PS novamente com maioria absoluta

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O fogo cruzado que para aqui vai...

Chumbo grosso...

Mas atenção que a Cruz Vermelha também circula por aqui!

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Como explicam que, com tanto descontentamento, o PS obteria uma mais acentuada maior absoluta?
Este povo não pára se surpeender, sobretudo pensando que a esmagadora maioria foi, é e continuará a "sentir na pele" as políticas aplicadas, diversas das prometidas aquando da campanha eleitoral...
 
Então mas não era o povo português que idolatrava, em massa, Salazar?!...
Por acaso lembro-me, muito bem, de ouvir "brutais" vivas e aplausos aos discursos de Marcelo Caetano, nas suas célebres conversas em família, a pessoas que saltaram para as ruas e para a política local logo nos primeiros dias após o 25 de Abril de 1974, gritando liberdade, "Grândola" e outras...

Alguns desses indivíduos até consta que eram informadores da PIDE...
 
tendo em conta que o Cavaco ainda nao pagou o que deve dos tempos em que era primeiro ministro, nao dizer nada e sem duvida um passo em frente.

mas os tugas gostam e deste tipo de politicos! quanto mais mentirosos e corruptos, melhor! mais facilmente sao reeleitos.
o Socrates tem sido o que menos segue essas tendencias dos ultimos 10 ou 15 anos, nao admira que seja odiado por muitos.

[:)][:)]
Obrigado por me teres feito rir..Nao trates esse fanatismo nao..
 
Este povo não pára se surpeender, sobretudo pensando que a esmagadora maioria foi, é e continuará a "sentir na pele" as políticas aplicadas, diversas das prometidas aquando da campanha eleitoral...

E esse discurso bonito quer dizer o quê?

Os portugueses estão, neste momento, a ser muito mais responsáveis do que alguma vez foram.

Os julgamentos fazem-se no fim, em 2009.

Acho muito bem. Deixá-los trabalhar e ver o que sai dali.

Essa atitude Pé Leve é que é o pior do espírito português, desculpa que te diga.

Está pouco longe do anarquismo. Ladrar, ladrar e não deixar trabalhar.

O Sócrates mentiu e disse que ia criar não sei quantos postos de trabalho, deixar o défice para 2º plano e mais não sei o quê?

Paciência para os que acreditavam que estes anos iam ser diferentes de contenção, restrição e sacríficos. Porque não iam e qualquer um com dois dedos na testa o sabia.

Só inconscientes ainda não perceberam como o país está e que os aninhos do bem bom para todos nunca mais se iam dar (adeus década de 90 [:p] ).

Temos pena. Ele fez o papel dele porque só vendendo ilusões se ganha eleições neste país, o pior é mesmo isso. Só acreditou quem quis. Só foi inconsciente quem quis.

Acreditaste? Temos pena [:p]

Agora deixa-o trabalhar. Depois no tempo devido, avalia-lo.

Os portugueses estão a fazê-lo. E a revelar até uma maturidade democrática considerável, por impensável que isso te pareça [;)]

As democracias são assim e os governos devem poder governar como bem entendem para depois serem avaliados...no tempo devido.

No tempo devido.
 
Ah, André, como se os profissionais «encantadores de serpentes» e os gurus do marketing que enxameiam as colmeias partidárias em altura de campanha eleitoral não soubessem providenciar para a parte significativa das massas os adequados «tratamentos de choque» sobre a «verdade» da realidade passada e a esperança sobre o futuro...

É uma debilidade da democracia, até agora incontornável nos contextos sócio-culturais politicamente analfabetizados, da qual os falsários políticos usam e abusam repetidamente.
 
Ah, André, como se os profissionais «encantadores de serpentes» e os gurus do marketing que enxameiam as colmeias partidárias em altura de campanha eleitoral não soubessem providenciar para a parte significativa das massas os adequados «tratamentos de choque» sobre a «verdade» da realidade passada e a esperança sobre o futuro...

É uma debilidade da democracia, até agora incontornável nos contextos sócio-culturais politicamente analfabetizados, da qual os falsários políticos usam e abusam repetidamente.

A democracia tem várias debilidades mas, como dizia o outro, é de longe o sistema menos mau [:D]

Não se conhece outro melhor.

