Director da CP despedido, indemnizado e de novo contratado

Em poucos meses, é mais um caso vindo da Refer, o outro foi este:

Refer silencia caso de corrupção com empreiteiro na linha do Douro
http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1279631
Sem dúvida uma bela maneira da RAVE começar com pé direito o projecto do TGV...

É tranquilizador para todos que seja esta empresa que encomendou e disponibilizou os estudos do TGV.

Isto é só o princípio da tragédia do Titanic Grand Vitesse.
São apenas trocos face ao que o futuro nos reserva.
 
André,

Mas ainda não percebeste que mesmo com o Estado mais minimalista, o compadrio ainda vai permanecer?

O Carrilho, incompetente de 1ª e foi para um cargo na OCDE...

O Cravinho foi para não sei aonde...

Vai acontecer sempre o mesmo...


Carrilho, Guterres, Cravinho, Ferro Rodrigues

Tudo em "Banho de Maria" para novos vôos. :mad:
 
vou citar a minha prof de direito.
A etica não existe e se existem oportunidades legais de ganhar uns cobres, não as depredicie.

De maneiras q se o homem fez tudo legal a culpa e do legislador q permite.

Existem formas de obter indemnização legal de grandes empresas q do ponto de vista etico são muito baixas.
 
Aos detractores do estado interventivo deixo algumas curiosidades.

Era ver na última campanha do referendo, a preocupação de algumas destacadas alminhas do NÂO (será Lobo Xavier um acérrimo defensor do Estado interventivo, e Bagão Félix?!...), com o antecipar da possibilidade de o aborto cair nas mãos das clínicas privadas...

Temem esse economistas liberais de sempre, que a tentação do lucro das clínicas privadas se sobreponha à vertente de aconselhamento e sugestão de reflexão da grávida... É de pasmar... Andaram e andam estes senhores a defender o privado a todo o custo para depois largar bombas destas sobre o comportamentyo ético desses mesmos privados?!...

E então acham, esses liberais económicos, que o estado não deve abdicar do monopólio no negócio do aborto...

Que estranho, quando foram eles próprios arquitectos da rídicula dependência em que se estabeleceu muito do sector privado em dependência vital do cliente... Estado...

Tanta coerência...
 
vou citar a minha prof de direito.
A etica não existe e se existem oportunidades legais de ganhar uns cobres, não as depredicie.

De maneiras q se o homem fez tudo legal a culpa e do legislador q permite.

Existem formas de obter indemnização legal de grandes empresas q do ponto de vista etico são muito baixas.

Ora aí está!

Mas muita gente prefere fazer de conta que vale tudo, que tudo é "gente de bem", etc, etc...

Parasitas e sanguessugas, em nada diferentes dos crimnosos do sacanço em países terceiro mundistas.
 
Carrilho foi simplesmente o melhor ministro da Cultura em Portugal.

O erro dele foi meter-se na política.

Ele é um filósofo, um pensador internacionalmente reconhecido e valorizado, que teve o azar de ser português.
 
Carrilho foi simplesmente o melhor ministro da Cultura em Portugal.

O erro dele foi meter-se na política.

Ele é um filósofo, um pensador internacionalmente reconhecido e valorizado, que teve o azar de ser português.

Pois sim... enquanto lá esteve, pagou à mulher, à Bárbara Guimarães, acho que 1000 contos por mês para fazer 5 minutos semanais numa rádio qualquer sobre eventos culturais...

Sim, o Carrilho é um excelente ministro, sim sim...
 
Carrilho foi simplesmente o melhor ministro da Cultura em Portugal.

O erro dele foi meter-se na política.

Ele é um filósofo, um pensador internacionalmente reconhecido e valorizado, que teve o azar de ser português.
Não gosto do Carrilho, por aquilo que é. Como pessoa, como pensador, como político. Mas são opiniões.

Mas como Ministro da Cultura, que criou taxas sobre o audiovisual para garantir receitas para os mesmos parasitas (podia ser para a cultura...) e que obrigou os Editores (que lhe ficaram eternamente agradecidos...) a fixar e manter no circuito de venda o preço do livro, no mais profundo estilo Marxista, não me deixou saudades. É pena que este povo tão inculto fique nas mãos destes iluminados pela cultura.

Não, obrigado.
 
Zero,

Liberal é a tia..., tá?

Tens a sorte de encontrar alguém tão sensato como o André que te tenta mostrar o alcance dos teus pensamentos.

