A "Praga" das Trotinetes Eléctricas

Consigo compreender, não tanto na lógica directa mas em provocar o mesmo desconforto aos condutores de carro a ver se também aceitam sem sequer dizer a opinião quanto mais contestar, se calhar ninguém usa trotinete então que se lixe, obriguem os gajos a usar capacete, e depois joelheiras e cotoveleiras, e daqui a uns tempos coletes e um pirilampo rotativo amarelo.

É muito isso… se provarem que os carros são mais seguros com cintos de 4/5 apoios e capacete vamos todos usar? Queria ver se a malta também não estrabuchava um bocadinho a dizer que sempre tiveram carros com cinto de 3 pontos e sempre correu bem…

Bem, hás-de concordar que no dia em que obrigarem a andar num carro normal, numa viagem normal, de capacete, tudo o resto já foi banido das estradas há muito tempo. ;)
 
Bem, hás-de concordar que no dia em que obrigarem a andar num carro normal, numa viagem normal, de capacete, tudo o resto já foi banido das estradas há muito tempo. ;)
Nos carros nem o impedimento ao uso do telemóvel se consegue tratar… quanto mais de coisas mais invasivas ao conforto :)

Agora é buzinar pelo preço dos combustíveis e siga marcha!

Estamos só em alegre cavaqueira a apresentar argumentos, não se chateiem! :)
 
Nos carros nem o impedimento ao uso do telemóvel se consegue tratar… quanto mais de coisas mais invasivas ao conforto :)

Agora é buzinar pelo preço dos combustíveis e siga marcha!

Estamos só em alegre cavaqueira a apresentar argumentos, não se chateiem! :)
Esquece, nos telemóveis era simples. era o telemovel detetar que está em movimento e automaticamente bloqueava tudo. ficava apenas o gps a dar, se já tivesse aberto. Os passageiros também sofriam? Azar, conversem uns com os outros. :p Os telemoveis é uma autentica praga.

Como de moto estou mais alto, vejo pessoal a ver videos, enquanto conduzem, outros a fazer videochamadas. Montes deles com carros modernos, a conduzirem sem mais ninguém lá dentro, e a falarem com o telemovel na mão... em alta-voz....
 
De um lado temos a ciência, que, e como todos sabemos, apoia genocídios, é esquerdalha ou do Chega, o que diz muito sobre ela. Do outro lado, temos a retórica fabulosa. Difícil perceber onde andará a verdade.


Quadro Comparativo: Gravidade e Dinâmica de Quedas em Diferentes Cenários
Cenário de DeslocaçãoEnergia Cinética e ImpactoBiomecânica da QuedaTempo de Reação e ProteçãoPrincipais Lesões (Foco no Crânio)
A andar a pé

(aprox. 5 km/h)
Baixa

A energia provém quase exclusivamente da altura do próprio corpo.
Queda vertical ou desequilíbrio simples. O centro de gravidade acompanha o movimento natural do corpo.Suficiente

Dá tempo para esticar os braços e apoiar as mãos, protegendo o tronco e a cabeça.
Ligeiras

Escoriações nos joelhos/mãos, entorses. Na cabeça, habitualmente apenas hematomas ("galos") ou ferimentos superficiais. Dano cerebral raro.
Bicicleta

(aprox. 12 km/h)
Moderada

Energia cerca de 6 vezes superior à da marcha a pé.
Queda lateral. O condutor vai sentado (centro de gravidade mais baixo) e as rodas grandes absorvem pequenos obstáculos.Moderado

Geralmente permite tombar lateralmente e apoiar os membros (pernas ou braços) antes de a cabeça atingir o solo.
Moderadas

Fraturas (clavícula, punho), contusões e escoriações laterais. Pode haver impacto na cabeça, mas com menor violência linear.
Trotinete Elétrica

