No dia 10 de Março de 2007, cerca das 20h30, encontrava-me a circular na VCI, no Porto, sentido Porto-Arrábida na companhia da minha namorada.
Circulava na faixa da direita sobre a Ponte da Arrábida e, junto à saída para a Arrábida, o trânsito formava fila o que fez com que a minha viatura ficasse parada.
Assim que parei, olhei pelo espelho retrovisor e vi de repente uma carrinha a aproximar-se.
Percebi que não ia conseguir travar a tempo e apenas tive tempo de exclamar para a minha namorada "vai bater".
Fechei os olhos e tirei o pé do travão por instinto e senti o choque na traseira da minha viatura. Com o embate, a minha viatura avançou alguns metros e embateu no veículo que estava parado à minha frente.
A viatura na qual eu bati era conduzida por um senhor que ia acompanhado da esposa e do filho.
Assim que saimos das viaturas, o condutor da viatura que embateu contra a minha traseira admitiu imediatamente a culpa do acidente, estava a mudar de faixa para a direita e pensava que iamos arrancar, calculou mal a distância.
Esta admissão de culpa foi feita à minha frente, à frente da minha namorada e à frente do condutor da viatura que se encontrava parada à minha frente.
No local, e porque eramos três viaturas e não sabia como preencher a declaração amigável telefonei para o serviço de assistência da minha seguradora (Allianz) para que me dessem instruções sobre como preencher a declaração.
Disseram-me que era necessário que eu preenchesse duas declarações, uma com o condutor do veículo da frente e outra com o condutor do veículo de trás.
Constatou-se que apenas eu possuia uma declaração amigável de acidente.
O condutor da viatura que embateu na minha traseira insistiu várias vezes para sairmos daquele sítio uma vez que estavamos a prejudicar o trânsito.
Após diversas insistências aceitamos relutantemente levar os carros até junto da estação de serviço da ESSO que se situa em frente ao Arrábida Shopping.
Aí o sr. que me bateu repetiu novamente várias vezes que era o culpado, tinha sido ele a bater. Mas vendo que só existia uma declaração amigável disse que não tinha igualmente os documentos da firma e que o melhor era encontrarmo-nos noutro dia para preencher a declaração.
Como nunca me tinha visto nesta situação, não sabia como proceder e fiquei com a matrícula da viatura e o contacto telefónico do sr. (o número de telefone da sua empresa, não o pessoal) para nos encontrarmos no dia seguinte.
Na altura não me ocorreu ficar com os dados do seguro da viatura em questão.
A declaração que eu possuia foi preenchida por mim e pelo condutor do veículo à minha frente uma vez que o condutor indicou que ia trabalhar para Espanha no dia seguinte e que só voltaria passados 15 dias.
Resumindo o resto da história:
Hoje é quinta-feira à noite, passaram 5 dias desde o acidente e o condutor que me bateu sempre se mostrou indisponível para preencher cmg a declaração amigável.
Já consegui arranjar o número da apólice do seguro, mas este sr. combina encontrar-se comigo e depois desmarca.
Estou farto, tenho 8 dias para entregar a declaração amigável (esta e a outra que preenchi com o condutor da outra viatura) e estão a acabar.
A minha paciência, por outro lado, já se esgotou há muito.
Decidi amanhã de manha apresentar queixa na seguradora deste senhor (AXA).
Qual acham que é a melhor forma de o fazer?
Estou mesmo a ver que a seguradora vai tentar fugir....
Vou apresentar como testemulhas a minha namorada e o condutor da viatura que seguia a minha frente.
Fico muito grato por qualquer dica / ajuda.
Podem igualmente chamar-me burro por ter confiado... mas ainda tento acreditar nas outras pessoas, acho que sou demasiado bonzinho.
Agora sei que nunca deveria ter abandonado o local do acidente sem ter preenchido as declarações ou chamado as autoridades, mas na altura não sabia o que fazer....
Estou mesmo a ver que vou ter que pagar os danos da minha viatura do meu bolso e ainda por cima vou ficar com o agravamento do seguro...
