E se o 1.5 TD (ISUZU) virasse 1.5 CDTI?!

monicamelo

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[:p][:p][:p][:p]

Não era mal pensado ;)

Hoje tive que fazer mais de 300 Km, num Corsa B Sport, equipado com esse consagrado motor. Como vinha numa toada económica, vim a pensar com os botões: "Não era mal pensado este motor equipado com toda a tecnologia XPTO diesel actual".

Imaginei-o assim:

- um turbo de geometria variável, para compensar alguma falta de fulgor a baixas rotações, fruto de alguma carga inercial que este motor está incutido. Por outro lado, garante uma progressão com fulgor até ao red line. [:p]

- uma cabeça multiválvulas para uma melhor aspiração do ar de admissão pós turbo. Duas válvulas de escape para a limpeza do ciclo ser mais efectivada.

- um intercooler, para aumentar o rendimento do ciclo termodinâmico

- uma injecção directa common rail, para garantir uma melhor disponibilidade e economia

- uma gestão electrónica do motor.

- uma reformulação do sistema de refrigeração.

- uma caixa curta de 6 relações.

Resultados:

Mantendo a proporção do irmão 1.7 CDTI teria 2 níveis de potência 90 e 110 CV.

O que acham desta idealização?
 
citação:Originalmente colocada por K2000

Só vês Opel à frente?

É isso que acho [8][8][8]

Achas mal. E muito mal.

Olha o 1.3 CDTI até é mais Fiat do que Opel.
E o 1.5 até é Isuzu.

Portanto meu caro, estás enganado.

Esperava era um comentário à questão e não uma consideração que não acrescentou nada ao que se tenta debater.
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

Não era mal pensado ;)

Imaginei-o assim:

- um turbo de geometria variável, para compensar alguma falta de fulgor a baixas rotações, fruto de alguma carga inercial que este motor está incutido. Por outro lado, garante uma progressão com fulgor até ao red line. [:p]

- uma cabeça multiválvulas para uma melhor aspiração do ar de admissão pós turbo. Duas válvulas de escape para a limpeza do ciclo ser mais efectivada.

- um intercooler, para aumentar o rendimento do ciclo termodinâmico

- uma injecção directa common rail, para garantir uma melhor disponibilidade e economia

- uma gestão electrónica do motor.

- uma reformulação do sistema de refrigeração.

O que acham desta idealização?


É tão absurda essa ideia que até já há um grande fabricante mundial a pô-la em prática, simplesmente a base de trabalho não é essa mas outra igualmente muito sólida e fiável:

powertrain_01.jpg



Claro que o resultado final será um motor inteiramente novo apenas aproveitando algumas peças do motor original.
 
citação:Originalmente colocada por Luis Capelo

monica, estás basicamente a falar de criar um motor novo...

Vá não é assim tanto.

Limitei-me a incluir algumas tecnologias Diesel actuais.
Também não estou a ser muito original, pois o irmão 1.7 é basicamente o resultado destas actualizações.

Depois como o 1.5 TD tem alguma relevância historica, achei que o devia recuperar um pouco. Quanto mais não seja, a nível imaginário. ;)
 
citação:Originalmente colocada por Luis Capelo

monica, estás basicamente a falar de criar um motor novo...

Quase…. fica o bloco, que apesar de ser o mais barato de tudo é o mais pesado e que ocupa mais volume. E nem ficaria todo, visto ela querer alterar a cabeça e provavelmente seria em alumínio, um pouco mais leve.

Quem sabe, mas para isso o 1.3 cdti deixaria de existir, não era pior.
 
Grande parte dos elementos que idealizei são peças exteriores ao motor em sí: o turbo, o intercooler, o sistema de refrigeração, a caixa...

O mais complexo seria realmente a injecção common rail, a cabeça multivávulas e a gestão electrónica.

Mas era engraçado! ;)
 
citação:Originalmente colocada por xicos

citação:Originalmente colocada por Luis Capelo

monica, estás basicamente a falar de criar um motor novo...

Quase…. fica o bloco, que apesar de ser o mais barato de tudo é o mais pesado e que ocupa mais volume. E nem ficaria todo, visto ela querer alterar a cabeça e provavelmente seria em alumínio, um pouco mais leve.

Quem sabe, mas para isso o 1.3 cdti deixaria de existir, não era pior.

Ainda sobram alguma coisas: êmbolos, bielas, manívelas, cambota, volante, camisas...

No fundo, a ideia seria aplicar todas as vantagens que a tecnologia diesel actual permite, aliado a uma boa robustez deste bloco.
 
citação:Originalmente colocada por DL

citação:Originalmente colocada por monicamelo

Não era mal pensado ;)

Imaginei-o assim:

- um turbo de geometria variável, para compensar alguma falta de fulgor a baixas rotações, fruto de alguma carga inercial que este motor está incutido. Por outro lado, garante uma progressão com fulgor até ao red line. [:p]

- uma cabeça multiválvulas para uma melhor aspiração do ar de admissão pós turbo. Duas válvulas de escape para a limpeza do ciclo ser mais efectivada.

