Grandes Portugueses - a poll

citação:Originalmente colocada por J.R.

Oh Excalibur!!![:0][:0]

Temerem pela vida???
Santa Inocência:D.

Não te espantes J.R. não te espantes. [:p]

Qual é para ti o cenario mais tenebroso ?

Temeres acordar com os "Pézinhos Frios" e "Noutro Mundo", ou não Progredires na Carreira e perderes regalias face a pessoal mais novo?

Depois disto, então sim podes dar o tal Toque Politico, mas não duvides que antes da questão das carreiras, houve o temor de tombar numa " Guerra do regime " já perdida, porque a Guerra colonial como tu muito bem salientaste estava a consumir demasiados recursos humanos, baste efectivamente olhar para o Monumento que mencionaste.
 
citação:Originalmente colocada por Excalibur

Qual é para ti o cenario mais tenebroso ?

Temeres acordar com os "Pézinhos Frios" e "Noutro Mundo", ou não Progredires na Carreira e perderes regalias face a pessoal mais novo?

Depois disto, então sim podes dar o tal Toque Politico, mas não duvides que antes da questão das carreiras, houve o temor de tombar numa " Guerra do regime " já perdida, porque a Guerra colonial como tu muito bem salientaste estava a consumir demasiados recursos humanos, baste efectivamente olhar para o Monumento que mencionaste.
São palavras dos próprios.
Não vale a pena nós, que não o eramos, colocarmo-nos na posição deles.
Eles disseram o que os levou a iniciar o Movimento.
O que os motivou foi as carreiras que iam ficar tapadas (concorrência)pelos Oficiais Milicianos que após uma curta passagem pela Academia e ao fim de duas ou três comissões de serviço.... ZÁS.... ficavam IGUAIS.
Os oficiais de carreira raramente arriscavam o pelo.
Quem arriscava eram os oficiais milicianos e alguns, poucos e honrados, oficiais de carreira.
Nomeadamente nas tropas especiais e outra qq esporádica excepção.

E esses, salvo outra esporádica excepção, não eram contra a Guerra.
 
Foi aqui dito que a guerra em Africa esta a consumir demasiados efecticos humanos.

É verdade que só uma vida que se perca já é demasiado, mas sejamos objectivos, um País com 10 milhões de habiatantes que perde em 13 anos conflito armado 9 mil homens, não me parece demasiado (estou a falar em termos puramente militares, e não morais), comparado com as baixas que tivemos num só dia na batalha de LA LYS (9/4/18)durante a IªG.G., em que estas foram de 7 mil.

O problema não eram as baixas, mas sim mais a falta de meios devido ao embargo que sofriamos por parte da maioria dos paises ocidentais, con excepção de alguna material fornecido pela França, Alemanha e Espanha, que nos impedia de ter armas em quantidade e qualidade para fazer frente a guerrilha armada pelos países do Pacto de Varsovia e China, e isto aliado ao facto da nossa juventude estar a ser minada nas escolas pelas ideologias marxistas-leninistas, que depois se ia refletir nas fileiras quando eram incorporados nas F.Armadas.
 
citação:Originalmente colocada por Excalibur

Já alguém por acaso pensou, que os votos no Dr. Oliveira Salazar, pode ser uma mensagem do Cidadão Anónimo para a classe politica Nacional ??

Ele esteve 36 anos e houve o que houve, mas em muitos aspectos o Cidadão Comum nunca se sentiu inseguro, ou com tanta falta de trabalho como hoje, quanto á arrogâncias e prepotencias ... bem analisem lá bem que ela existe hoje também, a falta de Liberdade de Expressão e Democrática nisso concordo, não havia.

Actualmente com 33 anos de Poder democrático a (des)governar o pais, além da Liberdade e da Democracia quais foram efectivamente as maiores conquistas obtidas ???

Talvez por isso, tenham ocorridos tantos votos no Dr. Oliveira Salazar.

