Mãe de Aluna Agride Professora

Contra-resposta

Contra-resposta

"DREN quer "punição exemplar" para agressores de docentes
28.02.2007 - 16h02


A directora regional de educação do Norte, Margarida Moreira, considerou hoje "inaceitáveis" as agressões a professores ocorridas esta semana em escolas primárias do Porto, reclamando uma "punição exemplar" para os autores.
"Trata-se de situações que devem ter uma punição exemplar para que as pessoas percebam que não podem ter este tipo de comportamentos", afirmou Margarida Moreira, em declarações à Lusa.

A directora regional comentava os dois casos de agressões a professores por parte de dois adultos ocorridos esta semana na cidade do Porto, um registado anteontem na escola primária do Cerco do Porto e outro no dia seguinte na escola primária das Campinas..."


In http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1286923&idCanal=74
 
Última edição:
Na minha opinião, o "romantismo" a que chegou a educação (não só em Portugal claro...) está a criar futuros adultos mal preparados e sem bagagem para enfrentar o mercado de trabalho. Quando um aluno não é tão "capaz" (perdoem a expressão) deve ser orientado desde cedo para um curso de cariz profissional, mais ligado a uma actividade prática de forma a ter ferramentas para encarar o mercado de trabalho. Nem todos podem ser "doutores"....

Esta tentativa de massificar a educação "igual para todos", cria situações de conflito diário nas escolas. Numa turma o professor tem sempre de nivelar a bitola por baixo, facilitando em excesso por causa dos alunos piores, acabando os bons alunos por ser prejudicados.
A escola é um local de aprendizagem e ensino. Claro que para aprender tem de se trabalhar!!! E tem de se exigir aos alunos o respeito pelas regras , e não "facilitar" com a desculpa que coitadinho...blá...blá...

A geração de pais pós 25 de Abril tem a mania que não se deve tocar nas criancinhas...(ainda bem que com os novos pais esse paradigma está a acabar!)
Faz parte da aprendizagem, sem reforços negativos ou positivos nem os caezinhos aprendem....quanto mais educar os filhos...(sem excessos como é obvio!)
 
~

20 Valores na resposta a Educação Cívica começa em casa a Escola não resolve tudo.[/quote]

Isso é utópico, mtos alunos nem bom ambiente tem familiar em casa, outros nem familia e alguns nem casa... a escola deveria resolver tudo, o Estado tem culpa disso um dos tristes exemplos foi a casa pia e outros coisas do Estado.
 
Há aqui gente que conta a sua história do lado que melhor conhece, todos nós já fomos alunos, mas quantos de nós temos ou tivemos alunos à nossa frente?

Um professor não tem de ser amigo, tem de ser uma figura de autoridade que se faça respeitar, que respeite os alunos e que faça o seu trabalho de forma competente, isso implica usar métodos de ensino adequados às matérias, mas sobretudo aos alunos que tem pela frente. O trabalho desenvolvido com uma determinada turma, pode ter de ser diferente de outra.

O senhor FGO, é de facto incoerente nos seus propósitos, tão depressa repudia a violência física como de seguida incita à violência. Para desviar a conversa ainda invoca outras profissões que não foram sequer para aqui chamadas, só ele se lembrou de falar delas.

Nunca um professor deve de bater num aluno, isso é o primeiro ponto, quem o fizer terá de responder por isso. Nunca um cidadão pode bater noutro cidadão, caso contrário terá de responder por isso, é tão simples quanto isso.

Completamente de acordo. Uma visão objectiva e despida de preconceitos.
Só olhando os factos deste modo se pode avançar para a resolução deste e de outros problemas nacionais.
apr:)
 
Prefiro que um aluno aprenda alguma coisa que nada, prefiro que um aluno tenha gosto no que faz, nem que para isso avance mais lentamente, prefiro ter um "mau" aluno a conseguir notas medianas do que ter um "mau" aluno cada vez pior e a ter negativas atrás de negativas.

Também eu, mas se à conta deste romantismo no fim do ano tiver de justificar perante conselho de turma e o conselho executivo o não cumprimento do programa, é um bocado chato.

Ou então minto, aldrabo os sumários no livro de ponto, e quem se lixa são os mesmos alunos no ano a seguir. O que torna pior a emenda que o soneto.
 
