Medicamento sujeito a receita sem ter receita...

Se esse farmacêutico não tinha o correspondente medicamento genérico acho que fez bem. Se não era essa a situação, ou seja, tanto tinha de um como de outro, então o que deveria ter feito era ter-te perguntado qual a tua preferência, isto se fosse possível de acordo com as opções do médico ou a ausência delas.

Quanto ao primeiro caso, é claro que não é o mais correcto, mas já agora... Deu jeito? Ou antes de tomar passou pelo médico a perguntar se podia usar o resto da caixa que lá tinha? ;)

A ética e moral é feita por humanos e claro está, é limitada pelas nossas próprias limitações. Infelizmente nas farmácias, como em várias outras actividades, o vil metal acaba por ter uma influência que não é em todas as circunstâncias a desejável. Enfim, farmácia é como em todo lado, há uns bons, outros melhorzinhos, outros medianos, maus e os piorzinhos.
 
citação:Originalmente colocada por Keyser_Soze

Se esse farmacêutico não tinha o correspondente medicamento genérico acho que fez bem. Se não era essa a situação, ou seja, tanto tinha de um como de outro, então o que deveria ter feito era ter-te perguntado qual a tua preferência, isto se fosse possível de acordo com as opções do médico ou a ausência delas.

É eticamente reprovável a dispensa de um medicamento mais caro (e nem entro no capitulo das marcas) havendo mais baratos, qdo o médico não especificou laboratório/marca alguma. A "pergunta" nem se coloca.
 
Eu acho que a pergunta deve ser sempre colocada. O utente que escolha. Há pessoas que não se importam de pagar mais. Ou achas que quem, seja pelo motivo que for, quer levar o medicamento de marca deve ser obrigado a levar o mais barato?

Eu, ao nível dos meus conhecimentos, prefiro comprar sempre o genérico mas há quem faça "finca pé" em levar o de marca. Achas que o devemos obrigar a levar o mais barato? Escolha o utente.
 
citação:Originalmente colocada por Keyser_Soze

Eu acho que a pergunta deve ser sempre colocada. O utente que escolha. Há pessoas que não se importam de pagar mais. Ou achas que quem, seja pelo motivo que for, quer levar o medicamento de marca deve ser obrigado a levar o mais barato?

Eu, ao nível dos meus conhecimentos, prefiro comprar sempre o genérico mas há quem faça "finca pé" em levar o de marca. Achas que o devemos obrigar a levar o mais barato? Escolha o utente.

É obvio q dê jeito ao farmaceutico q se faça a pergunta, não tem nada a perder.
 
Dás uma no cravo e outra na ferradura... Primeiro criticas os farmacêuticos que trocam o medicamento- e aí concordo contigo- e depois mais adiante já referes que não se deveria perguntar nada ao utente. Queres mais corda ou chega?

Temos conceitos de liberdade de escolha diferentes. Não concordo, mas respeito.
 
citação:Originalmente colocada por Keyser_Soze

Dás uma no cravo e outra na ferradura... Primeiro criticas os farmacêuticos que trocam o medicamento- e aí concordo contigo- e depois mais adiante já referes que não se deveria perguntar nada ao utente. Queres mais corda ou chega?

Temos conceitos de liberdade de escolha diferentes. Não concordo, mas respeito.


O problema em Portugal é q temos uma população q além de pobre é ignorante e pouco exigente, mas vai chegar o dia em q os doentes vão começar a procurar os bons médicos q passam medicamentos mais em conta e a farmacia q dispense o medicamento mais barato sem manhas.

O problema do genericos em Portugal é q se faz um bicho de 7 cabeças, não se percebe pq é q os médicos que já viram estudos q mostra biodisponibilidade semelhantes entre medicamentos de marca e genericos, continuam a prescrever os de marca. O pq de se questionar tanto se se quer generico ou de marca, qdo o nosso povo fica suspeito qdo se colocam questões deste genero.

E não, não ando a "dar uma no cravo e outra na ferradura", é eticamente incorrecto um farmaceutico alterar um medicamento qdo o médico especificou com a tal cruz q não o fizessem e correcto dar o medicamento generico mais barato ou o de marca caso não haja disponível genericos pra um determinado farmaco. A pergunta q de nada tem de inocente é excusada.
 
citação:smi1e

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citação:
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Originalmente colocada por Keyser_Soze

Dás uma no cravo e outra na ferradura... Primeiro criticas os farmacêuticos que trocam o medicamento- e aí concordo contigo- e depois mais adiante já referes que não se deveria perguntar nada ao utente. Queres mais corda ou chega?

