Combate à corrupção 'às moscas'

TURBO

Suspenso
"O discurso do Presidente da República, Cavaco Silva, proferido nas cerimónias do 5 de Outubro, chegou a ser citado : "Existem sinais que nos obrigam a reflectir seriamente sobre se o combate a esse fenómeno tem sido travado de forma eficaz e satisfatória." Mas o hemiciclo da Assembleia da República apenas se compôs às 18.00 de ontem. Para as votações. O debate sobre os vários projectos de lei sobre a corrupção resumiu-se a meia dúzia de intervenções com mais moscas do que deputados."

Em http://dn.sapo.pt/2007/02/23/nacional/combate_a_corrupcao_as_moscas.html
 
Última edição:
Como é q se espera q o sector da sociedade (politica) q segundo dados oficiais dá origem ao maior numero de queixas criminais relativas á corrupção (principalmente poder local) tenha interesse em regular e discutir uma lei q tem o objectivo precipuo de a combater mais eficazmente?
 
Sim, é mesmo com esperanças e intenções e com altas autoridades disto e isto, e com mais leis que se resolve alguma coisa.

Muito giro ser contra a corrupção e não perceber o porquê de ela existir.

Mais uma vez é tão confortável viver no mundo das boas intenções.
 
Diga Lá Excelência
26-07-2008 1:38
Grande corrupção “está em crescendo”
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O ex-deputado socialista João Cravinho considera que a grande corrupção em Portugal está a aumentar e acrescenta que as medidas tomadas pelo Governo nesta área não resolvem o problema. VEJA O VÍDEO.
Na opinião de João Cravinho, que esteve na origem do pacote de medidas anti-corrupção apresentado na Assembleia da República e que foi rejeitado pelo PS, a grande corrupção, “de Estado e política”, tem vindo a aumentar, isto “independentemente dos partidos”.

Em relação ao Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), aprovado o mês passado pelo Partido Socialista, João Cravinho não acredita na sua independência.

Segundo a proposta do PS, o CPC será composto por três inspectores-gerais, das Finanças, Obras Públicas e Administração Local, os dois mais altos responsáveis do Tribunal de Contas (presidente e director-geral), um magistrado do Ministério Público, um advogado e uma personalidade de reconhecido mérito escolhida pelos anteriores.

Se por um lado esta composição põe em causa a independência do Tribunal de Contas, argumenta João Cravinho, já que “o seu presidente preside a uma comissão de pendor governamental”, por outro, acrescenta, impede ainda a CPC de realizar o seu trabalho já que, à partida, alguns dos seus membros (inspectores-gerais das Finanças, Obras Públicas e Administração Local) são responsáveis por inspecções que também deveriam ser alvo de fiscalização por parte do CPC.

Noticia completa em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=39&ContentId=254969

:rolleyes:
 


Por caso e no mesmo fim de semana

Uma entrevista de Magalhães e Silva


Pergunta - Falta o resto, não é?


- O que nos sobra em denúncias falta-nos em medidas. Eu compreendo e aprovo tudo o que seja a apresentação de medidas contra a corrupção.

Pergunta - Mas falta vontade para a combater, não é verdade?

- Falta. Veja o pacote Cravinho. É um inventário de medidas de A a Z. Discutíveis, com certeza. Mas que constituíam um acervo importante de combate á corrupção que atravessa transversalmente a sociedade portuguesa. Em medida que tomos desconhecemos. Sabemos é que há um ambiente geral em que a convicção é de que ela é relativamente elevada. Mas exactamente por isso, para que o trigo se separe do joio, eram necessárias medidas.


Entrevista completa



:rolleyes:

I wonder ...
 
Sim, é mesmo com esperanças e intenções e com altas autoridades disto e isto, e com mais leis que se resolve alguma coisa.

Muito giro ser contra a corrupção e não perceber o porquê de ela existir.

Mais uma vez é tão confortável viver no mundo das boas intenções.

Um *pudico!

*Em http://www.priberam.pt/dlpo/definir_resultados.aspx

Esta moralidade histórica e arcaica, de facto o Novo Mundo há séculos atrás deve ter sido a melhor visão para Homens e Mulheres Livres.

á corrupção que atravessa transversalmente a sociedade portuguesa

Cá está a razão.
 
O orçamento de estado e o mercado dos pareceres juridicos e dos "estudos"

O orçamento de estado e o mercado dos pareceres juridicos e dos "estudos"

Um artigo certeiro sobre a corrupção disfarçada, avalizada pelo estado, que são as muito numerosas encomendas feitas a "consultores amigos", por parte deste e de anteriores governos, de inumeros, e desnecessários, pareceres juridicos e estudos tecnicos.... habitualmente sempre muitissimo bem pagos.
http://www.rhonline.pt/Entrevistas/tabid/85/xmmid/439/xmid/6720/xmview/2/Default.aspx
 
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