Imposto automovel e imposto unico de circulação - Informação útil nas Pags. 13 e 17

Se não me engano isto só será válido para carros novos, ou importados após a data de entrada do novo IC!

Isso era o que a malta pensava... Pagam todos. E aproveito mais uma vez para mandar o sr socrates e o seu ministro da economia e o das finanças para polo norte. Isto para não os mandar para o caralh...
 
Então é assim: Pagas menos por um carro novo, mas passam todos a pagar mais anualmente e não apenas os carros comprados ao abrigo do novo regimel. Mais uma vez FDP.

Calma SONAS,

Já li por aì (e não sei onde) que quem já pagou o IA (antes do novo regime) vai ter o "selo" mais barato, resta saber quão mais barato, hehe.

Uma coisa é certa, o estado nunca perde dinheiro.

Abraço
 
Agradecia contenção verbal nos comentários ao tema deste tópico!

Expressões como FDP, caralh... e outras que já foram utilizadas não são admissiveis neste forum ao abrigo da regra Nº 1.

1. Um fórum é um espaço de debate e troca de opiniões. Qualquer "post" que ultrapasse os limites da sã convivência social, seja por má-educação, afirmações insultuosas, ataques pessoais ou por mera vontade de incendiar um tópico será moderado. A decisão da moderação é final nesta matéria e sem espaço a discussão.
Os esclarecimentos, seja qual for o assunto, só poderão ser solicitados via “Mensagem Privada”.

Agora que já estão avisados, quem se esticar, leva com os
infraction.gif
. [;)]
 
Isso era o que a malta pensava... Pagam todos. E aproveito mais uma vez para mandar o sr socrates e o seu ministro da economia e o das finanças para polo norte. Isto para não os mandar para o caralh...


Já les-te a proposta de decreto-lei aprovada hoje no concelho de ministros portanto, logo que possas faz aqui um resumo para o pessoal ver com o que pode contar.
 
Aqui está Proposta de Lei

Aqui está Proposta de Lei

1. Proposta de Lei que procede à reforma global da tributação automóvel, aprovando o Código do Imposto sobre Veículos e o Código do Imposto Único de Circulação e abolindo, em simultâneo, o imposto automóvel, o imposto municipal sobre veículos, o imposto de circulação e o imposto de camionagem
Esta Proposta de Lei, a submeter à Assembleia da República, consubstancia uma reforma global da tributação automóvel, com a qual se visa, sobretudo, alterar a filosofia e os princípios subjacentes ao quadro vigente, incentivando a utilização de energias renováveis e a opção por veículos e tecnologias menos poluentes, em cumprimento do Programa do Governo e de acordo com os compromissos assumidos no âmbito do protocolo de Quioto e das metas do Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC 2006).


Pretende-se aprovar os novos Código do Imposto sobre Veículos (ISV) e Código do Imposto Único de Circulação (IUC), abolindo, em simultâneo, o imposto automóvel, o imposto municipal sobre veículos, o imposto de circulação e o imposto de camionagem.


As alterações mais relevantes prendem-se:


- com o alargamento da tributação em função da componente ambiental (incrementando-se o peso das emissões de dióxido de carbono (CO2) na base de tributação, para 30%, no primeiro ano, e 60%, no segundo ano);


- com a deslocação de uma parte da carga fiscal do imposto devido pela aquisição do automóvel para a fase da circulação. O novo ISV apresenta, já no ano da sua introdução, um peso inferior em 10% ao do actual imposto automóvel, sendo que esta redução da carga fiscal no momento da aquisição não será idêntica para todos os veículos – os veículos menos poluentes beneficiarão, em geral, de reduções de imposto superiores ao valor médio de 10%, enquanto os veículos mais poluentes podem, em certos casos, ver a sua carga fiscal agravada.


Numa primeira fase, existirão duas tabelas do ISV: a tabela A, com taxas sobre a cilindrada e o CO2, aplicável aos veículos homologados como ligeiros de passageiros que podem ser tributados com base nas emissões de dióxido de carbono; e a tabela B, com taxas sobre a cilindrada, a aplicar aos restantes automóveis veículos até que as respectivas homologações integrem os valores das emissões de CO2, o que acontecerá a partir de 1 de Janeiro de 2009.


Prevê-se, ainda, a atribuição de um benefício fiscal de 500 euros para veículos a gasóleo que emitam partículas abaixo dos 0,005g/km.


Do conjunto de outras inovações introduzidas, salientam-se a (i) a disciplina dos requisitos de acesso ao estatuto de operador registado; (ii) a criação da figura do operador reconhecido, visando um melhor controlo das empresas do sector automóvel que não sendo representantes de marcas, ainda assim possuem uma actividade significativa na comercialização de veículos novos e usados; (iii) a harmonização dos requisitos de acesso, prazos, ónus e formalidades no domínio dos benefícios; (iv) a fusão num único regime dos actuais dois regimes vigentes (um para os cidadãos que transferem a residência da UE e outro para os cidadãos que regressam de terceiros países), revendo-se requisitos e documentação probatória, de modo a evitar fraudes e exercer um controlo mais rigoroso da despesa fiscal associada a este regime, que atinge cerca de 50% do total da despesa fiscal em sede de imposto automóvel.