Temos conceitos de liberdade de escolha diferentes. Não concordo, mas respeito.



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O problema em Portugal é q temos uma população q além de pobre é ignorante e pouco exigente, mas vai chegar o dia em q os doentes vão começar a procurar os bons médicos q passam medicamentos mais em conta e a farmacia q dispense o medicamento mais barato sem manhas.

O problema do genericos em Portugal é q se faz um bicho de 7 cabeças, não se percebe pq é q os médicos que já viram estudos q mostra biodisponibilidade semelhantes entre medicamentos de marca e genericos, continuam a prescrever os de marca. O pq de se questionar tanto se se quer generico ou de marca, qdo o nosso povo fica suspeito qdo se colocam questões deste genero.

E não, não ando a "dar uma no cravo e outra na ferradura", é eticamente incorrecto um farmaceutico alterar um medicamento qdo o médico especificou com a tal cruz q não o fizessem e correcto dar o medicamento generico mais barato ou o de marca caso não haja disponível genericos pra um determinado farmaco. A pergunta q de nada tem de inocente é excusada.

Já assumi que é essa a postura mais idónea.

Afinal acabas por me dar razão num dos post's em que tinha colocado essa hipótese.

Quanto à pergunta continuo a defender que deve ser feita. Mas lá está, são conceitos diferentes de liberdade de escolha.

Fiquei sem saber se a caixa de antibióticos com comprimidos a mais deu jeito para uma possível situação semelhante ou se passou pelo médico a pedir aconselhamento. Não tens conhecimento de nada? É como te digo... "Tanto ladrão é o que rouba a casa como o que fica à porta"
 
ha malta que acredita MESMO que as receitas sao apenas pra baixar o valor dos medicamentos!!!:D

brutal:D

a malta ta pior do que eu pensava....

agua ras é que é! é agua, é transparente, e chega a ser mais barata que a "outra" agua. bebam um bocadito:D
 
citação:Originalmente colocada por Keyser_Soze



Já assumi que é essa a postura mais idónea.

Afinal acabas por me dar razão num dos post's em que tinha colocado essa hipótese.

Quanto à pergunta continuo a defender que deve ser feita. Mas lá está, são conceitos diferentes de liberdade de escolha.

Fiquei sem saber se a caixa de antibióticos com comprimidos a mais deu jeito para uma possível situação semelhante ou se passou pelo médico a pedir aconselhamento. Não tens conhecimento de nada? É como te digo... "Tanto ladrão é o que rouba a casa como o que fica à porta"

Obviamente q não dá jeito algum, em primeiro lugar pq não ficam comprimidos suficientes para fazer o tratamento no numero de dias necessários. Em segundo lugar, pq não são os pacientes q devem decidir qdo tomar os antibioticos, há mtas doenças com sintomas parecidos e os pacientes não distinguem se se trata de uma infecção ou não, nem mesmo os farmaceuticos q têm um curso superior conseguem fazer diagnosticos!!! E não é por acaso q os antibioticos têm embalagens com o numero aproximado de comprimidos ou quantidade de xarope apenas para um tratamento. E sim, o paciente referiu ao médico o facto de ter-lhe sido vendido uma embalagem com mais metade dos comprimidos prescrita e este lhe disse para os deitar fora.

Qto a parte azul, apenas referi o medicamento de marca qdo para um determinado principio activo ainda não há no mercado um generico. No caso de haver seria eticamente correcto o farmaceutico avisar o utente da existencia mesmo não o tendo na sua farmacia. Mas claro q isso nunca deve acontecer, ao contrario da pergunta manhosa já discutida.
 
citação:Originalmente colocada por Eliselotus

ha malta que acredita MESMO que as receitas sao apenas pra baixar o valor dos medicamentos!!!:D

brutal:D

a malta ta pior do que eu pensava....

agua ras é que é! é agua, é transparente, e chega a ser mais barata que a "outra" agua. bebam um bocadito:D

Na prática, quando já tens medicação pré-definida para certos tratamentos/doenças periódicas, não serve para muito mais que baixar o preço (caso seja comparticipado);)


E o estado só se for estúpido é que vai fiscalizar isso, devem poupar pouco com isso devem..
 
