O Anti-Americanismo de base

O Anti-Americanismo de base

  • Fui aos EUA e tenho boa impressão dos Americanos

    Votos: 15 13,3%
  • Fui aos EUA e NÃO tenho boa impressão dos Americanos

    Votos: 10 8,8%
  • Nunca fui aos EUA e tenho boa impressão dos Americanos

    Votos: 29 25,7%
  • Nunca fui aos EUA e NÃO tenho boa impressão dos Americanos

    Votos: 59 52,2%

  • Total de eleitores
    113
Caro colega forista, eu mostrei-lhe APENAS campanhas ACTUAIS da ONU....

Tu foste buscar 80 anos de história.

Para isso mostro-te de portugal desde de 1.500 e vais ver quantos é que nós invadimos....

E volto a dizer, não estou a comparar directamente os EUA e a ONU, mas garanto-te que há casos iguais...

A mim foi pedido isto: quantos paises "invadiram" e "ocupam" os americanos neste momento?

Apenas me limitei a responder.
E volto a dizer, comparar as invasoes americanas EUA com a ONU...
 
E tiras o retrato de 300 milhões de pessoas por essa hum experiência?
300 milhões não digo/disse mas uma larga maioria sim.

Volta a ler o meu post, em que eu dizia que concordava com a opinião do PSerra, mas achava-os mais parecidos com os Portugueses.


Falta aí uma opcção:

Estou em Portugal e tenho que os aturar todos os dias!


Mas como todos os povos, têm bons e maus representantes e por experiencia própria, têm uma cultura geral inferior à nossa e são um pouco tipo os Franceses, chauvinistas!

:)
Sim por aí, a maioria é um pouco arrogante, mal educados e pouco inteligente, mas nem todos são assim.

Curiosamente acho os Portugueses muito parecidos com os Americanos e com um defeito muito grande, são muito subservientes.





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Para quem queira uma perspectiva mais sofisticada da versão popular do dito «basismo anti-americano», leia o corrosivo livro do jornalista e pensador americano Henry Louis Mencken: «Os Americanos»...

Ele continua actual e é simplesmnete contundente...

Deliciosa e hilariante leitura!

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[SIZE=-1]Tradução: Fernando Gonçalves[/SIZE]
[SIZE=-1]112 páginas - € 12[/SIZE]
[SIZE=-1]Ano da Edição: 2005[/SIZE]

[FONT=Times New Roman,Times,Times NewRoman][SIZE=-1]Este livro é uma tentativa de desmontar a mentalidade conservadora do povo norte-americano, um povo que, em geral, se deixa manipular por uma classe dirigente hipócrita e corrupta. Texto de visível modernidade, apesar de ter sido publicado em 1922, dá-nos a conhecer as raízes mais profundas do «mal americano», e no fundo coloca uma inquietante questão: o que significa ser americano hoje? Jornalista desde os dezanove anos, Mencken foi também ensaísta, crítico literário e analista político.[/SIZE][/FONT]



Henry Louis Mencken (1880-1956) nasceu em Baltimore, Maryland. A controvérsia suscitada pela coluna que assinava no Baltimore Sun granjeou-lhe notoriedade a nível nacional. Mencken destacou-se enquanto jornalista, ensaísta, crítico literário e analista político, um «libertário» precoce, autor de «Prejudices», série de seis volumes publicada entre 1919 e 1926), onde está incluído o presente ensaio, «On Being An American», no original. Com efeito, a assombrosa modernidade deste texto, publicado em 1922, deve muito à lucidez dissidente de Mencken, que, sem falsas ilusões ou demagogias, puxa pela língua e não deixa ninguém impune, nem mesmo o povo norte-americano, «um rebanho de palhaços», desde os chamados pais da nação aos respectivos filhos, uma vez que todos fazem parte da mesma classe que utiliza hipocritamente o medo, o seu próprio medo, como forma de manipulação.
 
Última edição:
(quanto a alguns deles não saberem colocar portugal no mapa, quero-vos ver a fazer um inquérito na rua e pedirem pra situar a Dinamarca por exemplo.. são capazes de ficar supreendidos!)

Portugal é só o país que descobriu a américa... Mas deixa lá, que há portugueses que desconhecem a Ordem de Cristo...

Conheci americanos nos Estados unidos, de Nova Iorque, dos arredores de nova iorque, de S.Francisco, da californa, que fossem universitários, homens de negocios, estudantes de liceu ou simples trabalhadores administrativos e só vos digo que fiquei muito admirado.
Façam o mesmo!

LOL, foste aos melhores sítios, logo... vai para o Sul...

O mundo está melhor graças aos EUA. Sem eles não estariamos tão avançados tecnologicamente, não teriamos o mesmo nível de vida, e sobretudo, NÃO ESTARIAMOS LIVRES!

Não acho, se não fosse os US, seriam outros, e somos livres por causa de PORTUGUESES... LOL...
 
Goste-se deles ou não, certo é que nós, europeus, devemos-lhes muito. E nós, portugueses também. A maior parte de os utilizadores deste foram não tem ideia de quem foi Kissinger ou Carlucci ...
 
Bom eu nunca fui aos EUA, mas estive na Ilha Terceira o que vai dar mais ou menos à mesma coisa.[:D]
Acho que no que diz respeito à cultura geral deixam muito a desejar....Eles acham que Lisboa é um porto de embarque espanhol.
Na viagem de regresso a Lisboa, vinham dois americanos no banco atrás do meu e quando estávamos a sobrevoar Lisboa, um disse para o outro "Lisboa é uma ilha maior que a ilha Terceira", eu quando ouvi aquilo não sabia se havia de rir ou chorar com tanta ignorância.
 
Quem diz bem dos americanos é porque nunca viajou pela america PROFUNDA. A face republicana e ultra nacionalista é da pior estirpe do planeta. Eu adoro os USA mas temos que reconhecer que ainda la existe muito "lixo". Existem la pessoas com mentalidades mais fechadas que em muitas cidades do interior de Portugal!
 
Portugal é só o país que descobriu a américa... Mas deixa lá, que há portugueses que desconhecem a Ordem de Cristo...
Os EUA foram só o país que aterraram na lua.. não quer dizer grande coisa! E devem ter descoberto ainda algumas ilhas!
Continuo a dizer que não é complicado em portugal, ao perguntar na rua, arranjar pessoas que não saibam colocar França, Inglaterra, ou a Dinamarca num mapa..
LOL, foste aos melhores sítios, logo... vai para o Sul...
Podem ser dos melhores, mas como em todos os paises ha bons e maus..
Não acho, se não fosse os US, seriam outros, e somos livres por causa de PORTUGUESES... LOL...

Não tenho tanta certeza mas também ninguém há de saber.
Eu sou francês, e quando ouço as historias do meu falecido avô que era dos responsáveis da resistência, sei que não seria livre sem eles. E portugal teria eventualmente seguido o mesmo rumo..
 
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