Referendo sobre o Aborto - Saiu hoje a legislação

Eu tenho visto inúmeras declarações de pessoas em campanha pelo "Não" que diria serem algo estranhas.

Ainda no outro dia em resposta ao primeiro ministro dizia uma Senhora qq da campanhã "Não Obrigada" que as pessoas que querem o SIM não estão a equacionar o que irá acontecer às mulheres.

O que irá acontecer? Mas se o não ganhar "vao presas". Se o sim ganhar passa a existir o direito de escolha sem violar a lei. Tenho visto alguns exemplo da campanha do não que tentam apontar para uma situação que quase obrigatoriadade pelo aborto caso vença o sim. A própria frase "Não Obrigada" indicia que se o sim ganhar as mulheres teriam de abortar "obrigatoriamente".
 
Eu tenho ouvido pelo lado do NÂO verdadeiros atentados à inteligência das pessoas. A acreditar que Manuela Ferreira Leite realmente está convicta do que disse, então concluiremos que Portugal teve uma ministra dotada de mecanismos mentais, no mínimo, exóticos, para lhe não dar sinal pejorativo.

Atreve-se a dita senhora a afirmar que "a mulher não tem nada que escolher sobre a continuação da gravidez, uma vez que também não escolhe quando fica doente ou morre.» (Obviamente que a senhora ex-ministra não sabe o que é o suícidio...)

Já se percebeu qual o catecismo usado por Manuela Ferreira Leite: que o guarde só para ela, não o impingindo a outras mulheres que não lhe impingem o delas.
 
E agora para algo completamente surrealista: mais uma provocação do NÃO!

«Está a ser distribuído pelo correio um panfleto ameaçador, assinado em nome de uma pretensa "Cruzada Internacional do Rosário de Fátima", que proclama que "o destino de Portugal está em causa". Entre outras pérolas lê-se no panfleto: "Se nós, Povo Católico de Portugal, déssemos outra resposta que não fosse um "Não" à pergunta que nos vai ser feita em 11 de Fevereiro, a nossa Nação ofenderia a Deus e seria castigada por essa ofensa". [FONT=arial,helvetica,sans-serif]O panfleto ameaça com os castigos divinos:[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]"Se Deus castigou o mundo tão severamente, mesmo antes de o aborto ser "legalizado" em quase todos os países, que castigo fará Deus cair sobre Portugal se a nossa Nação, consagrada ao Imaculado Coração da Santíssima Mãe de Deus, aprovar o massacre dos inocentes por nascer?"[/FONT]
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]O panfleto cita também o cardeal Cerejeira, patriarca do tempo de Salazar, que afirmava, nesse tempo de ditadura fascista: “uma especial bênção de Deus desceu sobre a terra portuguesa”.
E chega ao cúmulo de afirmar que… “não devemos dar atenção às vozes sedutoras dos políticos, ou até aos padres e bispos que nos poderão desencaminhar com palavras ambíguas”.»
[/FONT]
 
Última edição:
Acho que o objectivo foi conseguido. As imagens devem de chocar para as pessoas terem a noção da realidade. Não vejo qualquer tipo de imoralidade nesta iniciativa.

Pavlov no seu pior!

«Quereis dominar a vontade das massas? Chocai-as, atirai-as para a comoção, nãs as deixeis raciocinar, deixai-lhes só o sentimento.» (Hegel, Estética)
 
Cada vez se percebe menos o NÃO: afirmam uma coisa e o seu contrário!

Até há poucos dias atrás a generalidade do NÂO defendia «o equilíbrio da actual lei, a que só falta aplicação, que é como a espanhola», sublinhavam.

Agora Ribeiro e Castro larga este curioso dito:

«Se o aborto “for liberalizado”, atingirá “cifras de horror como as espanholas, onde se fazem 100 mil por ano”.»

Olá! No que é que ficamos, Dr. Ribeiro e Castro?!...

