Défice público português fica nos 3,9% do PIB em 2006

Eu até voto PS se:

-estes números forem reais :)
-desistirem da OTA
-desistirem do TGV

e...

diminuirem de facto a despesa pública

É que estes bons resultados devem-se unicamente ao aumento da receita fiscal. Com todas estas medidas de contenção de despesa, o estado gastou mais em 2006 que em 2005 !!!!

Como é possível !?!?!?!?!
 
Eu até voto PS se:

-estes números forem reais :)
-desistirem da OTA
-desistirem do TGV

e...

diminuirem de facto a despesa pública

É que estes bons resultados devem-se unicamente ao aumento da receita fiscal. Com todas estas medidas de contenção de despesa, o estado gastou mais em 2006 que em 2005 !!!!

Como é possível !?!?!?!?!


Xiu, não digas isso que é blasfémia [:D]
 
É que estes bons resultados devem-se unicamente ao aumento da receita fiscal. Com todas estas medidas de contenção de despesa, o estado gastou mais em 2006 que em 2005 !!!!

Como é possível !?!?!?!?!

Dificilemnte iras ter um ano em que gastas menos que op anterior em valores absolutos.
O quemos foi um crescimento inferior ao crescimento da economia, o que quer dizer um menir gasto em +percentagem do PIB.
se as receitas aumentarem a um ritmo mais elevado consegues passar de deficit a superavit.

O problema é que desde o 25 de abril senãoe stou em erro que a despesa crescia a um ritmo superior ao da economia .

exploquei-me bem?
 
Eu até voto PS se:

-estes números forem reais :)
-desistirem da OTA
-desistirem do TGV

e...

diminuirem de facto a despesa pública

É que estes bons resultados devem-se unicamente ao aumento da receita fiscal. Com todas estas medidas de contenção de despesa, o estado gastou mais em 2006 que em 2005 !!!!

Como é possível !?!?!?!?!

TGV será essencial na ligação Lisboa-Porto, dada a grande possibilidade desta rota vir ser extinta por parte da Portugália e TAP de futuro. Neste percurso um bilhete de avião custa à volta dos 150eur ida e volta. Com o TGV baixará talvez para metade. Mesmo que baixe para os 100eur já se poupam 50eur.

O novo aeroporto é essencial. Onde quer que seja, embora cada vez mais me convençam que a Ota é um absurdo. Enfim...
 
O Governo travou a modernização da linha ferroviária do Norte, que liga Lisboa ao Porto, para garantir que o TGV venha a ter clientes.
A acusação foi feita pelo Tribunal de Contas (TC), que mencionou este caso para exemplificar as falhas permanentes na execução dos projectos de investimento programados pelos governos e no desperdício de recursos que essa atitude acarreta.

A história começa em 1991, quando tiveram início as obras de modernização da linha do Norte. Nessa data, era Cavaco Silva primeiro-ministro, projectaram-se obras de melhoria no valor de 75,8 milhões de euros e conclusão prevista para 1993. Era também intenção reduzir o tempo de duração da viagem para 2h15.

Passados 16 anos, não só as obras não estão terminadas como os custos derraparam mais de 2000%. Além disso, o actual tempo de duração da viagem entre Lisboa e Porto está longe dos objectivos. Segundo dados do Tribunal de Contas, a viagem em Alfa Pendular demorava 2h55 em 2005.

Fonte: Sol
 
Os bons resultados são do governo mas também são nossos, dos portugueses que compreenderam a necessidade de serem mais exigentes, de fazerem escolhas racionais, de cortar no supérfluo e de apostar no essencial. E essencial é apostar nas qualificações, o próximo QREN vai ser o primeiro que aposta nas pessoas em vez de privilegiar uma auto-estrada ou via rápida à porta de cada um. Quanto a mim este é o caminho certo.
 
Peso da receita fiscal em Portugal é inferior ao da UE

A receita fiscal portuguesa em percentagem do PIB mantém-se abaixo da média dos parceiros europeus, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat.

