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Será que é Paulo Macedo que recebe muito ou os que estão abaixo dele e podem ser os seus substitutos que recebem/recebiam pouco?
Exactamente!...Concordo claramente com a 2ª parte da tua frase .....[]
O problema, é que se confunde a carreira Política com a carreira de Servidor Público.
Entendo que o Estado deve pugnar por ter os melhores e como tal deve ir ao mercado de trabalho e propor condições que aliciem e motivem bons colaboradores. Eu faço isso na minha Empresa.
Claro que o Estado à custa de uma política ruinosa da nossa classe política, engoliu gente a mais, sem grandes preocupações de exigência e agora tem um problema entre mãos.
Mas há que sair disto. Já não vale a pena falar dos incompetentes e vamos cingir-nos aos competentes, pois são eles o verdadeiro motor de tudo isto.
O problema é isto ser um País de frustrados. Se eu estou mal, não é por minha culpa, mas sim por culpa do sistema. Se eu tenho um ordenado de 675€, qualquer gajo que receba acima disto é por causa das cunhas, dos amigos e etc e tal.
Parece-me ser este o pensamento dominante.
Penso que falta a coragem política para romper com este marasmo.
É pena que o que se passou com o Paulo Pedroso tenha sido um sinal em sentido contrário. Tipicamente Socialista.
É por isso, que o PS por muito que preencha os espaço político do Centro, lá no fundo, nas caves húmidas do Largo do Rato, é completamente inadaptado da realidade. [:blush:]
Eheheheh, tinha reparado precisamente nisso!...[O que se passou com o Paulo Pedroso ? não ficou ilibado do processo casa Pia ?
Percebo-te perfeitamente, mas pergunto, o que é que o nosso executivo quer, afinal? Quer profissionais de alto rendimento e pagar-lhes em conformidade, ou, pelo contrário, quer que todos (os que restarem...) rendam o máximo e, mesmo assim, a qualquer momento, "dar-lhes um chuto..." e, entretanto mas antes disso, pagar-lhes, num contexto de mercado, mal?...O problema, é que se confunde a carreira Política com a carreira de Servidor Público.
Entendo que o Estado deve pugnar por ter os melhores e como tal deve ir ao mercado de trabalho e propor condições que aliciem e motivem bons colaboradores. Eu faço isso na minha Empresa.
Claro que o Estado à custa de uma política ruinosa da nossa classe política, engoliu gente a mais, sem grandes preocupações de exigência e agora tem um problema entre mãos.
Mas há que sair disto. Já não vale a pena falar dos incompetentes e vamos cingir-nos aos competentes, pois são eles o verdadeiro motor de tudo isto.
O problema é isto ser um País de frustrados. Se eu estou mal, não é por minha culpa, mas sim por culpa do sistema. Se eu tenho um ordenado de 675€, qualquer gajo que receba acima disto é por causa das cunhas, dos amigos e etc e tal.
Parece-me ser este o pensamento dominante.
Penso que falta a coragem política para romper com este marasmo.
É pena que o que se passou com o Paulo ******* tenha sido um sinal em sentido contrário. Tipicamente Socialista.
É por isso, que o PS por muito que preencha os espaço político do Centro, lá no fundo, nas caves húmidas do Largo do Rato, é completamente inadaptado da realidade. [:blush:]
Muito se fala em boas medidas por ele tomadas.... que medidas foram...
Talvez um mero programa informático em que havendo dividas`ao Estado vão bloquear contas bancárias, penhorar salários, créditos, etc...
Isto nunca passaria pela cabeça de ninguem, até pela cabeça de um funcionário de 400€ mensais? ou agora há mais coragem politica?
Afinal o fosso entre ricos e probres tem aumentado e a corrupção tambem....
É o que dá falar de Paulo Macedo e Partido Socialista ao mesmo tempo. [O que se passou com o Paulo Pedroso ? não ficou ilibado do processo casa Pia ?
