Défice público português fica nos 3,9% do PIB em 2006

Talvez eles não soubessem onde era Rio Frio e não queriam passar por ignorantes? [:cool:]

Foi o próprio Carmona Rodrigues, ministro na altura, que disse "o Aeroporto da Ota irá entrar em funcionamento em 2015 ou 2016". E disse ainda "as obras na Ota iniciarão em 2008".
 
Eu acho que 3,9% de défice é mau. É acima dos 3% permitidos pela UE,
e é elevado quando comparado com a maior parte dos países da UE.

Agora, só porque o governo previu um valor maior, parece que já foi uma coisa boa. Foi melhor que o esperado, mas não é bom.

Mas o esperado, também me cheira que foi inflaccionado precisamente
com o objectivo de depois dizerem que obtiveram bons resultados.

É curioso que sempre que mudam os governos, o défice do ano anterior
é revisto em alta, e as previsões para os anos seguintes também.
Mas depois quando se aproximam do fim do mandato são sempre baixos.
E depois vem outro governo e diz que afinal as contas do outro estavam
erradas e é muito mais alto, e assim por diante...

Ou seja, eles fazem as contas que querem para nos tentar iludir...
A verdade que interessa é que continuamos a divergir da UE de
forma sistemática já à alguns anos. E não se prevê quando
é que voltaremos a convergir.
 
Seja onde for, Portugal não precisa de um Super Aeroporto.

Mas os políticos gostam de deixar os seus nomes ligados às obras que se executam nos seus mandatos, mas porra. Somos nós que as pagamos.


aqui é que está o cerne da questão...

Se em vez de um super aeroporto houve 2 ou 3 aeroportos mais pequenos a servir a capital, a coisa resolvia-se muito mais facilmente.

Mas lá estão os politicos com a mania das grandezas:(
 
Esse estudo, como refere, é de 1999. Ora então pergunto-lhe, por que razão os governos que se seguiram ao estudo não colocaram em causa a localização? Incluindo 2 governos PSD.

Perguntas-me a mim porquê ? Eu não estou a politizar a Ota, porque pouco confiança tenho nos partidos e no estado, e a questão da Ota só a reforça.

O PSD e o CDS acordaram agora, e basta ver o silêncio ensurdecedor da esquerda e extrema esquerda sobre esta questão, pois para estes tudo o que seja investimento estatal é bom para a sociedade, e para os partidos!

Além do mais o PSD foi um grande impulsionador do TGV que quanto a mim é financeiramente pior para o país do que a Ota, embora sejamos justos, o TGV parece não ter os negócios obscuros que o aeroporto parece esconder.

Mas já que queres falar sobre a Ota e o PSD, se a memória não me atraiçoa, acho que foi num congresso do PSD que o Durão Barroso num estilo um tanto ou quanto populista gritou que não haveria aeroporto Ota enquanto houvesse crianças em [SIZE=-1][/SIZE]filas de espera nos hospitais [:p]
Acho que foi na mesma altura em que ele também afirmou que iria pôr portagens na Scut's e o Socrates quase jurou o contrário [:p]
 
Perguntas-me a mim porquê ? Eu não estou a politizar a Ota, porque pouco confiança tenho nos partidos e no estado, e a questão da Ota só a reforça.

O PSD e o CDS acordaram agora, e basta ver o silêncio ensurdecedor da esquerda e extrema esquerda sobre esta questão, pois para estes tudo o que seja investimento estatal é bom para a sociedade, e para os partidos!

Além do mais o PSD foi um grande impulsionador do TGV que quanto a mim é financeiramente pior para o país do que a Ota, embora sejamos justos, o TGV parece não ter os negócios obscuros que o aeroporto parece esconder.