Na União Europeia alargada (UE-27) o peso global da receita fiscal (impostos + contribuições sociais) representa 40,8% do Produto Interno Bruto (41,2% na zona euro), enquanto em Portugal essa relação equivalia a 36,3%.
Tendencialmente, registou-se um aumento do peso da receita face a 2004, embora a curva dos últimos seis anos (2000-2005) se situe abaixo dos valores registados entre 1995 e 2000.

Tendo em conta as principais áreas da tributação, Portugal tinha a nona receita fiscal mais elevada no conjunto da UE-27 quando analisado o peso dos impostos sobre a produção e as importações (15,1%), face a uma média inferior a 14% na zona euro e no conjunto da UE, em 2005.

Quanto às restantes grandes categorias (impostos sobre rendimento e o património; contribuições sociais) o peso da receita fiscal no PIB português fica aquém da média obtida para as duas zonas de integração europeia.

DD
 
Ribeiro e Castro elogia Governo

Ribeiro e Castro elogia Governo

O líder do CDS-PP elogiou o Governo, e em particular o ministro das Finanças pela redução do défice público. Ribeiro e Castro concorda também que é prematuro falar nesta altura em baixa de impostos.

O líder do CDS-PP felicitou o Governo e o ministro das Finanças pelos resultados obtidos relativamente ao défice, salientando não ter qualquer problema em reconhecer o sucesso do Executivo nesta matéria.

Em conferência de imprensa, José Ribeiro e Castro disse que os números do défice são «positivos», considerando que «estes êxitos na política financeira devem reverter o mais rapidamente possível em benefício da economia, para que o país possa crescer».

Em matéria de Finanças Públicas, o líder do CDS/PP aparenta estar em sintonia com o Governo, tendo considerado prematuro falar para já de baixa de impostos, reservando essa discussão para o orçamento de estado de 2008.

«Já, acho que é importante não o reclamarmos e reservarmos o conhecimento detalhado dos números para ver que impacto é que é licito retirar deles sobre as politicas económicas e financeiras. É correcto ponderá-lo já para o OE 2008, porventura, mas esse é um debate que se fará em Outubro e não agora», adiantou.

O défice público português ficou nos 3,9 por cento do PIB em 2006, um valor melhor do que 4,6 por cento previstos pelo Governo, de acordo com os dados divulgados segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).



Só falta é o grande NOIA comer uma buchinha para empurrar a espinha e dizer o mesmo.
 
O novo aeroporto é essencial. Onde quer que seja, embora cada vez mais me convençam que a Ota é um absurdo. Enfim...

Parabéns.
Mudar de opinião só te fica bem.

A mim tb me parece que um novo aeroporto deve ser essencial.
Não tenho a certeza pq não há custos benefícios da Portela +1 para comparar.
Mas como leigo, treinador de bancada, se calhar um novo na Margem sul será o ideal.
Os estudos tecnico-económicos que o digam.
E se na OTA o Estado gastava Zero pq os privados investiam e tal...... no outro lado Sul, melhor e mais barato, o Estado ainda arrecada dinheirinho que serve para diminuir a dívida, por exemplo.

Please, PS, Please..... sejam FRIOS e RACIONAIS e coloquem PORTUGAL primeiro.
 
Portuga é um bicho lixado[:D]

Ate quando as noticias são positivas , tem sempre que mandar abaixo[:)]


Há muito pessoal que quando a noticia é má, é porque é mau... Quando é bom é porque não é óptimo... Enfim.. Estão sempre no contra..

É preciso ver que as vezes mais importante do que querer fazer o óptimo é fazer o possível de facto..
 
Esta questão do aeroporto já me começa a parecer o Alqueva...

Andou-se anos e anos a falar, a dizer que era essencial, outros a dizer que era megalómano, outros a dizer que era isto e aquilo... Quando finalmente houve coragem politica fez-se e pronto, e hoje ninguém põe em causa a obra e a sua importância...


