manucas
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No dia 14 deste mês decidi dar um passeio pelos jardins do Palácio de Cristal, no Porto, na companhia do meu filho mais novo, que tem 2 anos e pouco. Como o miudo tem a mania de acordar com as galinhas (ou seja, mto cedo...) e o dia estava solarengo, achei que uma manhã de passeio num dos sitios mais bonitos do Porto era um belo programa... mal sabia eu que os ditos galinaceos me iriam dar muitos problemas....
Chegamos cedo, cerca das 9.30, e começamos por passear nos jardins, pelos percursos assinalados, enquanto o meu miudo me ia atirando uma pequena bola de borracha, que eu apanhava. Ouviamos galos a cantar nas árvores proximas, viamos os patos no lago, enfim, o que se costuma fazer num parque com uma criança, acho eu.
quando ele me atirou a bola para cerca de 5 metros de distância, vou eu a correr para a apanhar quando ouço os gritos desesperados do miudo. Olho para trás e vejo um galo enorme "engalfinhado" na cabeça do pequeno, a esvoaçar e com as garras na cara do petiz, claramente em posição de ataque.
Fiquei embasbacado com a cena. Chego em poucos segundos junto dele e agarro o galo pelas asas (agora arrependo-me de não o ter agarrado pelo pescoço, que não o largava mais...). Atirei o animal para alguns metros de distancia, pego no miudo ao colo e qual não é a minha surpresa quando vejo a besta a dirigir-se a nós novamente.
Em jeito de Quaresma rematando entre os centrais, prego-lhe um valente pontapé (ai a Soc. Protectora Animais) quando ele se preparava para me bicar as pernas o que foi suficiente para ele ficar a pensar na sua saúde e desaparecer no jardim.
O miudo estava em choque porque sempre conviveu com animais, é mto carinhoso, habitualmente não tem medo de animais e, fundamentalmente, porque tinha varias lacerações na cara e palpebras, sendo que o sangue lhe cobria a cara.
Levei-o de imediato para o carro onde lhe lavei a cara com soro e desinfectei com antisséptico. Como o Hosp S.Antonio é mesmo ao lado, levei-o à Urg de Oftalmologia, onde foi observado, sendo que felizmente não tinha nenhum dano no globo ocular. Caricato foi ter que ir a outro hospital à emergência de pediatria, porque o Santo António não tem urgência de pediatria...
É muito bonito haver parques com animais soltos, supostamente domesticados ou então inofensivos e nem tão pouco provocamos o galo psicopata porque não o vimos. Não conheço a psicologia galinacea mas o miudo tambem não levava roupas de cores garridas ou fortes.
Não percebo porque foi o miudo atacado mas o certo é que o jardim até tem algumas gaiolas bem grandes e se existem animais não domesticados dentro desse espaço publico, ainda por cima, provavelmente territoriais ou agressivos, os serviços camarários só tem que os ter engaiolados, mais nada.
"Hoje" aconteceu ao meu bébé essa cena digna de Hitchcock em "os pássaros" amanhã pode acontecer a qualquer outro. E, que me desculpem os amigos dos animais (tb tenho varios em casa) mas vontade não me falta de ir lá ao jardim um destes dias, apertar um pescoço galinaceo...
Chegamos cedo, cerca das 9.30, e começamos por passear nos jardins, pelos percursos assinalados, enquanto o meu miudo me ia atirando uma pequena bola de borracha, que eu apanhava. Ouviamos galos a cantar nas árvores proximas, viamos os patos no lago, enfim, o que se costuma fazer num parque com uma criança, acho eu.
quando ele me atirou a bola para cerca de 5 metros de distância, vou eu a correr para a apanhar quando ouço os gritos desesperados do miudo. Olho para trás e vejo um galo enorme "engalfinhado" na cabeça do pequeno, a esvoaçar e com as garras na cara do petiz, claramente em posição de ataque.
Fiquei embasbacado com a cena. Chego em poucos segundos junto dele e agarro o galo pelas asas (agora arrependo-me de não o ter agarrado pelo pescoço, que não o largava mais...). Atirei o animal para alguns metros de distancia, pego no miudo ao colo e qual não é a minha surpresa quando vejo a besta a dirigir-se a nós novamente.
Em jeito de Quaresma rematando entre os centrais, prego-lhe um valente pontapé (ai a Soc. Protectora Animais) quando ele se preparava para me bicar as pernas o que foi suficiente para ele ficar a pensar na sua saúde e desaparecer no jardim.
O miudo estava em choque porque sempre conviveu com animais, é mto carinhoso, habitualmente não tem medo de animais e, fundamentalmente, porque tinha varias lacerações na cara e palpebras, sendo que o sangue lhe cobria a cara.
Levei-o de imediato para o carro onde lhe lavei a cara com soro e desinfectei com antisséptico. Como o Hosp S.Antonio é mesmo ao lado, levei-o à Urg de Oftalmologia, onde foi observado, sendo que felizmente não tinha nenhum dano no globo ocular. Caricato foi ter que ir a outro hospital à emergência de pediatria, porque o Santo António não tem urgência de pediatria...
É muito bonito haver parques com animais soltos, supostamente domesticados ou então inofensivos e nem tão pouco provocamos o galo psicopata porque não o vimos. Não conheço a psicologia galinacea mas o miudo tambem não levava roupas de cores garridas ou fortes.
Não percebo porque foi o miudo atacado mas o certo é que o jardim até tem algumas gaiolas bem grandes e se existem animais não domesticados dentro desse espaço publico, ainda por cima, provavelmente territoriais ou agressivos, os serviços camarários só tem que os ter engaiolados, mais nada.
"Hoje" aconteceu ao meu bébé essa cena digna de Hitchcock em "os pássaros" amanhã pode acontecer a qualquer outro. E, que me desculpem os amigos dos animais (tb tenho varios em casa) mas vontade não me falta de ir lá ao jardim um destes dias, apertar um pescoço galinaceo...