Mas já que queres falar sobre a Ota e o PSD, se a memória não me atraiçoa, acho que foi num congresso do PSD que o Durão Barroso num estilo um tanto ou quanto populista gritou que não haveria aeroporto Ota enquanto houvesse crianças em [SIZE=-1][/SIZE]filas de espera nos hospitais [:p]
Acho que foi na mesma altura em que ele também afirmou que iria pôr portagens na Scut's e o Socrates quase jurou o contrário [:p]


E o que tem a ver a Ota e os Hospitais? A isso se chama Demagogia. E sabe porquê? Porque os fundos estruturais afectos ao aeroporto, se não forem utilizados para o aeroporto também não serão utilizados para Hospitais. Irão para outro aeroporto europeu. Não sabia, pois não? [:D]
 
Eu acho que 3,9% de défice é mau. É acima dos 3% permitidos pela UE,
e é elevado quando comparado com a maior parte dos países da UE.

Agora, só porque o governo previu um valor maior, parece que já foi uma coisa boa. Foi melhor que o esperado, mas não é bom.

Mas o esperado, também me cheira que foi inflaccionado precisamente
com o objectivo de depois dizerem que obtiveram bons resultados.

É curioso que sempre que mudam os governos, o défice do ano anterior
é revisto em alta, e as previsões para os anos seguintes também.
Mas depois quando se aproximam do fim do mandato são sempre baixos.
E depois vem outro governo e diz que afinal as contas do outro estavam
erradas e é muito mais alto, e assim por diante...

Ou seja, eles fazem as contas que querem para nos tentar iludir...
A verdade que interessa é que continuamos a divergir da UE de
forma sistemática já à alguns anos. E não se prevê quando
é que voltaremos a convergir.


O défice não é mau por ser acima do que Bruxelas exige. O défice, qualquer ele que seja, é mau. No entanto não se elimina o défice de um ano para o outro.
Depois as contas não são feitas para iludir. Há quem o faça, mas a CE está atenta a isso, e já o demonstrou.
 
É o "último grito" em propaganda política.

Fazer previsões "por baixo" para depois recolher os louros por...absolutamente nada.

De resto, é na propaganda que este governo tem dado cartas e se tem superiorizado a todos os outros. Goebbels ficaria maravilhado...
 
E o que tem a ver a Ota e os Hospitais? A isso se chama Demagogia. E sabe porquê? Porque os fundos estruturais afectos ao aeroporto, se não forem utilizados para o aeroporto também não serão utilizados para Hospitais. Irão para outro aeroporto europeu. Não sabia, pois não? [:D]

Obrigado pela informação. Mas sabes que os fundos estruturais não servem para construir aeroportos como o da OTA ? E sabes que a decisão apressada de construir a OTA foi supostamente por causa dos impactos ambientais que inviabilizariam receber fundos (não estruturais) da UE, mas esses fundos na verdade não chegam aos 5% do investimento (sem derrapagens) ?
 
Estou a leste do que na realidade andam a vender, será que por ser bem vendido não vem para a comunicação social? Já agora post o que andam a vender ou o que venderam para assim deixar de estar a leste, eu e talvez muitos mais.


Olha, afinal até aparece na comunicação social, mas bem maquilhado:



Sobre o regime de doença aos familiares (porque é nestes que a mama tem forçosamente de acabar)
Curioso chamar mama a algo que foi pago, que dizer então de reformas ao fim de 12 anos?


Sobre o regime de doença aos familiares (...) dos militares quem lhe disse que tinha acabado com o governo PSD?
O próprio governo psd quando me cortou o acesso a ele.



.
 
Mas o saque continua:


Redução do défice exige "mais esforço"

O esforço de contenção do défice não será menor do que tem sido, alertou ontem o primeiro-ministro, que chamou "irresponsável" a Marques Mendes por querer aproveitar a "folga" para baixar impostos. "Seria um esforço deitado a perder", disse, aludindo aos resultados das contas de 2006, em que o défice ficou 0,7 pontos percentuais abaixo das previsões do Governo (de 4,6%).

