Mãe de Aluna Agride Professora

Em segundo lugar, o FGO:

Já percebemos que ficou adepto da palhinha.

Aliás, a julgar pela frase "Azar dele [hipotético filho] se me tivesse chegado aos meus ouvidos ou olhos, algo como a falta de respeito perante um professor. Se tivesse conhecimento de picardias entre ele e outro colega ou amigo e se estas picardias fossem uma constante pode crer que tomaria uma atitude perante a cara dele. Fiz-me entender?", ficamos a achar que o stock de palhinhas em casa do FGO corre sérios riscos de se esgotar rapidamente, tal o seu desvelo em oferecê-las a filhos e professoras.

Fica por esclarecer a quem o hipotético filho do FGO recorreria para dar uns "calduços" ao pai - e daí talvez não fosse preciso, pois segundo o NEPHILIM, este já o conheceria há bastante tempo, o que faria do caso algo "complectamente" diferente. Parece que o puto teria que apanhar e gostar...

Jorge Amado?
 
"As crianças não encontram em casa a figura de autoridade", que é um elemento fundamental para o seu crescimento, disse o filósofo Fernando Savater.
"As famílias não são o que eram antes e hoje o único meio com que muitas crianças contactam é a televisão, que está sempre em casa", sublinhou.
Para Savater, os pais continuam "a não querer assumir qualquer autoridade", preferindo que o pouco tempo que passam com os filhos "seja alegre" e sem conflitos e empurrando o papel de disciplinador quase exclusivamente para os professores. No entanto, e quando os professores tentam exercer esse papel disciplinador,"são os próprios pais e mães que não exerceram essa autoridade sobre os filhos que tentam exercê-la sobre os professores, confrontando-os", acusa.

O resto do testamento está em anexo. Vale a pena ler!


Excelente ponto de vista!!

Infelizmente muitos pais assustam-se e temem exercer o seu poder disciplinador...depois são dominados pelos próprios filhos...
 
Esta atitude dos pais reflete-se depois nas atitudes que tomam perante os professores...para evitar dar parte fraca, é mais fácil atacar, desautorizar e mesmo agredir...
 
Eu li com atenção desde o principio, e não apanho comboios em andamento.

Cada profissão tem as suas particularidades. Não me venhas dizer que um varredor de ruas, como todo o respeito pela profissão, corres os mesmos riscos ou tem as mesmas resposabilidades que um professor.

Se dizes que a profissão de professor é uma profissão como outra qualquer, mais uma vez demonstras que pouco ou nada sabes dela.



Mais uma vez digo... "Leia com atenção desde o principio e deixe de apanhar o comboio em andamento"
Vai chegar á conclusão que está a deturpar o que eu disse. Mas como não quero que se canse eu explico...
O user Karma postou isto:
“Uma agressão a um professor devia ser equiparada a uma agressão a um polícia.”

A minha resposta a este post foi:
“O que é que um professor tem a mais que um simples cidadão?”

Um outro user (TURBO) perante essa minha frase respondeu:
“...........também uma Salvaguarda e Respeito Acrescidos.”

E por esta da salvaguarda e direitos acrescidos eu respondi:
“Pois... já agora os varredores de rua (com todo o respeito) que mantém limpo as ruas por onde caminhamos e sujamos que tenham também esse direito pois fazem o trabalho que muitos não o querem fazer.
E porque não os medicos? E os enfermeiros? E os do piquete electrico? E... e... e... e...”

Percebeu? O que digo e torno a dizer, é que uma agressão é tão grave a uma professora como a um varredor. E a decisão penal não pode ter em conta se é uma ou outra profissão. Entendido?
 
E agora comentem este caso: numa EB1 o miúdo X bateu no miúdo Y. O pai do miúdo Y foi à escola, entrou, interrompeu uma aula de Ed. Física, e, por fim, ameaçou o miúdo X em frente ao professor e a todos os colegas. Estamos a falar de crianças com 7 anos. Não vos sei dizer como reagiu o prof.
 