Já postei e volto a postar - ACHO QUE TENS TODA A RAZAO:

Provavelmente alguns (muitos) Portugueses finalmente se aperceberam que a situação e oposição que governam esta Nação vai para 30 anos não são a solução e querem algo diferente, o voto em Salazar não é um regresso ao passado mas sim um voto (grito) de inconformismo:


- Dêem-mos qualquer coisa, menos mais do mesmo!
 
Meditemos...

“Não será uma maioria parlamentar um poder ditatorial?”

“Obviamente qualquer maioria é uma ditadura”.

Se uma ditadura só o é porque o poder é detido por uma só pessoa ou está
concentrado num grupo de pessoas, não há como fugir à realidade. É uma verdade
indesmentível.

A grande questão subjacente, é saber se quem detém o poder o exerce para
benefício de alguns em prejuízo dos demais.

Pelo que se pode verificar do que tem sido a actuação dos partidos no pós 25 de
Abril
, numa luta contínua pelo poder, através do voto popular, fica claro que todas
as forças políticas tentam chegar à tal maioria parlamentar; se uma maioria
parlamentar goza da faculdade de impor a sua vontade, o que temos senão uma
maioria parlamentar eleita democraticamente ou seja uma ditadura sufragada pelo
povo … democraticamente!

No entanto, tenho que fazer um reparo a este tipo de ditadura ou maioria
parlamentar; pode com isenção qualquer grupo organizado – qualquer que seja –
exercer desinteressadamente o poder se o terá de fazer sempre condicionado à
sua própria ideologia?

E os restantes partidos, os que fazem parte da minoria parlamentar, que tipo de
actuação lhes está afecta?

Com toda a certeza pretendem interferir nas decisões
mas sem utilidade prática.
Estamos perante uma ditadura que em nada serve a Nação.
É a ditadura de uma maioria parlamentar ditatorial, cuja política não está ao serviço
da governação!

Este tipo de ditadura, que é a democracia dos partidos é pela própria definição um
instituto vocacionado a dividir e tem na sua doutrina e comportamento a mais
profunda e refinada ambição destruidora, que tenta impor pelo número dos votos a
sua vontade e créditos, que tem como objectivo – consciente ou não - a falência da
vida Humana em nome da luta de classes uns, em prol da distribuição equitativa da
riqueza outros.

Termino como comecei: qualquer maioria – parlamentar ou não – é uma ditadura: há
no entanto maiorias que só fazem política e há ditaduras que governam!


Deixo aqui a transcrição de parte de um discurso do nosso patrono Dr. António de
Oliveira Salazar, volume 1º, pág. XXXVIII e XXXIX.

"Ora, seja qual for o sistema de responsabilidade encontrado para o exercício da
governação pública, uma coisa é essencial aos governos – a autoridade, no sentido
de possibilidade constitucional e efectiva de governar. E não pode crer-se que se
chegou a boa solução quando os diferentes poderes funcionam de tal sorte que os
governos ou não existem ou não governam: defendem-se. Se os grupos partidários
a cada momento se consideram candidatos ao Poder com fundamento na porção de
soberania do povo que dizem representar, a maior actividade – e vê-se até que o
maior interesse público – não se concentra nos problemas da Nação e na
descoberta das melhores soluções, mas só na luta política. Por mais propenso que
se esteja a dar a esta algum valor como fonte de agitação de ideias e até de
preparação de homens de governo, tem de pensar-se que onde ela atinge a
acuidade, o azedume, a permanência que temos visto, todo o trabalho útil para a
Nação lhe é ingloriamente sacrificado. Tem de distinguir-se, pois, luta política e
governação activa: os dois termos raro correrão a par".


Fonte: http://www.oliveirasalazar.org/srcDocumento.asp?id=41
 
DESCOLONIZAÇÃO FOI UM CRIME


-- Foi crime de lesa Pátria, punido pelo art.º
141.º do Código Penal.

-- No próprio programa do MFA constava a
consulta às populações.