Atribuindo estes resultados ao "esforço dos portugueses", Sócrates lançou contudo um aviso à navegação, sublinhando que o cumprimento da meta para este ano (revista em baixa para 3,3% do PIB) implica reduzir o défice em 20%, face a 19,6% em 2006. O esforço será "extraordinário", disse, Sócrates, que apesar de aumentar a "ambição" do défice, não reviu as metas de crescimento económico e redução da dívida pública. A Oposição acusou o Governo de baixar o défice com cortes no investimento - em 15%, segundo Marques Mendes - e da subida de impostos. Diogo Feio, do CDS, afirmou que, se não fossem estas medidas, o défice teria sido 5,1%.

O líder do PSD acusou ainda o Governo de ter subido a despesa em termos absolutos e de, em dois anos, ter aumentado a carga fiscal média dos portugueses em 330 euros. Jerónimo de Sousa, do PCP, sublinhou que o povo está "descontente".Sócrates rebateu as críticas, sublinhando que 75% da baixa do défice se deveu a cortes na despesa - a corrente primária, controlada pelo Governo, disse, teve "a maior queda em 30 anos" - e rejeitando a existência de cortes no investimento. Os resultados mostram que "é possível a consolidação com crescimento económico".
 
Mas o saque continua:

Empresários contra redução de impostos

Gestores admitem diminuição do IRC, mas só depois do controlo das contas públicas. Novas metas do défice implicam continuação do aperto orçamental por mais um ano.


Os números das contas públicas em 2006 foram melhores que o esperado e Portugal, um Estado-membro reincidente na violação do Pacto de Estabilidade, está a acelerar a correcção do défice orçamental, podendo colocá-lo abaixo dos 3% já em 2008. Contudo, para todos os agentes económicos portugueses – empresas, famílias e Estado – estes valores não irão traduzir-se em 2007 num abrandamento significativo das restrições impostas pela consolidação seguida pelo Governo: os impostos mais importantes, como o IVA e o IRC, não vão descer, os cortes no investimento público mantêm-se, assim como as tentativas de controlo da despesa.

“Não podemos dar uma ideia aos portugueses de que a tarefa para este ano é pouco exigente”, afirmou ontem José Sócrates, no debate mensal no Parlamento. “Temos que oferecer uma consolidação das contas públicas com robustez”, concretizou, tentando afastar a ideia de que os resultados de 2006 poderiam oferecer uma “folga” ao Governo.

O primeiro-ministro fixou uma nova meta para o défice orçamental este ano, de 3,3%, quatro pontos percentuais abaixo dos 3,7% previstos inicialmente no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que irá assim sofrer uma nova actualização.

Depois de ter colocado o défice em 3,9% - bem abaixo dos 4,6% previstos - o Executivo enfrentava a pressão de Bruxelas no sentido de não aproveitar o resultado de 2006 para abrandar o ritmo da consolidação este ano. Anteontem, o comissário europeu para os Assuntos Económicos, Joaquín Almunia, deixava bem claro que o ritmo deveria ser mantido, uma recomendação presente também no contexto do procedimento de défice excessivo aberto contra Portugal em 2007.

Embora a nova meta implique um esforço de consolidação mais baixo em 2007 - de seis décimas - não se prevê que a tarefa seja mais fácil. “Daqui para a frente só se vai conseguir resultados mexendo no mais difícil: as despesas com pessoal e as prestações sociais”, comenta Medina Carreira, ex-ministro das Finanças. “Até aqui tem sido feito um bom trabalho, mas sobretudo pela via das receitas e das despesas de capital [investimento]”, aponta.

Esta pressão sobre aquilo que é o cerne da consolidação orçamental – a redução da despesa pública – e as dificuldades que se adivinham na concretização de reformas estruturais importantes para este objectivo – como a da Administração Pública – levam o Governo a manter um discurso mais restritivo, não abdicando, por agora, das principais armas no combate ao défice: as receitas fiscais e o corte no investimento público. Por outro lado, contam-se de novo as recomendações de Bruxelas, que desencorajam de forma clara descidas nos impostos enquanto a situação de défice excessivo não estiver corrigida.