(25 km/h)
Muito Alta

Energia 25 vezes superior à da marcha. Equivale a uma queda livre de cerca de 2,5 metros de altura.
Projeção frontal violenta ("efeito catapulta"). O condutor vai em pé (centro de gravidade alto) e as rodas pequenas bloqueiam facilmente em ressaltos.Quase nulo

O impacto ocorre em milissegundos. Muitas vezes as mãos não largam o guiador e a cabeça é a primeira parte do corpo a bater no chão.
Graves a Críticas

Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave, fraturas cranianas e maxilofaciais, hemorragias internas (golpe/contragolpe) e lesões cerebrais difusas. Elevado risco de sequelas permanentes ou morte.
 
O problema nem é tanto a velocidade.

O problema é a inconsciença total da maioria dos trotineteiros. Não têm qualquer limite: passeios, contra mão, a mexer no telemóvel sem olhar para a frente. Etc.

Eu sou pela licença. Fazer, pelo menos, o código da estrada ou um versão aligeirada. O mesmo para ciclistas. Formação e sensibilização obrigatória .
 
Ontem por milímetro não fui atropelado por uma deficiente mental de uma turista

No passeio em Belém a hora do almoço, a gaja a abrir claro . Pena a gaja não ter caído e esmurrado toda
 
Ontem por milímetro não fui atropelado por uma deficiente mental de uma turista

No passeio em Belém a hora do almoço, a gaja a abrir claro . Pena a gaja não ter caído e esmurrado toda

Eu já empurrei um uma vez no ano passado. Não caiu mas ficou a mandar vir. Miúdo com uns 12 ou 13 anos.

Não respeitam ninguém. Nem os pais, quanto mais os estranhos da via pública 🤷
 
Formação e sensibilização obrigatória .
Eu já empurrei um uma vez no ano passado. Não caiu mas ficou a mandar vir. Miúdo com uns 12 ou 13 anos.

Não respeitam ninguém. Nem os pais, quanto mais os estranhos da via pública 🤷
Isso mesmo, bordoada, o espaço público comum foi roubado, saudoso e honesto tempo que se reclamava de uma mera e pacata esplanada em plena baixa ou bairro lisboeta, hoje é uma mixórdia de gentalha.
 
Tenho visto alguns malucos em trotinetes/bicicletas/motas eletricas a manusear o tlm em andamento. Tanto no passeio como na estrada.
É uma estupidez completa.
 
De um lado temos a ciência, que, e como todos sabemos, apoia genocídios, é esquerdalha ou do Chega, o que diz muito sobre ela. Do outro lado, temos a retórica fabulosa. Difícil perceber onde andará a verdade.


Quadro Comparativo: Gravidade e Dinâmica de Quedas em Diferentes Cenários
Cenário de DeslocaçãoEnergia Cinética e ImpactoBiomecânica da QuedaTempo de Reação e ProteçãoPrincipais Lesões (Foco no Crânio)
A andar a pé

(aprox. 5 km/h)
Baixa

A energia provém quase exclusivamente da altura do próprio corpo.
Queda vertical ou desequilíbrio simples. O centro de gravidade acompanha o movimento natural do corpo.Suficiente

Dá tempo para esticar os braços e apoiar as mãos, protegendo o tronco e a cabeça.
Ligeiras

Escoriações nos joelhos/mãos, entorses. Na cabeça, habitualmente apenas hematomas ("galos") ou ferimentos superficiais. Dano cerebral raro.
Bicicleta

(aprox. 12 km/h)
Moderada

Energia cerca de 6 vezes superior à da marcha a pé.
Queda lateral. O condutor vai sentado (centro de gravidade mais baixo) e as rodas grandes absorvem pequenos obstáculos.Moderado

Geralmente permite tombar lateralmente e apoiar os membros (pernas ou braços) antes de a cabeça atingir o solo.
Moderadas

Fraturas (clavícula, punho), contusões e escoriações laterais. Pode haver impacto na cabeça, mas com menor violência linear.
Trotinete Elétrica

