Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

"É muito urgente reconstruir a nossa acampada", diz organização dos protestos de Lisboa

António Tonga, um dos porta-vozes do protesto pela habitação em Lisboa, dirigiu-se aos cerca de 300 manifestantes em Marvila para apelar ao regresso aos protestos em grande número no Rossio. “É muito urgente reconstruir a nossa acampada”, apelou, acrescentando: “Por cada despejo, mil ocupações. Por cada despejo, mil acampadas.”


parece que vão reactivar o parasitódromo do rossio.
 
300€, só o condomínio em determinados prédios pequenos passa os 100€/mês com facilidade e não incluo condomínios de luxo como ter elevador.:cool:
Pode pagar 300€, divide a casa com mais 2 ou 3 pessoas e resolve o assunto. É assim que fazem os jovens por essa europa fora e cá também.
Não tem é comidinha na mesa e roupa lavada e se calhar ainda ajuda dos pais.
 
Então os amigos da esquerda, imigrantes, andam a planear ataques em massa por toda a Europa.

A suprema ironia.

Quem os defende agora?

O governo é mau. A polícia é acusada de repressão. Os militares devem receber menos fundos.

São eles com os piercings e cabelos verdes que vão defender o povo, com os seus ideiais?


Idiotas úteis.

 
. Os ricos tem de pagar mais impostos que um pobre obviamente, mas isso é em sempre foi assim e tem de ser assim, com equilibrio e proporcionalidade
Um rico ganha 1.000, um pobre ganha 100.

O imposto sobre ambos é 10%.

Ao rico é cobrado 100, ao pobre 10.

O rico paga 10 vezes mais imposto que o pobre.


Era assim que deveria ser, igualdade fiscal para todos. Mas não, todos querem que o rico acabe depenado como o pobre.
 
Viúva diz que foi despejada da casa onde vivia com os filhos menores após morte do companheiro. Gebalis garante que nunca lá morou

Viuva diz que viveu com o companheiro e filhos na habitação municipal desde 2021 até ao despejo. Gebalis garante que esta nunca integrou o agregado nem lá residiu e que o tribunal deu razão à empresa.


Depois de seis noites de protesto no Rossio, o movimento Acampada de Lisboa decidiu deslocar a ação desta sexta-feira para o Bairro do Condado, em Marvila. O motivo? O despejo de uma viúva e dos seus dois filhos menores de uma casa municipal. A jovem, de 26 anos, alega que vivia ali com o companheiro e a avó deste, a arrendatária. Garante que, quando ambos morreram, tentou regularizar a situação para poder permanecer no andar. A Gebalis — Gestão dos Bairros Municipais assegura, porém, que a mulher “nunca integrou o agregado [familiar], nunca residiu na habitação, nem nunca fez prova desses factos”. Mais: afirma que um idoso de 84 anos, companheiro da arrendatária que morreu e que vivia na casa, foi “coagido” a sair.

(...)



afinal a "vítima" que ia ser despejada em Marvila nunca realmente morou naquela casa, além de ter agredido e tentado expulsar de lá o sogro de 84 anos após a sogra ter falecido.

que pessoa maravilhosa, e os atrasados mentais da acampada lá todos em vigília feitos parvos.
 
Voltar
Superior