Zizo
Consultor
Gostava mais que em vez de tentar reduzir o co2, que investissem em energias alternativas.
Mas é isso que se está a tentar fazer.
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Gostava mais que em vez de tentar reduzir o co2, que investissem em energias alternativas.
Já agora ninguem viu o GS450h em que o Al Gore se deslocou em lx?[br] [br
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] Fantástico...tenho pena que os grandes grupos produtores não estejam unanimamente sensibilizados para a questão ambiental. OU melhor até estão, mas do dizer ao fazer...
Pelo menos eles fazem isso, outros nem isso nem nada....![]()
Grande Punto 1.3 Multijet 16v 90cv?Devo dizer que cá em casa somos super protectores do ambiente. Super mesmo.
Afinal de contas acabámos de comprar um carro com emissão CO2 de 122g []
Attention : limitation à 90 km/h sur 465 km d'autoroutes en Flandre, y compris le Ring de Bruxelles, jusque vendredi, en raison d'un pic de pollution !
Depuis ce mercredi matin à 6 heures, divers rings et autoroutes de Flandre sont limités à 90 km/h pour lutter contre la pollution atmosphérique. Des panneaux Smog annoncent la restriction sur les portions concernées. Cette mesure fait partie du plan flamand pour lutter contre la pollution aux particules fines. Cette initiative a été présentée par le ministre de l'environnement Kris Peeters fin 2005. La mesure sera d'application jusque vendredi après-midi.
Selon la police, 3000 automobilistes ont déjà été flashé mercredi pour non-respect de cette limitation temporaire. Certains radars auraient même eu un rythme de 7 infractions par minute ! Le message ne semble donc pas avoir été compris. Ou alors personne n'a envie de respecter ces 90 km/h...
Qual, aquele que emite 186 g/km? Só lhe tinha ficado bem ter optado por uma coisinha mais discreta e menos poluidora...
Desde q vi um video de um senhor do IMT a dizer q fizeram se calculos bastante por cima e q para fazer um abrandamento significativo do tao temido aquecimento global a poluiçao tinha de ser reduzida em 60%hoje. o homem consegue mta coisa mas duvido q consiga parar o inevitavel e tao pouco abrandar significativamente. Estao ai as portas 1biliao de chineses e mais uns quantos indianos q querem ter os mesmo luxos q nos.
A Comissão Europiea que reduzir emissão de CO2 média dos veículos novos para 120g/km até 2012. É qualquer coisa como um consume médio de 4.5 para um diesel e 5 para um gasolina.
Para tal disponibilizou 20 mil milhões de euros para R&D para que os construtores possam atingir esse objectivo. tornou-se assim no maioe investidor europeu no R&D da indústria automóvel.
Actualmente a emissão média dos veículos novos é de 163g/km.
Até meados de 2008 produzirá legislação sobre este aspecto. Os construtores terão que se preocupar com emissões de 130g e os outros 10g serão im****dos aos combustíveis, pneus e AC.
A ACEA não gostou destas medidas
Outras medidas adpotadas (num total de 11) são respeitantes à segurança rodoviária nas vertentes específicas de melhorias técnicas, melhorias de infraestruturas rodoviárias, comportamento dos automobilistas e repressão. Como por exemplo, obrigatoriedade de ESP em veículos novos, avisos sonoros de cinto de segurança, obrigatoriedade de uso de médios em pleno dia e fim da velocidade livre em certas AE alemãs. Esta última não deverá ir para a frente porque a Alemanha não se mostrou favorável mas a pressão cada vez é maior.
Multar os construtores de veículos que poluam demasiado é uma das novidades da directiva, que Bruxelas apresenta esta quarta-feira. Para obrigar os construtores automóveis a produzirem motores mais ecológicos, a Comissão Europeia prevê multas entre os 10 e os 90 euros por grama de CO2 a mais.