Há aqui gente que conta a sua história do lado que melhor conhece, todos nós já fomos alunos, mas quantos de nós temos ou tivemos alunos à nossa frente?

Um professor não tem de ser amigo, tem de ser uma figura de autoridade que se faça respeitar, que respeite os alunos e que faça o seu trabalho de forma competente, isso implica usar métodos de ensino adequados às matérias, mas sobretudo aos alunos que tem pela frente. O trabalho desenvolvido com uma determinada turma, pode ter de ser diferente de outra.

O senhor FGO, é de facto incoerente nos seus propósitos, tão depressa repudia a violência física como de seguida incita à violência. Para desviar a conversa ainda invoca outras profissões que não foram sequer para aqui chamadas, só ele se lembrou de falar delas.

Nunca um professor deve de bater num aluno, isso é o primeiro ponto, quem o fizer terá de responder por isso. Nunca um cidadão pode bater noutro cidadão, caso contrário terá de responder por isso, é tão simples quanto isso.

Caro K2000
Primeiro vai ter a hombridade de me mostrar onde sou incoerente com os meus propósitos.
Segundo disse e afirmo que se de meu filho se tratasse a dita ficaria a comer por uma palhinha, (isto porque achei graça a esta frase dita por um defensor da professora agredida, pode confirmar).
Terceira, devo estar a falar com alguém com dificuldade de entender as coisas ou então inventa a seu belo prazer ( não é o único por estas bandas).
Invoco outras profissões para desviar a conversa?:):):):).
Leia e se for necessário releia e chegará á conclusão que peço os mesmos direitos para essas tais profissoes serem equiparadas “judicialmente” aos professores, fiz-me entender? Se não entendeu azar o seu.
 
"DREN quer "punição exemplar" para agressores de docentes
28.02.2007 - 16h02


A directora regional de educação do Norte, Margarida Moreira, considerou hoje "inaceitáveis" as agressões a professores ocorridas esta semana em escolas primárias do Porto, reclamando uma "punição exemplar" para os autores.
"Trata-se de situações que devem ter uma punição exemplar para que as pessoas percebam que não podem ter este tipo de comportamentos", afirmou Margarida Moreira, em declarações à Lusa.

A directora regional comentava os dois casos de agressões a professores por parte de dois adultos ocorridos esta semana na cidade do Porto, um registado anteontem na escola primária do Cerco do Porto e outro no dia seguinte na escola primária das Campinas..."


In http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1286923&idCanal=74

Assino por baixo no que esta Sra. pede. Mas será que o pediu também para que se faça o mesmo perante alunos agredidos por professores?
 
FGO: Se o seu filho passasse a vida a gozar com os professores, a perturbar quem quer aprender, a bater em colegas, desrespeitar toda a gente, também o espancaria ao ponto de o deixar a comer por uma palhinha?

Ou uma agressão a um colega já é uma violencia "menor"?

Nota: não defendo, e jamais aplicaria qualquer tipo de violencia num aluno, física ou verbal.
 
FGO: Se o seu filho passasse a vida a gozar com os professores, a perturbar quem quer aprender, a bater em colegas, desrespeitar toda a gente, também o espancaria ao ponto de o deixar a comer por uma palhinha?

Ou uma agressão a um colega já é uma violencia "menor"?

Nota: não defendo, e jamais aplicaria qualquer tipo de violencia num aluno, física ou verbal.

Meu caro...
Azar dele se me tivesse chegado aos meus ouvidos ou olhos, algo como a falta de respeito perante um professor. Se tivesse conhecimento de picardias entre ele e outro colega ou amigo e se estas picardias fossem uma constante pode crer que tomaria uma atitude perante a cara dele. Fiz-me entender?


Já que se fala agora na palhinha porque raio essas criticas ou observações não foram feitas a quem colocou este tipo de acção no topico????
 
Caro K2000
Primeiro vai ter a hombridade de me mostrar onde sou incoerente com os meus propósitos.
Segundo disse e afirmo que se de meu filho se tratasse a dita ficaria a comer por uma palhinha, (isto porque achei graça a esta frase dita por um defensor da professora agredida, pode confirmar).
Terceira, devo estar a falar com alguém com dificuldade de entender as coisas ou então inventa a seu belo prazer ( não é o único por estas bandas).
Invoco outras profissões para desviar a conversa?:):):):).
Leia e se for necessário releia e chegará á conclusão que peço os mesmos direitos para essas tais profissoes serem equiparadas “judicialmente” aos professores, fiz-me entender? Se não entendeu azar o seu.

