O ministro da economia na China

citação:Originalmente colocada por tiago2

Na realidade e para mal dos nossos pecados... penso que ele só disse a verdade.

eu so Psd mas tenho que concordar, com o argumento do ministro

eu quero que a antiga fabrica da GM de seja comprada pelos chineses da Zhonghua
 
Especialista no tiro no pé


António José Teixeira

Manuel Pinho não gosta de passar despercebido. Está no seu direito. Também por isso não deve estranhar a crítica. As declarações do ministro da Economia na China valorizando os baixos custos salariais portugueses tiveram o condão de provocar um consenso alargado de indignação. Até o PS não conseguiu disfarçar o incómodo.

O que disse o ministro é verdadeiro. Ninguém o contesta. Se alguém tivesse vontade de o contestar seria talvez Manuel Pinho ou os empresários portugueses. E os empresários apenas contestaram o ministro. A valorização dos baixos salários não é discurso governamental nem empresarial à mesa da concertação social.

Para os chineses o argumento dos baixos salários como vantagem comparativa é irrelevante. Não porque sejam insensíveis a este factor. Pelo contrário. Mas porque não precisam que Manuel Pinho o explique. Se estiverem interessados em investir em Portugal - e parece que estão - sabem fazer o seu trabalho de casa</u>. Como ficaram a saber que o ministro com as suas declarações é ele próprio um factor de instabilidade laboral.</u>

Nenhum português gosta de ouvir um responsável governamental elogiar o nosso baixo nível de vida. A valorização dos baixos salários como factor de competitividade é contraditória com o modelo de de-senvolvimento defendido pelo Governo. Liga mal com planos tecnológicos. Alguns dirão que todos estes argumentos remetem para o politicamente correcto. E que no leilão do investimento internacional todos os argumentos são bons desde que produzam resultados concretos</u>. O problema é que no reino global do pragmatismo a China vai mais depressa para África, o que está a acontecer, do que para Portugal. E quando se decide pelo nosso país, quando escolhe Sines, por exemplo, não é pelos baixos salários, mas pela posição estratégica.</u> Boa parte das empresas chinesas instaladas no estrangeiro recrutam trabalhadores chineses, ainda mais baratos. Não deixa de ser uma ironia da globalização quando Portugal fala em baixos salários à China</u>...

O disparate de Manuel Pinho não é o primeiro, nem o segundo, nem o terceiro. E quando os tenta emendar costuma reincidir. Foi o que fez ontem ao chamar aos sindicatos "forças do atraso". As frases de Manuel Pinho até serão fait divers. Não chegam para julgar o Governo. Mas minam a sua credibilidade. O problema da "verdade" do ministro não é a sua inconveniência. É pelo menos a aparência que transmite de "não saber o que diz".</u> Até quando José Sócrates estará disposto a ficar pela desvalorização do seu ministro? Os tiros no pé não ajudam, mesmo quando José Sócrates parece eficaz. Talvez o jogging e a camisola de Ronaldo se sobreponham às tiradas do ministro...
http://dn.sapo.pt/2007/02/02/editorial/especialista_tiro_pe.html
 
Negócios a Oriente
Portugal pode fabricar carros chineses
















Tiago Petinga/Lusa


A hipótese de Portugal poder vir a construir os económicos carros chineses ganhou ontem um importante avanço durante a visita de José Sócrates à China. A revelação foi feita por Basílio Horta, embaixador português junto da OCDE, que foi contactado por um dos maiores industriais do sector automóvel chinês. “Eles querem entrar na Europa e disseram que têm Portugal na agenda.”






Sobre a mesa está a hipótese, para já ainda apenas isso, de a marca (não revelada), passar a produzir os seus automóveis no nosso país. “Não há ainda nada de concreto, mas Portugal apresenta vantagens competitivas que lhes parecem muito importantes”, disse Basílio Horta, exemplificando com o caso da Autoeuropa e sublinhando a importância de um tal negócio para o nosso país.

“Depois da saída de General Motors de Portugal há a necessidade de voltarmos a ter um grande investidor automóvel e vamos agarrar esta oportunidade com toda a força”, disse, sem se querer alongar em pormenores sobre o negócio. A sua satisfação, contudo, mostrava que tudo pode estar mais avançado do que quis dizer, até pela atrapalhação e admiração de Manuel Pinho quando confrontado com a questão. O que está em causa é a produção de peças automóveis em separado ou dos veículos por inteiro, mas o embaixador da OCDE não confirmou que o negócio, a concretizar-se, possa ocupar a agora vazia fábrica da Azambuja.

“O nosso mercado é moderno, há empresas tecnológicas como as que estão a ser mostradas na China, e nesta fase em que este país começa a internacionalizar-se o mercado automóvel e as suas componentes é um sector onde Portugal pode atrair investimento chinês.”

