Portugueses vs o uso da Energia Nuclear

Cerca de 19% da nossa energia eléctrica provém das barragens hidroeléctricas.

Ainda nem metade do potencial da energia hidroeléctrica temos aproveitado, o que poderia colmatar cerca de 40% do consumo de energia eléctrica.

Com a eólica, a solar e a das marés a ajudar, acredito que seja possível, a médio prazo, suprir cerca d 2/3 do consumo só com estas energias renováveis.

Com a optimização das tecnologias associadas e também com a sua massificação, até penso que poder-se-ia ultrapassar os 2/3 de necessidades.

Tudo isto associado a um consumo mais inteligente e mais eficiente deixa uma margem muito fraca para que se veja a nuclear como real necessidade no nosso país.
 
Não, de todo.

Tu até podes conseguir com as renováveis produzir a grande maioria da tua energia.

Agora, com a tecnologia actual, produzi-la-ás de forma muito mais dispendiosa.

E mais uma vez se resume a isto.

Assuma-se que não se quero nuclear e que se vai ter electricidade cara.

Pronto.
 
"O Presidente da República está apostado em promover as energias renováveis junto dos portugueses, lembrando que são "compatíveis com a sustentabilidade do ambiente", mas também chamando a atenção para as possibilidades que estas abrem ao nível da "criação de riqueza" e do "desenvolvimento das actividades científicas e da inovação".

Ontem iniciou o Roteiro para a Ciência dedicado às tecnologias limpas no Parque Eólico de S. Paio, em Cerveira, que hoje termina nas Piscinas Municipais do Oriente, em Lisboa.

Falando aos jornalistas na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Cavaco frisou que esta é matéria de "grande importância para o País", dado que Portugal é, a nível europeu, dos que regista "maior dependência externa em relação ao petróleo" e tem "compromissos no domínio ambiental a respeitar".

As energias renováveis como factor de desenvolvimento do País é uma das mensagens que o Presidente pretende recordar. "Existem aqui três vectores que irei sublinhar ao longo da jornada. A aposta em energias renováveis cria empresas e empregos e desenvolve o País, permite o desenvolvimento de actividades científicas e de inovação contribuindo para o aumento da competitividade e permite cumprir as metas fixadas em termos de emissões de gases com efeito de estufa", sublinhou Cavaco Silva.

"É bom que os portugueses estejam conscientes de que, para preservar o ambiente, fundamental para a qualidade de vida das gerações futuras, temos de fazer mudanças no campo das energias", disse.

Questionado sobre a realidade nacional, o Presidente considerou que Portugal está "bem colocado" em termos de energia eólica, embora tenha "algumas dificuldades" ao nível das emissões de gases que produzem efeito de estufa. No entanto, considera que, "se o País avançar mais na produção eólica e de energia hídrica", poderá cumprir as metas estabelecidas por Bruxelas.

Abordada foi também a questão da erosão da costa, com Cavaco a lembrar que há modelos a ser testados na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. "Espero que, também aí, se use os conhecimentos das universidades para resolver essa preocupação dos portugueses que construíram casa muito perto da orla costeira", disse.

Instado a comentar os dois anos de governação de José Sócrates, Cavaco recusou: "A actuação do Governo deve ser analisada pelos partidos políticos. O Presidente não deve entrar nessa polémica. Tenho obrigação de manter reserva pública. A única coisa que posso é desejar-lhes bom trabalho para resolverem os problemas do País." "

Em http://dn.sapo.pt/2007/03/13/nacional/cavaco_quer_aposta_ondas_e_vento_par.html
 
Portugal em 2006 apresentou uma percentagem de electricidade produzida a partir de fontes renováveis na ordem dos 32%. Sabendo que grande parte (quase 80%) é proveniente da componente hídrica muito sujeita às variações climáticas e a restante da componente eólica

http://www.quercus.pt/scid/webquercus/defaultArticleViewOne.asp?categoryID=567&articleID=1847

Depois do elogio à França, agora citas a Quercus? O que vem a seguir? Um elogio ao Zapatero? :)
 
Cerca de 19% da nossa energia eléctrica provém das barragens hidroeléctricas.

