[Política] guerra na palestina

O que dizes não faz sentido nenhum, é obvio que tem que ver com religião, caso contrario os terroristas todos dessa religião..

O querer negar que o islão é um cancro é qualquer coisa...


Quanto á ultima parte, claro que é comigo, foi precisamente isso que eu disse desde inicio, eu não estou a dizer para tu teres, o que estou a dizer é que eu pessoalmente não me quero arriscar com essa gente, como tambem não me queria arriscar com neonazis, e agora vens tu dizer que os neonazi não são todos maus, e que não são todos extremistas.
Mas muitos dos próprios muçulmanos condenam ataques terroristas.
Noutro aspecto, a estupidez das chibatadas, apedrejamentos etc, também não é toda a comunidade que vai nisso.

Ora se trazer esse tipo de cultura para europa é mau? é péssimo. Cá só deviam caber os que, sendo muçulmanos nos casos que tais, não tragam culturas retrógadas...para isso ficavam lá nos países de origem sem valores de séc XXI.

E voltando ao terrorismo se é compreensível ter receio? epah claro mas ao ponto que mencionas não será um exagero? É que se for assim nunca andas de metro, não vá estar ali algum radical.
Há que combater isto de forma eficaz mas o medo nas sociedades é algo que os extremistas querem implementar....

Basta veres o exemplo, Charlie Ebdo, um dos autores do atentado matou um polícia na rua...polícia esse que era também muçulmano...
 
Esse é o erro, achar que está tudo bem desde que aconteça aquilo que na pratica não vai acontecer.
Não, de todo, eu não acho que esteja tudo bem.
O ir acontecer, até pode ser, resta saber quando...

Mas não precisas europeus xenofobos para nada. Para combater os problemas que falamos aqui precisas de uma sociedade informada e de políticos sérios e fortes.
 
Vivo rodeado de muçulmanos há duas décadas — no trabalho, no desporto e no lazer — e, curiosamente, continuo vivo, de boa saúde e sem precisar de um manual de sobrevivência...
Acredito, mas se for em algumas cidades franceses podes continuar vivo, mas vais a janela é vês os magrebinos a incêndirem ruas , partirem montras e incêndiarem carros.
 
Temos a frase anedótica do dia!

Líderes que eram relativamente mais cautelosos ou alinhados com Israel e que passaram, sobretudo entre 2024 e 2025, a usar uma linguagem muito mais dura sobre a ofensiva em Gaza, os assentamentos e a ocupação:

LíderMudança observávelO que passou a defender/dizer
Keir Starmer — Reino UnidoUma das mudanças mais significativas entre aliados tradicionais de IsraelEm maio de 2025 exigiu que Israel parasse a ofensiva e classificou a expansão dos assentamentos como ilegal. Em setembro de 2025 o Reino Unido reconheceu formalmente a Palestina. (Prime Minister Canada)
Emmanuel Macron — FrançaEvolução gradual de uma posição muito cautelosa para pressão diplomática mais forteEm setembro de 2025 a França reconheceu a Palestina; Macron apelou explicitamente ao fim dos bombardeamentos e da guerra e afirmou que a ocupação e a expansão territorial estão a destruir a possibilidade de dois Estados. (France Diplomatie)
Mark Carney — CanadáMudança particularmente clara em 2025Em julho disse que a abordagem baseada em esperar por um acordo negociado já não era sustentável, citando expansão dos assentamentos, possível anexação da Cisjordânia e a situação humanitária de Gaza. Em setembro, o Canadá reconheceu a Palestina. (Prime Minister Canada)
Anthony Albanese — AustráliaEvolução de uma posição mais tradicionalmente pró-Israel para reconhecimento da PalestinaEm setembro de 2025 a Austrália reconheceu formalmente o Estado palestiniano, associando a decisão a um cessar-fogo em Gaza e à necessidade de preservar a solução de dois Estados. (Prime Minister of Australia)
Friedrich Merz — AlemanhaMudança especialmente relevante porque a Alemanha tem uma relação historicamente muito próxima com IsraelEm agosto de 2025, perante a nova ofensiva israelita em Gaza, a Alemanha suspendeu autorizações para exportação de equipamento militar que pudesse ser utilizado em Gaza e apelou a Israel para não avançar com a anexação da Cisjordânia. (Bundesregierung)

Senador americano Bernie Sanders: Em setembro de 2025, Sanders passou a utilizar explicitamente a palavra "genocídio" para descrever as ações israelitas em Gaza. Defendeu o fim de todas as vendas de armas ao governo Netanyahu e um cessar-fogo imediato.