O mercado automóvel chinês aumenta a cada dia (em Pequim, as longas filas de bicicletas estão cada vez mais reduzidas) e a China investe nas suas próprias marcas depois da invasão inicial estrangeira. Audi, Mercedes e BMW dominam o mercado de luxo, mas a Volkswagen, Hyundai e Ford, que ocupavam o mercado dos carros populares, estão a ser esmagadas pelos automóveis chineses, que não param de surgir, a preços muitos baixos.

Produzir para um país que pode adquirir mais de 3,2 milhões de veículos é a mais-valia para Portugal. À China, Portugal oferece know how e possibilidade de acabar com a má imagem dos carros chineses: cópias quase fiéis dos modelos das principais marcas e péssimo fabrico e equipamento, devido à falta de conhecimentos. A Chery, por exemplo, aposta num pequeno citadino, o QQ, cujas parecenças com o Daewoo Matiz já lhe valeram um processo por parte da General Motors. Apesar de os preços serem metade do normal e de os chineses estarem a importar cada vez mais tecnologia – e técnicos – da Europa, há ainda uma desconfiança geral.

Basílio Horta garantiu que a comercialização não foi falada, mas será seguramente o passo seguinte, porque há empresas portuguesas muito interessadas na venda das marcas chinesas em Portugal e na Europa. A Hipogest, de Hipólito Pires, que acompanha Sócrates à China, há muito que quer importar dois modelos da Geely, a metade do preço dos concorrentes do seu segmento (Renault Mégane e Opel Astra). Mas a Serfingest, de Vasco Mendes de Almeida, que também faz parte da comitiva, tem-se batido pelo mesmo. Afinal, apesar do elevado imposto automóvel em Portugal, é possível vender estes carros por cerca de dez mil euros, o que os torna produtos muito apetecidos.
 
O que se dirá nas reuniões quando ministros e 'companhia' estão a negociar com empresas interessadas em vir para Portugal ?

Ironia mod:
Será, venham que aqui os sindicatos não perdoam
Será, venham que aqui os ordenados são dos mais altos da Europa
Será, venham que aqui os trb estão descontentes e não querem é trabalhar



Apesar de cair mal para nós Portugueses este tipo de argumentos, é a realidade e sem duvida o que faz as multinacionais virem para Portugal.
A nivel de emprego, nós até estamos bem para desperdiçar qualquer tipo de empresa(que queira óbviamente entrar no nosso país e integrar-se ás nossas regras de trabalho),ou não.
 
citação:Originalmente colocada por Nthor

Chineses: O que eles fazem em Portugal
CHINESES DE 2ª GERAÇÃO ESTÃO APORTUGUESADOS

Y Ping Chow. de 48 anos, presidente da Liga dos Chineses, tem três filhos, todos com formação superior em áreas que vão da Gestão à Engenharia Ambiental. Empresário desde sempre e com mente empreendedora, teme agora pelo futuro dos negócios familiares.

“As minhas preocupações são com os meus negócios e com os meus filhos. Estão todos no Ensino Superior e adquiriram a mentalidade de funcionários públicos. Só querem estar atrás de uma secretária. Pretendem ter uma vida mais relaxada, com fins-de-semana no campo”, afirma, entre risos, Y Ping Chow.

Mas a mudança de mentalidades ganha também força nos chineses que vieram recentemente para Portugal. “Já não é como antigamente, em que vínhamos para trabalhar muito e ganhar o que se pudesse. Hoje querem trabalhar menos e ganhar mais”, acrescenta o líder da comunidade.

Somos todos iguais:).
E isso é excelente:D.
 
«Portugal pode oferecer muito à internacionalização da economia chinesa. Basta olhar para o mapa para se perceber logo a localização central de Portugal», insistiu, advogando, depois, que o país poderá proporcionar «oportunidades não apenas na Europa, mas também nos continentes africano e sul-americano, em especial no Brasil». Socrates dixit
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=21499

Mas o homem não se apercebe do ridículo de fazer afirmações destas no...... IMPÉRIO DO MEIO[8)].
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

citação:Originalmente colocada por Nthor

Chineses: O que eles fazem em Portugal
CHINESES DE 2ª GERAÇÃO ESTÃO APORTUGUESADOS

Y Ping Chow. de 48 anos, presidente da Liga dos Chineses, tem três filhos, todos com formação superior em áreas que vão da Gestão à Engenharia Ambiental. Empresário desde sempre e com mente empreendedora, teme agora pelo futuro dos negócios familiares.