Ainda nem metade do potencial da energia hidroeléctrica temos aproveitado, o que poderia colmatar cerca de 40% do consumo de energia eléctrica.

Com a eólica, a solar e a das marés a ajudar, acredito que seja possível, a médio prazo, suprir cerca d 2/3 do consumo só com estas energias renováveis.

Com a optimização das tecnologias associadas e também com a sua massificação, até penso que poder-se-ia ultrapassar os 2/3 de necessidades.

Tudo isto associado a um consumo mais inteligente e mais eficiente deixa uma margem muito fraca para que se veja a nuclear como real necessidade no nosso país.

Construir barragens onde? Nums lados há gravuras, noutros ecossistemas raros...
 
"O Presidente da República está apostado em promover as energias renováveis junto dos portugueses, lembrando que são "compatíveis com a sustentabilidade do ambiente", mas também chamando a atenção para as possibilidades que estas abrem ao nível da "criação de riqueza" e do "desenvolvimento das actividades científicas e da inovação".

Ontem iniciou o Roteiro para a Ciência dedicado às tecnologias limpas no Parque Eólico de S. Paio, em Cerveira, que hoje termina nas Piscinas Municipais do Oriente, em Lisboa.

Falando aos jornalistas na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Cavaco frisou que esta é matéria de "grande importância para o País", dado que Portugal é, a nível europeu, dos que regista "maior dependência externa em relação ao petróleo" e tem "compromissos no domínio ambiental a respeitar".

As energias renováveis como factor de desenvolvimento do País é uma das mensagens que o Presidente pretende recordar. "Existem aqui três vectores que irei sublinhar ao longo da jornada. A aposta em energias renováveis cria empresas e empregos e desenvolve o País, permite o desenvolvimento de actividades científicas e de inovação contribuindo para o aumento da competitividade e permite cumprir as metas fixadas em termos de emissões de gases com efeito de estufa", sublinhou Cavaco Silva.

"É bom que os portugueses estejam conscientes de que, para preservar o ambiente, fundamental para a qualidade de vida das gerações futuras, temos de fazer mudanças no campo das energias", disse.

Questionado sobre a realidade nacional, o Presidente considerou que Portugal está "bem colocado" em termos de energia eólica, embora tenha "algumas dificuldades" ao nível das emissões de gases que produzem efeito de estufa. No entanto, considera que, "se o País avançar mais na produção eólica e de energia hídrica", poderá cumprir as metas estabelecidas por Bruxelas.

Abordada foi também a questão da erosão da costa, com Cavaco a lembrar que há modelos a ser testados na Faculdade de Economia da Universidade do Porto. "Espero que, também aí, se use os conhecimentos das universidades para resolver essa preocupação dos portugueses que construíram casa muito perto da orla costeira", disse.

Instado a comentar os dois anos de governação de José Sócrates, Cavaco recusou: "A actuação do Governo deve ser analisada pelos partidos políticos. O Presidente não deve entrar nessa polémica. Tenho obrigação de manter reserva pública. A única coisa que posso é desejar-lhes bom trabalho para resolverem os problemas do País." "

Em http://dn.sapo.pt/2007/03/13/nacional/cavaco_quer_aposta_ondas_e_vento_par.html

FAculdade de Economia a fazer modelos de erosão costeira? lolol...
 
huh?

~40% é o valor actual, não 19.

Confiei na afirmação de um jornalista e não confirmei numa fonte mais segura...[8b]

Mas pelo que pesquisei, também obtive valores na ordem dos 34% (dados de +- 2003), o que possibilita talvez chegarmos aos 60% aproveitando melhor os recursos hídricos.[;)]
 
Acho que isto se resolvia com a instalação de painéis solares nas habitações.

Pelo menos boa parte.