-- Foi crime por abuso do poder contra a
vontade do povo, seja da Metrópole ou de
cada um dos territórios ultramarinos, que não
foram consultados.

Os que tomaram conta do poder em 25 de
Abril sabiam que num referendo às populações estas escolheriam continuar portugueses.

De 2 milhões e 300 mil km2 de superfície passámos a 92.000 = 4%.
O povo nos territórios que abandonámos vive infeliz e os de Cabinda ainda pior.


ULTRAMAR – ABANDONO

Se não tivesse sido publicado o decreto-lei 353/73, o regime continuaria. Em Angola a guerra estava ganha. Em Moçambique a politica militar do general Kaúlza de Arriaga estava a resultar
e Cabora Bassa que era um dos objectivos do terrorismo internacional (soviéticos e americanos) </u>nunca foi atacada. A situação mais complicada era em relação à Guiné, mas também se encaminhava para uma solução política. Já estava destinado um governador da
etnia (salvo erro) “Balanta”, pessoa culta com formação universitária.

Constava na altura, que se estava em negociações com Nino Vieira e este estaria disposto (em troca de algumas contrapartidas) a terminar a guerrilha. O 25 de Abril veio interromper as
negociações.
Hoje a Guiné seria uma região autónoma como a Madeira ou Açores o que era uma boa solução. Poucas semanas antes do famigerado 25Abril, os militares portugueses infligiram uma derrota esmagadora ao PAIGC, capturando-lhes muito armamento pesado o que
os deixou em franca desvantagem. Em S. Tomé e Cabo Verde havia paz.

E JÁ AGORA: quem alterou o texto do Programa do MFA sobre os “Territórios Ultramarinos”?

Na versão 25/A propunha-se a autodeterminação, através de referendos organizados e controlados pela ONU. A revisão “abrilista” consistiu apenas no seu abandono para pilhagem pelos partidos comunistas a soldo de Moscovo e não só.</u>


Portugal não é um pequeno país. Os que sustentam isso esquecem que as províncias ultramarinas fazem com o território metropolitano de Portugal um todo uno e indivisível (in
Santos Duarte, 1996, 12 e ss.)”


ÁFRICA -- ABANDONO RACISTA

Abandonamos Angola, Moçambique, Guiné, Timor, Cabinda e todos os outros territórios sem consultar as populações que confiavam nos portugueses. Curioso é que só os territórios em que predominavam populações não brancas foram abandonados, cometendo assim um acto
de puro racismo.

“Rei de Portugal e dos Algarves” era o título dos nossos monarcas no passado.

Porque o MFA não abandonou também o Algarve?

Ou os Açores e a Madeira. Ou Lisboa ou Santarém que conquistámos aos mouros.

Se queriam ver-se livres dos indivíduos de raça negra, ao menos que o fizessem consultando o país com um referendo. Cobardemente não o fizeram porque sabiam que a resposta era NÃO.

Mas África e Timor tinham forçosamente de ser abandonados às hienas da política internacional, porque os políticos do 25 de Abril não tinham competência para dirigir tão grande Nação e porque os políticos do PS e PC que surgiram após a abrilada tinham de
cumprir o combinado em Paris com a União Soviética.

Realmente é mais fácil ser pedinte na Europa, é só ir insistindo de mão estendida.



ANGOLA COM TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL MAIS ELEVADA

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=242168 -- 06-09-2006

(A mortalidade durante a presença portuguesa era baixíssima)
Angola é o País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) com a taxa de mortalidade infantil mais elevada, atingindo 133 crianças por cada mil, revela o relatório anual do Fundo da ONU para a População (UNFPA) divulgado hoje. Segundo a mesma fonte, dos outros dois PALOP analisados, a taxa de mortalidade infantil na Guiné- Bissau é de 114 por cada mil, enquanto Moçambique apre senta o valor mais baixo (94).

O documento aponta que nas regiões menos desenvolvidas, a taxa de mortalidade infantil é de 59 em cada mil, enquanto nas mais desenvolvidas é de apenas sete.