(eu sei que o que acabei de dizer é discutível para alguns [:p] principalmente os que falam de boca cheia de liberdades para isto e aquilo)

Essas atitudes de virgens surpreendidas é que são aquilo que são.

Só mesmo quem acredita que há uns bons e uns maus, é que poderia achar que não iriam ser necessários sacrifícios.

Só mesmo quem é inconsciente ficou muito surpreendido com o aumento da idade da reforma.

Basta analisar a demografia e perceber que isso iria acontecer.

Só mesmo quem acredita no Pai Natal ia achar que o governo ia deixar a obcessão do défice para se concentrar num tal suposto crescimento como o Sócrates papagueou na campanha.

Basta perceber o mínimo de economia e das regras do €uro para perceber que isso não iria acontecer.

Daí que eu até acho que os portugueses estão cada vez mais pragmáticos.

Ainda há pouco tempo não tinham percebido o problema. Agora já o perceberam.

Já nem se importam se o Sócrates mentiu ou deixou de mentir.

Neste momento ele dá a ideia que consegue resolver o problema, neste momento ele aparece como o único capaz de resolver o problema, não há alternativa do outro lado e não vale a pena andar a lamuriarem-se pelos cantos todos indignados porque ele mentiu ou deixou de mentir.

Se reparares os níveis de aprovação do governo são incomparavelmente mais baixos do que o do Sócrates.

É nele que está a força.

O apoio está neste momento bem individualizado.

Tal e qual como no Cavaquismo, onde o apoio não estava no PSD mas antes no Cavaco.

Quem não entende isto não percebe peva de política, desculpem.

Daí que tanto as posições do tipo McGrieves que só fazem sentido para um militante sem identidade extra-partidária como as posições das virgens arrependidas que sempre votaram PS ou à esquerda e que estão agora muito chatiados pelo o que eles designam "desvios de direita" (essas virgens que estão sempre à espera das tais "políticas diferentes" e bla bla bla) são míninas.

Nem de longe nem de perto tem uma expressão significativa (ao ponto de decidirem alguma coisa) no eleitorado.

Daí que quem não compreende que quem deu a vitória (e quem dá a vitória não é o apoio fixo que cada partido tem, é antes o que saltita e vota neste momento ali e noutro momento acolá) ao Sócrates foram os mesmos que deram ao Cavaco tanto quanto ele era PM tal como agora para a presidência.

É o centrão. Que liga pouco ao partido. Que quer lá saber se é o PS ou o PSD que está no governo. Saltitam entre um e entre outro, o que varia a cada momento.

Porque o que faz ganhar eleições não são os McGrieves nem os manuel jasmins, partidários de um dos lados.

Quem faz ganhar as eleições é o dito centrão que se está a lixar se são socialistas, social-democratas ou o que quer que seja.

Não perceber isto é não perceber o mínimo de política e achar que se percebe (e aí está o problema [:D] ).

Quanto à tua questão, não penses que o pessoal é estúpido ou analfabeto.
(Mais um erro muito comum de quem se pensa elite [;)] )

Os estúpidos e os analfabetos quando muito são aqueles que votam sempre no mesmo e que acreditam que há os santos/salvadores e os demónios.

Esses quando muito o são.

Achar que a alternância de voto é estúpida ou típica do analfabetismo é para quem pensa tem certezas absolutas e quem gosta de verdades absolutas e se acha superior a alguém (que vê mais longe, que vê aquilo que ninguém vê) :P

A pessoa comum quer apenas viver melhor e que o país esteja melhor.

E não é estúpida por isso.

Lá porque não tem ideologia ou não toma posição política definidade não é parva ou analfabeta.
 
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André, subescrevo a generalidade do que afirmas.

Mas a proposição e sentido real da «pessoa comum quer apenas viver melhor e que o país esteja melhor», consegue ser significativamente distorcida com a «lavagem cerebral» composta, cada vez mais, como verdadeiro «soro anestésico alterador da realidade por tempo q.b.» preparado nos «laboratórios de estratégia política partidária» para diferentes públicos-alvo.

A cultura das massas vai progredindo, mas a má-fé e subtileza do uso dessa má-fé pelos recursos de propaganda política progride ainda mais.

No entanto não vejo alternativa digna à democracia.

Uma oligarquia tácita, ainda que benigna e guiada por sábios bem intencionados e competentes, seria sempre uma indignidade e uma regressaõ após se ter conhecido a democracia.