E agora comentem este caso: numa EB1 o miúdo X bateu no miúdo Y. O pai do miúdo Y foi à escola, entrou, interrompeu uma aula de Ed. Física, e, por fim, ameaçou o miúdo X em frente ao professor e a todos os colegas. Estamos a falar de crianças com 7 anos. Não vos sei dizer como reagiu o prof.


Eu diria que é mais uma história digna de figurar na estante do FGO, mas isso resolvia-se era bem era à palhinha.
 
Última edição:
Considerações literárias à parte, a verdade é que algumas criaturas não percebem o mal que estão a fazer à escola pública, e se pensarmos um pouco, são precisamente os que dela mais precisam, ou seja, as classes mais desfavorecidas.

Pelo andar da carroça, teremos daqui a uns tempos (5 - 10 anos) uma escola pública completamente degradada em convívio social e na qualidade do ensino que presta.

Nesta escola acolher-se-ão maioritariamente alunos oriundos de classes desfavorecidas, que nunca pegaram numa caneta antes dos 6 anos, que nunca lhes compraram um puzzle, que nunca foram ao teatro, que se relacionam entre si segundo as regras da rua do tu-bates-em-mim-e-eu-vou-chamar-o-meu-gangue, e que respondem violentamente às admoestações do professor, porque sabem que este é despedido (ou pior) se lhes tocar com um dedo. Afinal de contas, o que é o pior que lhes pode acontecer? Chumbar? Era preciso que quisessem passar, ou que vissem alguma utilidade na escolaridade.

Nesta escola passam os que souberem escrever o nome, somar 2 + 2 e não traficarem droga à vista do presidente do Conselho Executivo.

Para esta escola vão os professores que não têm outra alternativa. Serão dignos de pena, adultos manietados por crianças, impreparados para lidar com esse ambiente de favela, mas lá terão que aguentar, pois sempre fica bem no currículo quando se tiver algum tempo de serviço e se puder concorrer a algo melhor (assim do tipo: eu estive lá e sobrevivi). Estes professores não têm qualquer tipo de expectativas quanto ao futuro académico dos seus alunos, contentando-se em que não se esfaqueiem dentro de uma aula sua, o que seria difícil de explicar.

É uma escola sem perspectivas de futuro, uma escola que serve apenas para ocupar, uma escola que nada mais pretende ser do que uma alternativa à rua, em suma, um engano.

É uma escola barata de manter, fácil de sustentar do ponto de vista político (bastará aludir "ao elevado número de criancinhas que de outra forma não teriam acesso à escolaridade"), e mais fácil ainda do ponto de vista social, pois se há coisa que ninguém quer é ver os filhos misturados com esta ralé, portanto, se pudermos varrer o lixo para debaixo do tapete, tanto melhor.

Do outro lado, o que teremos?
Escolas privadas, onde o Ensino se faz de forma profissional e exigente, que prepara verdadeiramente os alunos, que lhes dá perspectivas de continuidade, que os forma academicamente - mas a pagar...

Serão escolas acolhedoras, com todas as condições para o ensino (e para a aprendizagem!), enfim, aquilo que todos nós acharíamos que uma escola deve ser - mas a pagar...

Serão escolas onde os pais entregam os filhos com um suspiro de alívio, na certeza de saberem que o filho está bem entregue - mas a pagar...

É este o engano que passa despercebido a quem não está dentro da escola actual.

É isto o que acontece quando nos demitimos de proteger um bem público, quando entendemos que

É este o caminho que estamos agora a trilhar.

É isto que estamos a escolher.

É isto que querem?

Podem pagar?
 
Eu diria que é mais uma história digna de figurar na estante do FGO, mas isso resolvia-se era bem era à palhinha.