(25 km/h)
Muito Alta

Energia 25 vezes superior à da marcha. Equivale a uma queda livre de cerca de 2,5 metros de altura.
Projeção frontal violenta ("efeito catapulta"). O condutor vai em pé (centro de gravidade alto) e as rodas pequenas bloqueiam facilmente em ressaltos.Quase nulo

O impacto ocorre em milissegundos. Muitas vezes as mãos não largam o guiador e a cabeça é a primeira parte do corpo a bater no chão.
Graves a Críticas

Traumatismo Cranioencefálico (TCE) grave, fraturas cranianas e maxilofaciais, hemorragias internas (golpe/contragolpe) e lesões cerebrais difusas. Elevado risco de sequelas permanentes ou morte.

Primeiro, uma trotinete não anda sempre a 25 km/h. Segundo, uma bicicleta atinge velocidades bem superiores a uma trotinete.

Terceiro, ninguém disse que um capacete mesmo um de supermercado não pode salvar uma vida, mas um capacete de supermercado protege muito pouco e questão aqui é que a obrigatoriedade da utilização de capacete vai afastar utilizadores e a protecção é muito baixa, o que faz com que o saldo desta medida seja negativo para a saúde no geral porque menos pessoas utilizam um meio de transporte amigo da qualidade do ar e no caso das bicicletas elétricas um meio de transporte no qual se possa fazer exercício, sim para quem não conhece a tecnologia, as bicicletas elétricas obrigam uma pessoa a pedalar, apenas ajudam com energia elétrica mas uma pessoa tem de pedalar.

Quarto e por último, tens de enviar isso a países como a Alemanha, Suécia, Holanda, Reino Unido, França, Suíça, a explicar que eles são todos burros porque não têm uma lei para obrigar as pessoas adultas a usarem capacete quando usam bicicleta elétrica ou trotinete com velocidade limitada e que eles valorizam menos a segurança do que países como Bulgária, o Chipre ou a Argentina... Boa sorte.
 
Algum dia... é dia!

Algures em plena cidade de Lisboa, de moto, saio do semáforo rapidinho (se for rápido, apanho depois uma sequência de 5 ou 6 todos verdes) e logo a seguir uma trotenete que não respeita a sinalização atravessa-se à minha frente, guino para a direita e já lá vem outra e não tenho mais para onde me desviar! Foi por centímetros!!!

Isto está uma selva! Pior que eles só a malta da entrega das comidas e afins que até andam pelos passeios e em contra-mão!!!
 
O capacete serve pra proteger o trotinetista, e muito pouco. Se levar uma trombada de um carro já não protege nada. Aí é muito mais eficaz os gajos levarem câmaras e terem carta branca para as usar, já vai dissuadir e muito o pessoal da condução agressiva dos carros e das motas.
Agora, andar atrás dós trotinetistas sem capacete pra multar, é completamente cretino. Não há interesse público que justifique.
 
O capacete serve pra proteger o trotinetista, e muito pouco. Se levar uma trombada de um carro já não protege nada. Aí é muito mais eficaz os gajos levarem câmaras e terem carta branca para as usar, já vai dissuadir e muito o pessoal da condução agressiva dos carros e das motas.
Agora, andar atrás dós trotinetistas sem capacete pra multar, é completamente cretino. Não há interesse público que justifique.
Não concordo, aliás o capacete pode fazer bastante diferença precisamente nos acidentes mais comuns de trotinete como quedas, desequilíbrios, buracos, carris, embates a baixa velocidade, etc.

Nem todos os acidentes são uma colisão frontal com um carro a 50 km/h.

Não percebo mesmo esse tipo de argumentos.
 
Ver anexo 14729677

Não concordo, seria o mesmo que proibir a circulação de motas para evitar os acidentes. Prevenção é a prioridade.
Primeiro tinhas de proibir a circulação dos carros. Estatisticamente estão envolvidos na maioria dos acidentes e nos mais graves.
 
