Torres
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O F-16, o F-15, o F-18, o F-14 e o F-22 não são para comparar
Os F15, com excepção do E, que tem vertente de ataque é um caça para SUPERIORIDADE AÉREA.
A ideia do F15 nem sequer é o duelo aéreo, se bem que desempenha essa papel muito bem. A função do F15 é detectar o maior numero de aeronaves inimigas e disparar o maior numero de misseis ao mesmo tempo. A ideia é fazer um "sweep" do espaço aéreo. Para isso criaram um radar especial, e não é por nada que o armamento do F-15 é maioritariamente "Fire-and-forget" com os AIM-120 AMRAAM e os AIM-7 Sparrow. Atingir o inimigo antes que ele esteja sequer em posição de disparar. Os russos fizeram aviões com capacidade manobrável igual ou superior (e demoraram mais tempo), mas os radares são piorzitos, pelo que num confronto de igual para igual vai contar mais o piloto que o avião por si.
O F14 era uma coisa muito parecida, para a Marinha, mas com o pormenor único de ter os misseis Phoenix, seu exclusivo, que permitiam abater um alvo inimigo a distâncias enormes, tentando evitar assim o duelo aéreo. Se depois a situação se verificasse, era ainda um caça extremamente competente, com misseis de infra-vermelhos.
Ambos estes aviõezitos ainda assentavam na premissa do duelo aéreo próximo, ou seja, se necessário, após falhar a tática preferencial.
Se nunca se viu um F15 na Marinha, é simplesmente porque o F15 e o F14 são relativamente equivalentes, logo não havia necessidade de ter vários caças exclusivamente interceptores.
Mas entretanto a "forma" de guerra foi mudando e já não compensava ter aviões exclusivamente para uma tarefa. Surgiu o F-16, para ser capaz de várias tarefas, sem claro, ser supra-sumo em nenhuma, mas perfeitamente capaz em todas, e acreditem que dos concorrentes é o que faz o melhor trabalho. O F-16 faz CAP, faz SEAD, faz reconhecimento, faz ataque ao solo variado, faz "Wild Weasel", e ainda faz alerta de intersepção. O F16 é uma espécie de F-15 + A-10 + F11 + A6.
A Marinha precisava de algo do género, pois tinha os F-14 para intersepção, os A6 para ataque ao solo, os S3 para ASW e queria um avião de futuro para substituir estas tarefas dispersas. E não escolheu o F16 porquê? Porque considerou o avião que perdeu o concurso com o F-16 como mais parecido com aquilo que pretendiam. E assim nasceu o F18.
O F22 então é que não é mesmo para comparar com nada, porque foi desenvolvido com premissas muito decididas:
-Supersónico sem pós-combustão - alcance alargado e maior rapidez de acção
-Manobrabilidade - A qualquer velocidade o F22 é desenhado para ser o mais manobrável possível e foram introduzidos os motores de configuração variável que orientam o impulso de modo a permitir AOA's maiores e manobras como nenhum outro consegue.
-Invisibilidade
O F22 não é mais do que um F15 + X31 + F16 + F117
Tudo num excelente avião. Mas com um problema...o custo...
Os F15, com excepção do E, que tem vertente de ataque é um caça para SUPERIORIDADE AÉREA.
A ideia do F15 nem sequer é o duelo aéreo, se bem que desempenha essa papel muito bem. A função do F15 é detectar o maior numero de aeronaves inimigas e disparar o maior numero de misseis ao mesmo tempo. A ideia é fazer um "sweep" do espaço aéreo. Para isso criaram um radar especial, e não é por nada que o armamento do F-15 é maioritariamente "Fire-and-forget" com os AIM-120 AMRAAM e os AIM-7 Sparrow. Atingir o inimigo antes que ele esteja sequer em posição de disparar. Os russos fizeram aviões com capacidade manobrável igual ou superior (e demoraram mais tempo), mas os radares são piorzitos, pelo que num confronto de igual para igual vai contar mais o piloto que o avião por si.
O F14 era uma coisa muito parecida, para a Marinha, mas com o pormenor único de ter os misseis Phoenix, seu exclusivo, que permitiam abater um alvo inimigo a distâncias enormes, tentando evitar assim o duelo aéreo. Se depois a situação se verificasse, era ainda um caça extremamente competente, com misseis de infra-vermelhos.
Ambos estes aviõezitos ainda assentavam na premissa do duelo aéreo próximo, ou seja, se necessário, após falhar a tática preferencial.
Se nunca se viu um F15 na Marinha, é simplesmente porque o F15 e o F14 são relativamente equivalentes, logo não havia necessidade de ter vários caças exclusivamente interceptores.
Mas entretanto a "forma" de guerra foi mudando e já não compensava ter aviões exclusivamente para uma tarefa. Surgiu o F-16, para ser capaz de várias tarefas, sem claro, ser supra-sumo em nenhuma, mas perfeitamente capaz em todas, e acreditem que dos concorrentes é o que faz o melhor trabalho. O F-16 faz CAP, faz SEAD, faz reconhecimento, faz ataque ao solo variado, faz "Wild Weasel", e ainda faz alerta de intersepção. O F16 é uma espécie de F-15 + A-10 + F11 + A6.
A Marinha precisava de algo do género, pois tinha os F-14 para intersepção, os A6 para ataque ao solo, os S3 para ASW e queria um avião de futuro para substituir estas tarefas dispersas. E não escolheu o F16 porquê? Porque considerou o avião que perdeu o concurso com o F-16 como mais parecido com aquilo que pretendiam. E assim nasceu o F18.
O F22 então é que não é mesmo para comparar com nada, porque foi desenvolvido com premissas muito decididas:
-Supersónico sem pós-combustão - alcance alargado e maior rapidez de acção
-Manobrabilidade - A qualquer velocidade o F22 é desenhado para ser o mais manobrável possível e foram introduzidos os motores de configuração variável que orientam o impulso de modo a permitir AOA's maiores e manobras como nenhum outro consegue.
-Invisibilidade
O F22 não é mais do que um F15 + X31 + F16 + F117
Tudo num excelente avião. Mas com um problema...o custo...