Provavelmente já se compreende quem e porquê tanto obstaculizou à aplicação da actual lei portuguesa, fazendo dela até hoje uma caricatura de lei, um aborto de lei, não é Dr. Ribeiro e Castro?!...
 
Os golpes baixos das últimas horas de campanha começam...

>Carminho & Sandra
>
>
>Carminho senta - se nos bancos almofadados do BMW da mãe. Chove lá fora
>.Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas enormes lágrimas que lhe
>rolam pela face. A mãe conduz o carro e aperta - lhe ternamente a mão. Há
>muito trânsito na Lapa ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e vago
>mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A caminho de
>Espanha.
>
>(Mais a baixo na cidade)
>
>Sandra senta - se no banco côr - de - laranja do autocarro 22 que sai de
>Alcântara. Chove lá fora. Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas
>enormes lágrimas que lhe rolam pela face. A mãe está sentada ao lado dela.
>Encosta o guarda - chuva aos pés gelados e aperta - lhe ternamente a mão.
>Há muito trânsito em Alcântara ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e
>vago mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A
>caminho de casa de Uma Senhora.
>
>O BMW e o autocarro 22 cruzam - se a subir a Avenida Infante Santo.
>
>Carminho despe - se a tremer sem nunca conseguir estancar o choro. Veste
>uma bata verde. Deita - se numa marquesa. É atendida por uma médica que lhe
>entoa palavras doces ao ouvido, enquanto lhe afaga o cabelo. Carminho sente
>- se a adormecer depois de respirar mais fundo o cheiro que a máscara
>exala. Chora enquanto dorme.
>
>
>Sandra não se despe e treme muito sem conseguir estancar o choro. Nervosa ,
>brinca com as tranças que a mãe lhe fez de manhã na tentativa de lhe
>recuperar a infância. A Senhora chega. A mãe entrega um envelope à Senhora.
>A Senhora abre - o e resmunga qualquer coisa. É altura de beber um liquido
>verde de sabor muito ácido. O copo está sujo, pensa Sandra. Sente - se
>doente e sabe que vai adormecer. Chora enquanto dorme.
>
>Carminho acorda do seu sono induzido. Tem a mãe e a médica ao seu lado. Não
>sente dores no corpo mas as lágrimas não param de lhe correr cara abaixo.
>Sai da clínica de rosto destapado. Sabe -lhe bem o ar fresco da manhã. É
>tempo de regressar a casa. Quando a placa da União Europeia surge na
>estrada a dizer PORTUGAL, Carminho chora convulsivamente.
>
>Sandra não acorda. E não acorda . E não acorda. A mãe geme baixinho
>desesperada ao seu lado. Pede à Senhora para chamar uma ambulância. A
>Senhora não deixa, ponha - se daqui para fora com a miúda, há uma cabine lá
>em baixo, livre - se de dizer a alguém que eu existo.
>A mãe arrasta a Sandra inanimada escada a baixo. Um vizinho cansado, chama
>o 112 e a polícia.
>Sandra acorda no quarto 122 dias depois. As lágrimas cara abaixo. Não
>poderás ter mais filhos, Sandra, disse -lhe uma médica, emocionada.
>Sai do hospital de cara tapada, coberta por um lenço. Não sente o ar fresco
>da manhã. No bolso junto ao útero magoado, a intimação para se apresentar a
>um tribunal do seu país: Portugal.
>
>
>Eu voto sim . Pela Sandra e pela Carminho. Pelas suas mães e avós. Por mim.
>Rita Ferro Rodrigues
>
>http://www.sorriso-do-bisturi.blogspot.com/
 