Imaginem se a solução para os carros, quando apareceram e começou a haver acidentes, tivesse sido acabar com eles...


As tragédias mais chocantes eram o número de crianças atropeladas e mortas por automóveis enquanto brincavam na rua, muitas vezes mesmo em frente às suas próprias casas. Na década de 1920, 60% das mortes causadas por automóveis em todo o país eram de crianças com menos de 9 anos.

A principal causa dos acidentes rodoviários era considerada o excesso de velocidade. Até 1909, não existia qualquer regulamentação do trânsito nas ruas de Detroit. Os tribunais e a polícia decidiram enfrentar o problema de uma forma simples: estabelecer o limite de velocidade de acordo com o ritmo das carroças puxadas por cavalos, cerca de 5 milhas por hora. Tornar as ruas tão lentas e seguras como eram antes dos automóveis.

(Uma solução extrema foi adotada em Inglaterra, onde, nas pequenas localidades, a lei obrigava o automobilista a avisar um agente da polícia local, que caminharia à frente do automóvel, agitando duas bandeiras vermelhas de aviso, enquanto o condutor o seguia lentamente.)

Se os condutores infringissem a lei, a punição era severa, com multas elevadas, penas de prisão e acusações de homicídio involuntário e homicídio quando os peões eram atropelados e mortos.
 
Última edição:
Primeiro, uma trotinete não anda sempre a 25 km/h. Segundo, uma bicicleta atinge velocidades bem superiores a uma trotinete.

Terceiro, ninguém disse que um capacete mesmo um de supermercado não pode salvar uma vida, mas um capacete de supermercado protege muito pouco e questão aqui é que a obrigatoriedade da utilização de capacete vai afastar utilizadores e a protecção é muito baixa, o que faz com que o saldo desta medida seja negativo para a saúde no geral porque menos pessoas utilizam um meio de transporte amigo da qualidade do ar e no caso das bicicletas elétricas um meio de transporte no qual se possa fazer exercício, sim para quem não conhece a tecnologia, as bicicletas elétricas obrigam uma pessoa a pedalar, apenas ajudam com energia elétrica mas uma pessoa tem de pedalar.

Quarto e por último, tens de enviar isso a países como a Alemanha, Suécia, Holanda, Reino Unido, França, Suíça, a explicar que eles são todos burros porque não têm uma lei para obrigar as pessoas adultas a usarem capacete quando usam bicicleta elétrica ou trotinete com velocidade limitada e que eles valorizam menos a segurança do que países como Bulgária, o Chipre ou a Argentina... Boa sorte.
Não é a saude das pessoas e a qualidade do ar, nem a segurança, que preocupa os mânfios dos ACPs, das ACAPs e das ANARECs, os paladinos da obrigatoriedade do capacete (mesmo que não sirva para nada) e, isso sim, da proibição da trotinete. Esses gajos não são as irmãzinhas da caridade. O que os aterroriza é a ideia de o pessoal se mudar em massa do carro para a trotinete, que anda de borla ou quase, e deixar de chover como chovia pra os cofres deles. Por isso esfregam as maozinhas sempre que há um acidente com trotinetes e bicicletas e encomendam logo a manchete mais tremendista possível. O negócio deles é ter tudo o que é político ou autarca do capitalismo neoliberal do lado deles é manter os parolos na cantilena do ai que perigo, trotinetes, em vez de se queixarem dos gases dos escapes que os envenenam e das buzinas que lhes azucrinam os ouvidos.
 
Também me apraz ouvir estas ideias mais pró utilizadores. Acho que é um meio de transporte poderoso… os putos gostam de usar, não tem grande impacto na poluição nem ocupa grande lugar nas cidades, até acho que podiam criar uns “cacifos” para a malta as arrumar bem chegando aos centros urbanos, locais de animação nocturna,…

Há potencial de criação de novos negócios…
 
Voltar
Superior