gente lhes dedica...


Não sei qual é a profissão, mas provavelmente muitos dos que nunca reconhecerão esse valor e dedicação, são aqueles para quem o vil metal vale mais que os valores humanos e sociais.

Muitas vezes nem pensam que existem muitos cidadãos pagos pelo erário publico que dão o corpo, para que os seus ideais possam ter pernas para andar.

Claro, podem sempre, depois de tudo criado e estabilizado, privatizar e negociar.
 
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Muitas vezes nem pensam que existem muitos cidadãos pagos pelo erário publico que dão o corpo, para que os seus ideais possam ter pernas para andar.

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E todos nós conhecemos pessoas e respectivas profissões/funções, pagas pelo erário público, que só de muito perto (...) se consegue perceber a extrema e real importância que as mesmas têm na Sociedade!

Muitos exemplos poderia citar mas, por exemplo, o que é que paga a dedicação de muitos (não todos, obviamente) enfermeiro/as que, com aquele apego especial à dor, para além do trabalho normal do dia-a-dia, dão aquele afecto, aquele conforto que os doentes, novos ou velhos, necessitam nas horas de sofrimento, quase como que se eles próprios sentissem as dores dos outros![;)]
 
o vil metal ui [:)]
Não sejas assim, André!...

Todos nós "damos valor" ao "vil metal", não pelo próprio, mas pelo que se consegue com ele, como é óbvio! A organização social gira em seu torno e sem ele não se consegue sobreviver.

Não podemos é ser escravos dele, desse vilão, porque quando as pessoas só almejam e dependem do dinheiro tornam-se corruptas, desonestas até para consigo próprias e não vêem mais nada! Há, não tenhamos dúvidas, outros e melhores valores na vida!

A esse propósito deixa-me citar uma frase que ouvi há muitos anos e que, se pensarmos bem, reflecte, substituindo um ou outro termo para o presente assunto (...), o que estamos a dizer:

"Os honestos dormem descansados, mas os desonestos divertem-se muito mais no tempo em que estão acordados"!

Eu "traduziria" a frase para o tema que estamos a debater nestes últimos post's para algo como:

Os que trabalham honradamente para viver dormem o sono dos justos, descansadamente, mas os que gerem a sua vida gravitando apenas à volta do "cifrão" certamente "passarão por cima de toda a folha" com mais frequência do que o recomendável...

Estou a generalizar, como é óbvio, mas, digamos, e agora particularizando, eu gosto muito de dormir, descansado, o sono dos justos![:cool:]
 
Não sejas assim, André!...

Todos nós "damos valor" ao "vil metal", não pelo próprio, mas pelo que se consegue com ele, como é óbvio! A organização social gira em seu torno e sem ele não se consegue sobreviver.

Não podemos é ser escravos dele, desse vilão, porque quando as pessoas só almejam e dependem do dinheiro tornam-se corruptas, desonestas até para consigo próprias e não vêem mais nada! Há, não tenhamos dúvidas, outros e melhores valores na vida!

A esse propósito deixa-me citar uma frase que ouvi há muitos anos e que, se pensarmos bem, reflecte, substituindo um ou outro termo para o presente assunto (...), o que estamos a dizer:

"Os honestos dormem descansados, mas os desonestos divertem-se muito mais no tempo em que estão acordados"!

Eu "traduziria" a frase para o tema que estamos a debater nestes últimos post's para algo como:

Os que trabalham honradamente para viver dormem o sono dos justos, descansadamente, mas os que gerem a sua vida gravitando apenas à volta do "cifrão" certamente "passarão por cima de toda a folha" com mais frequência do que o recomendável...

Estou a generalizar, como é óbvio, mas, digamos, e agora particularizando, eu gosto muito de dormir, descansado, o sono dos justos![:cool:]

Não concordo em praticamente nada do que acabaste de escrever.

Não tenho essa visão negativista do ser humano.

Ter aspirações monetárias não significa ser desonesto ou não trabalhar honradamente.

Mas pronto.
 
Obrigado pelo conselho, mas gosto do que faço, apesar das pessoas a quem os meus serviços se destinam, e outras que os comentam sem os conhecer (...), muitas vezes parecerem não merecer nem metade do que a gente lhes dedica...

Mas o dever cumprido já me chega, para além do vencimento ao fim do mês, claro![;)]
Mas quem é que comenta o teu trabalho? Pelo que tenho lido, és o único que o faz, com uma percentagem significativa de auto-afirmação.
 