Se há coisa que em portugal está acima da lei, são as farmácias. Isso é obviamente ilegal, mas é uma prática tão corrente, que estou a ver que mais vale fazer um referendo para a despenalização...

Conto só uma experiência que se passou comigo: a pediatra receitou oraminax xarope à minha filha. A receita não estava trancada, o que permitia ao farmacêutico a dispensa de genérico. Era quase 1 da tarde, fui à farmácia aviar a receita, e o ajudante de farmácia diz-me, olhe, agora não há oraminax, tenho que mandar vir do armazém e só às 5 da tarde. Como, obviamente, respeitava a escolha da colega, mas queria começar a dar o antibiotico o mais cedo possivel, viro-me para ele e pergunto-lhe - se a receita não está trancada, porque é que não me dá a amoxicilina em xarope que tiver aí?? Ele abre muito os olhos, um bocado embarracado, e lá me vem com um frasco de amoxicilina labesfal, que custa 6 € PVP (o oraminax custa 11€). Querem então tornar as farmácias os paladinos da defesa dos medicamentos baratos... é óbvio que a eles lhes interessa vender sempre o mais caro... e se for sem receita, melhor ainda, que não têm que ficar à espera da comparticipação do estado (adiantada pela tentacular ANF).

Quanto aos genéricos, como na verdade não existem genéricos em portugal, a questão nem se põe.

E aos "especialistas em tudo", deixo a pergunta; se precisassem de tomar um antidepressivo, qual queriam que o médico receitasse, Psipax (marca), fluoxetina ratiopharm (genérico) ou fluoxetina farmoz (genérico)?
 
citação:Originalmente colocada por MrAnderson

citação:Originalmente colocada por Eliselotus

ha malta que acredita MESMO que as receitas sao apenas pra baixar o valor dos medicamentos!!!:D

brutal:D

a malta ta pior do que eu pensava....

agua ras é que é! é agua, é transparente, e chega a ser mais barata que a "outra" agua. bebam um bocadito:D

Na prática, quando já tens medicação pré-definida para certos tratamentos/doenças periódicas, não serve para muito mais que baixar o preço (caso seja comparticipado);)


E o estado só se for estúpido é que vai fiscalizar isso, devem poupar pouco com isso devem..
ha estados muito mais estupidos que verificam isso!!! veja-se so, sao neste momento a maior economia da UE! que otarios:D

na pratica, quando ja tens medicaçao pre-definida seja por que razao for, tens receita para comprar a quantidade necessaria, nao precisas de comprar sem receita à espera do desconto do farmaceutico amigo.

como qualquer pessoa bem intencionada percebe, sao medicamentos que teem que ter acesso limitado, dai ser necessario uma consulta ao medico a aconselhar tal medicamento. qualquer estado que queira ter um sistema de saude a funcionar em condiçoes, no minimo, más, tem TODO O INTERESSE em que esses medicamentos continuem a ter acesso restricto.
 
É evidente que é uma ilegalidade, e um abuso do sistema, dada a prevalência desta pratica por parte das farmácias...

Compreendo e aceito( pelo menos moralmente), que esta pratica possa ser realizada a doentes crónicos, clientes de determinada farmácia cujo historial de receitas e o conhecimento das pessoas leve a que seja previsível a renovação da receita, e cuja não apresentação se tenha devido a problemas logísticos por parte dos clientes ( distancia á farmácia, falta do medico, falta de dinheiro...), no entanto, dada a ilegalidade, é compreensível em casos pontuais,mas NUNCA ao nível da generalização de actuação que se verifica...

Quanto aos genéricos e á qualidade dos mesmos, é evidente que estão devidamente regulamentados e estudados, quer pelas equipas técnicas dos laboratórios que os produzem( e que são alvo de inspecções regulares pelas autoridades competentes) quer por laboratórios independentes que procedem á sua certificação...

No entanto, a venda de genéricos, leva a que as empresas farmacêuticas que desenvolveram o principio activo original,e mais tarde utilizado pelos genéricos, se vejam com menores lucros, ou com menor retorno do investimento realizado no desenvolvimento de determinado fármaco, algo que o produtor de genéricos não teve que realizar...