Impostos dominam debate sobre as contas
Durante o debate de ontem o rumo da discussão era previsível: o Governo puxaria pelos resultados positivos e tentaria passar uma mensagem de que o trabalho ainda não chegou ao fim, com a oposição, por outro lado, a criticar a forma como esses resultados foram conseguidos, assim como os seus custos na economia. Entre estes custos destaca-se o peso da fiscalidade no bolso das famílias e das empresas, sendo que se adivinhava que a discussão se centrasse em torno da recente proposta do PSD para a redução de impostos.

Foi Sócrates que fez as honras, recorrendo à “teoria da folga” - que indirectamente atribuiu aos social-democratas. De acordo com o primeiro-ministro, a baixa de impostos sugerida resultaria na subida do défice “outra vez”. O ‘golpe’ seguinte já era esperado e Sócrates cumpriu: recorreu a Manuela Ferreira Leite para atacar Mendes. Mas não só, também Miguel Beleza, António Borges, Eduardo Catroga e César das Neves, todos críticos da solução de Mendes. Na picardia política, Sócrates remeteria mesmo o líder da oposição ao “grau zero absoluto da credibilidade política”.

Mendes, que não se coibiu de classificar de “positivos” os resultados na contenção do défice, aproveitava para pressionar com as suas contas: “Em dois anos, em média, cada português está a pagar mais 330 euros” ao fisco. O suficiente para tornar “absolutamente necessária”, como dizia, uma redução de impostos “gradual” que “deve ser feita já”. “Agora é possível, há condições económicas para esta redução”, argumentava Mendes acusando um PM irredutível de ter um “capricho de querer fazer isto [reduzir impostos] apenas em cima das eleições”.

Outro dos pontos quentes esteve na forma como o resultado de 2006 foi conseguido, com o PSD a apontar o peso das receitas e dos cortes no investimento, e a subida da despesa pública em termos absolutos. Sócrates apontaria um argumento contrário: 70% da redução do défice deve-se à descida da despesa em percentagem do PIB, a maior dos últimos 30 anos.

Diário Económico

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/destaque/pt/desarrollo/752406.html
 
Este texto e o quadro são as previsão da UE de Novembro último para os próximos anos.
Como se pode ver, a UE só esperava em Portugal um défice de 3,9% em 2008.

Não há grande coisa a dizer senão dar os parabens ao governo e aos portugueses. Mas claro, volto a notar, se não existir qualquer maquilhagem, mas pelo menos até ao momento ninguém a descobriu.
Quanto ao resto, dívida por exemplo, a coisa continua preta.

From the countries under the excessive deficit procedure, Portugal is clearly the ugly duck. Despite the overall economic upturn, economic growth in Portugal remained rather sluggish. This kept the rise in revenues rather limited compared to other euro zone member states. As a result, the budget deficit is projected to remain substantially above the 3% limit throughout the forecast period. As such, Portugal won’t meet the requirements of the excessive deficit procedure to correct its excessive deficit by 2008 without additional measures. The weak performance is also reflected in the debt ratio, which is still on an upward track and is projected to exceed the 70% level by 2008 compared to only 58% in 2004. The negative outlook should still result in an underperformance of Portuguese government bonds compared to its peers. Do not forget in this context that Fitch does still have a negative outlook for Portugal.
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Fonte: EU COMMISSION AUTUMN ECONOMIC FORECASTS - 24 NOV 2006
(via Blasfémias)
 
O ganda noía é um papagaio que recita cabulas de cor.

Mas a verdade pura e dura é que baixando os impostos as empresas, aumentando os vencimentos e criando condições para se poupar, bem como uma baixa de impostos para quem trabalha lá para Setembro, a redução da idade de reforma para os 52 anos se obteria melhores resultados e em menos tempo.

Mas implica mexer em privilégios que muitos não querem ver mexidos e que teriam um efeito enorme nas contas do país, pena que este governo não esteja liberto das amarras.


[s)] [:vm)]

.
 
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O ganda noía é um papagaio que recita cabulas de cor.

Mas a verdade pura e dura é que baixando os impostos as empresas, aumentando os vencimentos e criando condições para se poupar, bem como uma baixa de impostos para quem trabalha lá para Setembro se obteria melhores resultados e em menos tempo.