FGO, incoerencia é quando defendemos uma coisa para os outros e uma diferente para nós, se repudia a violência, não tem nada que dizer "Segundo disse e afirmo que se de meu filho se tratasse a dita ficaria a comer por uma palhinha", ou repudia para todos, ou para ninguém.

Quanto ao segundo ponto, por todo o respeito que possamos ter para as profissões referidas, não são iguais, não estou a fazer juizos de valor sobre elas, apenas a dizer que não podem ser comparadas, o nível de responssabilidade de um professor não tem absolutamente nada a ver com o de um padeiro ou de um varredor, ora se estas profissões nada têm em comum, qual o propósito de as invocar? A proteção jurídica deve de se adequar e proporcional à profissão de cada um, quanto mais riscos existirem, mais proteção deve essa pessoa ter. Mais uma vez, isso nada tem a ver com juizos de valor, ninguém aqui põe em causa o respeito que devemos ter por determinada profissão, mas a responsabilidade e exigência de cada uma acaba por ser muito específica.
 
Sedução em termos abstractos não sei o que é.

O que sei é que a maneira como apresentamos os conteudos, os materiais as actividades podem levar ao interesse ou ao desinteresse. Umas vezes funciona bem, outras vezes nem por isso. O que sei é que cada aula tem de estar minimamente bem enquadrada em relação ao "target", enquanto que numa turma de "bons alunos" podes desenvolver a matéria com toda a confiança e celeridade, numa turma mais "problemática" terás de desenvolver actividades muito mais lúdicas e ter em especial atenção as dificuldades dos alunos.

E claro, depende das idades e do meio onde vivem não é verdade... Imagino que apanhar alunos de meios problemáticos será substancialmente diferente de alunos de meios desfavorecidos, é como em tudo na via, há que se adaptar.

E continuo na minha, se não há educação em casa, isso nota-se muito bem na escola.

PS: Mais uma coisa, turmas de 30/40/60 alunos e 120 minutos, estás obviamente a falar de ensino universitário, e isso é completamente diferente, estamos a falar de homens e mulheres adultos/as que estão ali porque querem, muitos até têm de fazer sacrifícios, não compares sequer as situações.



Não comparo o quê?
Em que nível de ensino o professor trabalha apenas com campeões fórmula 1, auto-motivados? Lamento desapontar-te, mas há de tudo e cada vez mais o desinteresse e a baixissíma formação base dos alunos e dos professores é enorme.

Em qualquer nível de ensino, o professor tem que se preocupar com a forma de comunicação com os seus alunos, dentro e fora da sala , sem nunca se envolver demasiado (a tal ideia do amigo ou inimigo).

Isto é, passo a explicar, é fundamental que exista a abertura necessária para que professor e aluno sintam liberdade para questionar, criticar, apresentar sugestões, quererem ir mais além no conhecimento e na sua formação.

Todavia existe uma linha que jamais pode ser ultrapasada por nenhuma das personagens, afinal trata-se de trabalho para ambos. É aqui que é fundamental cada um saber qual é o seu lugar e responsabilidades.

Caso contrário como pode um professor garantir o cumprimento de programas, de prazos, realização de trabalhos, et cetera?

Salvo melhor opinião, é aqui que é fundamental o exercício da tão fadada autoridade.

Aindo hoje sou estudante e continuo a preferir o professor inteligente, sábio
que sabe e preocupa-se em fazer passar a mensagem e ainda motivar, criar interesse no que ainda existe para aprender.

Qual é o interessa de ter à frente alguém que aprentemente domina muito certas matérias, se depois porque são complexas, difíceis de percebr, não consegue reter os alunos nas salas de aula e na pontualidade dos trabalhos?

É muito lindo afirmar que o aluno está lá para estudar e aprender e o professor para ensinar e,.... Certo, mas volto a referir que o professor e o aluno devem desenvolver e aplicar as técnicas mais úteis para essa aprendizagem ser mais facilitada.