O relatório «A situação da população mundial 2006 - Passagem para a Esperança: Mulheres e migrações internacionais» refere ainda que a taxa de mortalidade em crianças com menos de cinco anos é também superior em Angola com 245 meninos e 215 meninas em cada mil,na Guiné-Bissau é de 206 no sexo masculino e 183 no feminino, enquanto em Moçambique é de 171 e 154, respectivamente.
 
vocês são perigosos... daqui a pouco metem aqui o programa politico da união nacional.

:D:D:D

o ultimo livro que comprei foi "As Mascáras de Salazar" de Fernando Dacosta, para me entreter nas logas viagens que faço, e uma das primeiras frases dele é:

"Para julgar é preciso compreender."
 
citação:Originalmente colocada por Julius_Kaizer

DEMOCRACIA = DITADURA DAS MASSAS . a vontade do individuo é sofucada pela opiniao da maioria .


Talvez prefiras a Oligarquia (que é de facto o regime da "real politik" que sucede na modernidade democrática...), ou a Monarquia, ou algo bem pior...

Rancière analisa e evidencia as raízes do «ódio à democracia»: ela é o anular do poder absoluto que a Filosofia e a Política grega arquitectaram para passar o senil deus legislador à reforma...
 
Quando as massas são compostas na sua maioria por pessoas incultas, zés-do-boné, alcoviteiras e gente que vota num partido em eleições como se estivesse a apoiar um clube de futebol, então sim, se calhar preferia outro regime político.
 
citação:Originalmente colocada por Tuareg

citação:Originalmente colocada por Julius_Kaizer

DEMOCRACIA = DITADURA DAS MASSAS . a vontade do individuo é sofucada pela opiniao da maioria .


Talvez prefiras a Oligarquia (que é de facto o regime da "real politik" que sucede na modernidade democrática...), ou a Monarquia, ou algo bem pior...

Rancière analisa e evidencia as raízes do «ódio à democracia»: ela é o anular do poder absoluto que a Filosofia e a Política grega arquitectaram para passar o senil deus legislador à reforma...

Nos vivemos numa sociedade capitalista e tu acreditas que vives em Democracia? Bem pelo menos acho que sabes que vivemos numa oligarquia de facto!
 
O 25 de Abril, "a revolução dos apartamentos", "a revolução dos traidores", "a revolução dos covardes", "a revolução dos incompetentes", "a revolução dos oportunistas" é assim que muitos "retornados" (brancos e negros) se referem ao 25 de Abril.

25 de Abril um dia negro na Historia de Portugal, o dia em que um bando de irresponsaveis destruiu o que a nação portuguesa levou 500 anos a construir.

O Portugal autosuficiente de ontem passou a uma situação de perigosa dependencia.


MILITARES E O 25 DE ABRIL NÃO TEVE COMO OBJECTIVO “LIBERTAR” O PAÍS DE UMA “DITADURA” OS CAPITÃES APENAS DEFENDERAM O SEU INTERESSE PROFISSIONAL E NÃO O DO POVO AS PROMOÇÕES DOS OFICIAIS MILICIANOS QUE ANDAVAM NO “MATO” EM DETRIMENTO DOS DO Q.P. QUE MAIORITARIAMENTE CONSEGUIAM FICAR NO “AR CONDICIONADO” FOI O QUE DEU ORIGEM AO MOVIMENTO


A 13 de Julho de 1973, o Governo de Marcelo Caetano faz publicar no Diário da
República a sua sentença de morte. Tratava-se de um simples decreto-lei, número
353/73, que permitia aos oficiais contratados pelo Exército para complementar o
quadro de oficiais profissionais (Quadro Permanente, “QP”) aceder ao QP mediante
um curso intensivo na Academia Militar. O decreto-lei pretendia minorar situação de
falta de oficiais nas fileiras do Exército, a que havia conduzido a guerra em África. Mas
ia prejudicar a carreira dos oficiais profissionais, retardando a sua promoção
hierárquica. Se as academias militares estavam com poucos candidatos e o quadro de
oficiais profissionais reduzido – o que conduzia, a nível dos capitães, a cada vez mais
frequentes e próximas comissões militares no Ultramar --, se a guerra era a prioridade
absoluta, porque não aliviar o Quadro Permanente de frequentes comissões
alargando-o aos oficias oriundos de milicianos?

