Impostos, afinal devem baixar ou não?

Mas desde que seja dito é transparente.....
Não há nada debaixo da mesa.

Mas isto ainda é só e apenas uma noticia de jornal .....

Até porque há quem entenda que o actual Director Geral não sendo (E não é de facto!!!!) funcionário público não estaria sujeito a estas limitações de vencimento ......

Agora o 1º Ministro é que se calhar ganha mal .....
 
citação:Originalmente colocada por Omega

Mas desde que seja dito é transparente.....
Não há nada debaixo da mesa.

Mas isto ainda é só e apenas uma noticia de jornal .....

Até poque há quem entende que o actual Director Geral não sendo (E não é de facto!!!!) funcionário público não estaria sujeito a estas limitações de vencimento ......

Agora o 1º Ministro é que se calhar ganha mal .....

Quando digo transparente é no sentido que na prática vai ganhar X por mês, mas o seu salário é p.e. 1/5 desse X e os outros 4/5 vão ser buscados em prémios e outros subsídios, não falo em ilegalidades nem nada disso ;)

Epá não digas que o 1º ministro ganha mal que o pessoal não gosta que se diga isso de um tipo que ganha 5 mil por mês:D
 
Alguém consegue atrair um bom gestor para um cargo de topo sem um bom ordenado? Se ele é realmente bom sinceramente não me parece nada exagerado... Se calhar o que anda na cabeça das pessoas não passa de inveja por este que eu não conheço de lado nenhum ganhar mais que eu! [8]
 
Esta questão do salário é uma estupidez!
É por iso que o Estado nunca vai conseguir ter os melhores profissionais no sítio certo.
Será que o salário é apenas uma desculpa para lhe meter os patins?
Eu já disse e repito: Pagar 500€ a um deputado é deitar dinheiro fora (e façam as contas a quanto o Estado gasta com eles). Pagar 20.000€ num caso destes é justo. E se continuar a mostrar bons resultados há que aumentá-lo a ele e à sua equipa.
Este caso já me faz lembrar o da TAP. Quando lá esteve alguem suficientemente competente para por a empresa no caminho certo e mal a empresa anunciou previsão de lucros, apareceu logo quem quisesse despachar o Fernando Pinto.. [8]
 
Não li o que está para trás mas em relação a esta questão....pelo mesmo dinheiro ou mais ainda, vale mesmo a pena segurar o individuo....
 
http://www.impostospress.net/artigoler.aspx?idc=0&ido=97965

Segundo o Jornal de Negócios, o Director-Geral dos Impostos encomendou uma missa de acção de graças pela sua Direcção-Geral e pelos funcionários dos Impostos, que se irá realizar hoje, pelas 18h30, na Sé Patriarcal de Lisboa, tendo convidado todos quantos se queiram juntar à celebração a acompanhá-lo,.

Os funcionários dos Impostos tiveram conhecimento de tal evento através das respectivas cadeias hierárquicas no final do dia ontem.

Em declarações ao Jornal de Negócios, fonte do Ministério das Finanças fez no entanto questão de realçar que uma iniciativa como esta não coloca em causa nem o princípio da laicidade do Estado nem a liberdade de culto dos funcionários dos Impostos, tendo afirmado que, com base neste princípios ninguém é obrigado a ir.

Segundo o Ministério das Finanças, embora esta iniciativa seja inédita na Direcção-Geral dos Impostos, na Direcção-Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo existe esta tradição anual.
 
Eu acho que vai ficar e o vencimento não se deverá alterar muito.

Por mim, substituam já todos os directores gerais, ministros e afins por pessoas a ganhar 23.000€ mas com tão ou mais competência que este homem.[^]
 
citação:Originalmente colocada por Vanquish

Eu acho que vai ficar e o vencimento não se deverá alterar muito.

Por mim, substituam já todos os directores gerais, ministros e afins por pessoas a ganhar 23.000€ mas com tão ou mais competência que este homem.[^]
;)
 
Hoje nova noticia relacionada com corrupção, desta feita o celebre caso das "Funerárias".



Portimão: investigação ao caso das funerárias

19 acusados de corrupção


Dezanove pessoas são acusadas, pelo Ministério Público de Portimão, de corrupção (passiva ou activa) no âmbito do denominado ‘caso das funerárias’. As notificações começaram anteontem a chegar aos arguidos, que, de acordo com o que o CM apurou, tencionam pedir a abertura da instrução do processo.