Mas estamos ainda longe dos níveis de consciência e responsabilidade partilhada (que implicam a recusa do falsear como meio para atingir um fim!), individual e colectiva, que a democracia exige para revelar todo o seu potencial sobre os demais sistemas políticos conhecidos.
 
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E esse discurso bonito quer dizer o quê?

Os portugueses estão, neste momento, a ser muito mais responsáveis do que alguma vez foram.

Os julgamentos fazem-se no fim, em 2009.

Acho muito bem. Deixá-los trabalhar e ver o que sai dali.

Essa atitude Pé Leve é que é o pior do espírito português, desculpa que te diga.

Está pouco longe do anarquismo. Ladrar, ladrar e não deixar trabalhar.

O Sócrates mentiu e disse que ia criar não sei quantos postos de trabalho, deixar o défice para 2º plano e mais não sei o quê?

Paciência para os que acreditavam que estes anos iam ser diferentes de contenção, restrição e sacríficos. Porque não iam e qualquer um com dois dedos na testa o sabia.

Só inconscientes ainda não perceberam como o país está e que os aninhos do bem bom para todos nunca mais se iam dar (adeus década de 90 [:p] ).

Temos pena. Ele fez o papel dele porque só vendendo ilusões se ganha eleições neste país, o pior é mesmo isso. Só acreditou quem quis. Só foi inconsciente quem quis.

Acreditaste? Temos pena [:p]

Agora deixa-o trabalhar. Depois no tempo devido, avalia-lo.

Os portugueses estão a fazê-lo. E a revelar até uma maturidade democrática considerável, por impensável que isso te pareça [;)]

As democracias são assim e os governos devem poder governar como bem entendem para depois serem avaliados...no tempo devido.

No tempo devido.
Bem, meu caro, se tu não achas incorrecto que se minta na vida e, talvez mais grave, para ganhar eleições, bem, embora respeite a tua opinião devo lamentar que penses assim...
 
Este André é uma verdadeira farsa. Desculpa que te diga, mas achas que vais a algum lado com um discurso da tanga? Esse discurso já lá vai... Vais-me dizer que tens solução debaixo da manga? Então apresenta-a!!

Este governo foi eleito porque os portugueses estavam fartos de tangas, de show-off, de falta de incompetência e sentiram necessidade de mudança. Deram o voto de confiança ao PS (porque foi no PS que puseram a cruz), e mais do que isso, deram uma maioria absoluta. Acredito que os votos no PS teriam sido bem inferiores que o principal candidato da direita fosse outra personalidade, e se o PSD soubesse gerir um país. Mas os 2 anos de barroso foram a desgraça que foi, e nem esse partido demonstra competência para oposição, quanto mais para governar um país.

Hoje, uma coisa que ninguém explica (ou não querem explicar) é o facto de tanto descontentamento nas ruas e quem ganharia as eleições seria precisamente o alvo dos protestos. Desde que Sócrates tomou posse houve todo o tipo de manifestações, grande maioria deles movida por sindicalistas cuja vida é ir para as ruas logo que haja qualquer mudança. Eles, tal como a maioria dos portugueses, não estão habituados a trabalhar, nem aceitam a mudança. Dou como exemplo o seguinte: o ministro da Agricultura fez passar um documento para determinar o tempo que levaria a sair do gabinete dele, até entrar noutro gabinete do mesmo ministério. Muito astuto. Pois a verdade é que levou várias horas, quando o percurso a pé é feito em segundos. Poderemos nós continuar a aceitar nesta jangada?

Um estudo feito penso que por uma universidade britânica, constatou que os Portugueses são o povo que menos aceita a mudança. Isto é verídico. Os portugueses para mudar a própria secretária numa mesma sala de trabalho, fazem barulho, colocam problemas e ainda amuam. Não aceitam a mudança, nem que seja para melhor.

A maior parte dos funcionários públicos, e dos portugueses, tem perfeita noção que a mudança é necessária em todos os campos. Sondagem após sondagem, manifestação após manifestação, o PS continua a ser o partido mais votado nas sondagens, e cada reforma, cada contestação, faz subir ainda mais as intenções de voto. Porquê?

