II.1 Unipessoal
III.2 Banca, energia, alguns transportes públicos, mas também pode operar por concessão.
IV.2 Como somos um povo especial, tem de ser misto com muita fiscalização
V. Docentes
Ora bem.
O Estado que tu defendes...não existe.
E não existe, não porque ninguém pensou nele, mas porque tem um génese incoerente. E, portanto, é impraticável.
Por um lado, relativamente à Economia, pelas respostas que deste, és do mais conservador de esquerda possível, marxista mesmo. Basicamente defendes intrinsecamente a economia tipo da ex-jugoslávia e deves sentir-te muito feliz com a economia portuguesa que tem muitas parecenças (ainda) com esse tipo de economia...mista, por assim dizer.
Por outro, relativamente à saúde, e mais uma vez pelas respostas que deste, tu nem queres o sistema inglês!, és antes um acérrimo defensor do sistema americano, esse demónio que tu estás sempre a criticar
Sistema de reformas, és teoricamente (e volto a frisar...teoricamente) um liberal completo.
Relativamente ao código de trabalho, aceitas teoricamente uma maior flexibilidade mas na prática queres mais uma vez o Estado, a controlar tudo, como garante de igualdade e pardais ao ninho.
Na prática não aceitas flexibilidade PONTO (mais valia dizê-lo

)
Por fim, temos um funcionalismo público e aqui, mais uma vez, defendes teoricamente um sistema liberal, e a tua "exclusividade", é por assim dizer, pores no bolo das funções de Estado, a educação que basicamente posta neste bolo é totalmente incoerente com o resto, desculpa dizê-lo.
No fundo a incoerência global (desculpa repeti-lo) das tuas propostas, vê-se nisto. Tu lá no fundo sabes que o Estado funciona muita mal, mas muita mal mesmo (o que é totalmente verdade

) e até na teoria aceitas mudanças que levem à responsabilização individual (veja-se as respostas que deste para as reformas ou para a saúde).
Na prática não consegues largar o fantasma de que o mercado é impuro, indigno, enfim, que é sujo, porque aqui e ali não consegues escapar à tentação de pôr quem?? ora o Estado (mais uma vez!), a controlar tudo.
No fundo o Estado, para ti, deve e tem de controlar praticamente tudo, estando presente em quase tudo, coisa incompatível com a maior parte das respostas que deste.