Diga lá o porquê de alterar posts 45 depois?
Recordo alguém que dizia o que não devia e quando descambava para o torto alterava os posts.
Está em pleno direito de explanar as suas ideias e convicções, não está é no direito de agarrar em insinuações minhas e delas fazer o que bem lhe apetece simplesmente porque e apenas está atras de um nick. Mostra muita falta de personalidade esta sua afirmação. É triste ainda para mais vindo de alguem que pensa ter o dom da palavra e de justiça. É que se assim for ainda estou para o ver criticar quem começou com a palhinha. Falta de coragem ou sabe que dará tiros no pé? Sem duvida.
Será que toda esta sua convicção é trauma de instrução militar? É que se for está explicado.
 
Diga lá o porquê de alterar posts 45 depois?
Recordo alguém que dizia o que não devia e quando descambava para o torto alterava os posts.
Está em pleno direito de explanar as suas ideias e convicções, não está é no direito de agarrar em insinuações minhas e delas fazer o que bem lhe apetece simplesmente porque e apenas está atras de um nick. Mostra muita falta de personalidade esta sua afirmação. É triste ainda para mais vindo de alguem que pensa ter o dom da palavra e de justiça. É que se assim for ainda estou para o ver criticar quem começou com a palhinha. Falta de coragem ou sabe que dará tiros no pé? Sem duvida.
Será que toda esta sua convicção é trauma de instrução militar? É que se for está explicado.

É com algum alívio que constato que sabes contar e escrever mais de duas linhas: já começava a desesperar!

Como pedes com jeitinho, vou responder: o post foi editado simplesmente como forma de resposta ao teu comentário do Jorge Amado. É que, por vezes, a vida real é bem pior que a ficção. Se desconheces esse facto, fico sinceramente feliz por ti, é sinal que tiveste uma boa infância.

Ora, como nem todos nós se limitam a escrever meia dúzia de palavras em cada post, escrevi primeiro o das 09:12 (demorei 45 minutos pois gosto de pensar naquilo que escrevo) e depois acrescentei o comentário da palhinha ao anterior, seguro de que iria conseguir uma reacção interessante da tua parte. E como vês, não me deixaste mal... (peço desculpa pelo troll feeding)

Não deixei ninguém pendurado, pois não há nenhum post entre os meus.

Agora, se não gostas que maltrate as tuas insinuações, tens bom remédio: não faças insinuações! Diz abertamente o que pensas e de forma a não deixar lugar a mal-entendidos.

Defende a tua opinião com bons argumentos e deixa-te das meias palavritas canalhas, volta e meia a roçar a inteligência, pois isso é que escondermo-nos atrás de um nick. Verás que obténs muito mais respeito se assim o fizeres do que da forma como o tens feito até agora, mesmo entre os que não partilham da tua opinião.

Quanto ao dom da justiça e da palavra, agradeço o elogio, mas não o reclamo de forma alguma: digo o que sinto e penso, da forma mais clara que sei e consigo, e limito-me humildemente a esperar que isso seja suficiente. Não pretendo que me dêem razão e escrevo sem esperar consensos. Se houver quem concorde comigo, tanto melhor.

Os traumas são alguns mas tento utilizá-los construtivamente, em vez de deixar que me diminuam. Mas não tenhas a presunção de tirar daí alguma conclusão a meu respeito, pois todos nós temos as nossas complexidades - é isso que faz de nós únicos!

PS: Como vês o elogio do dom da palavra era desnecessário, pois tive que introduzir algumas correcções ao texto inicial (principalmente algumas gralhas).
 
Última edição:
Queria ver alguns dos users que vêm aqui, sempre a postos para apedrejar a acção dos professores, ou de alguns professores, e que comentam irresponsável e levianamente estes tristes acontecimentos, a dar uma aula, um dia, numa escola inserida num meio "complicado".

Faz-se o possível nessas escolas. Os objectivos nessas escolas são, tristemente, os que o Henkel V6 referiu.

Acrescento um:

- Chegar ileso a casa.

Em algumas escolas da margem sul (por exemplo), há momentos em que se pensa isto mesmo.
 