Não é suficiente, diz Kirsten Mayer, da ONG Federação Europeia Transporte e Ambiente: "Pedimos multas de 150 euros por grama de CO2 a mais. Assim, os construtores automóveis terão de pagar uma multa. Mas o que esperamos é que eles levem isto a sério e que, em vez de pagarem, prefiram reduzir o CO2."
Em média, os carros libertam 160 gramas de dióxido de carbono por cada quilómetro percorrido. O objectivo de Bruxelas, para 2012, é que os carros novos não ultrapassem os 120 gramas. O motor pode emitir 130 gramas de CO2, no máximo, e ganhar os restantes 10 gramas graças aos biocombustíveis, assim como à melhoria das tecnologias de pneus e climatização.
A proposta não agrada a todos. A Alemanha, principal produtor de veículos de grande cilindrada, não quer pôr em perigo a sua indústria. Bruxelas autoriza os construtores a unirem-se em grupos: grandes cilindradas e pequenos citadinos, para repartir o peso das emissões. Mas a França considera que, assim, os grandes poluidores não serão incentivados a poluir menos.
As emissões de CO2 da indústria já estão limitadas com o protocolo de Quioto.
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Comissão Europeia cede à pressão
A Comissão Europeia cedeu à pressão da Indústria Automóvel, e recuou no seu projecto de limitação das emissões de dióxido de carbono
O projecto de redução das emissões de dióxido de carbono pelos automóveis, que a Comissão Europeia iria propor para aprovação em Bruxelas estipulava o limite máximo de 120 g/km, a atingir até 2012. Mas as reacções não se fizeram esperar, e a Indústria Automóvel, nomeadamente os construtores de veículos de maior cilindrada, «advertiu» a Comissão de que, a manter-se esta proposta, os preços dos automóveis subiriam em flecha, chegando mesmo a prever o encerramento de fábricas e despedimentos em massa.
Face a esta «advertência», a proposta que a Comissão Europeia apresentou ontem em Bruxelas estipula, agora, um limite de 130 g/km, sendo que os dez pontos percentuais de diferença face à proposta original poderão, eventualmente, ser atingidos pelo maior recurso a biocombustíveis; pela maior eficiência do ar condicionado e por uma melhor vigilância da pressão dos pneus.
Apesar do aparente recuo da Comissão Europeia, Sérgio Marchionne, líder da Associação da Indústria Automóvel Europeia (ACEA), reiterou à imprensa a posição da organização a que preside, segundo a qual estas propostas são «arbitrárias e demasiado severas» e que irão conduzir «à perda de postos de trabalho e à deslocalização da produção para fora da Europa».
Por seu turno, a organização não governamental Transportes e Ambiente esperava propostas mais rigorosas, considerando este diploma «desapontador».
Com tanta polémica, não se antevê uma vida fácil para a proposta do executivo de Durão Barroso, que só ganhará força de lei se houver consenso entre os 27 países membros.
1. Isto é uma questão que é capaz de só se resolver com uma tecnologia totalmente nova.
2. Os motores eléctricos são um desenrasque, não são uma solução a longo prazo e para além disso tem um grande problema ambiental (parece que vai tudo dar ao mesmo) que são as baterias.
3. Os biocombustíveis podem suscitar outro problema que é aumentar o preço dos cereais (e repercute-se nos subprodutos), e pode, a um determinado nível, desviar alimentos da boca da população para o depósito dos veículos.
4. Daquilo que tenho conhecimento, o melhor seria o hidrogénio. Totalmente limpo e em abundância.
1. Sim.
*2. Não. Motor eléctrico + bateria de lítio = carro que anda e produz menos emissões, mesmo que a electricidade venha de combustíveis fósseis. Já agora, baterias de lítio têm reciclagem relativamente simples.
3. Sim.
4. NÃO, NÃO, NÃO. Hidrogénio só é abundante no espaço sideral. Na terra é um elemento raro, que só se consegue produzir em quantidades industriais com recurso a energia eléctrica. Acontece que 70%+ dessa energia eléctrica vem de... combustíveis fósseis!!! Portanto, só é abundante se não for limpo e só será limpo (electricidade vinda de renováveis) se não for abundante.