Excalibur
Banido
Esta noticia, mostra a razão pela qual eu acho que a Igreja e os seus membros, não deviam em momento algum fazer parte de campanha.
Mal comparado, na omilia devem abster-se de emitir opinião ou fazer campanha pelo Não.
Mas no adro da igreja já serão livres de o fazer.
[8)]
Se isto não é manipular ...
Cardeal-Patriarca
D. José Policarpo avisa os padres
O Cardeal-Patriarca de Lisboa dirigiu ontem aos padres uma nota sobre o referendo ao aborto onde alerta que a missa “não pode ser lugar de campanha”, mas considera que os párocos podem entrar na campanha “noutros momentos e espaços”.
“A celebração litúrgica não pode ser lugar de campanha, rebatendo argumentos contrários, analisando vertentes políticas e sociológicas do problema”, escreve D. José Policarpo no texto divulgado na página do Patriarcado de Lisboa na internet.
Citação retirada do site Patriarcado de Lisboa
2. Os sacerdotes, enquanto presidentes das assembleias litúrgicas, devem limitar-se, durante as mesmas, à apresentação da doutrina da Igreja sobre o respeito pela vida. A celebração litúrgica não pode ser lugar de campanha, rebatendo argumentos contrários, analisando vertentes políticas e sociológicas do problema. A celebração litúrgica é momento para escutar apenas a Palavra de Deus e a palavra da Igreja. Procurem enquadrar o problema do aborto no conjunto de toda a exigência do respeito pela vida, em todas as circunstâncias, desde a concepção à morte natural, campo vasto do exercício da caridade.
3. Isto não impede que o Pároco e a comunidade cristã organizem, noutros momentos e espaços, debates de esclarecimento mais abrangentes, para os quais podem pedir a colaboração de pessoas preparadas para esclarecer acerca das variadas questões que este referendo levanta.
Mal comparado, na omilia devem abster-se de emitir opinião ou fazer campanha pelo Não.
Mas no adro da igreja já serão livres de o fazer.
[8)]
Se isto não é manipular ...
Cardeal-Patriarca
D. José Policarpo avisa os padres
O Cardeal-Patriarca de Lisboa dirigiu ontem aos padres uma nota sobre o referendo ao aborto onde alerta que a missa “não pode ser lugar de campanha”, mas considera que os párocos podem entrar na campanha “noutros momentos e espaços”.
“A celebração litúrgica não pode ser lugar de campanha, rebatendo argumentos contrários, analisando vertentes políticas e sociológicas do problema”, escreve D. José Policarpo no texto divulgado na página do Patriarcado de Lisboa na internet.
Citação retirada do site Patriarcado de Lisboa
2. Os sacerdotes, enquanto presidentes das assembleias litúrgicas, devem limitar-se, durante as mesmas, à apresentação da doutrina da Igreja sobre o respeito pela vida. A celebração litúrgica não pode ser lugar de campanha, rebatendo argumentos contrários, analisando vertentes políticas e sociológicas do problema. A celebração litúrgica é momento para escutar apenas a Palavra de Deus e a palavra da Igreja. Procurem enquadrar o problema do aborto no conjunto de toda a exigência do respeito pela vida, em todas as circunstâncias, desde a concepção à morte natural, campo vasto do exercício da caridade.
3. Isto não impede que o Pároco e a comunidade cristã organizem, noutros momentos e espaços, debates de esclarecimento mais abrangentes, para os quais podem pedir a colaboração de pessoas preparadas para esclarecer acerca das variadas questões que este referendo levanta.