Pátria Que Me Pariu

Gabriel Pensador

Composição: By Rodrigo Assis


Uma prostituta chamada Brasil se esqueceu de tomar a pílula ,e abarriga cresceu
Um bebê não estava nos planos dessa pobre meretriz de dezessete anos
Um aborto era uma fortuna e ela sem dinheiro
Teve que tentar fazer um aborto caseiro
Tomou remédio, tomou cachaça, tomou purgante
Mas a gravidez era cada vez mais flagrante
Aquele filho era pior que uma lombriga
E ela pediu prum mendigo esmurrar sua barriga
E a cada chute que levava o moleque revidava lá de dentro
Aprendeu a ser um feto violento
Um feto forte escapou da morte
Não se sabe se foi muito azar ou muita sorte
Mais nove meses depois foi encontrado, com fome e com frio,
Abandonado num terreno baldio
Pátria que me pariu! Quem foi a pátria que me pariu!?
A criança é a cara dos pais mais não tem pai nem mãe
Então qual é a cara da criança?
A cara do perdão ou da vingança?
Será a cara do desespero ou da esperança?
Num futuro melhor, um emprego, um lar
Sinal vermelho, não da tempo prá sonhar
Vendendo bala, chiclete...
Num fecha o vidro que eu num sou pivete
Eu não vou virar ladrão se você me der um leite, um pão, um vídeo game e uma televisão
Uma chuteira e uma camisa do mengão.
Pra eu jogar na seleção, que nem o Ronaldinho
Vou pra copa vou pra Europa...
Coitadinho! Acorda moleque! Cê num tem futuro!
Seu time não tem nada a perder
E o jogo é duro! Você não tem defesa, então ataca!
Pra não sair de maca
Chega de bancar o babaca!
Eu não aguento mais dar murro em ponta de faca
E tudo o que eu tenho é uma faca na mão
Agora eu quero o queijo. Cade?
To cansado de apanhar. Tá na hora de bater!
Pátria que me pariu!
Quem foi a pátria que me pariu!?
Mostra tua cara, moleque! Devia tá na escola
Mas tá cheirando cola, fumando um beck
Vendendo brizola e crack
Nunca joga bola mais tá sempre no ataque
Pistola na mão, moleque sangue bom
E melhor correr que lá vem o camburão
É matar ou morrer! São quatro contra um!
Eu me rendo! Bum! Clá! Clá! Bum! Bum! Bum!
Boi ,boi, boi da cara preta pega essa criança com um tiro de escopeta
Calibre doze na cara do Brasil
Idade catorze estado civil morto
Demorou, mais a pátria mãe gentil conseguiu realizar o aborto.


Ainda vamos a tempo de abortar a Odete Santos, o José Carlos Malato, O Eng. Sócrates e outros defensores do sim!
 
Porque não seguirmos o vanguardista exemplo Angolano?!...

«Dizem os do "Não" que a penalização da IVG coloca Portugal na vanguarda da defesa da vida, ao contrário de países como a Suécia, a Alemanha ou os Estados Unidos. Mas há quem esteja mais à frente: Angola, por exemplo. Em Angola, dez por cento das mortes maternais têm origem no aborto clandestino e a pena de prisão pode ir até aos oito anos. A polícia tem at\e piquetes nos hospitais para interrogar as mulheres que chegam com complicações pós-aborto. Temos muito a aprender com Angola. Se não continuarmos na vanguarda, ficaremos pelo menos na vã guarda.»
 
Última edição:
Tu sabes bem,
Junta-te a nós,
Nesta canção,
Acorda a voz,
Abre a porta,
Do teu coração.

Viram-te nascer,
Sabes bem,
O que é crescer,
O caminho por andar,
Toda a vida o bem maior.

Chegou a hora de escolher
ANDA VALE A PENA VIVER
ANDA VALE A PENA VIVER

Sempre pela vida a cantar,
Também vais poder descobrir,
Todos juntos vamos gritar,
Para a vida que há dentro de ti.
 
