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Este povo não pára se surpeender, sobretudo pensando que a esmagadora maioria foi, é e continuará a "sentir na pele" as políticas aplicadas, diversas das prometidas aquando da campanha eleitoral...Como explicam que, com tanto descontentamento, o PS obteria uma mais acentuada maior absoluta?
Este povo não pára se surpeender, sobretudo pensando que a esmagadora maioria foi, é e continuará a "sentir na pele" as políticas aplicadas, diversas das prometidas aquando da campanha eleitoral...
Por acaso lembro-me, muito bem, de ouvir "brutais" vivas e aplausos aos discursos de Marcelo Caetano, nas suas célebres conversas em família, a pessoas que saltaram para as ruas e para a política local logo nos primeiros dias após o 25 de Abril de 1974, gritando liberdade, "Grândola" e outras...Então mas não era o povo português que idolatrava, em massa, Salazar?!...
tendo em conta que o Cavaco ainda nao pagou o que deve dos tempos em que era primeiro ministro, nao dizer nada e sem duvida um passo em frente.
mas os tugas gostam e deste tipo de politicos! quanto mais mentirosos e corruptos, melhor! mais facilmente sao reeleitos.
o Socrates tem sido o que menos segue essas tendencias dos ultimos 10 ou 15 anos, nao admira que seja odiado por muitos.
Este povo não pára se surpeender, sobretudo pensando que a esmagadora maioria foi, é e continuará a "sentir na pele" as políticas aplicadas, diversas das prometidas aquando da campanha eleitoral...
Ah, André, como se os profissionais «encantadores de serpentes» e os gurus do marketing que enxameiam as colmeias partidárias em altura de campanha eleitoral não soubessem providenciar para a parte significativa das massas os adequados «tratamentos de choque» sobre a «verdade» da realidade passada e a esperança sobre o futuro...
É uma debilidade da democracia, até agora incontornável nos contextos sócio-culturais politicamente analfabetizados, da qual os falsários políticos usam e abusam repetidamente.
Bem, meu caro, se tu não achas incorrecto que se minta na vida e, talvez mais grave, para ganhar eleições, bem, embora respeite a tua opinião devo lamentar que penses assim...E esse discurso bonito quer dizer o quê?
Os portugueses estão, neste momento, a ser muito mais responsáveis do que alguma vez foram.
Os julgamentos fazem-se no fim, em 2009.
Acho muito bem. Deixá-los trabalhar e ver o que sai dali.
Essa atitude Pé Leve é que é o pior do espírito português, desculpa que te diga.
Está pouco longe do anarquismo. Ladrar, ladrar e não deixar trabalhar.
O Sócrates mentiu e disse que ia criar não sei quantos postos de trabalho, deixar o défice para 2º plano e mais não sei o quê?
Paciência para os que acreditavam que estes anos iam ser diferentes de contenção, restrição e sacríficos. Porque não iam e qualquer um com dois dedos na testa o sabia.
Só inconscientes ainda não perceberam como o país está e que os aninhos do bem bom para todos nunca mais se iam dar (adeus década de 90 [] ).
Temos pena. Ele fez o papel dele porque só vendendo ilusões se ganha eleições neste país, o pior é mesmo isso. Só acreditou quem quis. Só foi inconsciente quem quis.
Acreditaste? Temos pena []
Agora deixa-o trabalhar. Depois no tempo devido, avalia-lo.
Os portugueses estão a fazê-lo. E a revelar até uma maturidade democrática considerável, por impensável que isso te pareça []
As democracias são assim e os governos devem poder governar como bem entendem para depois serem avaliados...no tempo devido.
No tempo devido.
Há muita coisa para dizer em relação a este assunto. Muita mesmo. Estamos a meio do mandato, e muitos resultados apenas surgem dentro de algum tempo… Mas muitos nunca pensaram haver resultados tão depressa. No entanto cá estaremos, dentro de 2 anos, para discutir o resultado das eleições.
A verdade é essa! Mas infelizmente algumas pessoas não só apoiam (e, por incrível que pareça, apoiam) faltar à verdade entre a campanha eleitoral e o que foi posto em prática depois, já em governação, o que me parece, no mínimo, muito questionável, como ainda apoiam, incondicionalmente, as medidas avulso que, efectivamente, estão a sair a jorros, parecendo não se perceber que não só não causaram nada (zero) em termos de resultados imediatos positivos, como auguram resultados muito negros para o país num futuro muito próximo que estão, não tenhamos dúvidas, a hipotecar...Gostas muito de ir ao baú das memórias e trazer o Barroso à baila, mas já que gostas tanto do passado, recomendo-te que faças uma análise deste governo e do outro (agora esquecido): do Guterres...Vê lá se as medidas que este governo toma não são na realidade uma simples correcção às atrocidades desse tempo...
Quanto a resultados? Bem só podes estar a brincar. É que os unicos resultados que estão à vista são péssimos.
Contudo, o que mais me preocupa é saúde. Está neste momento em curso a destruição do sistema nacional de saúde. A lógica socialista levada ao extremo patético num conjunto de medidas avulso.
O fecho das urgências é um caso paradigmático. Para que alguns não fiquem demasiado bem servidos de urgências, fecha-as para que todos fiquem IGUALMENTE mal servidos...É que assim ninguém se fica a rir!
Outro caso é o fecho das extensões dos centros de saúde nas pequenas aldeias. A lógica até parece estar do lado do ministro só que ... ao fechar as essas extensões para que os centros de saúde de maior dimensão possam estar abertos mais tempo esqueceu-se de um pormenor...como chegam os idosos a esses centros? A pé (10 km)? Conclusão: o ministro nunca deve ter saído de lisboa e não faz a mais pálida ideia de como ainda se sobrevive no Portugal profundo, sem transportes publicos, sem saúde e com poucos recursos.