Experimentem ir a alguma conferência ou apresentação pública de ideias e trabalhos, produtos, et cetera e verifiquem sobre quem vai incidir mais a vossa atenção.

Como é e como se apresenta o orador que enche a sala, que quer garantir sala cheia, atenta e interessada?

Já agora, isto aplica-se apenas à docência ou a todas as profissões que envolvem o relacionamento e a interacção com pessoas?
 
"Qual é o interessa de ter à frente alguém que aprentemente domina muito certas matérias, se depois porque são complexas, difíceis de percebr, não consegue reter os alunos nas salas de aula e na pontualidade dos trabalhos?"

um dia, quando trabalhares a sério, vai dizer isso à tua entidade patronal.."Ah e tal, o chefe não me motiva para estar aqui e ter pontualidade no meu trabalho.."


"É muito lindo afirmar que o aluno está lá para estudar e aprender e o professor para ensinar "

Não é uma questão de ser lindo ou não..é a obrigação de cada uma das parte.
 
FGO, incoerencia é quando defendemos uma coisa para os outros e uma diferente para nós, se repudia a violência, não tem nada que dizer "Segundo disse e afirmo que se de meu filho se tratasse a dita ficaria a comer por uma palhinha", ou repudia para todos, ou para ninguém.

Quanto ao segundo ponto, por todo o respeito que possamos ter para as profissões referidas, não são iguais, não estou a fazer juizos de valor sobre elas, apenas a dizer que não podem ser comparadas, o nível de responssabilidade de um professor não tem absolutamente nada a ver com o de um padeiro ou de um varredor, ora se estas profissões nada têm em comum, qual o propósito de as invocar? A proteção jurídica deve de se adequar e proporcional à profissão de cada um, quanto mais riscos existirem, mais proteção deve essa pessoa ter. Mais uma vez, isso nada tem a ver com juizos de valor, ninguém aqui põe em causa o respeito que devemos ter por determinada profissão, mas a responsabilidade e exigência de cada uma acaba por ser muito específica.

"A proteção jurídica deve de se adequar e proporcional à profissão de cada um, quanto mais riscos existirem, mais proteção deve essa pessoa ter."

Pois claro... portugueses de primeira e de segunda, a proteção tem de ser para todos igual, sejam doutorados ou sem abrigo.
 
"A proteção jurídica deve de se adequar e proporcional à profissão de cada um, quanto mais riscos existirem, mais proteção deve essa pessoa ter."

Pois claro... portugueses de primeira e de segunda, a proteção tem de ser para todos igual, sejam doutorados ou sem abrigo.


Não se trata de portugueses de primeira ou de segunda.

Trata-se de adequar os meios às necessidade. O primeiro-ministro e o presidente da república andam com 5 ou 6 guarda-costas, para onde quer que vão.

Achas então que cada pessoa devia de andar com 5 ou 6 guarda-costas, só para não haver portugueses de primeira e portugueses de segunda?
 
Não se trata de portugueses de primeira ou de segunda.

Trata-se de adequar os meios às necessidade. O primeiro-ministro e o presidente da república andam com 5 ou 6 guarda-costas, para onde quer que vão.

Achas então que cada pessoa devia de andar com 5 ou 6 guarda-costas, só para não haver portugueses de primeira e portugueses de segunda?

Leia com atenção desde o principio e deixe de apanhar o comboio em andamento.
 
depois de ler a noticia e varios comentarios tirei a seguinte conclusão:
a professora com 22anos ,portanto com pouca experiencia que por isso foi colocada numa escola problematica porque os professores com mais anos já não dão aulas nestas escolas, repreendeu a aluna (sim que pelos comentarios dos colegas ao jornalista a professora não bateu na aluna) esta para se vingar ou justificar o mais certo chumbo chega a casa e faz queixinhas da professora
a mãe que pelos visto é mais estupida que a filha porque não sabe o que tem em casa, decide partir a cara a professoar ,sim por para bater na santa da filhinha está cá ela.
a professora devia era ter feito é o que muitos colegas fazem(porque não há grande alternativa no sistema de ensino) deixar a menina passear pela escola até estar farta de estudar ou deixar-se engravidar por algum basofe e dedicar-se a futuro de trabalhos de ordenado minimo .
 
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