- um intercooler, para aumentar o rendimento do ciclo termodinâmico

- uma injecção directa common rail, para garantir uma melhor disponibilidade e economia

- uma gestão electrónica do motor.

- uma reformulação do sistema de refrigeração.

O que acham desta idealização?


É tão absurda essa ideia que até já há um grande fabricante mundial a pô-la em prática, simplesmente a base de trabalho não é essa mas outra igualmente muito sólida e fiável:

powertrain_01.jpg



Claro que o resultado final será um motor inteiramente novo apenas aproveitando algumas peças do motor original.

Será possível facultar mais algumas informações sobre esse projecto?
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

citação:Originalmente colocada por DL

citação:Originalmente colocada por monicamelo

Não era mal pensado ;)

Imaginei-o assim:

- um turbo de geometria variável, para compensar alguma falta de fulgor a baixas rotações, fruto de alguma carga inercial que este motor está incutido. Por outro lado, garante uma progressão com fulgor até ao red line. [:p]

- uma cabeça multiválvulas para uma melhor aspiração do ar de admissão pós turbo. Duas válvulas de escape para a limpeza do ciclo ser mais efectivada.

- um intercooler, para aumentar o rendimento do ciclo termodinâmico

- uma injecção directa common rail, para garantir uma melhor disponibilidade e economia

- uma gestão electrónica do motor.

- uma reformulação do sistema de refrigeração.

O que acham desta idealização?


É tão absurda essa ideia que até já há um grande fabricante mundial a pô-la em prática, simplesmente a base de trabalho não é essa mas outra igualmente muito sólida e fiável:

powertrain_01.jpg



Claro que o resultado final será um motor inteiramente novo apenas aproveitando algumas peças do motor original.

Será possível facultar mais algumas informações sobre esse projecto?

http://www.austin-rover.co.uk/index.htm?powertrainf.htm
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo
No fundo, a ideia seria aplicar todas as vantagens que a tecnologia diesel actual permite, aliado a uma boa robustez deste bloco.
e a "robustez" seria suficiente para 110cv? ou mesmo 90?
achas mesmo que podes aumentar assim a potencia sem mudar praticamente todas as peças móveis?
 
Mónica, já reparaste que estarias a manter apenas e só isto:
2nd_Generation_Small_Block.jpg


E é preciso que nos lembremos de uma coisa.
Se a Isuzu não usou o bloco 1.5 foi por alguma razão, razão essa suficientemente forte para abandonar este bloco inteiro.
 
Esse bloco era fiavel e robusto por um lado por uma boa relação entre cv e cilindrada, e depois porque não consagra características "exigidas" aos motores actuais, como as reduções de vibrações, o menor barulho do motor e, claro, as normas de poluição.

A verdade é esta: não existe nenhuma "formula mágica" para a fiabilidade. Senão ela seria aplicada em todos os motores.

Os motores são fiáveis em consequência das suas próprias características, e uma alteração dessas mesmas características levaria quase por certo à redução da sua fiabilidade.
 
citação:Originalmente colocada por monicamelo

Grande parte dos elementos que idealizei são peças exteriores ao motor em sí: o turbo, o intercooler, o sistema de refrigeração, a caixa...

O mais complexo seria realmente a injecção common rail, a cabeça multivávulas e a gestão electrónica.

Mas era engraçado! ;)

Não sabemos a carga e o conjunto de novas pressões a que o bloco e os seus vários componentes que dizes não mudar (presumo que sejam êmbolos, válvulas etc), pressões estas se calhar em demasia para a estrutura do bloco original.
 
citação:Originalmente colocada por Luis Capelo

citação:Originalmente colocada por monicamelo
No fundo, a ideia seria aplicar todas as vantagens que a tecnologia diesel actual permite, aliado a uma boa robustez deste bloco.
e a "robustez" seria suficiente para 110cv? ou mesmo 90?
achas mesmo que podes aumentar assim a potencia sem mudar praticamente todas as peças móveis?

Aí os meus conhecimentos já começam a ficar escassos. ;)
Não vou garantir realmente aquilo que não sei.
Mas provavelmente ter-se-iam que realizar alterações muito mais profundas. ;)
Isto é só um concept [:p]
 
citação:Originalmente colocada por Mad Dragon

Mónica, já reparaste que estarias a manter apenas e só isto:
2nd_Generation_Small_Block.jpg


E é preciso que nos lembremos de uma coisa.
Se a Isuzu não usou o bloco 1.5 foi por alguma razão, razão essa suficientemente forte para abandonar este bloco inteiro.

Bom não deve esse mesmo :D[:p]

Uma das razões do abandono do 1.5 era a sua concepção antiga, ele é ainda anterior ao 1.7, e devido às questões ambientais. Por outro lado, sendo o 1.7 mais recente a Isuzu / Opel preferiu evoluir este motor em vez do 1.5. Assim em vez de dois, foi apenas um. Esta é a minha opinião.
 
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