Há aqui algumas imprecisões que importa, no geral e sumariamente, corrigir:
Os objectivos são definidos, serviço a serviço, no início de cada ano e são, sempre, realistas até porque quem os define também é avaliado por isso.
As classificações são publicadas, sector a sector, qualitativamente.
Não há, nem deve haver, receios sobre as avaliações, pois se os objectivos estão à partida definidos e os interessados cientes deles desde o início do ano, não há como fazer senão por cumprí-los.
Fácil, simples, acessível!
O problema surgirá, então, com as cotas, com alguma arbitrariedade e com a ausência, na prática (embora esteja pensada...) de retribuição correcta ao consequente e maioritário ultrapassar dos objectivos que, tenho presente, será alcançado pela esmagadora maioria, embora só alguns possam ter "excelente"...
Qual é o problema? É que o excelente terá tendência a ser "escolhido" de forma problemática (porque não é simples) de entre todos os que superaram os objectivos! Os restantes logo se vê como será...
Mas, devo dizer, talvez sejam mais "as vozes do que as nozes" e só retiraremos estas dúvidas a limpo quando o sistema estiver a funcionar em pleno e a velocidade de cruzeiro! Até lá só podemos especular, sobretudo os que, de entre nós, nunca trabalharão com o SIADAP... embora me palpite que, mesmo sem conhecimento directo, de causa, haverá, como tem havido, muita gente a opinar!...