Qualquer ajuda é benvinda, obrigado.
Circulava na faixa da direita sobre a Ponte da Arrábida e, junto à saída para a Arrábida, o trânsito formava fila o que fez com que a minha viatura ficasse parada.
Assim que parei, olhei pelo espelho retrovisor e vi de repente uma carrinha a aproximar-se.
Percebi que não ia conseguir travar a tempo e apenas tive tempo de exclamar para a minha namorada "vai bater".
Fechei os olhos e tirei o pé do travão por instinto e senti o choque na traseira da minha viatura. Com o embate, a minha viatura avançou alguns metros e embateu no veículo que estava parado à minha frente.
A viatura na qual eu bati era conduzida por um senhor que ia acompanhado da esposa e do filho.
Assim que saimos das viaturas, o condutor da viatura que embateu contra a minha traseira admitiu imediatamente a culpa do acidente, estava a mudar de faixa para a direita e pensava que iamos arrancar, calculou mal a distância.
Esta admissão de culpa foi feita à minha frente, à frente da minha namorada e à frente do condutor da viatura que se encontrava parada à minha frente.
No local, e porque eramos três viaturas e não sabia como preencher a declaração amigável telefonei para o serviço de assistência da minha seguradora (Allianz) para que me dessem instruções sobre como preencher a declaração.
Disseram-me que era necessário que eu preenchesse duas declarações, uma com o condutor do veículo da frente e outra com o condutor do veículo de trás.
Constatou-se que apenas eu possuia uma declaração amigável de acidente.
O condutor da viatura que embateu na minha traseira insistiu várias vezes para sairmos daquele sítio uma vez que estavamos a prejudicar o trânsito.
Após diversas insistências aceitamos relutantemente levar os carros até junto da estação de serviço da ESSO que se situa em frente ao Arrábida Shopping.
Aí o sr. que me bateu repetiu novamente várias vezes que era o culpado, tinha sido ele a bater. Mas vendo que só existia uma declaração amigável disse que não tinha igualmente os documentos da firma e que o melhor era encontrarmo-nos noutro dia para preencher a declaração.
Como nunca me tinha visto nesta situação, não sabia como proceder e fiquei com a matrícula da viatura e o contacto telefónico do sr. (o número de telefone da sua empresa, não o pessoal) para nos encontrarmos no dia seguinte.
Na altura não me ocorreu ficar com os dados do seguro da viatura em questão.
A declaração que eu possuia foi preenchida por mim e pelo condutor do veículo à minha frente uma vez que o condutor indicou que ia trabalhar para Espanha no dia seguinte e que só voltaria passados 15 dias.
Resumindo o resto da história:
Hoje é quinta-feira à noite, passaram 5 dias desde o acidente e o condutor que me bateu sempre se mostrou indisponível para preencher cmg a declaração amigável.
Já consegui arranjar o número da apólice do seguro, mas este sr. combina encontrar-se comigo e depois desmarca.
Estou farto, tenho 8 dias para entregar a declaração amigável (esta e a outra que preenchi com o condutor da outra viatura) e estão a acabar.
A minha paciência, por outro lado, já se esgotou há muito.
Decidi amanhã de manha apresentar queixa na seguradora deste senhor (AXA).
Qual acham que é a melhor forma de o fazer?
Estou mesmo a ver que a seguradora vai tentar fugir....
Vou apresentar como testemulhas a minha namorada e o condutor da viatura que seguia a minha frente.
Fico muito grato por qualquer dica / ajuda.
Podem igualmente chamar-me burro por ter confiado... mas ainda tento acreditar nas outras pessoas, acho que sou demasiado bonzinho.
Agora sei que nunca deveria ter abandonado o local do acidente sem ter preenchido as declarações ou chamado as autoridades, mas na altura não sabia o que fazer....
Estou mesmo a ver que vou ter que pagar os danos da minha viatura do meu bolso e ainda por cima vou ficar com o agravamento do seguro...
Qualquer ajuda é benvinda, obrigado.