Não podemos é ser escravos dele, desse vilão, porque quando as pessoas só almejam e dependem do dinheiro tornam-se corruptas, desonestas até para consigo próprias e não vêem mais nada! Há, não tenhamos dúvidas, outros e melhores valores na vida!
Nunca ouviste falar daquele gajo francês, o Jean de La Fontaine ? Era genial a escrever sobre casos destes. Chamava-lhes fábulas. [:cool:]
 
Não concordo em praticamente nada do que acabaste de escrever.

Não tenho essa visão negativista do ser humano.

Ter aspirações monetárias não significa ser desonesto ou não trabalhar honradamente.

Mas pronto.
Continuas a não perceber...

Ambição não é nada de pernicioso e nada tem a ver com a honestidade de cada um! Só ver dinheiro é outra coisa... Percebes?
 
Mais uma "finta", só para não analisares o que é dito...[:p] [:p] [:p] [:D]
Por vezes fico com a sensação de que vivemos em mundos diferentes.

Tu porventura entendes que eu deva analisar o que quer que seja só porque tu o queres?

Tem lá paciência, Pé Leve.

É que no princípio pensei que estivesses na brincadeira e alinhei no ritmo.

Mas agora, estás a levar as coisas para além do que é razoável.
 
Por vezes fico com a sensação de que vivemos em mundos diferentes.

Tu porventura entendes que eu deva analisar o que quer que seja só porque tu o queres?

Tem lá paciência, Pé Leve.

É que no princípio pensei que estivesses na brincadeira e alinhei no ritmo.

Mas agora, estás a levar as coisas para além do que é razoável.
Carlos, não costumo brincar para além do razoável, com coisas que considero sérias!

Não há muito tempo atrás foste insistindo aqui, num tópico em tudo semelhante, e na mesma "sintonia" de raciocínio, em que eu te respondesse a uma determinada pergunta! Apesar da resposta reiteradamente dada, mas que não ía ao encontro do que tu querias, foste insistindo! OK, tudo bem, debate de ideias, embora muito contrárias mas, claro, é isso mesmo que "espicaça", como se quer, o saudável debate de ideias! Tudo bem.

Nessa mesma linha de "alinhamento" das ideias, passo o quase pleonasmo, considerei abrangente que tentasses decompor, e porque me pareceu importante, as ideias chave dos tópicos que o Nthor elencou, muito bem, quanto a mim, porque me parece que nos mesmos existem ideias chave, linhas comuns, se quiseres, daquilo que, transversalmente aqui nos "divide" em pensamento, não na, vã, esperança de que alguma vez concordemos nessa abordagem (afinal talvez vivamos em mundos diferentes, no que às expectativas e percepção diz respeito), mas, antes, na tentativa de que tentasses pegar, ou melhor, tentasses "vestir a pele" do "outro lado", sobretudo num exercício intelectual que considero indispensável para, sem desprendimento ao "nosso guião individual", e sem desprimor para cada um de nós, entenda-se, se perceber de forma mais abrangente que a "outra parte" não está a brincar!

Esse é, também, um exercício mental que usamos muito na nossa profissão (...), com base científica, aliás, e com resultados plenos de aplicabilidade no que à análise do comportamento/percepção humana diz respeito, embora as conclusões sejam apenas linhas de interpretação e não conclusões científicas, de per si, com toda a valia que isso tem!

Tudo bem, não percebeste, ou eu não consegui transportar a mensagem que pretendia, e, daí, essa tua resposta! Não há aqui qualquer tentativa de ultrapassar os limites, pelo contrário, mas de tentar "complicar e desdobrar", ao mesmo tempo, conceitos, alguns dos quais com base em "provocações ao ego", para se perceber até onde se consegue ser objectivo, "desprendido", se quiseres, de preconceitos assentes na base em que assentamos a nossa vida!

Não é nenhuma análise científica, o que pretendia (quem sou eu?!?), mas um debate de ideias com alguma "rédea" de tolerância, margem de manobra, para além do que cada um de nós defende!...

Já te dei um "lamiré" sobre o facto de não estar "no mesmo barco" dos que aqui "defendo", mas não te chegou perceptível, qb!...

Achas que ultrapassei os limites?! OK, até ao próximo tema... [;)]
 
Ok, eu explico mais uma vez, sucintamente: A frase "há mais vida para além do déficit" diz-te alguma coisa?...

Sim.

E continuo a achar uma parvoíce a ligação com o "só ver dinheiro à frente", "ser desonesto" , "não trabalhar honradamente", "não dormir descansado" ah e claro "não haver vida para além do défice".

Ainda bem que existem os frios e calculistas, esses tais que só vêm dinheiro à frente e que possibilitam que os auto-intitulados humanistas e solidários, preocupados com os pobres e pouco com o dinheiro, continuem a receber ao fim de mês e continuem a ter o luxo da inconsciência.

Ainda bem, sabes.
 
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