Crise desde 2011, 2022,... 2099... Até quando?[AVISO Página#2709-Post#81255]

e hoje em dia o PML pouco se distingue do Daniel Oliveira.

está completa a pacheco pereirização do PML.

só não percebo porque é que não se assumem de vez e se tornam militantes do PS ou BE.

Têm mais valor se não se assumirem. A avença assim tem mais valor. Militantes do PS e BE já são aos magotes.[;)]
 
Continua a ser uma bela treta e uma bela mentira. E ainda que o fosse a excepção nunca fez a regra. Na mesa das eleições estão os representantes dos partidos ou grupos de cidadãos e se tu quiseres ir para a mesa perdes 30 segundos a mandar um email para um dos 20 partidos existentes, dizendo que queres estar numa mesa, recebes a credencial, vais à reunião onde são nomeados os membros da mesa (não são cunhas, há uma reunião onde os membros são nomeados) e apresentaste como delegado e como potencial membro da mesa nas eleições. A não ser que apareçam representantes de mais de 5 partidos (a não ser nos centros urbanos, isso nunca acontece, aparece 1 ou 2 e às vezes nem isso) tens lugar garantido na mesa.

E ainda podes fazer melhor, como gostas de trabalhar de borla, fazes-te delegado, ficas o dia todo na mesa a controlar as operações e tens direito ao dia de folga na 2ªfeira? Queres melhor que isto? (ou também há filas para delegados e cunhas?)
No resto pouca gente deixa de trabalhar na 2ªfeira em função de ter estado nas mesas.

Garanto-te que no Alentejo fazem fila para irem para as mesas de voto. E todos os funcionários do Estado têm a segunda-feira de folga.
Eu, como nem sequer voto*, nem tenho qualquer intenção de alguma vez vir a votar, pouco me importa...

*Não vou contribuir para legitimar uns tipos que são claramente piores que eu!
 
Garanto-te que no Alentejo fazem fila para irem para as mesas de voto. E todos os funcionários do Estado têm a segunda-feira de folga.
Eu, como nem sequer voto*, nem tenho qualquer intenção de alguma vez vir a votar, pouco me importa...

*Não vou contribuir para legitimar uns tipos que são claramente piores que eu!
Aqui nesta parte do Alentejo são sempre os mesmos a ir mamar. Em comum, são do partido dominante.
 
O CEO do SNS demitiu-se ontem por causa de investigação da SIC em que é dito que que terá acumulado ilegalmente salários.

Nessa coisa dos boys for the jobs há algo de certinho como a morte: PS = PSD.

Venha o próximo boi.
 
A tempestade que caiu sobre a minha paróquia – a Mouraria – leva-me a escrever estas breves linhas. Gostaria de não ter de o fazer, mas penso que, em democracia, não podemos deixar de introduzir no debate público factos relevantes sobre o tema, para não deixarmos que as pessoas sejam usadas como armas de arremesso político.

Cheguei à Mouraria há catorze anos! Era, então, um bairro com alguma vida, mesmo que a decair, mas, enquanto edificado arquitetónico, mais parecia saído da Segunda Grande Guerra. Era um monte de ruínas… As pessoas eram o centro da vida do bairro… as pessoas eram… e continuam a ser! Já era, também, um bairro multicultural, não há dúvida.

Não posso ficar indiferente às opiniões que algumas virgens ‘comentadeiras’ arrependidas fizeram dos acontecimentos ocorridos há algumas semanas: a Polícia encostou contra a parede uma centena de novos portugueses… (no passado habitavam por aqui os cristãos-novos, agora são os portugueses-novos).

Temos de ser rigorosos e definir com exatidão quem eram aqueles homens que estavam encostados contra a parede: emigrantes ou novos portugueses? Se eram novos portugueses, são cidadãos da República Portuguesa e, portanto, estão debaixo das leis da mesma República, sem exceção.

Estar encostado contra a parede é normal na Mouraria.

Em catorze anos, já vi inúmeras vezes a polícia a encostar homens e mulheres contra a parede. Vi a polícia entrar em casas à procura de droga! Vi crianças a chorar, a subir pelos polícias acima para não prenderem os pais…

Umas vezes encontraram droga, outras não! Umas vezes levaram-nos presos, outras não!

Nunca vi um único partido político a defender a dignidade dos antigos portugueses ou dos portugueses de sempre. Nunca vi uma única ‘comentadeira’ defender as crianças de tamanho espetáculo. Algumas destas crianças nasceram e foram criadas na prisão de Tires… porque Tires tem uma Creche para os filhos das presas!

Em catorze anos, já vi menores de catorze anos darem à luz um filho e a fumarem droga.


Se queremos que diga o que tenho visto em catorze anos de Mouraria não o conseguirei fazer nesta coluna… Tenho pena de não me darem oportunidade de o fazer… mas a Mouraria não é, de facto, o aglomerado de santos que temos pintado. A Mouraria e toda a baixa de Lisboa, infestada que está de traficantes de droga que, afinal, não passa de uma massa de folhas de louro prensadas, misturadas com caldos Knorr e caca de galinha.

Se abrirmos as notícias, num breve clique, podemos ler tudo o que não pude escrever aqui: a máfia bengali, as casas sobrelotadas, as lojas fantasma sem clientes, o novo português adolescente que morreu queimado num ‘hotel’ ilegal – a senhoria não sabia de nada…

Em boa hora, o presidente da Junta de Freguesia decidiu, em julho deste ano, debater com os habitantes da freguesia a violência e o medo com que vivem os moradores!

Que se note que em toda a Mouraria, depois dos problemas enumerados, não tem um único gabinete de assistentes sociais ou programas específicos para lidar com este fenómeno.

