Como afundar uma economia em 3 minutos

pmct

Well-known member
Investidores e mercados abalados com planos de nacionalização de Chávez
O anúncio do presidente venezuelano de que irá nacionalizar todos antigos monopólios estatais entretanto privatizados promete provocar tremendas ondas de choque nos mercados e junto dos investidores, especialmente os estrangeiros.
Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt


O anúncio do presidente venezuelano de que irá nacionalizar todos antigos monopólios estatais entretanto privatizados promete provocar tremendas ondas de choque nos mercados e junto dos investidores, especialmente os estrangeiros.

O discurso de Hugo Chávez, proferido ontem à noite após o fecho da bolsa de Caracas, provocou de imediato uma depreciação de 17% do bolívar contra o dólar e uma queda de 14% no valor das acções cotadas em Nova Iorque da operadora de telecomunicações, a Companhia Nacional Telefonos de Venezuela (CANTV), que o presidente mencionou especificamente como sendo uma das que irá nacionalizar.

A CANTV é o segundo peso-pesado da Bolsa de Caracas, pelo que os analistas esperam hoje grande agitação entre os investidores. "Todos os sectores importantes e estratégicos, como a electricidade, todos os que foram privatizados, vão ser nacionalizados", anunciou Chávez num discurso transmitido pela televisão.

Em paralelo, o ministro da Energia divulgou uma declaração em que anunciou que as quatro "joint-ventures" na área da energia também deverão ser nacionalizadas. O Governo tem vindo a negociar a possibilidade de conceder o controlo maioritário destas à petrolífera estatal, Petróleos de Venezuela SA, deixando, no entanto, uma posição minoritária para empresas estrangeiras, designadamente as norte-americanas Exxon Mobil e Chevron e as europeias Total e ConocoPhillips.

No seu discurso, proferido por ocasião da tomada de posse do novo Governo, Hugo Chávez afirmou ainda que vai retirar o estatuto de independência ao banco central para corrigir o que diz ter sido "um dos maiores erros da Constituição" e que vai alterar profundamente o código comercial, de modo a acelerar a transição para o socialismo.
 
citação:Originalmente colocada por Bruno Grilo

citação:Originalmente colocada por pmct

citação:Originalmente colocada por hpventura

Toma !


É bom para as exportações.... o problema é q uma economia nao vive so de exportações.... LOL
Vai exportar os investidores ?
:D

[}:)][}:)][}:)][}:)]

Sublime!!!:D
isto da graç.
mas não tem graça nenhuma.
daqui a 30 anos aqueles coitados vão continuar na miseria
 
Dejavu..........

Portugal passou +/- pelo mesmo no pós 25 de abril.

Neste caso, uma desvantagem do chavez é não estar na EU, para tal como os novos membros poder ter portugal como modelo................a não seguir.
 
Em quantos anos é que Portugal passou de 'o bom aluno' (do tempo do Cavaco como PM) para 'exemplo a não seguir'?
É que ser um exemplo a não seguir já não é de agora..
 
Mais uma asneira das grandes do Chaves.

Nem quero imaginar o que aconteceria à Venezuela se as cotações do petróleo caíssem a pique...
 
Esses vão dar o pontapé na gramática que nós demos há quase 33 anos, mas dá-me ideia de que quando regressarem ao bom caminho (perceberem esse e outros erros...) ainda nos vão passar à frente...
 
Enfim, mais do mesmo.
A esquerda moderna não aprende
citação:Originalmente colocada por pmct

No seu discurso, proferido por ocasião da tomada de posse do novo Governo, Hugo Chávez afirmou ainda que vai retirar o estatuto de independência ao banco central para corrigir o que diz ter sido "um dos maiores erros da Constituição" e que vai alterar profundamente o código comercial, de modo a acelerar a transição para o socialismo.
O grave é que isto é o que a Srª Segolene Royal, aplaudida entusiasticamente pela Esquerda Moderna e não só, diz sem tirar nem por do Banco Central Europeu.
Arrepiante.
 
citação:Originalmente colocada por J.R.

Enfim, mais do mesmo.
A esquerda moderna não aprende
citação:Originalmente colocada por pmct

No seu discurso, proferido por ocasião da tomada de posse do novo Governo, Hugo Chávez afirmou ainda que vai retirar o estatuto de independência ao banco central para corrigir o que diz ter sido "um dos maiores erros da Constituição" e que vai alterar profundamente o código comercial, de modo a acelerar a transição para o socialismo.
O grave é que isto é o que a Srª Segolene Royal, aplaudida entusiasticamente pela Esquerda Moderna e não só, diz sem tirar nem por do Banco Central Europeu.
Arrepiante.
Vou começar a cobrar em dollares
 
Mais um case-study para acompanhar com curiosidade nos próximos anos. Depois do recente e insólito discurso a decretar o fim duma estação de televisão privada só por ser incómoda, seguem-se agora as nacionalizações. Tudo em nome do socialismo. Coitados dos venezuelanos, um país rico em recursos na mão desta corja.

A história afinal repete-se e mais uma vez todos deveriamos reflectir sobre a ameaça que representa o populismo, de como este ganha eleições servindo-se do regime democrático mas depois lentamente altera a própria democracia e constituição para se perpetuar no poder por outras formas.

Cá em Portugal recentemente houve quem tenha felicitado o Chavez. Em nome do socialismo....
 
citação:Originalmente colocada por Liberal

.... e insólito discurso a decretar o fim duma estação de televisão privada só por ser incómoda,...
Reacção do governo socialista chileno.
Pessoas sérias e não populistas ditatoriais.

Palavras de Chávez contra secretário da OEA geram rejeição no Chile
09/01 - 14:21 - EFE

Santiago do Chile, 9 jan (EFE).- Representantes de todos os setores políticos chilenos rejeitaram hoje as declarações feitas na segunda-feira pelo presidente da Venezuela, Hugo Chávez, contra o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o chileno José Miguel Insulza, a quem pediu inclusive que renuncie ao cargo.

Em 5 de janeiro, Insulza pediu ao Governo de Caracas que reconsiderasse sua decisão de não renovar a concessão estatal à "Radio Caracas Televisión" ("RCTV") por ser "golpista", o que gerou mal-estar a Chávez, que qualificou o funcionário de "pentelho" e "vice-rei do império", e o acusou de intrometer-se nos assuntos internos de seu país.

"Vou denunciar sua ingerência em nossos assuntos internos e sua falta de respeito em todas as reuniões que for nos próximos meses, em Manágua, em Quito, na cúpula do Mercosul, para colocá-lo em seu lugar", disse Chávez.

O chanceler chileno, Alejandro Foxley, lamentou hoje as declarações de Chávez e fez um pedido para utilizar uma linguagem mais respeitosa</u>.

"Lamentamos as expressões feitas a respeito do secretário-geral da OEA. Consideramos que no âmbito de relações entre Estados e também com órgãos multinacionais deve se falar sempre com uma linguagem respeitosa e construtiva</u>, inclusive e especialmente quando há </u>e pode haver diferenças</u>", disse Foxley aos jornalistas.
 
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