Vejam aqui:

fugura1.jpg


figura2.jpg


http://www.energaia.pt/poupe/agua.php

Acho que o problema é isto mesmo:

Incentivos fiscais:
IRS - 30% dedutível (com limite máximo de 700 €)

Já agora leiam isto tb:

http://www.troquedeenergia.com/MostraFaqs.php?n=0

http://noticia.nesi.com.pt/?p=260


Painéis solares prometem redução de factura em 50%

A obrigação de instalar painéis solares nos edifícios destinados a habitação, decidida ontem pelo Governo na habitual reunião de Conselho de Ministros (ver texto em baixo), vai permitir poupar mais de metade da factura de gás ou de electricidade das famílias.

A garantia é dada por Manuel Collares Pereira, investigador do Instituto Nacional de Engenharia e Tecnologia Industrial (INETI), que há cerca de três décadas se dedica ao estudo das energias renováveis.

As contas são simples. A energia solar, numa aplicação básica, serve essencialmente para aquecimento de águas. Este factor corresponde a cerca de 70% do consumo de gás numa habitação. Levando em linha de conta que a energia solar térmica é 80% mais barata que a electricidade ou o gás, a poupança ronda os 56%.

http://dn.sapo.pt/2006/01/27/economia/paineis_solares_prometem_reducao_fac.html
A noticia é de 27.01.06 mas até agora esta tudo a marinar.




.
 
Eu até gostava que me provassem que essa redução era de 50%.

O problema entre a teoria e a prática é que os nos. depois não batem certo. [;)]
 
Prefiro afogar as gravuras do que construir uma central nuclear...

hum?
preferes enterrar o nosso passado para fazer um mastodonte horroroso? ou preferes ver as nossas lindas serras com aqueles abortos que são as centrais eólicas?[s)]

enquanto que para enterrares os residuos de uma central basta arranjares um buraquinho bem fundo que os guarde(por ex: as minas de volfrâmio desactivadas)

já para não falar no decréscimo brutal da conta da electricidade ao fim do mês.

continuem a pensar assim que vamos longe:sh)
 
Podias dedicar-te agora a estudar o acidente de Chernobyl e o do Concorde.
Assim acabavas como os mitos que tens.

Também não percebeste a ideia desses exemplos. Aquilo que tu dizes em nada altera, só reforça a minha ideia inicial, que era a de dizer que todas as actividades humanas tem um risco, e um dia alguma coisa acabará por não funcionar como era suposto. Haverá sempre uma simples peça leve de metal ou um pesado carril de Tgv a destruir o planeado, seja na AF, seja na BA.

A diferença é a de que os danos em qualquer contratempo, erro ou acidente, são normalmente limitados e circunscritos, o que no caso da energia nuclear não é, os danos são de uma dimensão catastrófica que só por si deveriam impedir a proliferação de uma tecnologia deste género.

Para além desse risco, inaceitável na minha opinião, eu continuo a insistir que a energia nuclear não é barata, e é esse o teu e de muitos outros, o principal argumento a favor do nuclear. Eu até há poucos anos atrás tinha exactamente a mesma opinião, mas hoje não a tenho.

Continuo a insistir, não me parece minimamente viável o nuclear em Portugal, muito menos para construir uma ou duas centrais. Países como a França, a Espanha, Inglaterra ou mesmo a Finlandia, todos eles tem as suas autoridades de segurança nuclear há décadas no terreno.

São organizações complexas e de dimensão razoável. Em Portugal, para além da construção, teriam que se replicar todas essas estruturas de segurança, fiscalização e monitorização. Seria como construir em poucos anos todas as nossas boas competências em engenharia e estruturas, o Lnec, etc,etc, coisas que demoraram décadas a consolidar e a apurar.

Mesmo na Finlandia, com toda essa estrutura já montada, o processo desta nova central entre a decisão e a entrada em funcionamento vai durar mais de uma década, talvez até década e meia. A construção de uma central nuclear hoje em dia é um quebra-cabeças monstruoso, o que tornou a energia nuclear práticamente inviável em quase todo o mundo por causa da segurança, da legislação, das regras e certificações. Porque é que achas que não se constroem centrais nucleares no EUA desde 1970 ? Porque é que UK vai abandonar o nuclear ? Porque é que a Itália vai abandonar o nuclear ? Porque é que a Espanha vai abandonar o nuclear ?

