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Mas muitos dos próprios muçulmanos condenam ataques terroristas.O que dizes não faz sentido nenhum, é obvio que tem que ver com religião, caso contrario os terroristas todos dessa religião..
O querer negar que o islão é um cancro é qualquer coisa...
Quanto á ultima parte, claro que é comigo, foi precisamente isso que eu disse desde inicio, eu não estou a dizer para tu teres, o que estou a dizer é que eu pessoalmente não me quero arriscar com essa gente, como tambem não me queria arriscar com neonazis, e agora vens tu dizer que os neonazi não são todos maus, e que não são todos extremistas.
Não, de todo, eu não acho que esteja tudo bem.Esse é o erro, achar que está tudo bem desde que aconteça aquilo que na pratica não vai acontecer.
Acredito, mas se for em algumas cidades franceses podes continuar vivo, mas vais a janela é vês os magrebinos a incêndirem ruas , partirem montras e incêndiarem carros.Vivo rodeado de muçulmanos há duas décadas — no trabalho, no desporto e no lazer — e, curiosamente, continuo vivo, de boa saúde e sem precisar de um manual de sobrevivência...
Temos a frase anedótica do dia!
| Líder | Mudança observável | O que passou a defender/dizer |
|---|---|---|
| Keir Starmer — Reino Unido | Uma das mudanças mais significativas entre aliados tradicionais de Israel | Em maio de 2025 exigiu que Israel parasse a ofensiva e classificou a expansão dos assentamentos como ilegal. Em setembro de 2025 o Reino Unido reconheceu formalmente a Palestina. (Prime Minister Canada) |
| Emmanuel Macron — França | Evolução gradual de uma posição muito cautelosa para pressão diplomática mais forte | Em setembro de 2025 a França reconheceu a Palestina; Macron apelou explicitamente ao fim dos bombardeamentos e da guerra e afirmou que a ocupação e a expansão territorial estão a destruir a possibilidade de dois Estados. (France Diplomatie) |
| Mark Carney — Canadá | Mudança particularmente clara em 2025 | Em julho disse que a abordagem baseada em esperar por um acordo negociado já não era sustentável, citando expansão dos assentamentos, possível anexação da Cisjordânia e a situação humanitária de Gaza. Em setembro, o Canadá reconheceu a Palestina. (Prime Minister Canada) |
| Anthony Albanese — Austrália | Evolução de uma posição mais tradicionalmente pró-Israel para reconhecimento da Palestina | Em setembro de 2025 a Austrália reconheceu formalmente o Estado palestiniano, associando a decisão a um cessar-fogo em Gaza e à necessidade de preservar a solução de dois Estados. (Prime Minister of Australia) |
| Friedrich Merz — Alemanha | Mudança especialmente relevante porque a Alemanha tem uma relação historicamente muito próxima com Israel | Em agosto de 2025, perante a nova ofensiva israelita em Gaza, a Alemanha suspendeu autorizações para exportação de equipamento militar que pudesse ser utilizado em Gaza e apelou a Israel para não avançar com a anexação da Cisjordânia. (Bundesregierung) |
LOLLíderes que eram relativamente mais cautelosos ou alinhados com Israel e que passaram, sobretudo entre 2024 e 2025, a usar uma linguagem muito mais dura sobre a ofensiva em Gaza, os assentamentos e a ocupação:
Senador americano Bernie Sanders: Em setembro de 2025, Sanders passou a utilizar explicitamente a palavra "genocídio" para descrever as ações israelitas em Gaza. Defendeu o fim de todas as vendas de armas ao governo Netanyahu e um cessar-fogo imediato.
Chega de exemplos totópolino ou sao precisos mais?

