SÃO PAULO (Reuters) - A revisão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 2000 a 2005 permitiu que o país ultrapassasse Índia, Austrália, Holanda e Coréia do Sul no ranking das maiores economias do mundo, segundo levantamento da Austin Rating.
Com as novas taxas divulgadas nesta quarta-feira, o Brasil passou a ocupar em 2005 a 10ª posição no ranking das maiores economias do mundo, considerando o PIB em valores correntes em dólar.
Em 2004, o Brasil ocupava a 13ª posição nessa lista, levando em conta a nova metodologia.
O Brasil cresceu 2,9% em 2005, última revisão disponível. A taxa é superior à de 2,3% inicialmente divulgada.
"(A revisão) mostra que ainda há muito o que se aperfeiçoar com relação à contabilidade nacional, e mostra que as condições de crescimento do país são um pouco maiores que nos últimos anos", afirmou Alex Agostini, economista-chefe da empresa de classificação de risco Austin Rating.
"É necessário fazer investimentos na área de pesquisa, isso ficou muito claro."
A Austin ressaltou que o Fundo Monetário Internacional (FMI) só divulgará a revisão do crescimento dos demais países no final de abril.
fonte: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2007/03/21/ult29u54294.jhtm
Com as novas taxas divulgadas nesta quarta-feira, o Brasil passou a ocupar em 2005 a 10ª posição no ranking das maiores economias do mundo, considerando o PIB em valores correntes em dólar.
Em 2004, o Brasil ocupava a 13ª posição nessa lista, levando em conta a nova metodologia.
O Brasil cresceu 2,9% em 2005, última revisão disponível. A taxa é superior à de 2,3% inicialmente divulgada.
"(A revisão) mostra que ainda há muito o que se aperfeiçoar com relação à contabilidade nacional, e mostra que as condições de crescimento do país são um pouco maiores que nos últimos anos", afirmou Alex Agostini, economista-chefe da empresa de classificação de risco Austin Rating.
"É necessário fazer investimentos na área de pesquisa, isso ficou muito claro."
A Austin ressaltou que o Fundo Monetário Internacional (FMI) só divulgará a revisão do crescimento dos demais países no final de abril.
fonte: http://noticias.uol.com.br/economia/ultnot/reuters/2007/03/21/ult29u54294.jhtm