Director da CP despedido, indemnizado e de novo contratado

zerorpm

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Gestão - Troca de funcionário em empresas do grupo CP
Director da CP despedido, indemnizado e de novo contratado

Manuel Lopes Marques, ex-director-geral de exploração e conservação da Refer – Rede Ferroviária Nacional, recebeu em Junho de 2006 uma indemnização de 210 mil euros para sair daquela empresa do Grupo CP – Comboios de Portugal e dois meses depois, em Outubro, ingressou na Rave – Rede Ferroviária de Alta Velocidade.

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=231208&idselect=181&idCanal=181&p=0

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André, Carlos L, JR, JCPR e demais liberais... Estão a ver porque é que o país não anda para a frente...
 
Última edição:
Mais um miseravel e revoltante exemplo de como não gerir o dinheiro publico.
De qualquer forma penso que ,isto não tem nada a ver com o facto de haver mais ou menos liberalismo.
Quem o faz,fa-lo num regime liberal ou conservador.
 
Por muito valor que uma pessoa tenha, por muito que se esforce por atingir determinados padrões, são sempre os mesmos do custume que acabam por mamar tudo.

Baixa produtividade, nós temos é baixa moralidade.
 
É preciso ter muuuuuuuuuuitaaaaaaaaa lata zerorpm.

Mas MESMO MUITA :D

Somos nós que defendemos a permanência do Estado por todos os lados????

Que queremos que o Estado esteja presente em praticamente todos os sectores, como garante de justiça e mais não sei o quê???

Somos???

Ou és tu??

Ai não gostas do sistema que DEFENDES ACERRIMAMENTE TODOS OS DIAS??

Não??

Olha...que pena :D

Isto realmente é com cada latosa que impressiona, enfim, :P
 
André,

Mas ainda não percebeste que mesmo com o Estado mais minimalista, o compadrio ainda vai permanecer?

O Carrilho, incompetente de 1ª e foi para um cargo na OCDE...
O Cravinho foi para não sei aonde...

Onde é que está o Pina Moura?

Vai acontecer sempre o mesmo...
 
Vai continuar a acontecer...onde o Estado está presente.

Porque É SEMPRE ASSIM.

Porque o Estado é isto: uma ramboia.

Daí que o Estado deva ser PEQUENO.

Para MINIMIZAR estas situações que acontecerão SEMPRE...no Estado.

E para isto basta ser pragmático: ver os indíces de cunha, compadrio e demais corrupção entre países com Estado grande e países com Estado pequeno.

Basta comparar França vs Inglaterra, Europa vs EUA.

Agora fizeste-me lembrar o Pé Leve, sinceramente :D

Reclama que os impostos são muito altos mas quer que o Estado seja grande e esteja presente em todos os sectores, cumprindo todas as funções sociais possiveís.

Tu agora reclamas da imoralidade do Estado, e és o primeiro a defender que o Estado mantenha o seu gigantismo em nome de proteger os pobres, os mais fracos e bla bla bla

Muito engraçado. Sintomático, até :P

Bem lá para o ano 2050 hás-de perceber que o Estado não protege quem diz proteger, cria diariamente desigualdades porque ajuda uns e outros não, que é o maior antro de corrupção porque cria uma teia de influências com o sector privado que vive dos seus subsídios e com milhares de funcionários como tu, que dependem dos políticos, cuja vida muda radicalmente consoante as decisões políticas e que por isso, não são verdadeiramente livres, porque têm uma vida que não depende de si, fundamentalmente.

Eu defendo que o Estado não tenha CPs, nem PTs, nem EDPs, nem CGDs, nem CTTs, nem o raio que as parta. Só cria desigualdades, só atrapalha o mercado e só impede a concorrência. Isto para mim é ponto assente. Para ti que tens uma visão muito romântica das coisas, que avalias os sistemas pela teoria e não pela prática, o Estado deve tendicialmente dominar o mercado para impedir injustiças do capitalismo selvagem e bla bla bla

Pois toma lá, aqui tens os resultados desse Estado tão bom, dessa entidade que defende os pobres e os oprimidos.

Aqui tens. "Chora" à vontade [:p]
 
Isto é tudo vai tudo dar ao capital, mais uma vez.

Quando ele é nosso, agimos sempre com cuidado, porque não temos interesse em perdê-lo ou desbaratá-lo.

