Brasil: 1.400 mortes em 3 meses

GTSM5

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A Polícia Rodoviária Federal registrou durante a Operação Verão, que começou no dia 15 de dezembro do ano passado e terminou à meia-noite de domingo, mais de 1.400 mortes em 27 mil acidentes. Quase 17 mil pessoas ficaram feridas neste período. A Operação Verão englobou feriados importantes como Natal, réveillon e carnaval, além das férias escolares de janeiro.

Além das mortes, foram registrados também um grande prejuízo ao governo. Pelos cálculos da PRF, tendo como base estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Brasil perdeu nos 80 dias da operação, mais de R$ 1,5 bilhão.

No total, foram 27.015 acidentes (+7,48%, 25.135 na operação passada), com 1.434 mortos (+3,46%, 1.386 em 2006) e 16.990 feridos (+10,39%, 15.391 no ano passado). Segundo estudo do IPEA publicado no ano passado, um acidente com vítima fatal custa ao País R$ 418.341, enquanto um acidente com ferido traz prejuízo de R$ 86.032 e uma ocorrência sem vítima, R$ 16.084.

No total, segundo o IPEA, o Brasil perde anualmente R$ 22 bilhões com os acidentes de trânsito em rodovias, sendo R$ 6,5 bilhões apenas em estradas federais.

http://www.uai.com.br/uai/noticias/agora/nacional/294612.html
 
Tenho a curiosidade de saber em quanto que o ABS e os Airbags poderiam diminuir esses numeros... :(


Associados a umas rodovias dignas de serem chamadas rodovias, não as estradas vicinais esburacadas com pouco asfalto que temos. Eu sei o que meu Fit tem sofrido neste asfalto em péssimo estado aqui no fim do mundo da Bahia, além dos trechos que passam no Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Boas somente as de SP, pedagiadas (nem reclamo mais das portagens pagas em SP, ao menos ando relaxado, sem medo de pegar um buraco imenso pelo caminho).
As famílias dos mortos já tem jurisprudëncia para processar o governo federal (se cabível se a causa for o péssimo estado das rodovias), como ocorreu em 2002 com os familiares de estudantes que morreram (15 mortos) quando a Van em que estavam desviou de uma cratera na pista e bateu de frente com uma carreta (trecho da BR116 em Montes Claros-MG, em 1998). Cada família recebeu 50.000 reais, importância insignificante, já que não traz de volta o ente querido, mas ao menos mostrou que o culpado não foi o motorista X ou Y, e sim o governo federal que se mostra negligente com a conservação das rodovias.
Mas brasileiro gosta mesmo é de falar, porque atuar que é bom... nada!
 
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Mas brasileiro gosta mesmo é de falar, porque atuar que é bom... nada![/QUOTE]

Isto e mesmo a Portuguesa como nao podia deixasr de ser.
 
infelizmente e da forma como conduzem, isso não é grande novidade.

de igual forma o pessimo estado das estradas em nada ajuda nestes numeros.

em portugal já não temos tanta desculpa das estradas ( uma boa parte ), embora também seja uma realidade.

é triste, mas acidentes acontecem em todo o mundo.

cada vez que estou em são paulo e tenho de viajar por estrada ( para fora do estado ou pouco mais de 200 kms ) fico a pensar o que pode levar tanta gente a ser tão maluca na estrada.

um abraço.
 
Na proteste saiu um Crash-Test ao Fox Brasil e compararam-no com o Fox Europeu.. A versão brasileira teve 1estrela.. Nem 1airbag..
Assim que puder, coloco aqui o scan.
 
Grande parte é ruim, muitos carros, muitos buracos e motoristas ruins...
Mas existem algumas boas estradas... Creio que com airbag poderiam reduzir os ferimentos em alguns casos... Mas muitas batidas acontecem a 100km/h de frente com um caminhão ou algo parecido, ai nem airbag...
 
Isso é porque não viste o que há de muito pior!

Depois de enfrentar o trânsito alucinado das BR's 381 e 040, o IP5 é o caminho pro céu!

:-S
 
Fazendo umas contas rápidas, e considerando que esse período foi de 60 dias, então dá 23 mortos por dia. Em Portugal morrem cerca de 3 pessoas por dia. Dá quase 8 vezes mais. Mas considerando que o Brasil tem quase
20 vezes a população de Portugal, quer dizer que até têm poucas mortes
em acidentes de viação quando comparados com Portugal.

Mas em Portugal também deve haver muitos mais carros per cápita.
 
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