Não são precisos mais. Esses são tudo líderes de primeira água FoZdiX.Líderes que eram relativamente mais cautelosos ou alinhados com Israel e que passaram, sobretudo entre 2024 e 2025, a usar uma linguagem muito mais dura sobre a ofensiva em Gaza, os assentamentos e a ocupação:
Líder Mudança observável O que passou a defender/dizer Keir Starmer — Reino Unido Uma das mudanças mais significativas entre aliados tradicionais de Israel Em maio de 2025 exigiu que Israel parasse a ofensiva e classificou a expansão dos assentamentos como ilegal. Em setembro de 2025 o Reino Unido reconheceu formalmente a Palestina. (Prime Minister Canada) Emmanuel Macron — França Evolução gradual de uma posição muito cautelosa para pressão diplomática mais forte Em setembro de 2025 a França reconheceu a Palestina; Macron apelou explicitamente ao fim dos bombardeamentos e da guerra e afirmou que a ocupação e a expansão territorial estão a destruir a possibilidade de dois Estados. (France Diplomatie) Mark Carney — Canadá Mudança particularmente clara em 2025 Em julho disse que a abordagem baseada em esperar por um acordo negociado já não era sustentável, citando expansão dos assentamentos, possível anexação da Cisjordânia e a situação humanitária de Gaza. Em setembro, o Canadá reconheceu a Palestina. (Prime Minister Canada) Anthony Albanese — Austrália Evolução de uma posição mais tradicionalmente pró-Israel para reconhecimento da Palestina Em setembro de 2025 a Austrália reconheceu formalmente o Estado palestiniano, associando a decisão a um cessar-fogo em Gaza e à necessidade de preservar a solução de dois Estados. (Prime Minister of Australia) Friedrich Merz — Alemanha Mudança especialmente relevante porque a Alemanha tem uma relação historicamente muito próxima com Israel Em agosto de 2025, perante a nova ofensiva israelita em Gaza, a Alemanha suspendeu autorizações para exportação de equipamento militar que pudesse ser utilizado em Gaza e apelou a Israel para não avançar com a anexação da Cisjordânia. (Bundesregierung)
Senador americano Bernie Sanders: Em setembro de 2025, Sanders passou a utilizar explicitamente a palavra "genocídio" para descrever as ações israelitas em Gaza. Defendeu o fim de todas as vendas de armas ao governo Netanyahu e um cessar-fogo imediato.
Chega de exemplos totópolino ou sao precisos mais?
Uns até já sairam , pela porta pequena..outros que estão de saida.Não são precisos mais. Esses são tudo líderes de primeira água FoZdiX.
Não são precisos mais. Esses são tudo líderes de primeira água FoZdiX.
Muito agressivo, calma!!São líderes que realmente não estão ao nível do Bibi nem do Trump...mas foram os que consegui arranjar...
F onix que estes idiotas foram bem amestrados!
Estão bem uns para os outros. Mas não podemos exigir que os idiotas úteis que assimilaram a propaganda orquestrada pelo hamas deixem de por todos os que não apoiam a causa, no mesmo saco.Era esperar demasiado.São líderes que realmente não estão ao nível do Bibi nem do Trump...mas foram os que consegui arranjar...
F onix que estes idiotas foram bem amestrados!
Canadá, Reino Unido e França justificaram o reconhecimento da Palestina com a necessidade de tentar preservar uma solução de dois Estados.
As tuas respostas e que têm seguido uma linha bastante conveniente.Muito agressivo, calma!!
Esses exemplos que meteste estão a ser apresentados de forma bastante conveniente.
Canadá, Reino Unido e França justificaram o reconhecimento da Palestina com a necessidade de tentar preservar uma solução de dois Estados.
Ao mesmo tempo, exigiram a libertação dos reféns, o desarmamento do Hamas e que este não tivesse qualquer papel num futuro governo palestiniano.
Portanto, não é propriamente o que vieste aqui apregoar, que viram finalmente a luz e perceberam o que Israel anda a fazer.
Em todo o caso, estamos a falar de políticos, não de oráculos.
Alguns já saíram, outros perderam apoio precisamente porque uma parte importante dos respectivos eleitorados não concordou com as políticas que seguiram.
Por fim, desde quando é que uma lista de primeiros-ministros e presidentes serve para provar que uma determinada posição está certa?
Ou seja, se amanhã aparecer outra lista de líderes mundiais a defender o contrário, passas automaticamente a concordar com eles?
Não assimilar a propaganda sionista não é o mesmo que assimilar a propaganda do Hamas...Estão bem uns para os outros. Mas não podemos exigir que os idiotas úteis que assimilaram a propaganda orquestrada pelo hamas deixem de por todos os que não apoiam a causa, no mesmo saco.Era esperar demasiado.
Não assimilar a propaganda sionista não é o mesmo que assimilar a propaganda do Hamas...