Gostas muito de ir ao baú das memórias e trazer o Barroso à baila, mas já que gostas tanto do passado, recomendo-te que faças uma análise deste governo e do outro (agora esquecido): do Guterres...Vê lá se as medidas que este governo toma não são na realidade uma simples correcção às atrocidades desse tempo...
Quanto a resultados? Bem só podes estar a brincar. É que os unicos resultados que estão à vista são péssimos.
Contudo, o que mais me preocupa é saúde. Está neste momento em curso a destruição do sistema nacional de saúde. A lógica socialista levada ao extremo patético num conjunto de medidas avulso.
O fecho das urgências é um caso paradigmático. Para que alguns não fiquem demasiado bem servidos de urgências, fecha-as para que todos fiquem IGUALMENTE mal servidos...É que assim ninguém se fica a rir!
Outro caso é o fecho das extensões dos centros de saúde nas pequenas aldeias. A lógica até parece estar do lado do ministro só que ... ao fechar as essas extensões para que os centros de saúde de maior dimensão possam estar abertos mais tempo esqueceu-se de um pormenor...como chegam os idosos a esses centros? A pé (10 km)? Conclusão: o ministro nunca deve ter saído de lisboa e não faz a mais pálida ideia de como ainda se sobrevive no Portugal profundo, sem transportes publicos, sem saúde e com poucos recursos.
Nao se esqueçam que o Cavaco exigiu resultados CLAROS este ano nomeadamente economia, justiça e saude..o ano de 2007 é um ano crucial..estas foram as exactas palavras do PR..ou seja os resultados tem que aparecer ja no final deste ano e nao daqui a 1 ou 2 anos..nessa altura o país tem que estar muiiito melhor..a recuperaçao CLARA da economia e nao a virtual de que o governo anda a falar tem que acontecer este ano..ca estaremos para ver isso..
As exigência de Cavaco derivam da retórica usual a que um presiedente em Portugal está anilhado.
Fazem parte do espólio de qualquer presidente.
Sampaio repetia que «havia vida para lá do déficite», Cavaco também tem que dizer algo do género.
De ti não poderia esperar outra reacção... e desafio-te a lançares aqui propostas, já que és tão entendido na matéria, tal como o teu líder Marques Mendes que protesta, protesta e protesta... mas propostas: ZERO! Ele devia estar bem escondido. :sh)
Além disso, os teus comentários dão a entender que o ministro da saúde fez o relatório em cima do joelho. Tens noção das barbaridades que dizes?? Simplesmente não foi o ministro que o fez. Foi baseada em pareceres da Direcção Geral de Saúde, Administrações regionais de saúde, e elaborado pela comissão técnica (grupo de peritos). Mas como tu és perito na matéria, cá vens lanças críticas vindas do nada. A isso se chama, com todas as letras, IGNORÂNCIA.
Em relação à saúde, a proposta da rede de serviços de urgência foi posta a discussão à Associação Nacional de Municípios, às Câmaras Municipais, à Ordem dos Médicos e de Enfermeiros, Associações Sindicais e de doentes e utilizadores. E se leres o relatório (o que duvido) a comissão técnica que o elaborou pôs bem em claro que é necessária a discussão com os visados de forma a se obter um plano optimizado. Alguns grupos fizeram-no (6 câmaras incluindo duas social-democratas), chegando a um acordo.
Depois temos pessoas que se queixam que demoram muito a chegar às urgências, e pergunto-me se algum dia algum autarca lhes explicou que a proposta visa não só a reestruturação dos serviços mas também a reorganização da rede de transportes e comunicações que serve as urgências. Claro que se o Ministério e a Comissão faz passar a informação, e os autarcas filtram-na, a informação não chega a todos da mesma forma.
Em relação à proposta, pergunto-te se conheces os critérios de avaliação utilizados para a definir. Conheces? Duvido... pelos teus comentários, deves-te cingir ao que ouves na tua rádio local. Mas para quem se acha tão esperto, isso não chega.
Mas eu cá te ajudo a esclarecer as tuas ideias, confusas por sinal. Os critérios foram:
- tempo de resposta desde o accionamento do meio de socorro à chegada ao local da ocorrência
- tempo do trajecto entre o local de ocorrência e o ponto de urgência mais próximo
- mobilidade sazonal da população
- risco de trauma (exemplo os pontos negros rodoviários)
- risco industrial (valorizando áreas geográficas de risco)
- actividade no serviço de urgência (pressupondo o mínimo de capacidade instalada)
- 3 níveis de urgência (polivalente, médico-cirúrgica e urgência básica)
Diz-me lá agora: tens o truque na manga para fazer um plano optimizado baseado nestes dados? Ou vamos continuar a pôr um serviço de urgência de dimensões modestas numa localidade com baixo risco de ocorrência, e negligenciar com um serviço básico numa localidade com maior risco de ocorrência...
O que ninguém explica também é que os serviços de urgência que vão receber mais ocorrências, receberão também mais recursos físicos e humanos para estarem mais aptos a responder de forma adequada.
Admiro-me é como, pessoas como tu, não têm a mínima noção do quão complexo as coisas são. Uma comissão técnica que elabora uma proposta é constituída por profissionais, não amadores como tu, que se pensam entendidos em todas e mais alguma matéria. Mas é esse tipo de pessoa cuja mentalidade é mais difícil de se mudar...