É seguramente chato quer para os trabalhadores quer para o país, que perde uma receita significativa de exportações. Mas não podemos esquecer que na altura chave da vida da fábrica, os trabalhadores preferiram fazer greves para forçar aumentos do que mostrar flexibilidade para no futuro conservarem os empregos. Se na autoeuropa a postura tivesse sido igual, também já estaria fechada. As pessoas têm de perceber que numa economia global por vezes à que fazer sacrifícios para que não aconteça o irremediável.