É realmente uma situação complicada.Percebo-te perfeitamente, mas pergunto, o que é que o nosso executivo quer, afinal? Quer profissionais de alto rendimento e pagar-lhes em conformidade, ou, pelo contrário, quer que todos (os que restarem...) rendam o máximo e, mesmo assim, a qualquer momento, "dar-lhes um chuto..." e, entretanto mas antes disso, pagar-lhes, num contexto de mercado, mal?...
Em parte tens razão. O Paulo Macedo não é nenhum génio e não é melhor do que muitos outros. Nós é que estamos tão mal habituados que temos esta tendência a elogiar o Paulo Macedo das Finanças, o [SIZE=-1]António Nunes[/SIZE] da ASAE ou o Fernando Pinto da TAP, entre (poucos) outros.
Não deveria ser assim, aquilo que estas pessoas fazem não é nada de transcendental, não são nenhuns super-herois.
Mas infelizmente a realidade é que perante tudo a que fomos assistindo ao longo dos anos damos por nós a elogiar quem está simplesmente a fazer ... o seu trabalho. E realço o "infelizmente". Não deveria ser assim! Mas infelizmente é !
Falas de programas informáticos, básicamente tem sido isso também. Mas o pormenor é que esses programas informáticos existem há muitos anos e misteriosamente nunca funcionavam ou funcionavam mal. Ainda me lembro dum revolucionário programa desenvolvido pela Artur Andersen para o IVA há uns 10/15 anos atrás que custou uns 2 ou 3 milhões de contos na altura e que iria fazer uns cruzamentos de dados fabulosos. Passado 5 anos esses cruzamentos continuavam a não ser feitos. Porquê ? Não sei, mas suponho que tenha a ver com as lideranças, alguém do topo que olha para tudo e dá um berro e diz, meus senhores, este programa não funciona, por isso não o pago. A partir daí os programas começam a funcionar. Até há 2 ou 3 anos atrás por exemplo havia pessoas desempregadas no distrito de Braga e que estavam a receber subsidio de desempego e que estavam inscritas como trabalhadores no distrito de Bragança, sem que nem o software das Finanças nem o da Segurança Social conseguissem fazer um cuzamento tão rudimentar como esse. A minha opinião é a de que não faziam o cruzamento, não por limitação do software, pois nada de revolucionário teria, mas porque alguém simplesmente não queria esses cruzamentos, ou pior, porque a nossa constituição sovietica não o permitia e se calhar ainda não permite.
Portanto, porque é que até ao Paulo Macedo nada funcionava ? Não sei, é uma bela pergunta, mas ao que me dizem, a principal diferença foi o facto dele ser um gajo de fora, fora da máquina e fora dos circuitos de poder e cumplicidades e se calhar (especulação minha) fora dos circuitos de corrupção. E o facto de ser um tipo bem sucedido na vida, quadro superior dum banco, discreto e bem pago, se calhar ajudou a mantê-lo imune aos circuitos da corrupção.
Ora, chegados aqui, pelo menos a mim parece-me que a saída de alguém que apresenta bons resultados e mexe numa área tão sensível e com tantos interesses por causa do valor do seu salário não é um tiro no pé, é mesmo um enorme tiro na cabeça !
Tirem as conclusões que quiserem.
[E se eu não quiser discutir o plano de urgências, qual o problema?
Dor de cabeça é tentar entender certas pessoas.
Porque se o Paulo Macedo ficasse, iriam dizer que o executivo abre excepções para uns e não para outros. O Paulo Macedo sai, dizem que o executivo desperdiça recursos essenciais...
Isto sim é a comédia que temos no nosso país! [] [
] [
] Como não arranjam pretextos para discutir outros temas bem mais interessantes e importantes, pegam nisto... fantástico! [:blush:] [kiss]
Por exemplo neste tópico que se estava a certa altura a discutir o novo plano de urgências... http://forum.autohoje.com/showthread.php?t=26064. De repente os críticos desapareceram depois de ter visto que, afinal, não há grande coisa a criticar. Bem!![]()