A única excepção é a França, onde criaram um modelo de certificações, mais ágil dada a excelente experiência de décadas que têm nesta área, e com FORTE apoio estatal. Mas são um caso único, para o qual contribuiu a dimensão do país, a quantidade de centrais, a experiência e investigação e até pelos muitos testes nucleares do proprio país ao longo de décadas no Pacífico.

A nova central que a Finlandia está a testar é um novo modelo, e acima de tudo uma nova forma de agilizar todas estas complexas questões referentes à segurança.
Básicamente, a central finlandesa é uma especie de franchising do know-how francês.
E tem sido um projecto interessante, que imensos países têm acompanhado, mas infelizmente não tem corrido assim tão bem. Era uma esperança para muitos países, mas para já os problemas tem sido muitos.


Para teres um sistema distribuição energética precisas de estabilidade na rede que a eólica ou outra alternativa não te dá.
Pq uma coisa é a potência instalada e outra é a efectivamente produzida e qd.

A estabilidade está garantida. A REN neste momento nem sequer está preparada para todos os projectos das centrais de ciclo combinado que vão começar a funcionar nos próximos anos na Figueira (EDP + Iberdrola) e em Sines (Galp). São estas centrais de última geração a Gas, extremamente eficientes e com um terço das emissões das centrais tradicionais que colocam a energia a preços quase tão competitivos como a nuclear no sistema. E são preços que efectivamente reflectem o seu verdadeiro custo e não empurram para as próximas décadas os residuos da sua actividade...

Os espanhois estão exactamente a fazer o mesmo, com a recente construção da mega central de ciclo-combinado do sul de Espanha e com o crescimento eólico tomaram há muito a decisão de abandonar o nuclear.


Mas vi que ignorasta a "curiosidade mórbida".

Não, não ignorei. É uma realidade, as centrais a carvão são as piores de todas, o destino delas será a extinção. Mas não confundas a radioactividade duma central a carvão com a dum eventual acidente nuclear. A radioactividade como sabes é uma coisa natural na natureza, o problema são as concentrações.

Resumindo e concluindo:

1) A grande diferença de opiniões sobre o nuclear, é que uns pensam que o nuclear é a pedra filosofal, energia barata e limpa. Não o é na minha opinião, muito pelo contrário.
Se o fosse, já há muito tempo não estariamos sequer a falar disso aqui...

2) Todas as alternativas são complexas, com muitos defeitos e limitações. É verdade, não é um caminho fácil, é tormentoso.
Mas esse caminho só parece difícil porque se acredita na tal pedra filosofal. A tal que não existe !
 
Última edição:
hum?
preferes enterrar o nosso passado para fazer um mastodonte horroroso? ou preferes ver as nossas lindas serras com aqueles abortos que são as centrais eólicas?[s)]

enquanto que para enterrares os residuos de uma central basta arranjares um buraquinho bem fundo que os guarde(por ex: as minas de volfrâmio desactivadas)

já para não falar no decréscimo brutal da conta da electricidade ao fim do mês.

continuem a pensar assim que vamos longe:sh)

Os custos económicos não envolvem só euros.
 
Também não percebeste a ideia desses exemplos. Aquilo que tu dizes em nada altera, só reforça a minha ideia inicial, que era a de dizer que todas as actividades humanas tem um risco, e um dia alguma coisa acabará por não funcionar como era suposto. Haverá sempre uma simples peça leve de metal ou um pesado carril de Tgv a destruir o planeado, seja na AF, seja na BA.

A diferença é a de que os danos em qualquer contratempo, erro ou acidente, são normalmente limitados e circunscritos, o que no caso da energia nuclear não é, os danos são de uma dimensão catastrófica que só por si deveriam impedir a proliferação de uma tecnologia deste género.

Para além desse risco, inaceitável na minha opinião, eu continuo a insistir que a energia nuclear não é barata, e é esse o teu e de muitos outros, o principal argumento a favor do nuclear. Eu até há poucos anos atrás tinha exactamente a mesma opinião, mas hoje não a tenho.