Chega de exemplos totópolino ou sao precisos mais?
 
Líderes que eram relativamente mais cautelosos ou alinhados com Israel e que passaram, sobretudo entre 2024 e 2025, a usar uma linguagem muito mais dura sobre a ofensiva em Gaza, os assentamentos e a ocupação:


Senador americano Bernie Sanders: Em setembro de 2025, Sanders passou a utilizar explicitamente a palavra "genocídio" para descrever as ações israelitas em Gaza. Defendeu o fim de todas as vendas de armas ao governo Netanyahu e um cessar-fogo imediato.

Chega de exemplos totópolino ou sao precisos mais?
LOL

Escolher como autoridade precisamente alguém que há anos faz campanha política contra o apoio militar americano a Israel é só ridiculo.

Ainda para mais esse, um lele da cuca

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Líderes que eram relativamente mais cautelosos ou alinhados com Israel e que passaram, sobretudo entre 2024 e 2025, a usar uma linguagem muito mais dura sobre a ofensiva em Gaza, os assentamentos e a ocupação:

LíderMudança observávelO que passou a defender/dizer
Keir Starmer — Reino UnidoUma das mudanças mais significativas entre aliados tradicionais de IsraelEm maio de 2025 exigiu que Israel parasse a ofensiva e classificou a expansão dos assentamentos como ilegal. Em setembro de 2025 o Reino Unido reconheceu formalmente a Palestina. (Prime Minister Canada)
Emmanuel Macron — FrançaEvolução gradual de uma posição muito cautelosa para pressão diplomática mais forteEm setembro de 2025 a França reconheceu a Palestina; Macron apelou explicitamente ao fim dos bombardeamentos e da guerra e afirmou que a ocupação e a expansão territorial estão a destruir a possibilidade de dois Estados. (France Diplomatie)
Mark Carney — CanadáMudança particularmente clara em 2025Em julho disse que a abordagem baseada em esperar por um acordo negociado já não era sustentável, citando expansão dos assentamentos, possível anexação da Cisjordânia e a situação humanitária de Gaza. Em setembro, o Canadá reconheceu a Palestina. (Prime Minister Canada)
Anthony Albanese — AustráliaEvolução de uma posição mais tradicionalmente pró-Israel para reconhecimento da PalestinaEm setembro de 2025 a Austrália reconheceu formalmente o Estado palestiniano, associando a decisão a um cessar-fogo em Gaza e à necessidade de preservar a solução de dois Estados. (Prime Minister of Australia)
Friedrich Merz — AlemanhaMudança especialmente relevante porque a Alemanha tem uma relação historicamente muito próxima com IsraelEm agosto de 2025, perante a nova ofensiva israelita em Gaza, a Alemanha suspendeu autorizações para exportação de equipamento militar que pudesse ser utilizado em Gaza e apelou a Israel para não avançar com a anexação da Cisjordânia. (Bundesregierung)

Senador americano Bernie Sanders: Em setembro de 2025, Sanders passou a utilizar explicitamente a palavra "genocídio" para descrever as ações israelitas em Gaza. Defendeu o fim de todas as vendas de armas ao governo Netanyahu e um cessar-fogo imediato.

Chega de exemplos totópolino ou sao precisos mais?
Não são precisos mais. Esses são tudo líderes de primeira água FoZdiX.
 
São líderes que realmente não estão ao nível do Bibi nem do Trump...😅 mas foram os que consegui arranjar...

F onix que estes idiotas foram bem amestrados!
Muito agressivo, calma!!

Esses exemplos que meteste estão a ser apresentados de forma bastante conveniente.

Canadá, Reino Unido e França justificaram o reconhecimento da Palestina com a necessidade de tentar preservar uma solução de dois Estados.

Ao mesmo tempo, exigiram a libertação dos reféns, o desarmamento do Hamas e que este não tivesse qualquer papel num futuro governo palestiniano.

Portanto, não é propriamente o que vieste aqui apregoar, que viram finalmente a luz e perceberam o que Israel anda a fazer.

Em todo o caso, estamos a falar de políticos, não de oráculos.

Alguns já saíram, outros perderam apoio precisamente porque uma parte importante dos respectivos eleitorados não concordou com as políticas que seguiram.

Por fim, desde quando é que uma lista de primeiros-ministros e presidentes serve para provar que uma determinada posição está certa?

Ou seja, se amanhã aparecer outra lista de líderes mundiais a defender o contrário, passas automaticamente a concordar com eles?
 
São líderes que realmente não estão ao nível do Bibi nem do Trump...😅 mas foram os que consegui arranjar...