Quando é dos outros, ainda por cima quando é de uma entidade geral sem dono, queremos lá saber.

Mas há gente que continua a não querer ver isto e a acreditar no Pai Natal :D
 
André,

Eu defendo um Estado necessário...

Se reparares nos EUA, França e GB, tens sectores onde o Estado tem intervenção... Acontece em todos os países.

Queres uma lista de empresas públicas nos EUA, que vão desde empresas do Aço, aviação, electricidade, petróleo, etc?
 
zerorpm, a desviar outra vez??

Isto é tudo uma questão de dimensão: há uns com mais Estado e outros com menos Estado, não uns com Estado e outros sem Estado :P

Tu defendes um Estado necessário...

...hum...e isso é o quê, diz-nos lá?
 
Esta música não há meio de perder a actualidade. [:D]

Sérgio Godinho:


"Tu precisas tanto de amor e de sossego
- Eu preciso dum emprego
Se mo arranjares eu dou-te o que é preciso
- Por exemplo o Paraíso
Ando ao Deus-dará, perdido nestas ruas
Vou ser mais sincero, sinto que ando às arrecuas
Preciso de galgar as escadas do sucesso
E por isso é que eu te peço

Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego

Se meto os pés para dentro, a partir de agora
Eu meto-os para fora
Se dizia o que penso, eu posso estar atento
E pensar para dentro
Se queres que seja duro, muito bem eu serei duro
Se queres que seja doce, serei doce, ai isso juro
Eu quero é ser o tal
E como o tal reconhecido
Assim, digo-te ao ouvido

Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego

Sabendo que as minhas intenções são das mais sérias
Partamos para férias
Mas para ter férias é preciso ter emprego
- Espera aí que eu já lá chego
Agora pensa numa casa com o mar ali ao pé
E nós os dois a brindarmos com rosé
Esqueço-me de tudo com um por-do-sol assim
- Chega aqui ao pé de mim

Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego

Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
Seriam uns amores
Greves era só das seis e meia às sete
Em frente ao cacetete
Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
Feriado em Abril só no dia dos enganos
Reivindicações quanto baste mas non tropo
- Anda beber mais um copo

Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego"
 
zerorpm, a desviar outra vez??

Isto é tudo uma questão de dimensão: há uns com mais Estado e outros com menos Estado, não uns com Estado e outros sem Estado :P

Tu defendes um Estado necessário...

...hum...e isso é o quê, diz-nos lá?

Um Estado que cubra o que é socialmente necessário para as pessoas poderem sobreviver. Um Estado que tire àqueles que têm a mais e dê aqueles que verdadeiramente precisam... Um Estado exigente, que demande aqueles que não cumprem, inclusive os pseudo "pobres".

A moralização do sistema é tanto para cima como para baixo.
 
Esta música não há meio de perder a actualidade. [:D]

Sérgio Godinho:


"Tu precisas tanto de amor e de sossego
- Eu preciso dum emprego
Se mo arranjares eu dou-te o que é preciso
- Por exemplo o Paraíso
Ando ao Deus-dará, perdido nestas ruas
Vou ser mais sincero, sinto que ando às arrecuas
Preciso de galgar as escadas do sucesso
E por isso é que eu te peço
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Se meto os pés para dentro, a partir de agora
Eu meto-os para fora
Se dizia o que penso, eu posso estar atento
E pensar para dentro
Se queres que seja duro, muito bem eu serei duro
Se queres que seja doce, serei doce, ai isso juro
Eu quero é ser o tal
E como o tal reconhecido
Assim, digo-te ao ouvido
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Sabendo que as minhas intenções são das mais sérias
Partamos para férias
Mas para ter férias é preciso ter emprego
- Espera aí que eu já lá chego
Agora pensa numa casa com o mar ali ao pé
E nós os dois a brindarmos com rosé
Esqueço-me de tudo com um por-do-sol assim
- Chega aqui ao pé de mim
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego
Se eu mandasse neles, os teus trabalhadores
Seriam uns amores
Greves era só das seis e meia às sete
Em frente ao cacetete
Primeiro de Maio só de quinze em quinze anos
Feriado em Abril só no dia dos enganos
Reivindicações quanto baste mas non tropo
- Anda beber mais um copo
Arranja-me um emprego
Arranja-me um emprego, pode ser na tua empresa, concerteza
Que eu dava conta do recado e pra ti era um sossego"
Esta é, creiam, cada vez mais a verdade...
 