Queria ver alguns dos users que vêm aqui, sempre a postos para apedrejar a acção dos professores, ou de alguns professores, e que comentam irresponsável e levianamente estes tristes acontecimentos, a dar uma aula, um dia, numa escola inserida num meio "complicado".

Faz-se o possível nessas escolas. Os objectivos nessas escolas são, tristemente, os que o Henkel V6 referiu.

Acrescento um:

- Chegar ileso a casa.

Em algumas escolas da margem sul (por exemplo), há momentos em que se pensa isto mesmo.

Deixa, ele ainda não percebeu que eu falo com conhecimento de causa (da margem sul, precisamente), e se lho digo, o mais provável é que tente chamar-me mentiroso, como já aconteceu.

Por isso, cinjo-me aos factos e deixo a aritmética à capacidade de cada um.
 
Entrando um pouco em Off topic só queria deixar aqui duas ou três palavras...

Cada vez mais há uma falta de respeito enorme por parte da malta nova (12-17 anos ) para com os adultos, no meu tempo, e atenção que eu sou um "puto" as coisas eram bem diferentes, se eu por acaso estivesse a fazer algo errado e um adulto me chama-se á atenção ou me repreende-se, e falo de desconhecidos, eu parava de imediato e sentia-me mal de ter sido repreendido, respeitava o que me era dito.

Agora qualquer pirralho que ande na rua a fazer m3rda , se alguem tem o azar de dizer alguma coisa por muito pequena que seja a observação, com um pouco de sorte é logo ofendido verbalmente, porque na maior parte dos casos a agressão fisica está presente.

Moro na margem sul e desde pequeno que tenho contacto com bairros "menos bons" , bairros que mais parecem o "ghetto" , vi coisas que não quero recordar , mas devido a educação "forte" de bons principios e valores que me foi dada em casa, nunca fiz nada , nem deixei que me fizessem, que mais tarde me pudesse arrepender.

É verdade que há escolas que os professores antes de pensarem em ensinar alguem ( o que na maior parte das vezes é impossivél ) têm de pensar se vão conseguir sair "inteiros" no fim do dia de trabalho, presenciei cenas dentro de saulas de aula que nunca era capaz de fazer, e não sei como é que crianças ( que são ) o conseguem fazer, para o mal arranjam postura e maneira de defender a sua posição, partem para a agressão e usam vocabulário menos próprio, tudo coisas que não fazem parte das suas idades e que ninguem lhes ensinou, mas que eles simplesmente aprenderam porque nunca tiveram ninguem que lhes disse-se o que deviam e não deviam aprender, e o que era certo e o que era errado fazer.

Concluindo, até porque o texto vai longo e ainda não disse nada de jeito, volto a defender que tudo o que se passa de certo ou de errado com uma criança tem como base a educação , ou falta dela, que os encarregados de educação lhe dão em casa, tudo bem que o meio onde se cresce pode influêncar etc, mas eu falo por mim, se eu passei pelo que passei e "venci" (pelo menos assim o entendo) acho que todos conseguem, eu não sou especial, mas a educaão que a minha mãe me deu foi/é. [;)]
 
O problema passa sobretudo por haver um grande défice de educação/acompanhamento/autoridade em casa.
E quando digo autoridade, isto nada tem a ver com violencia ou medo, mas sim boa formação e respeito.

A demissão por parte dos pais do seu papel educativo, e o facto de utilizarem a escola como "depósito" dos seus filhos dá origem a isto: Pais ausentes, que não educam os seus filhos.

E curiosamente, basta ter atenção a quem são os pais que raramente aparecem nas reuniões com o drector de turma. São precisamente os que deviam aparecer sempre.