Isto leva a que se tente rentabilizar o fármaco original, realizando algumas modificações no produto final, de modo a implementarem um maior valor acrescentado ao produto que originalmente desenvolveram, isto porque a produção de genéricos é sobre o PRINCIPIO ACTIVO, e não sobre a totalidade do que constitui o medicamento.

Para alem de um principio activo, um medicamento é constituído por um substrato, um meio que permite a que a substancia activa esteja protegida das agressões do meio enquanto o medicamento está armazenado, e que proteja o principio activo das "agressões" de um organismo sobre o mesmo, de modo a que a acção do fármaco se realize no tecido alvo, e não perca esta capacidade ao ser metabolizado antes da sua acção.

Na certificação do principio activo generico, é dada alguma "liberdade" quanto á utilização de determinado substrato, pelo que para medicamentos com o mesmo principio activo possam existir diferenças no meio de protecção/manutenção.

Evidentemente que estes substratos estão submetidos a longos e dispendiosos processos de desenvolvimento, em conjunto com determinado principio activo para optimizar a sua actuação, e por consequência minimizar as doses necessárias e os consequentes efeitos secundários...

um caso concreto é o da empresa Bayer, que desenvolveu recentemente e patenteou ou novo tipo de substrato medicamentoso, que pode aplicar numa larga game de princípios activos, alguns dos quais já existentes em genéricos, que melhora a resistência aos sucos gástricos e melhora a absorção intestinal do medicamento.

Neste caso, apesar do principio activo poder ser produzido por empresas de genéricos, este substrato em concreto não pode, pelo que a bayer ganhou uma significativa vantagem no seu fármaco original, fazendo com que seja substancialmente diferente do genérico ao ponto de ser em alguns casos recomendado o medicamento Bayer em detrimento do genérico.

Na minha opinião uma manobra bastante inteligente todos os níveis ( marketing, comercial, imagem de marca, económica) juntamente com o de colocar uma vantagem num produto já desenvolvido e que estava a perder mercado melhorando-o, e garantindo para si mais um período temporal de exclusividade sobre um componente do mesmo.
 
A situação pode ser chocante, mas é verdade que muitas farmácias vendem medicamentos sem receita a que supostamente não não deveria ser permitido.
Mas e porque é que isso acontece ? Por uma razão muito simples, 99% por culpa dos próprios médicos, porque ao longo dos anos, milhares de médicos transformaram-se nuns meros farmacéuticos, ou pior, nuns meros secretários a passar receitas ao som da caixa registadora. Obviamente que há muitas excepções, mas apenas confirmam a regra. Em medicamentos e doenças mais comuns, hoje em dia o farmaceutico está muito mais bem informado das doenças e dos medicamentos que o próprio médico, sempre distraído no seu gabinete a contar as notas.
 
citação:Originalmente colocada por Liberal

Em medicamentos e doenças mais comuns, hoje em dia o farmaceutico está muito mais bem informado das doenças e dos medicamentos que o próprio médico, sempre distraído no seu gabinete a contar as notas.

Isso é o maior disparate que já ouvi nos últimos tempos. Conheço bastantes farmacêuticos e choca-me um bocado a falta de conhecimentos a nível de patologias e mesmo de farmacologia... o que tu disseste aplica-se como uma luva aos farmacêuticos que depois de acabarem o curso tornam-se gestores de stocks...

Para além disso, a maior parte das "prescrições" nas farmácias são feitas pelos ajudantes de farmácia, o que acho sempre uma coisa simpática.
 
citação:Originalmente colocada por Avant
Isso é o maior disparate que já ouvi nos últimos tempos. Conheço bastantes farmacêuticos e choca-me um bocado a falta de conhecimentos a nível de patologias e mesmo de farmacologia... o que tu disseste aplica-se como uma luva aos farmacêuticos que depois de acabarem o curso tornam-se gestores de stocks...

A mim choca-me muito mais ver médicos com 20/30/40 anos de carreira transformados em máquinas de massagens e palmadinhas nas costas com o som da caixa registadora ao fundo, do que recém licenciados de farmácia a fazer gestão de stocks. É muito mais grave a primeira situação ...
 
Então mas afinal "hoje em dia o farmaceutico está muito mais bem informado das doenças e dos medicamentos que o próprio médico" ou não?