“As minhas preocupações são com os meus negócios e com os meus filhos. Estão todos no Ensino Superior e adquiriram a mentalidade de funcionários públicos. Só querem estar atrás de uma secretária. Pretendem ter uma vida mais relaxada, com fins-de-semana no campo”, afirma, entre risos, Y Ping Chow.

Mas a mudança de mentalidades ganha também força nos chineses que vieram recentemente para Portugal. “Já não é como antigamente, em que vínhamos para trabalhar muito e ganhar o que se pudesse. Hoje querem trabalhar menos e ganhar mais”, acrescenta o líder da comunidade.

Somos todos iguais:).
E isso é excelente:D.

Ou seja todos os portugueses têm esta mentalidade[:p]
 
Manuel Pinho é, na minha opinião o Ministro mais paradoxal deste governo.

Se, por um lado, até tem tido um desempenho relativamente positivo no que toca à atracção de IDE para Portugal, por outro cada vez que abre a boca parece que quer destruir todo o trabalho tutelado pelo seu ministério...

Esse homem precisa urgentemente de alguém que o oriente nas suas aparições públicas, doutro modo será a chacota deste Governo.
 
citação:Originalmente colocada por zerorpm

Ou seja todos os portugueses têm esta mentalidade[:p]
Todas as raças e culturas sem grandes diferenças.

Voçês são novos:D mas o que hoje se diz da China dizia-se há 40 anos dos Japoneses.

Todos, a uma certa altura, querem começar a GOZAR a vida.
 
Eu adoro é esta nova fase da nossa política internacional.

Joggings para promover um país "moderno".

(WTF? [}:)])

Tanta espuma e tão pouco conteúdo [8)]

Este faz joggings e diz umas balelas sobre a eterna aposta na inovação super tecnológica deste país, o mesmo país que mal consegue fazer decentemente o 9ºano.

A outra faz plásticas, sorri e diz disparates (e volta a sorrir) tão impressionantes como querer politizar as decisões do BCE, ir ao Canadá e expressar concordância com independentistas do Quebéc interferindo com a política de um país estrangeiro, entre outras pérolas.

O outro negoceia com terroristas e cede a independentistas. Cede tanto a tanta gente que até irrita. Faz-me lembrar um padre que nos governou durante 6 anos.

Finalmente aquela direita parva, de expoente europeu Berlusconi, tem rival na PARVALÂNDIA DE ESPUMA (agora moderna :D), de políticas SOUNDBYTIZADAS viradas exclusivamente para o mediatismo televisivo.

Bolas, isto comparado com Gonzalez, Thatchers, Aznar, Blair (este já com plásticas pelo meio :D mas vá lá, para além de aparência, houve ali muito conteúdo [^]) é uma evolução do catano [}:)]
 
O homem disse a verdade. Pois é...

Mas, entretanto, para consumo interno fala-se em qualificação, blá blá blá e lá fora atira-se com a cenoura dos baixos salários.

Se isto não é uma trapalhada...

Hilariante é anunciar mão de obra barata precisamente na China. Só valta tentarem vender gelo aos esquimós!

Mas o mais preocupante não é o detalhe do ministro afectado pelos fusos horários.
Preocupante é a falta de indignação e de vozes erguidas perante políticas erradas e disparatadas. Como sempre deixamos de ver a floresta para olhar apenas a árvore.
 
Estes nossos governantes mais parecem uma cambada de parolos
que nunca saiu da aldeia e foram visitar a cidade. [:o)]
Sem ofensa aos aldeões, que eu também já fui um deles.

Primeiro, é mentira o que ele disse, temos os novos países da UE
com salários mais baixos, mais formação e mais centrais na Europa.

Eles deviam estar lá era acima de tudo a promover o país, os
seus produtos de qualidade e únicos (azeite, vinho, cortiça, etc...),
a nossa história e o turismo em portugal.

A nossa mentalidade "atrofiadinha" é sempre a mesma porcaria, queremos
é que sejam os outros de fora a vir cá investir, a vir cá fazer
fábricas... em vez de se promover o desenvolvimento interno.
 
Está visto que Manuel Pinho não é um político...

Quando muito um mau sapateiro...

é o que dá quando se colocam técnicos sem dimensão política em cargos de forte carga política.
 
Portugal tem que se por a jeito para cair nas boas graças das superpotências emergentes: China e Índia...

Depois do número do «mordomo dos Açore» protagonizado pelo ex-cómico profissional Zé Manel Durão Barroso, assistimos ao número de «transfaquirismo» do cómico residente Cavaco silva, e ao «elogio do dragão-mandarim» pelo truão Sócrates...
 
Este ministro prepara-se para carregar cruz similar à de Marques Mendes: quando se reunir para discutir salários já vai ser conhecido por ter afirmado uma coisa, o seu contrário, e os todos os complementar conexos...
 
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