Alberto João Jardim sofre enfarte

http://www.dnoticias.pt/default.aspx?file_id=dn04010106220207

DIÁRIO - Pode deduzir-se que a sua vontade é claramente o caminho das pazes com Lisboa?

AJJ - Ao enunciar os seis objectivos que enunciei, mostrei não querer saber do que está para trás. Quero ir para a frente. São seis objectivos a pensar no futuro. Não penso em vinganças. As pessoas sabem que não sou bem um homem de partido. Costumo dizer que o meu partido é a Madeira e a minha pátria é Portugal. Como não sou muito um homem de partido, interessa-me mais resolver este problema da Madeira, com a legitimação do voto popular. Em democracia, isso é que é decisivo: o voto do povo. A força do povo a mostrar o que quer através do voto democrático. Depois da situação legitimada... o que lá vai lá vai. Vamos outra vez para a frente
 
Claro que o estado não é Neutro.
Nem tem que o ser nem o DEVE ser.
Essa forma de discussão tão Marxista é sempre igual.
Falar pelos outros e desmenti-los.

Mas é uma construção, sempre inacabada, com uma grande contribuição das elites, nem sempre as que depois tomam o poder. O que até é vantajoso. Mais uma forma de "Checks and Balances".

Pq elites há muitas.
Até há uns que se auto intitulam como tal.

Depois, mais importante são os regimes e as formas de organização desse estado.

O estado e respectiva organização que eu defendo, DEMOCRACIA LIBERAL, não é NEUTRA, nem pacifista, nem nunca foi, nem desejo que o seja alguma vez: "...against all enemies, foreign and domestic..."

Ou seja: a poucos passos da Anarquia prognosticada pelo inimitável Hobbes e pela ala dos contratualistas...

As élites aqui referidas são as de «primeiro círculo, nucleares»: aquelas que são causa primeira e directa ao efeito traduzido pelo poder político.
 
Eu só não compreendo o porquê dos autarcas descontentes com a lei das finanças locais (sobretudo os do PSD que assim poderiam apoiar, justificar e até legitimar pela aparência os contorcionismos do irrelevante Marques Mendes...) não recorrerem a este subterfúgio eleitoral despoletado por AJJ em conivência com a direccção do PSD...
 
Ou seja: a poucos passos da Anarquia prognosticada pelo inimitável Hobbes e pela ala dos contratualistas...

As élites aqui referidas são as de «primeiro círculo, nucleares»: aquelas que são causa primeira e directa ao efeito traduzido pelo poder político.
Sabes uma coisa???
Estou fartinho de teorias travestidas dos "protocolos dos sábios de zion" e de outras patacoadas menos básicas mas com a mesma..... substância.

Sejam as "elites" chamadas pelo nome que quiserem.
 
Eu só não compreendo o porquê dos autarcas descontentes com a lei das finanças locais (sobretudo os do PSD que assim poderiam apoiar, justificar e até legitimar pela aparência os contorcionismos do irrelevante Marques Mendes...) não recorrerem a este subterfúgio eleitoral despoletado por AJJ em conivência com a direccção do PSD...
Tu não compreendes muita coisa.

Nomeadamente aquela parte em que foi afirmado que a Lei das Finanças Locais tem um PERIODO DE TRANSIÇÃO.

O ministro António Costa explicou isso até à exaustão.
 
Jardim demitiu-se por 2%

34 milhões de euros, apenas dois por cento do Orçamento Regional, é o que a Madeira recebe a menos este ano devido à nova lei

Se Alberto João Jardim decidisse cumprir o mandato até ao fim teria apenas de cortar dois por cento no Orçamento por causa da nova Lei das Finanças Regionais. Hugo Velosa, deputado do PSD pela Madeira e economista, reconhece que, de facto, o efeito da lei nestes primeiros anos é ‘‘limitado’’. E acrescenta que, se o problema fosse só esta Lei, não se justificaria a demissão.

Entretanto o léxico político da Região endureceu. Nas ruas fala-se de ‘‘traição’’ e Jardim, em entrevista ao Expresso, afirma que ‘‘num país normal Sócrates estaria no olho da rua’’. Mota Amaral, por seu lado, apoia Jardim e diz que a campanha será ‘‘one man show’’.

Expresso


Olha que realmente, já pouca pachorra há para aturar este Bobo :sh)
 
Tu não compreendes muita coisa.

Nomeadamente aquela parte em que foi afirmado que a Lei das Finanças Locais tem um PERIODO DE TRANSIÇÃO.