Infelizmente, não tenho a paciência e a lucidez que ele demonstra, pelo que só me apetece citar-te à letra um provérbio inglês: "Nunca cuspas no prato onde comes".
 
Carlos L., Condorcet legou-nos um pensamento que prevaleceu como um sábio conselho:

«Povo que não seja esclarecido por filósofos fica à mercê de charlatães.»
 
Em poucos meses, é mais um caso vindo da Refer, o outro foi este:

Sem dúvida uma bela maneira da RAVE começar com pé direito o projecto do TGV...

É tranquilizador para todos que seja esta empresa que encomendou e disponibilizou os estudos do TGV.

Isto é só o princípio da tragédia do Titanic Grand Vitesse.
São apenas trocos face ao que o futuro nos reserva.
Em 2003 estive numa empresa que forneceu dados para a RAVE e ao longo de meses tive algum contacto com eles. Logo na altura fiquei com a ideia que não sabiam muito bem como é que haviam de gastar o tempo e o dinheiro que tinham...
 
II.1 Unipessoal
III.2 Banca, energia, alguns transportes públicos, mas também pode operar por concessão.
IV.2 Como somos um povo especial, tem de ser misto com muita fiscalização
V. Docentes

Ora bem.

O Estado que tu defendes...não existe.

E não existe, não porque ninguém pensou nele, mas porque tem um génese incoerente. E, portanto, é impraticável.

Por um lado, relativamente à Economia, pelas respostas que deste, és do mais conservador de esquerda possível, marxista mesmo. Basicamente defendes intrinsecamente a economia tipo da ex-jugoslávia e deves sentir-te muito feliz com a economia portuguesa que tem muitas parecenças (ainda) com esse tipo de economia...mista, por assim dizer.

Por outro, relativamente à saúde, e mais uma vez pelas respostas que deste, tu nem queres o sistema inglês!, és antes um acérrimo defensor do sistema americano, esse demónio que tu estás sempre a criticar ;)

Sistema de reformas, és teoricamente (e volto a frisar...teoricamente) um liberal completo.

Relativamente ao código de trabalho, aceitas teoricamente uma maior flexibilidade mas na prática queres mais uma vez o Estado, a controlar tudo, como garante de igualdade e pardais ao ninho.
Na prática não aceitas flexibilidade PONTO (mais valia dizê-lo :P)

Por fim, temos um funcionalismo público e aqui, mais uma vez, defendes teoricamente um sistema liberal, e a tua "exclusividade", é por assim dizer, pores no bolo das funções de Estado, a educação que basicamente posta neste bolo é totalmente incoerente com o resto, desculpa dizê-lo.

No fundo a incoerência global (desculpa repeti-lo) das tuas propostas, vê-se nisto. Tu lá no fundo sabes que o Estado funciona muita mal, mas muita mal mesmo (o que é totalmente verdade :P) e até na teoria aceitas mudanças que levem à responsabilização individual (veja-se as respostas que deste para as reformas ou para a saúde).

Na prática não consegues largar o fantasma de que o mercado é impuro, indigno, enfim, que é sujo, porque aqui e ali não consegues escapar à tentação de pôr quem?? ora o Estado (mais uma vez!), a controlar tudo.

No fundo o Estado, para ti, deve e tem de controlar praticamente tudo, estando presente em quase tudo, coisa incompatível com a maior parte das respostas que deste.
 
E o que me surpreende é tu teres aberto este tópico.

Todo indignado com a má gestão de empresas públicas. E depois defendes que o Estado tenha uma série de empresas públicas e que esteja presente numa série de sectores económicos.

Mais uma vez te digo, não sei do que te podes queixar. O sistema teórico está como tu gostas. A prática é esta, aceita-a, porque até agora em nenhum lugar do mundo foi diferente (isto é a realidade, podes negá-la, ok, é contigo...mais um vez ;) ).

E só gostava de saber o porquê de o Estado ter que ter um banco como a CGD. Gostava de saber o porquê dessa necessidade.

Garante de quê? De taxos para os boys do PS, PSD ocuparem à vez? :D

Como a CP?

Como a PT?

LOL...
 
Tinha-me esquecido das imagens de Foz Coa... (a propósito do Carrilho)

Por causa de umas imagens de incalculável valor culturar, deixou de se levar água a umas centenas de milhares de pessoas que não vivem de subsídios. E se há uns anos havia emperança naquela gente, hoje já não mora lá quase ninguém.

E como sempre em Portugal, depois de passada a farra, a barriga fica vazia.
 
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