Dos arguidos, oito são proprietários, gerentes ou funcionários das agência funerárias ‘Malha’, ‘Barlavento’, ‘Coelho’ e ‘Arade’, todas com sede em Portimão. Dos restantes, três são bombeiros da corporação portimonense e oito tinham, à altura dos factos, ligações ao Gabinete de Medicina Legal de Portimão (caso de uma técnica de tanatologia) e ao Hospital do Barlavento Algarvio (um técnico auxiliar de análises patológica, uma auxiliar administrativa, um escriturário e quatro auxiliares de acção médica).

Em causa está o alegado pagamento de ‘luvas’, que variavam entre os 150 e os 200 euros, por parte dos agentes funerários, aos funcionários do HBA, GML e bombeiros, em troca de informações privilegiadas sobre óbitos acabados de ocorrer – quer em instalações hospitalares, quer em casa. Na posse dos elementos relativos aos falecidos, os agentes arguidos antecipar-se-iam aos concorrentes para conseguir a contratação dos enterros junto das famílias.

Frequentemente, os arguidos afirmariam mesmo ser da “agência funerária do hospital”, por forma a conseguirem maior credibilidade junto dos familiares dos falecidos.

Quanto aos alegados informadores, o MP entende que os proventos que conseguiam com essa actuação – que sabiam ser violadora das normas legais que regem a actividade das funerárias – eram também ilícitos.

A investigação do caso, desenvolvida pelo Departamento de Investigação Criminal de Portimão da PJ, foi dada como concluída em Novembro do ano transacto. Os factos apurados remontam, contudo, já a 2003, concentrando-se particularmente em 2005. O caso foi, aliás, tornado público em Agosto de 2005, altura em que a PJ desencadeou a operação ‘Sossego’.

ESCUTAS TELEFÓNICAS E BUSCAS

Nas investigações levadas a cabo pela Polícia Judiciária de Portimão as escutas telefónicas aos suspeitos revelaram-se de grande importância para o apuramento dos alegados ‘esquemas’ entre agentes funerários e funcionários hospitalares, médico-legais e elementos de equipas de socorro.

Quando, em Agosto de 2005, a PJ desencadeou a operação ‘Sossego’, estaria já bem documentada sobre as alegadas práticas ilícitas por parte dos suspeitos. Nessa altura, os investigadores efectuaram buscas às sedes das funerárias, bem como a armazéns e casas dos respectivos donos e de alguns empregados. Carros funerários estiveram também debaixo da mira dos investigadores, bem como cacifos de funcionários do HBA. Foram apreendidos vários documentos e telemóveis.

COBRAVA POR VESTIR CORPOS

A suspeita de “ligações perigosas” entre funerárias e elementos ligados ao Gabinete Médico-Legal (GML) de Portimão levaram o Instituto Nacional de Medicina Legal (INML) a instaurar “processos de averiguações” que culminaram com a rescisão de contratos “com uma técnica de tanatologia e uma perita médico-legal”, recordou ontem ao CM o presidente do INML, Duarte Nuno Vieira.

A técnica é acusada, pelo MP, de exigir, ilicitamente, às funerárias, a quantia de 25 euros pela autópsia e ainda de 25 e 30 euros por coser e vestir os corpos. É ainda acusada de prestar informações privilegiadas sobre falecimentos.

Quanto à perita, não é arguida no processo mas terá assinado certidões de óbito sem indicação do nome dos falecidos. “Há outras pessoas tidas como suspeitas no processo que prestavam serviços no GML de Portimão mas cujo vínculo laboral era apenas com o Hospital do Barlavento, com o qual temos um protocolo de cooperação”, esclareceu ainda o mesmo responsável, para quem, contudo, o fundamental não se prenderia tanto com situações no GML mas sim com “mortes ocorridas no próprio Hospital do Barlavento Algarvio” , relativamente às quais seriam dadas informações a agentes funerários.

PORMENORES

DENÚNCIA

A investigação teve origem na denúncia feita por uma funerária – Servilusa – que, em 2004, se sentiu prejudicada pela actuação das concorrentes.

INVESTIGAÇÃO

Fonte próxima da investigação disse ao CM que a mesma se revelou “bastante complexa”. Além da prova documental, bastante vasta, constam do processo cerca de duas dezenas de testemunhas.

SEGREDO

Gerentes de agências funerárias de Portimão acusados de corrupção escusaram-se a prestar declarações, invocando o segredo de Justiça.

CAUÇÕES

Dois arguidos, donos de funerárias, pagaram cauções de 2500 euros cada. Um auxiliar de análises patológicas foi sujeito à caução de 1550 euros, da qual pediu a substituição por apresentações periódicas.
Ana Palma

Diário de Referência
 
Fórmula do Governo baseia-se em aumento da cobrança fiscal e em cortes com a Função Pública.