O protesto geral dos funcionários públicos foi o que foi. E as intenções de voto subiram. O fecho das maternidades foi o que foi. E as intenções de voto voltaram a subir... Porquê? Porque há resultados. A máquina fiscal nunca antes tinha cobrado tanto e a fuga ao fisco hoje está mais apertada que nunca. O fecho das maternidades moveu multidões. Mas foi mais barulho que outra coisa, hoje apercebem-se que, afinal talvez fosse mesmo necessário. Ainda na saúde, houve hoje acordo com 6 municípios, relativamente ao fecho das urgências. O que é preciso é diálogo.
E embora com toda a sinceridade este governo peca pela falta de diálogo, e com isso haja quem se aproveite dado não ter competência para promover outro tipo de oposição, há resultados. Como explicas que economistas de ala da direita pactuam e apoiam as medidas aplicadas? Desde Miguel Beleza a César das Neves, passando por Ferreira do Amaral (todos catedráticos na área de Macroeconomia).

Há muita coisa para dizer em relação a este assunto. Muita mesmo. Estamos a meio do mandato, e muitos resultados apenas surgem dentro de algum tempo… Mas muitos nunca pensaram haver resultados tão depressa. No entanto cá estaremos, dentro de 2 anos, para discutir o resultado das eleições.

Finalmente e off-topic, não tens legitimidade para me acusares de ser um militante sem identidade extra-partidária. Conheces-me? Quem és tu para julgares os outros? Antes de me acusarem de socialista radical, tenta entender as razões pelas quais apoio incondicionalmente o governo actual. Não sou militante nem como do tacho, como andaram a comer os afilhados do PSD na câmara de Lisboa… Nem tenho nenhuma procuração para representar aqui quem quer que seja. Represento-me a mim próprio.
 
Há muita coisa para dizer em relação a este assunto. Muita mesmo. Estamos a meio do mandato, e muitos resultados apenas surgem dentro de algum tempo… Mas muitos nunca pensaram haver resultados tão depressa. No entanto cá estaremos, dentro de 2 anos, para discutir o resultado das eleições.

Gostas muito de ir ao baú das memórias e trazer o Barroso à baila, mas já que gostas tanto do passado, recomendo-te que faças uma análise deste governo e do outro (agora esquecido): do Guterres...Vê lá se as medidas que este governo toma não são na realidade uma simples correcção às atrocidades desse tempo...

Quanto a resultados? Bem só podes estar a brincar. É que os unicos resultados que estão à vista são péssimos.

Contudo, o que mais me preocupa é saúde. Está neste momento em curso a destruição do sistema nacional de saúde. A lógica socialista levada ao extremo patético num conjunto de medidas avulso.

O fecho das urgências é um caso paradigmático. Para que alguns não fiquem demasiado bem servidos de urgências, fecha-as para que todos fiquem IGUALMENTE mal servidos...É que assim ninguém se fica a rir!

Outro caso é o fecho das extensões dos centros de saúde nas pequenas aldeias. A lógica até parece estar do lado do ministro só que ... ao fechar as essas extensões para que os centros de saúde de maior dimensão possam estar abertos mais tempo esqueceu-se de um pormenor...como chegam os idosos a esses centros? A pé (10 km)? Conclusão: o ministro nunca deve ter saído de lisboa e não faz a mais pálida ideia de como ainda se sobrevive no Portugal profundo, sem transportes publicos, sem saúde e com poucos recursos.
 
Gostas muito de ir ao baú das memórias e trazer o Barroso à baila, mas já que gostas tanto do passado, recomendo-te que faças uma análise deste governo e do outro (agora esquecido): do Guterres...Vê lá se as medidas que este governo toma não são na realidade uma simples correcção às atrocidades desse tempo...

Quanto a resultados? Bem só podes estar a brincar. É que os unicos resultados que estão à vista são péssimos.

Contudo, o que mais me preocupa é saúde. Está neste momento em curso a destruição do sistema nacional de saúde. A lógica socialista levada ao extremo patético num conjunto de medidas avulso.

O fecho das urgências é um caso paradigmático. Para que alguns não fiquem demasiado bem servidos de urgências, fecha-as para que todos fiquem IGUALMENTE mal servidos...É que assim ninguém se fica a rir!

