TURBO
Suspenso
"O PS e a oposição de esquerda aprovam na especialidade o seu projecto de despenalização do aborto e chumbam todas as outras propostas, nomeadamente do PSD, com uma única excepção.
Os socialistas o PCP e o Bloco de Esquerda aceitaram, em parte, uma alteração em que se prevê o acompanhamento por assistente social da mulher que queira abortar, sobre as condições de apoio disponibilizadas pelo Estado à continuação da gravidez e à maternidade.
A direita pretendia um aconselhamento dissuasor, direccionado no sentido da protecção da vida e informações sobre possibilidades de adopção e instituições de acolhimento.
No entanto, a maioria de esquerda não aceitou e o líder parlamentar do PSD, Marques Guedes, lembrou as promessas feitas durante a campanha.
Para a socialista Ana Catarina Mendes, o resultado do referendo foi claro e os deputados não o podem alterar na secretaria.
Pelo caminho ficaram as propostas de proibir a publicidade a clínicas de aborto e de impedimento de que os médicos que façam o acompanhamento sejam os mesmos que fazem a interrupção voluntária da gravidez.
A proposta de lei é votada amanhã no Parlamento, seguindo depois para a Presidência da República."
In http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=199550
Completamente de acordoapr
os resultados do refendo foram bastante elucidativos.
Os socialistas o PCP e o Bloco de Esquerda aceitaram, em parte, uma alteração em que se prevê o acompanhamento por assistente social da mulher que queira abortar, sobre as condições de apoio disponibilizadas pelo Estado à continuação da gravidez e à maternidade.
A direita pretendia um aconselhamento dissuasor, direccionado no sentido da protecção da vida e informações sobre possibilidades de adopção e instituições de acolhimento.
No entanto, a maioria de esquerda não aceitou e o líder parlamentar do PSD, Marques Guedes, lembrou as promessas feitas durante a campanha.
Para a socialista Ana Catarina Mendes, o resultado do referendo foi claro e os deputados não o podem alterar na secretaria.
Pelo caminho ficaram as propostas de proibir a publicidade a clínicas de aborto e de impedimento de que os médicos que façam o acompanhamento sejam os mesmos que fazem a interrupção voluntária da gravidez.
A proposta de lei é votada amanhã no Parlamento, seguindo depois para a Presidência da República."
In http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&ContentId=199550
Completamente de acordoapr
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