Estes, que deviam ir sempre, normalmente aparecem no último mês de aulas, a fazer o tradicional "choradinho" para o seu filho sempre esforçado (NOT) passar de ano.
Mas o que significa para estes pais o "chumbar"? Significa tudo menos o que devia significar. Para estes pais, não significa que o seu filho andou a brincar, gozar, perturbar a sua aprendizagem e a dos outros, nem que não adquiriu as competencias previstas. Significa apenas que vai ter de ficar mais um ano na escola a repetir a mesma coisa, a consumir dinheiro que dava jeito para pagar a prestação do 320d de 98, com letras ao meio, e que faz furor no bairro social. E o seu rebento é um santo...

Ora se temos pais mal formados, que dão o seu triste exemplo em casa, não educam, não acompanham o desenvolvimento dos seus filhos, o que pode o professor fazer perante isto?

Quando um professor repreende um aluno e leva como resposta "os meus pais deixam-me fazer isto em casa" o que se pode fazer?
Quando se chama um pai à escola para comunicar algum problema disciplinar, e esse pai não considera relevante e ainda reclama por o fazermos perder tempo, o que se pode fazer?

No meu tempo, que não foi assim há tanto tempo, os meus pais também trabalhavam os 2 o dia inteiro, e não era por isso que deixavam de comparecer na escola, de verificar os meus livros e cadernos, de ver se eu tinha trabalhos de casa e estava a arranjar maneira de não os fazer.

E penso que uma boa educação não será aquela em que a criança quase tem medo de respirar, com medo de levar porrada. Mas um bom castigo (não físico) resolve bem muita coisa. Mas desde muito cedo, de forma justa, e bem explicada a sua aplicação. E é isto que actualmente muito pouca gente faz. Ou não se faz nada e deixa-se andar, ou dá-se pancada, que de pouco serve, e fomenta a revolta.
 
Pois, mas quem não está no convento não imagina o que lá se passa.

E a gravidade da situação ultrapassa EM MUITO o que fizeram aos professores.

É pena que pouco se fale do que este governo faz aos alunos - será que é por não votarem?

Pois é, aqui ao pé de mim existem muitos miudos que a principal preocupação deles no dia a dia de estudante é conseguir sair da escola até à paragem de autocarro sem ser assaltado [;)]

Aliás, eu quando andava no 5º ano (ora isto à coisa de 12 anos) tive um caso de agressão a um professor na minha turma, fora outros casos de agressões entre colegas, assaltos, ameaças, recurso a armas brancas e já naquela altura se resolviam as coisas com paninhos quentes e tranferencias de turma para turma até voltarem a fazer asneira.

Agora, para quem andou em colégios privados, escolas "de bem" ou quem tinha os paizinhos sempre à porta a ir buscar os meninos nunca conviveu com esta triste realidade e provavelmente até vem mandar umas dicas que os professores são maus e tal... Existem escolas que são autenticos "campos de batalha" com ambientes bastante desmoralizadores para quem quer estudar...
 
"É verdade que há escolas que os professores antes de pensarem em ensinar alguem ( o que na maior parte das vezes é impossivél ) têm de pensar se vão conseguir sair "inteiros" no fim do dia de trabalho, presenciei cenas dentro de saulas de aula que nunca era capaz de fazer..."

Aparentemente, há quem ache que a esses professores ainda devia ser exigido que seduzam, que cativem, que tornem o ensino uma coisa lúdica...
 
Dito de outro modo: é esperado que o professor tenha sucesso onde já falharam os pais, o psicólogo, o psiquiatra, a assistente social...

Por mais que custe aceitar a uma certa "elite" intelectual, a escola é reprodutora do modelo social que a enquadra.
A escola tem-se revelado incapaz de desempenhar o papel de agente de mudança social que seria suposto ser.
É profundamente injusto pedir responsabilidades APENAS aos docentes.
Em boa hora foi criado o Observatório da Qualidade das Políticas Educativa, em contraponto ao observatório das práticas educativas... Pena é que seja relegado para um canto, silenciado como convém ao poder.

O ministério da educação é infalível?
O governo é infalível?

É o que pretender fazer crer nesta e noutras matérias.

Juízo!!!
 
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