Continuo a insistir, não me parece minimamente viável o nuclear em Portugal, muito menos para construir uma ou duas centrais. Países como a França, a Espanha, Inglaterra ou mesmo a Finlandia, todos eles tem as suas autoridades de segurança nuclear há décadas no terreno.

São organizações complexas e de dimensão razoável. Em Portugal, para além da construção, teriam que se replicar todas essas estruturas de segurança, fiscalização e monitorização. Seria como construir em poucos anos todas as nossas boas competências em engenharia e estruturas, o Lnec, etc,etc, coisas que demoraram décadas a consolidar e a apurar.

Mesmo na Finlandia, com toda essa estrutura já montada, o processo desta nova central entre a decisão e a entrada em funcionamento vai durar mais de uma década, talvez até década e meia. A construção de uma central nuclear hoje em dia é um quebra-cabeças monstruoso, o que tornou a energia nuclear práticamente inviável em quase todo o mundo por causa da segurança, da legislação, das regras e certificações. Porque é que achas que não se constroem centrais nucleares no EUA desde 1970 ? Porque é que UK vai abandonar o nuclear ? Porque é que a Itália vai abandonar o nuclear ? Porque é que a Espanha vai abandonar o nuclear ?

A única excepção é a França, onde criaram um modelo de certificações, mais ágil dada a excelente experiência de décadas que têm nesta área, e com FORTE apoio estatal. Mas são um caso único, para o qual contribuiu a dimensão do país, a quantidade de centrais, a experiência e investigação e até pelos muitos testes nucleares do proprio país ao longo de décadas no Pacífico.

A nova central que a Finlandia está a testar é um novo modelo, e acima de tudo uma nova forma de agilizar todas estas complexas questões referentes à segurança.
Básicamente, a central finlandesa é uma especie de franchising do know-how francês.
E tem sido um projecto interessante, que imensos países têm acompanhado, mas infelizmente não tem corrido assim tão bem. Era uma esperança para muitos países, mas para já os problemas tem sido muitos.




A estabilidade está garantida. A REN neste momento nem sequer está preparada para todos os projectos das centrais de ciclo combinado que vão começar a funcionar nos próximos anos na Figueira (EDP + Iberdrola) e em Sines (Galp). São estas centrais de última geração a Gas, extremamente eficientes e com um terço das emissões das centrais tradicionais que colocam a energia a preços quase tão competitivos como a nuclear no sistema. E são preços que efectivamente reflectem o seu verdadeiro custo e não empurram para as próximas décadas os residuos da sua actividade...

Os espanhois estão exactamente a fazer o mesmo, com a recente construção da mega central de ciclo-combinado do sul de Espanha e com o crescimento eólico tomaram há muito a decisão de abandonar o nuclear.




Não, não ignorei. É uma realidade, as centrais a carvão são as piores de todas, o destino delas será a extinção. Mas não confundas a radioactividade duma central a carvão com a dum eventual acidente nuclear. A radioactividade como sabes é uma coisa natural na natureza, o problema são as concentrações.

Resumindo e concluindo:

1) A grande diferença de opiniões sobre o nuclear, é que uns pensam que o nuclear é a pedra filosofal, energia barata e limpa. Não o é na minha opinião, muito pelo contrário.
Se o fosse, já há muito tempo não estariamos sequer a falar disso aqui...

2) Todas as alternativas são complexas, com muitos defeitos e limitações. É verdade, não é um caminho fácil, é tormentoso.
Mas esse caminho só parece difícil porque se acredita na tal pedra filosofal. A tal que não existe !

Continuas a ir bem Liberal.[;)]

Tens o meu voto...[:cool:]
 
Depois do elogio à França, agora citas a Quercus? O que vem a seguir? Um elogio ao Zapatero? :)

Não tenho qq problema para ver qual a % da hidrica no nosso país.
Que varia imenso conforme os anos secos chuvosos.
E se bem te lembras sou a favor de fazer Barragens em TODOS os sítios onde for possível.
E sou a favor de tranvases para os campos de Golf do sul se isso for economicamente viável.

Ao Zapatero tb já fiz logo ao início na escolha do ministro das Finanças.
Agora é dificilimo.
 
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