Relativamente ao IUC, que substitui os actuais Imposto Municipal sobre Veículos, Imposto de Circulação e Imposto de Camionagem, este novo imposto é aplicável a veículos novos matriculados após 1 de Julho 2007 e aos restantes a partir de Janeiro de 2008, sendo que, em relação ao parque automóvel existente, mantêm-se, em termos idênticos, os níveis de tributação actualmente vigentes.


O facto gerador do IUC passa a ser a propriedade, o que permite um controlo mais eficaz do imposto, sendo os veículos identificados, em termos de incidência, por sete categorias, de «A» a «G», correspondendo a cada uma as respectivas taxas.


A base tributável dos automóveis ligeiros de passageiros e automóveis ligeiros de utilização mista com peso bruto inferior a 2500 Kg que sejam matriculados na vigência do novo modelo passa a integrar as emissões de dióxido de carbono, por razões de protecção do meio ambiente.


A liquidação do imposto passa a ser efectuada pelo próprio sujeito passivo, através da Internet ou por qualquer serviço de finanças, sendo que, para as pessoas colectivas, a liquidação do mesmo é obrigatoriamente feita através da Internet, dispensando-se a aposição do dístico.


O objectivo do Governo é que estas alterações possam entrar em vigor em 1 de Julho de 2007.
 
Última edição:
Isso era o que a malta pensava... Pagam todos. E aproveito mais uma vez para mandar o sr socrates e o seu ministro da economia e o das finanças para polo norte. Isto para não os mandar para o caralh...
Mas então o pessoal que já pagou o IA e IVA aínda não levar com um IC? Isso não pode ser assim porque senão é tripla tributação! Agora os que já pagaram, é que devem pagar uma quantía simbólica!
Se eles vão fazer a avalíação do que cada um tem que pagar, façe ao CO2 libertado, então quem tem GPL também vai pagar menos ou o mesmo que os hibridos!
 
Peço desculpa. Mas isto ultrapassa os limites. O que é que este senhor fez até agora pelo país e por nós?

Se estas a falar do ministro, isso é completamente off-topic pelo que sem comentarios, no mais por mim tas desculpado, mas era bom mesmo era saber em que moldes vao funcionar os novos impostos... mas acho que isso nem eles sabem bem ainda LOL
 
O imposto de circulação aplica-se aos carros matriculados após 1 de Julho. Assim têm duas hipósteses:

a) compram até 30 de Junho sem desconto e não pagam imposto de circulação;

b) aguadam até 1 de Julho, compram o carro um pouco mais barato, mas pagam depois o imposto anualmente.

Claro que no conjunto da vida útil de um carro, a receita para o Estado vai pelo menos duplicar em relação à actual. O que pensavam?
 
Gostava de saber p é q vcs acham q na Alemanha se compram usados recentes tao baratos ?!

Ah, é verdade, q têm um Imposto de Circulação altíssimo...

É que as pessoas gostam de dizer que na Alemanha e em Espanha é barato, mas depois toma lá impostos de circulação elevados !
 
Acho bem por várias razões:

- Obriga a uma maior rotatividade do parque automóvel pelo acesso facilitados aos novos - e quanto a esta parte sou como S. Tomé;

- Facilita de certa maneira o pagamento do imposto ao longo de mais tempo em vez de duma vez só, como com o actual IA;

- Obriga à responsabilização ambiental da parte dos consumidores e das marcas, e força o mercado a ter produtos mais amigos do ambiente;

- Espero ainda que carros de alta cilindrada e de consumos elevados paguem de acordo...

Penso que peca por não ser imediatamente aplicável aos carros em circulação mas também não seria justo nem legal pagar imposto duas vezes (na compra e na circulação).
 
Pelo Menos Podiam Pensar Em Desenvolver Uma Marca De Automóveis Portuguesa...

Na Vez De Esperar Que Até Os Chineses Tragam Para Cá Uma!...
 
O imposto de circulação aplica-se aos carros matriculados após 1 de Julho. Assim têm duas hipósteses:

a) compram até 30 de Junho sem desconto e não pagam imposto de circulação;

b) aguadam até 1 de Julho, compram o carro um pouco mais barato, mas pagam depois o imposto anualmente.

Claro que no conjunto da vida útil de um carro, a receita para o Estado vai pelo menos duplicar em relação à actual. O que pensavam?

Apenas uma correcção o IUC é para todos a partir de 2008 mantendo-se num nivel equivalente ao actual IM para os carros que pagaram IA...
 
Então é assim: Pagas menos por um carro novo, mas passam todos a pagar mais anualmente e não apenas os carros comprados ao abrigo do novo regimel. Mais uma vez FDP.

Os carros já comprados também???????????????????????????????????????????????????????
 
Última edição:
[:)]

E depois além de a termos que sustentar com impostos, teriamos que comprar a produção porque ninguém a queria.

Ai maravilhoso socialismo [:)]
Estás a brincar com coisas sérias. Olha que noutro dia estive no famoso Centro para a Excelência e Inovação da Indústria Automóvel na Maia, que foi anunciado com toda a pompa e circunstância que seria para fabricar o MetroCube em colaboração com o Pininfarina e que agora, o projecto foi-se mas ficaram os lugares, muito bem remunerados por sinal e umas instalações faraónicas. Defendem-se dizendo que não vão produzir automóveis, mas tirar partido das diversas sinergias do sector em Portugal e com a Galiza (leia-se Citroen).

Como vês, não se produzem automóveis, mas temos os custos como se os fossemos produzir.

Queres mais modernidade que isto, ham ? [:)]
 
Voltar
Superior