De tanto se falar em IVG, noto que se esquece a fase anterior à gravidez, ou seja, o acto sexual. Ora, não há registo (salvo aquele da Bíblia) de alguma mulher ter ficado grávida por beber água, andar em transportes públicos e outras actividades do dia a dia. Uma mulher fica grávida porque decide ter relações sexuais, que é uma actuação humana consciente, voluntária. Se somos responsabilizados por todas as nossas outras actuações, porque raio esta merece uma apreciação diferente? Até aceito que miudas até aos 18 anos, que fiquem grávidas, lhes seja permitido o aborto até ás 10 semanas. Assumo que até aos 18 anos ainda não haja bom senso, clareza de espirito e outros predicados que fazem uma pessoa ser juridicamente maior de idade. Mas uma vez sendo maior de idade, qualquer actuação tem uma responsabilização. Ao votar pelo "sim", eu estou a "facilitar" a actividade sexual irresponsável ou não preparada, uma vez que a consequência, a concepção, pode ser livremente removida e definitivamente.
 
Acho que o objectivo foi conseguido. As imagens devem de chocar para as pessoas terem a noção da realidade. Não vejo qualquer tipo de imoralidade nesta iniciativa.

"Não vejo qualquer tipo de imoralidade nesta iniciativa"
Frase á altura dos adeptos do "NÃO"

A imoralidade está em usar crianças de 10/11 anos para fazerem de correio.
Se não houvesse imoralidade a "besta" que andou a distribuir os DVDs tinha dado a cara.
 
Os golpes baixos das últimas horas de campanha começam...

>Carminho & Sandra
>
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>Carminho senta - se nos bancos almofadados do BMW da mãe. Chove lá fora
>.Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas enormes lágrimas que lhe
>rolam pela face. A mãe conduz o carro e aperta - lhe ternamente a mão. Há
>muito trânsito na Lapa ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e vago
>mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A caminho de
>Espanha.
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>(Mais a baixo na cidade)
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>Sandra senta - se no banco côr - de - laranja do autocarro 22 que sai de
>Alcântara. Chove lá fora. Encosta o nariz ao vidro para disfarçar duas
>enormes lágrimas que lhe rolam pela face. A mãe está sentada ao lado dela.
>Encosta o guarda - chuva aos pés gelados e aperta - lhe ternamente a mão.
>Há muito trânsito em Alcântara ao fim da tarde. A mãe tem um olhar triste e
>vago mas aperta com força a mão da filha de 18 anos. Estão juntas. A
>caminho de casa de Uma Senhora.
>
>O BMW e o autocarro 22 cruzam - se a subir a Avenida Infante Santo.
>
>Carminho despe - se a tremer sem nunca conseguir estancar o choro. Veste
>uma bata verde. Deita - se numa marquesa. É atendida por uma médica que lhe
>entoa palavras doces ao ouvido, enquanto lhe afaga o cabelo. Carminho sente
>- se a adormecer depois de respirar mais fundo o cheiro que a máscara
>exala. Chora enquanto dorme.
>
>
>Sandra não se despe e treme muito sem conseguir estancar o choro. Nervosa ,
>brinca com as tranças que a mãe lhe fez de manhã na tentativa de lhe
>recuperar a infância. A Senhora chega. A mãe entrega um envelope à Senhora.
>A Senhora abre - o e resmunga qualquer coisa. É altura de beber um liquido
>verde de sabor muito ácido. O copo está sujo, pensa Sandra. Sente - se
>doente e sabe que vai adormecer. Chora enquanto dorme.
>
>Carminho acorda do seu sono induzido. Tem a mãe e a médica ao seu lado. Não
>sente dores no corpo mas as lágrimas não param de lhe correr cara abaixo.
>Sai da clínica de rosto destapado. Sabe -lhe bem o ar fresco da manhã. É
>tempo de regressar a casa. Quando a placa da União Europeia surge na
>estrada a dizer PORTUGAL, Carminho chora convulsivamente.
>
>Sandra não acorda. E não acorda . E não acorda. A mãe geme baixinho
>desesperada ao seu lado. Pede à Senhora para chamar uma ambulância. A
>Senhora não deixa, ponha - se daqui para fora com a miúda, há uma cabine lá
>em baixo, livre - se de dizer a alguém que eu existo.
>A mãe arrasta a Sandra inanimada escada a baixo. Um vizinho cansado, chama
>o 112 e a polícia.
>Sandra acorda no quarto 122 dias depois. As lágrimas cara abaixo. Não
>poderás ter mais filhos, Sandra, disse -lhe uma médica, emocionada.
>Sai do hospital de cara tapada, coberta por um lenço. Não sente o ar fresco
>da manhã. No bolso junto ao útero magoado, a intimação para se apresentar a
>um tribunal do seu país: Portugal.
>
>
>Eu voto sim . Pela Sandra e pela Carminho. Pelas suas mães e avós. Por mim.
>Rita Ferro Rodrigues
>
>http://www.sorriso-do-bisturi.blogspot.com/