Eu acho que é mais que óbvio que o aeroporto da Portela é incompatível com o crescimento que Lisboa teve. Neste momento é um caso de saúde publica pelo barulho e um caso grave de perigo eminente. Porque se há algum acidente com um avião as consequências poderão ser desastrosas... E mesmo assumindo uma mentalidade terceiro-mundista e esquecendo essas questões, a realidade é que o aeroporto da Portela já está no limite da sua capacidade e sem margem para crescer...


Agora, a única questão que se coloca é a localização... Havia várias localizações e por um ou outro motivo acabou por ser escolhida a Ota.. Eu pessoalmente não sei que outras possíveis localizações há, e se são ou não viáveis, se são mais ou menos baratas... Mas penso que o PSD que até esteve recentemente 3 anos no governo e teve esse dossier nas mãos, se sabe de uma boa alternativa, deveria apresenta-la, tem obrigação de o fazer..

Mas não vejo nada disso, só vejo o contra pelo contra.. Pelo que tenho as minhas duvidas, muito sérias, sobre as motivações dessas criticas.. Afinal de contas, projectos como o TGV ou o novo aeroporto, não deixam de ser coisas boas e passam a ser a destruição da nação apenas porque pelo meio houve umas eleições...
 
TGV: por ser economicamente inviável, vai tornar-se numa hemorragia financeira suportada... pelos mesmos de sempre. Além disso, quem realmente precisa do TGV? O Alfa pendular chega e sobra para as necessidades...

OTA: por ser uma má escolha técnica (mau terreno, ventos, nevoeiros, capacidade de expansão) e por não estar ainda provado que seja melhor que as alternativas (expansão da portela, rio frio, ou outras)
 
TGV: por ser economicamente inviável, vai tornar-se numa hemorragia financeira suportada... pelos mesmos de sempre. Além disso, quem realmente precisa do TGV? O Alfa pendular chega e sobra para as necessidades...

Dizes isso com base em que?




OTA: por ser uma má escolha técnica (mau terreno, ventos, nevoeiros, capacidade de expansão) e por não estar ainda provado que seja melhor que as alternativas (expansão da portela, rio frio, ou outras)


Mais uma vez... Falas com base em que? Ou que experiência tens tu em questões de aeroportos? Eu também não percebo nada, mas por exemplo quem percebe excluiu logo a possibilidade de o fazer em Rio Frio, gostaria de saber com base em que é que tu dizes que lá seria uam melhor localização...

E já agora, expande-se a portela para onde? Só se aproveitarem já a pista da 2ª circular...
 
Peso da receita fiscal em Portugal é inferior ao da UE

A receita fiscal portuguesa em percentagem do PIB mantém-se abaixo da média dos parceiros europeus, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat.

Na União Europeia alargada (UE-27) o peso global da receita fiscal (impostos + contribuições sociais) representa 40,8% do Produto Interno Bruto (41,2% na zona euro), enquanto em Portugal essa relação equivalia a 36,3%.
Tendencialmente, registou-se um aumento do peso da receita face a 2004, embora a curva dos últimos seis anos (2000-2005) se situe abaixo dos valores registados entre 1995 e 2000.

Tendo em conta as principais áreas da tributação, Portugal tinha a nona receita fiscal mais elevada no conjunto da UE-27 quando analisado o peso dos impostos sobre a produção e as importações (15,1%), face a uma média inferior a 14% na zona euro e no conjunto da UE, em 2005.

Quanto às restantes grandes categorias (impostos sobre rendimento e o património; contribuições sociais) o peso da receita fiscal no PIB português fica aquém da média obtida para as duas zonas de integração europeia.

DD

O que eu gosto mais na Estatística é que nos permite escolher uns númerozitos à maneira, baralhar, voltar a dar e enfiar pelos olhos dos otários.

E ainda por cima dá uns "títalos" bestiais!!! Daqueles tipo Correio da Manhã, que nos dizem exactamente o contrário do resto da notícia que ninguém se dá ao trabalho de ler - mas lá fica o titulozinho a martelar...
 
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