Se formos todos, todas e todos honestos, reunimos os factos e não as narrativas do que tem acontecido na Mouraria nos últimos anos. Vamos conseguir fazer uma boa caldeirada… mas não será de bacalhau!​


…colhe tempestades! (sapo.pt)

Pungente, só.​

(...) Em defesa da PSP

A Polícia tem estado debaixo de fogo desde a célebre rusga à Rua do Benformoso,a 19 de dezembro, sendo acusada de racismo e de estar a mando do Governo, e as palavras do presidente da CEP não caíram bem nem na Igreja nem na PSP. No mesmo dia em que D. José Ornelas se colocava ao lado dos manifestantes que proferiram palavras de ordem contra a PSP, o novo ‘responsável’ pelas Forças Armadas e Forças de Segurança, que será ordenado bispo a 26 de janeiro, dava uma entrevista à agência Ecclesia, onde assumiu um discurso literalmente oposto ao de D. José Ornelas: «É essencial que as Forças de Segurança nos ajudem a todos a uma convivência pacífica, na diversidade que vai ser a nossa sociedade. Que ninguém tenha dúvidas de que a nossa sociedade é cada vez mais plural, quer do ponto de vista étnico, quer do ponto de vista cultural e religioso, mas vivemos num Estado de Direito, que todos temos de respeitar», disse D. Sérgio Dinis.

O novo bispo foi mais longe na defesa da dignidade das Forças de Segurança, alertando para a necessidade de melhorar as condições monetárias e de trabalho, pedindo um «esforço muito grande para tornar as carreiras atrativas». «Imaginemos um jovem que vem do Interior para Lisboa, onde tem de pagar uma renda com o ordenado que recebe: é atrativo ser-se polícia hoje? Sabendo que terá de ali viver alguns anos?».

Terminava apelando aos políticos, e não só, para não usarem as Forças de Segurança para os seus propósitos: «É necessário respeitar e salvaguardar a sua autonomia, é lamentável tentar retirar dividendos políticos do agir de instituições tão nobres e importantes, elas não podem ser arma de arremesso dos políticos».

Patriarca defende escola de oficiais

No dia de Natal, o patriarca de Lisboa, D. Rui Valério, que também foi bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança, saiu em defesa dos agentes envolvidos na operação: «Nós sabemos que a nossa PSP tem uma das mais prestigiadas escolas, que é o ISPSI, o Instituto Superior de Ciências Policiais de Segurança Interna, que tem um reconhecimento internacional pela sua competência científica. Tudo aquilo que é a atuação concreta no terreno das nossas forças de segurança é nesse laboratório científico delineado, planeado», disse à Lusa e à RTP. «Posso garantir que tem uma dimensão ética muito profunda».

O homem que andou em missões com as Forças Armadas e com as Forças de Segurança não tem muitas dúvidas sobre o comportamentos dos polícias: «Nessa dimensão ética há aí um princípio que é basilar. […] Nunca a polícia usa meios que sejam desproporcionais com os fins a que se propõem. Nós somos uma sociedade que só com mãos dadas, cooperando, construindo pontos, incitando e experimentando e ensaiando entendimentos, é que, como sociedade portuguesa, continuaremos o rumo da história, que é a história de Portugal».

Sobre os problemas que Lisboa enfrenta, D. Rui Valério defende que «nunca deixa de ser uma cidade acolhedora, uma cidade de esperança. Todas as forças vivas que a compõem, que a constituem, estão verdadeiramente empenhadas e até comprometidas com o bem comum e, sobretudo, com a promoção da dignidade de cada ser humano». Como facilmente se percebe, D. José Ornelas está de um lado e D. Rui Valério e D. Sérgio Dinis do outro. A revolta de alguns bispos e padres com o bispo de Leiria-Fátima levam-nos a recordar o seu passado, dizendo que noutras ocasiões não foi tão lesto a condenar comportamentos.

«É curioso como os bispos de Setúbal têm todos uma necessidade de defenderem a agenda da esquerda. D. José Ornelas foi bispo de Setúbal, o atual é Américo Aguiar, é só juntar as pontas. O famoso bispo vermelho, D. Manuel Martins, tinha razões para o ser. Lutou contra a fome, contra as desigualdades, já estes não se percebe», regressa o teólogo à conversa.(...)

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Rusga do Benformoso abre ‘guerra’ entre bispos (sapo.pt)​
 
Vocês não viram aquelas 700 pessoas que se meteram em autocarros para ir ao Parlamento assistir à aprovação disto das freguesias?

Opah foi maravilhoso " Freguesia X nada tem a ver com freguesia Y "

Porto " contra " lisboa ou vice versa já era um clássico de labreguisse tuga. agora freguesias a declarar-se como " diferentes " é algo lindo de se ver.
 
esta criatura é o espécimen típico do esquerdopata que vota BE.

são indivíduos muito limitados intelectualmente e por isso é fácil passar-lhes a mensagem de que nunca terão sucesso na vida por causa do capitalismo, embora as verdadeiras razões estejam à vista de toda a gente.

E o que é que é "ter sucesso na vida"?
 
Aqui nesta parte do Alentejo são sempre os mesmos a ir mamar. Em comum, são do partido dominante.

Se são sempre os mesmos mais uma tiro no argumento de que há muita gente a querer ir para as mesas... vão esses porque simplesmente mais ninguém quer ir, simples e básico.
Mas é muito mais fácil mandar umas tretas no fórum do que perceber como funcionam as coisas na realidade.
E chamar mamar a alguém que via trabalhar 14 horas a um domingo para receber 59€ é genial sem dúvida, é o sonho molhado de qualquer tuga.
 
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