Do ponto de vista da economia da guerra, isso parecia lógico, mas o governo de
Marcelo Caetano não contou com a reacção corporativa dos oficiais profissionais. Por
esta via vai nascer o Movimento dos Capitães, depois Movimento das Forças
Armadas, MFA.

Os capitães do QP queriam ser aliviados do fardo de repetidas comissões no Ultramar,
mas não queriam perder para outros, privilégios ou direitos constituídos. A contestação
estava aberta. E por ela avançaram.

Após a publicação do decreto-lei, os capitães da Guiné – onde a situação no terreno
era mais difícil e a politização mais avançada e onde o general Spínola cobria as
contestações ao Governo central – reúnem-se repetidamente e enviam várias
exposições colectivas às autoridades militares e politicas, subindo sempre de tom o
seu teor. E desprezando cada vez mais o sagrado respeito pela legalidade.
Na verdade, as exposições colectivas eram terminantemente proibidas pelos
regulamentos militares, (Nota: e ainda são), mas uma punição dos seus subscritores
(às dezenas) criaria uma situação insustentável num teatro de guerra e potenciaria
uma reacção em cadeia arriscada para o regime. A manutenção, pela parte do
Governo de Caetano, do essencial do teor do decreto vai alargar a contestação dos
oficiais profissionais da Guiné aos outros territórios ultramarinos, nomeadamente
Angola e Moçambique, e aos quartéis do Continente. Sucedem-se as reuniões de
capitães por todo o lado (nunca tendo como objectivo a “liberdade” do povo). Em
Monte Sobral, perto de Évora, em Setembro de 1973 reúnem-se ilegalmente 136
capitães, a primeira grande reunião do Movimento. Da herdade Monte Branco em
Almeirim, seguem-se outras, até Óbidos a 5 de Dezembro – na qual o Movimento
congrega não apenas oficiais do Exército mas também da Marinha e da Força Aérea,
numa progressão e politização rápidas. Em Óbidos se coloca e aprova já a alternativa
de derrube do regime e se escolhem para líderes dois generais, ainda no activo:
Francisco da Costa Gomes e António de Spínola, mas também houve quem
ingenuamente e porque ainda não se tinha apercebido que o movimento estava a ser
manipulado pela esquerda, votasse no General Kaúlza de Arriaga.



UNIDADES MILITARES

A grande maioria das unidades militares do país não estava comprometida com o “25
de Abril”. Muitos “quartéis” só aceitaram o MFA, várias semanas após a queda de
Marcelo Caetano, quando consideraram já ser impossível o voltar atrás da situação.
Algumas unidades até estavam dispostas a avançar sobre Lisboa para sufocar a
insurreição. Só não o fizeram por falta de ordens superiores.
Assim, o 25 de Abril foi em benefício dos militares do Quadro Permanente
e NÃO para dar “liberdade” ao “povo”
 
Dom Márius I de cognome "O Bochechas" está danado, diria mesmo de cabeça perdida.

Mas que diacho será que os Politicos pós 25 de Abril não se podem queixar só deles próprios e dos seus actos e governação, para que o Zé povo volte a votar em Personagens como Oliveira Salazar ?

Mário Soares: Programa «Grandes Portugueses» é um disparate
​

O ex-Presidente da República Mário Soares classificou hoje o programa da RTP «Grandes Portugueses» como «disparate de princípio ao fim» e retirou qualquer importância aos votos no antigo chefe do Governo Oliveira Salazar.