O ministro António Costa explicou isso até à exaustão.

Não tenhas a menor dúvida: é muito mais o que não percebo do que o que percebo... Fosse eu um desses sábios adeptos da simplificação e voluntário sacerdote do status quo e muito mais perceberia por «definição de catecismo»...

Mas, ao contrário da actual liderança do PSD, prefiro não me socorrer do mito do contexto para justificar a manutenção alongada num dos últimos poleiros do Poder disponíveis para o PSD.

Mas a seriedade de tal posicionamento do PSD é esclarecida pelo contraponto da situação da CML... Dificilmente o relativismo da necessidade de eleições poderia ser mais variável na geometrias de poder do PSD...
 
"Num país normal Sócrates estaria no olho da rua", diz Jardim


Ou, antes pelo contrário, seria AJJ que há muito tempo, num «país normal», estaria no «olho da rua» por deficiências comportamentais graves e óbvias em colisão com a tolerância democrática?!...
 
Última edição:
"Num país normal Sócrates estaria no olho da rua", diz Jardim


Ou, antes pelo contrário, seria AJJ que há muito tempo, num «país normal», estaria no «olho da rua» por deficiências comportamentais graves e óbvias em colisão com a tolerância democrática?!...

diz ai a esse senhor que "num pais normal nunca ninguem lhe tinha dado sequer oportunidade de entrar pra politica"

o grande problema dos madeirences...e que a oposicao praticamente nao existe, e a pouca que existe e mais amorfa que a conducao do Golf IV[:D]
mas e dai...entre nao ter governo e ter o AJJ, a 1a opcao parece ser excelente
 
Não tenhas a menor dúvida: é muito mais o que não percebo do que o que percebo... Fosse eu um desses sábios adeptos da simplificação e voluntário sacerdote do status quo e muito mais perceberia por «definição de catecismo»...

Mas, ao contrário da actual liderança do PSD, prefiro não me socorrer do mito do contexto para justificar a manutenção alongada num dos últimos poleiros do Poder disponíveis para o PSD.

Mas a seriedade de tal posicionamento do PSD é esclarecida pelo contraponto da situação da CML... Dificilmente o relativismo da necessidade de eleições poderia ser mais variável na geometrias de poder do PSD...


Zen
Humildades fora de prazo não convencem ninguém.
Não mudes agora de estilo como mudas de personagem: tuareg, ferrarix e outros que já nem me lembro.


Qt ao resto tens muita razão tal como o que afirmei da Esquerda no meu post de 22-02-2007 12:48.


Qt ao "enfartamento" não usei essa palavra.
O que disse foi:Estou fartinho de teorias travestidas dos "protocolos dos sábios de zion" e de outras patacoadas menos básicas mas com a mesma..... substância.

E a solução é sempre a mesma.
REJEITAR SEMPRE.
 
"Num país normal Sócrates estaria no olho da rua", diz Jardim


Ou, antes pelo contrário, seria AJJ que há muito tempo, num «país normal», estaria no «olho da rua» por deficiências comportamentais graves e óbvias em colisão com a tolerância democrática?!...


O problema de muitos é estarem tão convencidos que têm a razão do seu lado que nem sequer colocam a hipótese de não a ter. Começa um pouco por aí, por admitir que a maioria que dá os votos a AJJ pode ter razão na sua escolha. Aliás o que mais entristece na esquerda é a soberba da razão.
 
Cá está o Figurão que depois de experimentar tão longamente a obesidade tanto teme a dieta...

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Parece-me que tens uma obsessão pelo homem..


Já perguntei neste tópico o q têm contra o AJJ, tirando o maneira de ser e a forma de estar na politica e ainda ninguém me respondeu. Chegam a compara-lo com politicos evidentemente corruptos e com processos em tribunais e q já fugiram do país.

E depois lêem-se as bacoradas da pobreza extrema, da ditadura, das represálias, das pessoas q nunca viram o mar [:)], da boa rede de escolas, equipamentos desportivos e de saúde da Madeira q não contam como obra, da diferença abismal entre a ilha da Madeira e a do Porto Santo e assim de repente não me lembro de mais.

Sinceramente gostava mais do tempo q achavam q nós eramos uns coitadinhos, há uns anos atrás, qdo me perguntavam se havia multibancos e se as galinhas andavam soltas nas ruas da cidade do Funchal. [:)]

É o culto do ódio deste senhor no seu expoente máximo.
 
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