Outro caso é o fecho das extensões dos centros de saúde nas pequenas aldeias. A lógica até parece estar do lado do ministro só que ... ao fechar as essas extensões para que os centros de saúde de maior dimensão possam estar abertos mais tempo esqueceu-se de um pormenor...como chegam os idosos a esses centros? A pé (10 km)? Conclusão: o ministro nunca deve ter saído de lisboa e não faz a mais pálida ideia de como ainda se sobrevive no Portugal profundo, sem transportes publicos, sem saúde e com poucos recursos.
A verdade é essa! Mas infelizmente algumas pessoas não só apoiam (e, por incrível que pareça, apoiam) faltar à verdade entre a campanha eleitoral e o que foi posto em prática depois, já em governação, o que me parece, no mínimo, muito questionável, como ainda apoiam, incondicionalmente, as medidas avulso que, efectivamente, estão a sair a jorros, parecendo não se perceber que não só não causaram nada (zero) em termos de resultados imediatos positivos, como auguram resultados muito negros para o país num futuro muito próximo que estão, não tenhamos dúvidas, a hipotecar...

Mas quando chegar a campanha eleitoral para as próximas legislativas, altura em que o país tem já obrigação de estar claramente melhor (mais produtividade, menos gastos desnecessários, melhor poder de compra/nível de vida dos portugueses) a gente cá estará para comentar!

Nessa altura, prevejo (e escrevam aí...), os defensores incondicionais de asneiras em cima de asneiras deste executivo, vão dizer que, afinal (embora devam omitir o "afinal"...), o tempo foi curto, houve imponderáveis, etc, etc, etc...

E eu até compreendo os empresários, sobretudo no seu apoio quase incondicional a estas medidas, pois se eu trabalhasse para mim próprio também as defenderia, claro! O que não compreendo é aqueles que trabalham para outrém...
 
Gostas muito de ir ao baú das memórias e trazer o Barroso à baila, mas já que gostas tanto do passado, recomendo-te que faças uma análise deste governo e do outro (agora esquecido): do Guterres...Vê lá se as medidas que este governo toma não são na realidade uma simples correcção às atrocidades desse tempo...

Quanto a resultados? Bem só podes estar a brincar. É que os unicos resultados que estão à vista são péssimos.

Contudo, o que mais me preocupa é saúde. Está neste momento em curso a destruição do sistema nacional de saúde. A lógica socialista levada ao extremo patético num conjunto de medidas avulso.

O fecho das urgências é um caso paradigmático. Para que alguns não fiquem demasiado bem servidos de urgências, fecha-as para que todos fiquem IGUALMENTE mal servidos...É que assim ninguém se fica a rir!

Outro caso é o fecho das extensões dos centros de saúde nas pequenas aldeias. A lógica até parece estar do lado do ministro só que ... ao fechar as essas extensões para que os centros de saúde de maior dimensão possam estar abertos mais tempo esqueceu-se de um pormenor...como chegam os idosos a esses centros? A pé (10 km)? Conclusão: o ministro nunca deve ter saído de lisboa e não faz a mais pálida ideia de como ainda se sobrevive no Portugal profundo, sem transportes publicos, sem saúde e com poucos recursos.


De ti não poderia esperar outra reacção... e desafio-te a lançares aqui propostas, já que és tão entendido na matéria, tal como o teu líder Marques Mendes que protesta, protesta e protesta... mas propostas: ZERO! Ele devia estar bem escondido. :sh)

Além disso, os teus comentários dão a entender que o ministro da saúde fez o relatório em cima do joelho. Tens noção das barbaridades que dizes?? Simplesmente não foi o ministro que o fez. Foi baseada em pareceres da Direcção Geral de Saúde, Administrações regionais de saúde, e elaborado pela comissão técnica (grupo de peritos). Mas como tu és perito na matéria, cá vens lanças críticas vindas do nada. A isso se chama, com todas as letras, IGNORÂNCIA.

Em relação à saúde, a proposta da rede de serviços de urgência foi posta a discussão à Associação Nacional de Municípios, às Câmaras Municipais, à Ordem dos Médicos e de Enfermeiros, Associações Sindicais e de doentes e utilizadores. E se leres o relatório (o que duvido) a comissão técnica que o elaborou pôs bem em claro que é necessária a discussão com os visados de forma a se obter um plano optimizado. Alguns grupos fizeram-no (6 câmaras incluindo duas social-democratas), chegando a um acordo.