As declarações do fundador do PS foram proferidas no Tribunal da Boa Hora, durante a sessão de apresentação do livro «Vítimas de Salazar - Estado Novo e violência política», editada pela «a esfera dos livros».


«Vítimas de Salazar» tem prefácio do de****do do Bloco de Esquerda Fernando Rosas, é coordenado pelo investigador de História Contemporânea João Madeira, tendo ainda a autoria de Irene Flunser Pimentel e Luís Farinha.


«Esse programa [Grandes Portugueses] é do princípio ao fim um disparate. Comparar um futebolista, que todos nós apreciamos, a figuras da nossa História como Afonso de Albuquerque ou Afonso Henriques, não tem qualquer sentido», justificou.


Interrogado sobre o alegado facto de Oliveira Salazar estar à frente da votação nesse programa da RTP, o ex-chefe de Estado afirmou que «isso não tem a menor importância».


«Não atribuo nenhum significado, porque as pessoas podem votar as vezes que quiser. Em democracia só há um critério: o voto popular, onde se respeita quem ganha e quem perde», observou.
Mário Soares mostrou-se preocupado com um possível apagamento de crimes cometidos por figuras como Oliveira Salazar.


«Começa a dizer que, afinal, não foi tanto assim, que ele até era uma pessoa séria. Ninguém pode esquecer que ele [Salazar] foi o autor moral do assassinato do general Humberto Delgado e de muitos outros resistentes ao fascismo», frisou.


O ex-Presidente da República afirmou depois estar a apresentar o livro «Vítimas de Salazar» com «emoção» em pleno Tribunal da Boa Hora.
«Aqui fui julgado em tribunal plenário por delito de opinião, quando era jovem, depois de ter subscrito um comunicado do MUD Juvenil. Aqui também defendi muitos presos políticos enquanto advogado», recordou.
Diário Digital / Lusa
07-02-2007 19:41:00
 
Dom Márius I de cognome "O Bochechas" está danado, diria mesmo de cabeça perdida.

Mas que diacho será que os Politicos pós 25 de Abril não se podem queixar só deles próprios e dos seus actos e governação, para que o Zé povo volte a votar em Personagens como Oliveira Salazar ?

Assim de repente, deve ser muito dificil para ele, Sr. da Democracia Portuguesa, dono do Poder em Portugal, estar na lista Salazar e Cunhal e ele não...

E como se não bastasse, existem portugueses que conseguem ver a história toda e não apenas o que interessa alguns...



PS: E smiles??
 
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Depoimentos

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«Considero digna de atenção universal a actual política portuguesa. Em verdade, Portugal assombra o Mundo. A obra que vem criando, sob os auspícios do Estado Novo,é, sem dúvida, uma das maiores realizações do espírito lusitano, porque por ela renascem todas as forças da Nação; por ela, Portugal reconquistou a sua posição de vanguarda no consenso universal. A figura de Salazar oferece-nos um exemplo admirável de patriotismo, de valor que se engrandece na proporção do tempo e dos benefícios que a sua administração tem trazido para o País.»

Olegário Mariano
Escritor e poeta brasileiro




«Salazar é uma figura extraordinária de verdadeiro Homem de Estado que fará época em todo o Mundo.»

Orestes Ferrara
Antigo Presidente do Conselho de Cuba




«Será realmente necessário confirmar a admiração que professo pela Nação Portuguesa e pelos dois grandes Homens de Estado que sabem dirigi-la com mão segura, preservando-a tanto das aventuras internas como dos perigos do exterior?...»

Marechal Pétain
Chefe de Estado Francês




«Hoje (28 de Maio) comemora-se em todo o grande Império Português o décimo sétimo aniversário da Revolução Nacional. Neste período Portugal, sob a orientação dos seus grandes Chefes, não só desempenhou uma parte notável nos acontecimentos mundiais, mas, também, se mostrou um verdadeiro amigo do povo sul-africano. Que essa amizade dure por muito tempo para bem do continente africano.»

Marechal Smuts
Primeiro-Ministro da União da África do Sul
 
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