Mas implica mexer em privilégios que muitos não querem ver mexidos e que teriam um efeito enorme nas contas do país, pena que este governo não esteja liberto das amarras.


[s)] [:vm)]

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[:)] [:)] [:)]

Oh homem, agora és porta-voz dos empresárioas e economistas portugueses? Eles vieram a público, incluindo economistas do PSD, dizer que isso seria um erro. E tu chegas aqui, como o Marques Mendes, e mandas parar o barco! Alto aí e pára o baile: agora que temos folga, toca a baixar impostos!!!!

apr:) apr:) apr:)
Mais um adepto da Teoria da Folga!! [:)] [:)]
 
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[:)] [:)] [:)]

Oh homem, agora és porta-voz dos empresárioas e economistas portugueses? Eles vieram a público, incluindo economistas do PSD, dizer que isso seria um erro. E tu chegas aqui, como o Marques Mendes, e mandas parar o barco! Alto aí e pára o baile: agora que temos folga, toca a baixar impostos!!!!

apr:) apr:) apr:)
Mais um adepto da Teoria da Folga!! [:)] [:)]
Mais um
 
Este texto e o quadro são as previsão da UE de Novembro último para os próximos anos.
Como se pode ver, a UE só esperava em Portugal um défice de 3,9% em 2008.

Não há grande coisa a dizer senão dar os parabens ao governo e aos portugueses. Mas claro, volto a notar, se não existir qualquer maquilhagem, mas pelo menos até ao momento ninguém a descobriu.
Quanto ao resto, dívida por exemplo, a coisa continua preta.

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Fonte: EU COMMISSION AUTUMN ECONOMIC FORECASTS - 24 NOV 2006
(via Blasfémias)

Da mesma fonte


Since the modification of the Stability and Growth Pact in March last year, the national budget situations do get much more attention in the European bond market.
In this context, the publication of the EU Commission economic forecast provides an ideal opportunity to reassess the budgetary outlook and its possible impact on government bond spreads. This reassessment
shows recent growth upturn in the euro zone also has its positive implications for public finances, as most countries under the excessive deficit procedure are likely to meet their targets. The main exception is
Portugal, which will have to take additional measure to bring the budget deficit below the 3% level, but also Italy is not out of the woods yet.
This general positive development was also noticed in a tightening of the spreads between euro zone government bonds. As long as yields remain relatively low and investor’s risk appetite remains high this environment
of tight spreads may last, despite the underlying
differences in performance.


Como tenho dito, é aproveitar agora e tomar as medidas difíceis mas este governo está preso e não as vai tomar, é pena , desde o tempo do Guterres que não tínhamos esta conjugação de factores e provavelmente não vai voltar a acontecer nos próximos anos.
 
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O ganda noía é um papagaio que recita cabulas de cor.

Mas a verdade pura e dura é que baixando os impostos as empresas, aumentando os vencimentos e criando condições para se poupar, bem como uma baixa de impostos para quem trabalha lá para Setembro, a redução da idade de reforma para os 52 anos se obteria melhores resultados e em menos tempo.

Mas implica mexer em privilégios que muitos não querem ver mexidos e que teriam um efeito enorme nas contas do país, pena que este governo não esteja liberto das amarras.


[s)] [:vm)]

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nthor o que acontecereia se baixaseemos os impostos agora.
O que farias TU de passases a pagar menos impostos amanha?

Como eu gosto de dar o exemplo digo ja o que eu faria.

Finalemente iria adquirir um 6 celindros a gasolina[:cool:]
Ou seja ia aumentar as importaçoes[:D]
e tu que farias?
 
nthor o que acontecereia se baixaseemos os impostos agora.
O que farias TU de passases a pagar menos impostos amanha?

Como eu gosto de dar o exemplo digo ja o que eu faria.

Finalemente iria adquirir um 6 celindros a gasolina[:cool:]
Ou seja ia aumentar as importaçoes[:D]
e tu que farias?


Iria protestar que a redução não era suficiente. Ou então que era demasiada!!!

[:)] [:)] [:)] [:)]
 
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