Depois temos pessoas que se queixam que demoram muito a chegar às urgências, e pergunto-me se algum dia algum autarca lhes explicou que a proposta visa não só a reestruturação dos serviços mas também a reorganização da rede de transportes e comunicações que serve as urgências. Claro que se o Ministério e a Comissão faz passar a informação, e os autarcas filtram-na, a informação não chega a todos da mesma forma.

Em relação à proposta, pergunto-te se conheces os critérios de avaliação utilizados para a definir. Conheces? Duvido... pelos teus comentários, deves-te cingir ao que ouves na tua rádio local. Mas para quem se acha tão esperto, isso não chega.

Mas eu cá te ajudo a esclarecer as tuas ideias, confusas por sinal. Os critérios foram:
- tempo de resposta desde o accionamento do meio de socorro à chegada ao local da ocorrência
- tempo do trajecto entre o local de ocorrência e o ponto de urgência mais próximo
- mobilidade sazonal da população
- risco de trauma (exemplo os pontos negros rodoviários)
- risco industrial (valorizando áreas geográficas de risco)
- actividade no serviço de urgência (pressupondo o mínimo de capacidade instalada)
- 3 níveis de urgência (polivalente, médico-cirúrgica e urgência básica)

Diz-me lá agora: tens o truque na manga para fazer um plano optimizado baseado nestes dados? Ou vamos continuar a pôr um serviço de urgência de dimensões modestas numa localidade com baixo risco de ocorrência, e negligenciar com um serviço básico numa localidade com maior risco de ocorrência...

O que ninguém explica também é que os serviços de urgência que vão receber mais ocorrências, receberão também mais recursos físicos e humanos para estarem mais aptos a responder de forma adequada.

Admiro-me é como, pessoas como tu, não têm a mínima noção do quão complexo as coisas são. Uma comissão técnica que elabora uma proposta é constituída por profissionais, não amadores como tu, que se pensam entendidos em todas e mais alguma matéria. Mas é esse tipo de pessoa cuja mentalidade é mais difícil de se mudar...
 
Última edição:
Nao se esqueçam que o Cavaco exigiu resultados CLAROS este ano nomeadamente economia, justiça e saude..o ano de 2007 é um ano crucial..estas foram as exactas palavras do PR..ou seja os resultados tem que aparecer ja no final deste ano e nao daqui a 1 ou 2 anos..nessa altura o país tem que estar muiiito melhor..a recuperaçao CLARA da economia e nao a virtual de que o governo anda a falar tem que acontecer este ano..ca estaremos para ver isso..
 
Última edição:
Nao se esqueçam que o Cavaco exigiu resultados CLAROS este ano nomeadamente economia, justiça e saude..o ano de 2007 é um ano crucial..estas foram as exactas palavras do PR..ou seja os resultados tem que aparecer ja no final deste ano e nao daqui a 1 ou 2 anos..nessa altura o país tem que estar muiiito melhor..a recuperaçao CLARA da economia e nao a virtual de que o governo anda a falar tem que acontecer este ano..ca estaremos para ver isso..

Desenvolve. É que as tuas ideias são tão básicas que não se consigue tirar nada delas... Porque não falas de soluções para os problemas do país? É que falar por falar, mais vale estar calado.
 
As exigência de Cavaco derivam da retórica usual a que um presiedente em Portugal está anilhado.

Fazem parte do espólio de qualquer presidente.

Sampaio repetia que «havia vida para lá do déficite», Cavaco também tem que dizer algo do género.
 
As exigência de Cavaco derivam da retórica usual a que um presiedente em Portugal está anilhado.

Fazem parte do espólio de qualquer presidente.

Sampaio repetia que «havia vida para lá do déficite», Cavaco também tem que dizer algo do género.


Exactamente. É a função do Presidente da República. Não esperaria outra coisa dele... apr:)

É natural que exiga mais, o contrário seria impensável. Curioso é as políticas e reformas deste governo que tanta contestação provocaram, terem todas sido promulgadas pelo PR: a Lei das Finanças Regionais, o Estatuto da Carreira Docente, a Lei de Bases da Segurança Social...
 