Não estou muito bem a ver essa do "máquinas de passar receitas". Se for no público, sim, há gente assim, agora na medicina privada não estou a ver grande sucesso para quem "só passe receitas"...
 
citação:Originalmente colocada por Avant


Isso é o maior disparate que já ouvi nos últimos tempos. Conheço bastantes farmacêuticos e choca-me um bocado a falta de conhecimentos a nível de patologias e mesmo de farmacologia... o que tu disseste aplica-se como uma luva aos farmacêuticos que depois de acabarem o curso tornam-se gestores de stocks...

Para além disso, a maior parte das "prescrições" nas farmácias são feitas pelos ajudantes de farmácia, o que acho sempre uma coisa simpática.

E que direito tens tu de meter toda uma classe de profissionais no mesmo saco só porque conheces bastantes farmacêuticos com falta de conhecimentos a nível de patologias e mais não sei quê? Se calhar se só conheces esse tipo de gente talvez devesses avaliar melhor o teu círculo de conhecimentos. É que se for para ir buscar exemplos desses "à lá" Oraminax, arranja-se já aqui umas quantas historietas de médicos de bradar aos céus. Não concordo com o que disse o Liberal mas isso não te dá o direito de disparares a torto e a direito nas farmácias.
Aqui ninguém altera prescrições, ninguém dá o mais caro. E somos sete "gestores de stocks" como nos chamas. Se o médico receita medicamentos de marca e a receita não está trancada, dizemos à pessoa que o médico receitou este mas também temos genérico. E a maior parte das pessoas prefere o que o médico receitou, apesar de mais caro.

Está ainda por explicar porque é que uma receita com "genéricos" pode vir trancada numa determinada marca de genéricos. Também deve ser culpa do farmacêutico não?

Quanto aos medicamentos sem receita, os doentes crónicos é óbvio que os adquirem com facilidade, uma pessoa com uma recomendação médica que depois traz a receita, etc. Quanto ao resto estão à espera que mande uma pessoa ao médico buscar Ben-U-Ron? Quando pode ir a um supermercado buscar Panadol?
Obviamente que não vendemos certos grupos terapêuticos sem receita pelos riscos envolvidos (o exemplo mais flagrante são os antibióticos que as pessoas pedem até à exaustão). Há quem ainda se lembre bem das Químicas Farmacêuticas e das Farmacologias e Microbiologias.
 
citação:Originalmente colocada por PowerSlide
E que direito tens tu de meter toda uma classe de profissionais no mesmo saco só porque conheces bastantes farmacêuticos com falta de conhecimentos a nível de patologias e mais não sei quê? Se calhar se só conheces esse tipo de gente talvez devesses avaliar melhor o teu círculo de conhecimentos. É que se for para ir buscar exemplos desses "à lá" Oraminax, arranja-se já aqui umas quantas historietas de médicos de bradar aos céus. Não concordo com o que disse o Liberal mas isso não te dá o direito de disparares a torto e a direito nas farmácias.
Aqui ninguém altera prescrições, ninguém dá o mais caro. E somos sete "gestores de stocks" como nos chamas. Se o médico receita medicamentos de marca e a receita não está trancada, dizemos à pessoa que o médico receitou este mas também temos genérico. E a maior parte das pessoas prefere o que o médico receitou, apesar de mais caro.

Está ainda por explicar porque é que uma receita com "genéricos" pode vir trancada numa determinada marca de genéricos. Também deve ser culpa do farmacêutico não?

Quanto aos medicamentos sem receita, os doentes crónicos é óbvio que os adquirem com facilidade, uma pessoa com uma recomendação médica que depois traz a receita, etc. Quanto ao resto estão à espera que mande uma pessoa ao médico buscar Ben-U-Ron? Quando pode ir a um supermercado buscar Panadol?
Obviamente que não vendemos certos grupos terapêuticos sem receita pelos riscos envolvidos (o exemplo mais flagrante são os antibióticos que as pessoas pedem até à exaustão). Há quem ainda se lembre bem das Químicas Farmacêuticas e das Farmacologias e Microbiologias.

Portanto, como pudeste demonstrar, todas as generalizações são perigosas.
E eu que pensava que era só na classe médica que havia maus profissionais.

Mas já agora, podes-me responder à pergunta das fluoxetinas. E se consideras que existem de facto genéricos em portugal?
 
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