O primeiro-ministro foi à cimeira de chefias do Fisco, que reuniu sexta-feira 1300 quadros em Lisboa, agradecer o trabalho realizado pelos funcionários da Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI) no combate à fraude e evasão fiscal, que considerou essencial para a consolidação das contas públicas. Sócrates não viu as imagens do ‘gladiador’, nem tocou flauta com os quadros do Fisco, mas não se esqueceu de uma palavra de louvor ao director-geral dos Impostos, que termina o seu mandato este semestre e ainda não sabe se continua nas funções por causa do salário que ultrapassa em cerca de quatro vezes o ordenado base do primeiro-ministro.

De ano para ano, o Estado tem aumentado as receitas fiscais, mas a fuga e evasão ao Fisco foram mais combatidas no consulado de Paulo Macedo. A prova é que as receitas sobem acima do crescimento nominal do PIB. Com uma cobrança média diária que ultrapassou os 89 milhões de euros no ano passado, os contribuintes já são sujeitos a uma elevada pressão fiscal. O problema é que nem estes recordes de receita são suficientes para saciar as despesas do Estado. Mesmo assim, o défice ficou em 7,4 mil milhões de euros no ano passado. O Governo cumpriu as metas, mas as finanças públicas ainda não estão saneadas.

PRESSÃO DA DÍVIDA

Os défices aumentam o endividamento do Estado, o que significa que estamos a passar às gerações futuras mais um encargo, além da dívida implícita que a Segurança Social já tem com os actuais contribuintes e que será agravada pela anemia demográfica e consequente envelhecimento da população. O endividamento do Estado, que já ultrapassou a fasquia dos 100 mil milhões de euros, aumentará também a pressão anual das despesas com os juros. Em 2006, o crescimento desta despesa com os juros foi de 10,8%, para 4,4 mil milhões de euros. No final deste ano, os gastos deverão ser superiores a 4,7 mil milhões de euros, o que significa que 3% da riqueza gerada no País será gasta no custo da dívida pública. Por tudo isto, é importante controlar a despesa e até agora esse esforço só foi suportado pela Função Pública, que no ano passado até poupou 2%. O Estado tem de gastar menos e ser mais bem gerido e isso não significa apenas cortar nos funcionários públicos ou congelar os salários e pensões.

CONTRIBUTO DE CRAVINHO

A corrupção é um imposto muito caro pago pelos cidadãos. O desordenamento do território feito por patos bravos com a bênção dos autarcas suburbanizou o País, degradou a qualidade de vida das pessoas e ainda vai custar muito caro a todos. Nos concursos públicos, as suspeitas de comissões com destinos a partidos políticos, clubes de futebol, ou poderosos ilustres são como as bruxas: ninguém as viu, mas que as há, há... As medidas propostas por Cravinho não resolveriam o problema por si, mas podiam ajudar.

SIMPLEX

O choque tecnológico foi a grande bandeira de José Sócrates e a desburocratização da Administração Pública realizada no âmbito do Simplex enquadra-se nesse espírito. E a verdade é que a relação dos cidadãos com o Estado está menos burocratizada e é mais célere. E o Estado na internet já presta serviços que merecem uma nota excelente.
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=229064&idselect=93&idCanal=93&p=200
 
Impostos, afinal devem baixar ou não?

O programa de debate da estação pública que habitualmente vai para o ar às segundas-feiras analisa hoje as contas do país. Entre as questões propostas aos convidados, encontram-se "O Governo deve ou não baixar os impostos?, Será que a contenção do défice e o desenvolvimento económico já permitem uma maior competitividade fiscal?".

"Prós e contras" recebe no palco da Casa do Artista quatro antigos governantes para analisar "As contas do país", nome que dá título à edição de hoje. São eles Miguel Cadilhe, Luís Campos e Cunha, Miguel Frasquilho e Joaquim Pina Moura.

Refira-se que este programa tem sido alvo de algumas críticas, sobretudo do principal partido da Oposição, que considera não ter sido suficientemente representado em alguns programas. Por outro lado, a Associação de Telespectadores considerou-o o melhor programa do ano.

fonte: jn
 
Interessante seria terem lá Cadilhe e Frasquilho de um lado (e vão estar...), e Ferreira Leite e Miguel Beleza ou António Borges do outro...

Um pleno do PSD, mas em contradição!...
 
Hum! Vou ver...

Pena é que amanhã a produtividade nacional vai cair um pouco devido às horas a que o programa acaba, muita gente vai trabalhar e a dormir, não vão dar o rendimento, sou um deles,... (culpa do estado - canal público - )


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Ou então não, ainda existe a tvi a sic e as suas telenovelas. :sh)
 
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