Descoberta contabilidade paralela em 400 restauran

citação:Originalmente colocada por DêCêIi

Uma listinha com os restaurantes é que era...
Marinheiro,casa dos frangos,tourygalo,franganito,chelsea,farol,frangueiro(na póvoa de varzim,nao tou lá mas isto já é velho,o senhor Gomez dono destes restaurantes é colombiano e honesto),e mais 393 restaurantes por aí.
 
Descoberto esquema informático para fugir ao fisco

Fonte ligada ao processo disse à agência Lusa que os dois organismos es tão na posse de dados que indicam que as caixas-registadoras dos restaurantes, cafés, bares e discotecas têm, na sua maioria</u>, uma chave própria, com o nome de «Chave de Treino», que é activada para permitir a fuga ao fisco.

«A 'Chave', ao ser introduzida na registadora, pára o rolo de impressão oficial (Rolo de Controlo) e continua a imprimir as vendas a dinheiro sempre com o mesmo número e sem as registar no Rolo de Controlo», sublinhou a fonte.

Quando a «Chave de Treino» é retirada da caixa-registadora - acrescento uma fonte - «o sistema volta a imprimir as vendas a dinheiro de forma normal continuando a facturação até então suspensa».

Este processo é adaptável a caixas-registadoras quer de empresas da restauração quer de vendas a retalho, dos mais diversos sectores do comércio.

Além das registadoras, um total de oito programas de software comercializados para restaurantes e cafés têm, à disposição na Internet, programas comple mentares que podem ser descarregados e adaptados para sistemas de fuga ao fisco.

Ao todo - calculam os investigadores - haverá em Portugal, pelo menos, 25 mil programas informáticos vendidos com software adaptável para fuga aos impostos, usados pela maioria dos comerciantes do ramo.

Um deles, o «Disco», de que existem 4.000 exemplares já vendidos, permite às discotecas e bares, a incorporação de uma aplicação, a «VER.EXE» ou a «VER .LOG» para diminuição da facturação real.

O maior operador de software para a restauração em Portugal, o grupo PIE da Póvoa de Varzim, terá alegadamente vendido 12 mil cópias do programa, para as quais está disponível na Internet um programa complementar, «Sime.exe», que permite a fuga ao fisco.

Os responsáveis da empresa já negaram publicamente qualquer participação na elaboração do programa e na sua alegada comercialização. A polícia está a tentar determinar quais os autores do software colocados na Internet, que permitem aos comerciantes fazer contabilidade paralela.

Segundo a fonte, os restaurantes adquirem os programas e descarregam, em seguida, o programa complementar da Internet, instalando-o de modo a poderem fugir, de forma automática, ao pagamento de impostos.

A PJ quer saber se os programas 'piratas' são produzidos pelos próprios vendedores do programa de facturação, e sugeridos aquando da compra, ou se a su a descarga é apenas prática usual no meio como sucede com a «Chave» das caixas-registadoras.

A colocação do programa na Internet - sublinha - permite aos vendedores fugirem às suas responsabilidades criminais, já que podem sempre alegar que desconhecem a sua existência e origem.

A mesma fonte garantiu que 90 por cento dos restaurantes, cafés e bares do país recorrem a este tipo de programas, sendo a fraude ao fisco generalizada .

A Polícia e a Inspecção Tributária detectaram já 400 restaurantes que usavam um programa informático de contabilidade paralela, criado por duas empresas da Póvoa de Varzim, que omitia a facturação real.

No total terão sido encontrados 50 milhões de euros de facturação escondida através do programa informático.

Estes números podem vir a revelar-se muito superiores, à medida que for em analisadas as listagens das diversas empresas do ramo, quer as que concebem e executam programas de software quer as várias dezenas que os comercializam.

Fonte conhecedora do processo adiantou à agência Lusa que alguns dos restaurantes já analisados, que utilizavam o programa, omitiram vendas superiores a dois milhões de euros, havendo outros cujas quantias são inferiores.

«Se não houver este complemento na Internet os empresários da restauração não compram o programa oficial que vendemos», afirmou uma fonte do ramo do software para restauração.

Lusa/SOL
 
Ladrõezecos da m.e.rda! Era publicar o nome desses ladrões de meia tigela. Ainda ontem subiu o ISP... é chato não é?... mas o que é que se pode fazer com este nível de fraude. Não são só meia dúzia, é uma prática generalizada!
 
Restaurantes?

Grande coisa!

O Estado também faz contabilidade paralela: uma para consumo interno e outra para Bruxelas.

Quando é que percebem que isto é um barco de piratas?
 
as maquinas registadoras tem esse modo de treino, mas o rolo não para... simplesmente é substituído por outro, a numeração das vd´s também é nova, mas não para... digamos que são duas contabilidades paralelas. e é pratica desde que as maquinas deixaram de ser daquelas à manivela, e é se já não era antes.
 
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