De ti não poderia esperar outra reacção... e desafio-te a lançares aqui propostas, já que és tão entendido na matéria, tal como o teu líder Marques Mendes que protesta, protesta e protesta... mas propostas: ZERO! Ele devia estar bem escondido. :sh)

Além disso, os teus comentários dão a entender que o ministro da saúde fez o relatório em cima do joelho. Tens noção das barbaridades que dizes?? Simplesmente não foi o ministro que o fez. Foi baseada em pareceres da Direcção Geral de Saúde, Administrações regionais de saúde, e elaborado pela comissão técnica (grupo de peritos). Mas como tu és perito na matéria, cá vens lanças críticas vindas do nada. A isso se chama, com todas as letras, IGNORÂNCIA.

Em relação à saúde, a proposta da rede de serviços de urgência foi posta a discussão à Associação Nacional de Municípios, às Câmaras Municipais, à Ordem dos Médicos e de Enfermeiros, Associações Sindicais e de doentes e utilizadores. E se leres o relatório (o que duvido) a comissão técnica que o elaborou pôs bem em claro que é necessária a discussão com os visados de forma a se obter um plano optimizado. Alguns grupos fizeram-no (6 câmaras incluindo duas social-democratas), chegando a um acordo.

Depois temos pessoas que se queixam que demoram muito a chegar às urgências, e pergunto-me se algum dia algum autarca lhes explicou que a proposta visa não só a reestruturação dos serviços mas também a reorganização da rede de transportes e comunicações que serve as urgências. Claro que se o Ministério e a Comissão faz passar a informação, e os autarcas filtram-na, a informação não chega a todos da mesma forma.

Em relação à proposta, pergunto-te se conheces os critérios de avaliação utilizados para a definir. Conheces? Duvido... pelos teus comentários, deves-te cingir ao que ouves na tua rádio local. Mas para quem se acha tão esperto, isso não chega.

Mas eu cá te ajudo a esclarecer as tuas ideias, confusas por sinal. Os critérios foram:
- tempo de resposta desde o accionamento do meio de socorro à chegada ao local da ocorrência
- tempo do trajecto entre o local de ocorrência e o ponto de urgência mais próximo
- mobilidade sazonal da população
- risco de trauma (exemplo os pontos negros rodoviários)
- risco industrial (valorizando áreas geográficas de risco)
- actividade no serviço de urgência (pressupondo o mínimo de capacidade instalada)
- 3 níveis de urgência (polivalente, médico-cirúrgica e urgência básica)

Diz-me lá agora: tens o truque na manga para fazer um plano optimizado baseado nestes dados? Ou vamos continuar a pôr um serviço de urgência de dimensões modestas numa localidade com baixo risco de ocorrência, e negligenciar com um serviço básico numa localidade com maior risco de ocorrência...

O que ninguém explica também é que os serviços de urgência que vão receber mais ocorrências, receberão também mais recursos físicos e humanos para estarem mais aptos a responder de forma adequada.

Admiro-me é como, pessoas como tu, não têm a mínima noção do quão complexo as coisas são. Uma comissão técnica que elabora uma proposta é constituída por profissionais, não amadores como tu, que se pensam entendidos em todas e mais alguma matéria. Mas é esse tipo de pessoa cuja mentalidade é mais difícil de se mudar...


A unica pessoa que confunde tudo, és tu, afogado na pretensão da razão.

E já agora, diz-me lá:

Quem és tu para chamares de ignorantes aqueles que não pensam como tu?

Quem és tu para me chamar de amador?

Para defender uma posição, mesmo que irracional, não é necessário recorrer ao insulto. Expõe as tuas ideias, mas não esperes convencer os outros pelo insulto. O tempo dos campos de reeducação socialista já acabaram( e não voltaram, para magua de muitos, bem sei), vivemos outros tempos, agora todos podemos pensar livremente, quer tu queiras quer não queiras.

É que repara, eu até posso dizer asneiras desde que não ofenda ninguém, posso dize-las. O que eu não posso é classificar e obrigar os outros por não me seguirem. As minhas opiniões surgem decorrentes do conhecimento que eu tenho dos assuntos e não me submento à simples adoração do resultado de comissões técnicas, muitas delas ao serviço de interesses (desses que tu tanto apregoas)...

ps:são quase 5 da tarde e vou tomar uma chávena de chá, aproveita também e toma uma ou duas, faz sempre bem.
 
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