F onix que estes idiotas foram bem amestrados!
Estão bem uns para os outros. Mas não podemos exigir que os idiotas úteis que assimilaram a propaganda orquestrada pelo hamas deixem de por todos os que não apoiam a causa, no mesmo saco.Era esperar demasiado.
 
Canadá, Reino Unido e França justificaram o reconhecimento da Palestina com a necessidade de tentar preservar uma solução de dois Estados.

E vejam quem é que atualmente está contra a solução dos dois estados, a única solução moralmente justa, que pode trazer a paz à região.
 
Muito agressivo, calma!!

Esses exemplos que meteste estão a ser apresentados de forma bastante conveniente.

Canadá, Reino Unido e França justificaram o reconhecimento da Palestina com a necessidade de tentar preservar uma solução de dois Estados.

Ao mesmo tempo, exigiram a libertação dos reféns, o desarmamento do Hamas e que este não tivesse qualquer papel num futuro governo palestiniano.

Portanto, não é propriamente o que vieste aqui apregoar, que viram finalmente a luz e perceberam o que Israel anda a fazer.

Em todo o caso, estamos a falar de políticos, não de oráculos.

Alguns já saíram, outros perderam apoio precisamente porque uma parte importante dos respectivos eleitorados não concordou com as políticas que seguiram.

Por fim, desde quando é que uma lista de primeiros-ministros e presidentes serve para provar que uma determinada posição está certa?

Ou seja, se amanhã aparecer outra lista de líderes mundiais a defender o contrário, passas automaticamente a concordar com eles?
As tuas respostas e que têm seguido uma linha bastante conveniente.

Ao Canadá, UK, França, podes juntar Irlanda, Espanha, Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega, Suécia e muitos outros países.

Todos eles defendem não só a solução de dois estados, como condenam a operação militar, a ocupação ilegal em Gaza e o deslocamento dos palestinianos.
 
O piloto que salvou os israelitas e o avião, pode receber a honra de ser considerado Justo Entre as Nações, uma condecoração atribuída aos gentios que salvaram judeus do holocausto e que está a ser equacionada ser atribuída de novo neste caso.
 
enquanto houver Irão, Hamas e Hezbollah, tanto Israel como o mundo livre ocidental não estão seguros.

hoje foi um avião em Israel, amanhã é outro em Londres, Paris, Berlin ou Lisboa.

é uma tristeza que só Israel e os USA é que realmente percebem a gravidade desta ameaça e defendem os interesses do Ocidente. Os líderes europeus continuam cegos pelo wokismo e envergonham-nos diariamente com este apoio ao terrorismo islâmico.
 
E a constante necessidade de branquear ataques, não passando notícias ou mascarando como ataques psicóticos.

Até ao dia que tal já não será possível. Espero que não seja necessário outro ataque como o que sucedeu em atocha ou Nice.

A malta tem memória muito curta, infelizmente
 
Não assimilar a propaganda sionista não é o mesmo que assimilar a propaganda do Hamas...

A propaganda actual Sionista é quase uma ciência. Contrariamente ao que era no passado, tem actualmente um target muito mais focado e classes mais poderosas, pessoas de mais altos rendimentos e nível educacional mais elevado. Fala essencial uma linguagem que valida os preconceitos, fobias e medos naturais deste grupo pessoas. Pessoas essas que se consideram depois superiores moralmente por a apoiar o sionismo e regurgitar a propaganda que eles produzem diariamente.

Eu deixei de participar aqui porque denunciar o terrorismo sionista é sistematicamente associado a defender o terrorismo islamista. E isso vai de encontro ao post que fizeste e que estou a citar excepcionalmente.

Este tópico é sobre palestina e não deveria ser usado para promoção de islamofobia básica.

Por outro lado : a merda que aconteceu em França com delinquentes nada tem a ver com Palestina. A bandeira da palestina é usada abusivamente por delinquentes para tentaram obter apoio de pessoas que são sensíveis à situação da palestina. Eles estão-se a cagar para a palestina e até para o Islão. A delinquência de segunda e terceira geração não é de carácter religioso, antes pelo contrário, resulta da falta de referenciais religiosos.

Em relação ao tema do avião: acho que dada a grandiosidade dos actos heróicos, deveriam abrir um tópico específico. Nunca se viu coisa igual: ao fim de 24 horas já está a investigação concluída. Notável 🤔

Acho delicioso ver a forma como os burros comem palha assim tão facilmente 🤌🤣 O formador até já sugere condecoração tal o nível de fanatismo sionista.
 
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