Um Estado que cubra o que é socialmente necessário para as pessoas poderem sobreviver. Um Estado que tire àqueles que têm a mais e dê aqueles que verdadeiramente precisam... Um Estado exigente, que demande aqueles que não cumprem, inclusive os pseudo "pobres".

A moralização do sistema é tanto para cima como para baixo.

E o que é socialmente necessário para sobreviver?

Vamos lá deixar as teorias e as abstracções e cingirmo-nos à prática ;)

I- Saúde.

1. Monopólio estatal?
2. Universalmente gratuito ou taxado consoante os rendimentos?
3. Financiamento baseado no OE ou em seguros?

II- Sistema de Reformas

1. Retributivo? Unipessoal?
2. Sistema Público? Sistema público-privado? Sistema privado?

III- Economia

1. O Estado deve ter um banco?
2. O Estado deve ter empresas públicas?
3. O Estado deve ter o monopólio de certos sectores? Energia? Caminhos de Ferros? Correios? Águas? Telecomunicações fixas?

IV- Código de trabalho

1. Despedimento individual permitido? Despedimento colectivo sob determinadas condições?
2. Socialista (inflexibilidade)? Social-democrata ("Flexisegurança")? Anglo-saxónico (flexibilidade pura)?

V- Funcionalismo Público

1. Remuneração idêntica ou diferente do Privado? Sistema de reformas idêntico ou diferente? Subsistemas de saúde especiais? FP como elite (França)? FP como rede social (Portugal)?
2. Vínculo definitivo para todos? Vínculo para os melhores no final de carreira (sistema alemão)?Vínculo só para as funções de Estado (diplomacia, magistrados, forças de segurança pública)?

Responde, ponto por ponto, e assim veremos o tipo de Estado e as suas funções, que defendes.

Generalidades bonitas não, sff ;)
 
Última edição:
[kiss]
E o que é socialmente necessário para sobreviver?

Vamos lá deixar as teorias e as abstracções e cingirmo-nos à prática ;)

I- Saúde.

1. Monopólio estatal? Não
2. Universalmente gratuito ou taxado consoante os rendimentos? Sim
3. Financiamento baseado no OE ou em seguros? Sim

II- Sistema de Reformas

1. Retributivo? Unipessoal?
2. Sistema Público? Sistema público-privado? Sistema privado? Opcional

III- Economia

1. O Estado deve ter um banco? Sim
2. O Estado deve ter empresas públicas? Algumas
3. O Estado deve ter o monopólio de certos sectores? Energia? Caminhos de Ferros? Correios? Águas? Telecomunicações fixas? Sim

IV- Código de trabalho

1. Despedimento individual permitido? Despedimento colectivo sob determinadas condições? Sim
2. Socialista (inflexibilidade)? Social-democrata ("Flexisegurança")? Anglo-saxónico (flexibilidade pura)?

V- Funcionalismo Público

1. Remuneração idêntica ou diferente do Privado? Sistema de reformas idêntico ou diferente? Subsistemas de saúde especiais?
2. Vínculo definitivo para todos? Vínculo só para as funções de Estado (diplomacia, magistrados, forças de segurança pública)?

Em virtude dos direitos adquiridos e da segurança jurídica, deve-se caminhar para a aplicação de contratos de trabalho, Vínculo só para as funções de Estado (diplomacia, magistrados, forças de segurança pública e ensino)

Responde, ponto por ponto, e assim veremos o tipo de Estado, as suas funções, que defendes.

Generalidades bonitas não, sff ;)
 
Não percebi os seguintes pontos ;)

II.1
III.2 Quais?
IV.2
V.1

Ainda no ponto V.

O ensino é uma função de Estado? O vínculo inclui os burocratas do ME ou apenas os docentes? :P
 
Última edição:
Não percebi os seguintes pontos ;)

II.1
III.2 Quais?
IV.2
V.1

Ainda no ponto V.

O ensino é uma função de Estado? O vínculo inclui os burocratas do ME ou apenas os docentes? :P

II.1 Unipessoal
III.2 Banca, energia, alguns transportes públicos, mas também pode operar por concessão.
IV.2 Como somos um povo especial, tem de ser misto com muita fiscalização
V. Docentes
 
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