A vergonhosa realidade deste pais defendida pelo "NÃO"
 
"Não vejo qualquer tipo de imoralidade nesta iniciativa"
Frase á altura dos adeptos do "NÃO"

A imoralidade está em usar crianças de 10/11 anos para fazerem de correio.
Se não houvesse imoralidade a "besta" que andou a distribuir os DVDs tinha dado a cara.

É espantoso que pessoas que alicerçam e perspectivam toda a sua mundivisão nos princípios e na moral, executem e/ou desculpabilizem actos dessa natureza (distribuição de dvd's, panfletos manipuladores e ameaçadores de divinos castigos), não vendo aí a menor contradição moral...

Que fosse eu a fazer isso, que zombo da moral dia & noite, ainda vá lá... Agora vindo de moralizadores e moralistas convictos é surreal.
 
Tu sabes bem,
Junta-te a nós,
Nesta canção,
Acorda a voz,
Abre a porta,
Do teu coração.

Viram-te nascer,
Sabes bem,
O que é crescer,
O caminho por andar,
Toda a vida o bem maior.

Chegou a hora de escolher
ANDA VALE A PENA VIVER
ANDA VALE A PENA VIVER

Sempre pela vida a cantar,
Também vais poder descobrir,
Todos juntos vamos gritar,
Para a vida que há dentro de ti.



Musica e mais musica (porque mais não sabem), o "NÃO" em plena campanha.
 
A vergonhosa realidade deste pais defendida pelo "NÃO"
Ah, mas este tipo de textos já não é a "vergonhosa campanha do Sim"...

O Não mostra imagens do aborto, o Sim conta "historietas" melodramáticas, qual telenovela mexicana.

Ambos podem relatar realidades, mas ambos são moralmente errados, e uma propaganda de baixo nível.

Infelizmente tens os olhos tão tapados que não consegues ver isso.
 
Ah, mas este tipo de textos já não é a "vergonhosa campanha do Sim"...

O Não mostra imagens do aborto, o Sim conta "historietas" melodramáticas, qual telenovela mexicana.

Ambos podem relatar realidades, mas ambos são moralmente errados, e uma propaganda de baixo nível.

Infelizmente tens os olhos tão tapados que não consegues ver isso.


Ambos os procedimentos me são repougnantes porque medíocres.

Mas contar, por muito bem contado que seja, o torturar de alguém, é bem diferente de ver torturar esse alguém...
 
Ah, mas este tipo de textos já não é a "vergonhosa campanha do Sim"...

O Não mostra imagens do aborto, o Sim conta "historietas" melodramáticas, qual telenovela mexicana.

Ambos podem relatar realidades, mas ambos são moralmente errados, e uma propaganda de baixo nível.

Infelizmente tens os olhos tão tapados que não consegues ver isso.

Historietas???????? Sem duvida alguma essa das historietas é mesmo de quem não sabe, ou é tapado, ou criança, ou pertence á classe previlegiada das deslocações a espanha para duvidar da realidade portuguesa em relação ao aborto.
Sobre os meus olhos tapados... estão pois, quando passo em locais onde se pratica o aborto a mulheres portugueses impedidas de o fazerem em portugal.
Sobre isto meu caro, pode vir até espanha que tenho imenso prazer em lhe mostrar os carros portugueses que aqui vem a esta clinicas. Olhe que não é para fazerem consulta de estomatologia.
Esta é a realidade que os adeptos do NAO negam que existe. Esta e a dos vãos de escada.
 
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