Hoje tou feliz (1 de Dezembro)

Só pode falar assim com tanto "amor" á patria, quem dela retira suficientes proveitos ou caso contrario quem gosta de ser masoquista.

Vivi num pais da europa civilizada por 6 meses.
Quando cheguei cá (eu e mais 5 colegas)lembro de conversarmos:
-"dasse são como os turcos"!
É que Não Tem Nada Haver em nada!!!

Em relação ás piadas ha lá velho de restelo...
Quem se fica a rir é quem sai e não quem fica.
Conheço varios exemplos de sucesso...
 
Eu sinceramente nao ligo muito a questao da minha nacionalidade... sou um ciadao do mundo cada vez mais este mundo se esta a tornar globalizado e se queremos evoluir intelectualmente temos que alargar os nossos horizontes... portugal diz me tanto como outro país qualquer portanto estou neste momento a formar me para no futuro andar pelo mundo em busca de algo que me satisfaça a qualquer nivel... nao sou apologista daquela ideia que tenho que dar algo ao meu país mas percebo quem pensa assim... quero é ser feliz porque no fundo aquilo de que mais gosto é viajar e connhecer outras formas de pensar talvez tambem do fruto de ser de origem nao portuguesa(nomeadamente alemã)... Talvez estabeleça a minha "base" nos USA que é neste momento o país do mundo culturalmente mais variado e onde, ao contrario do que se diz, qualquer um, independentemente da sua raça pode ser feliz desde que realmente siga as regras estipuladas para se viver em sociedade.
 
Realmente, que outro país no mundo tem as condições para viver assim? Não temos terramotos, não temos tornados, não temos furacões, temos incendios, mas também quem não os tem. Temos um clima quente no verão e ameno/frio no inverno (dá mais espírito ao natal :D), temos paisagens fantasticas, temos praias boas. 60% dos nossa terra é área florestal. Temos cidades calmas sem muita criminalidade (e outras com mais mas são poucas). Recebemos bem, somos simpáticos, somos cultos, não temos tendencias ocidentais nem orientais. Temos história, já fomos grandes, talvez os maiores. Temos politicos corruptos (mas quem não os tem), temos dirigentes corruptos(mas quem nao os tem). Não nos metemos com ninguem, não apoiamos nem nos metemos com terroristas. Temos grandes faculdades, bons alunos, cientistas fantasticos a nivel internacional.

Enfim... vive-se bem aqui. Todo o lado tem os seus problemas, mas penso que Portugal é um sitio fantastico para se viver... quanto mais não seja pela "normalidade" da nossa sociedade, que tem as suas aberrações pois claro, mas ainda assim é das mais cultas e históricas que há.
 
é o dia da restauração, é o dia de mais um orçamento para 2007 que nos prejudica cada vez mais, é o dia do anuncio da subida do imposto em 2,1% nos produtos petroliferos etc etc é so festejar!

Epá gosto de ser português porque tou perto dos meus e obviamente é com eles que me sinto bem mas todos os dias me pergunto porque raio tive a sorte de nascer neste país de manias, exibicionismos, "fachada", mentira, endividamento, irresponsabilidade, indisciplina, corrupção, e nós felizes e contentes desde que nao faltem as ****s e binho berde...
 
Gosto bastante de Espanha. Acho q têm coisas boas e más.

Orgulho-me de ser Português e nk trocaria esta nacionalidade pela Espanhola.

Se há coisas q estão mal cá, toca a mudá-las!
 
citação:Originalmente colocada por Thats me

Afinal Olivença é portuguesa ou espanhola? Nunca percebi a quem pertence.

Resumidamente, os portugueses dizem que é Português, mas o pessoal de Olivença quer é que Portugal morra longe :D

E Portugal como gosta de pronto enfim... paga por inteiro o valor de uma ponte internacional que devia ser pagada a meias por Espanha (isto porque ser (50%) paga por Espanha era reconhecer que Olivença não é nossa), mas não faz mal, nós é que somos ricos( ou parvos... depende do ponto de vista) :)

Eu também estou feliz, mas apenas por ser feriado.
 
citação:Originalmente colocada por Pedrocas

Eu preferia ser espanhol...

Por mim, vendiamos isto tudo aos espanhóis e eles que nos governassem...

Mas... o que resta vender? :D Devias prestar mais atenção ao noticiários [:p]


Sermos espanhóis ou governados por eles não ia mudar nada por si só, aliás, se eles tivessem tipo descoberto uma mina e ouro ou petróleo, era uma coisa, mas não, apenas fizeram reformas e outras mudanças necessárias à sociedade que por cá parece que não são necessário, segundo o panfleto do sindicado não sei das quantas
“lute conta a mudança”, logo, querem tudo igual, e se querem tudo igual é porque nada está mal, logo de que se queixam? :)
 
"Olivença é uma terra portuguesa que num certo dia foi invadida pelos espanhóis que nunca mais de lá sairam.."

E que fazer agora..? Recuperá-la pela força ? Fazer eleições lá e perguntar aos habitantes se querem passar a ser portugueses..?
 
citação:Originalmente colocada por Pedrocas

citação:Originalmente colocada por Romao

citação:Originalmente colocada por Pedrocas

Eu preferia ser espanhol...

Por mim, vendiamos isto tudo aos espanhóis e eles que nos governassem...

Ninguem te impede de ires para lá..

Vontade não me falta... mas não basta a vontade... :(

Basta a coragem, até porque sentimentos desses não fazem cá falta nenhuma
 
citação:Originalmente colocada por Thats me


Afinal Olivença é portuguesa ou espanhola? Nunca percebi a quem pertence.



A origem de Olivença está ligada à reconquista cristã da região fronteira a Elvas pelos Templários idos do Reino de Portugal, cerca do ano de 1230. Nesse território a Ordem criou a comenda de Oliventia, erigindo um templo a Santa Maria e levantando um castelo. No final do século, pelo Tratado de Alcanices, assinado em 1297 entre o Rei D. Dinis e Fernando IV de Castela, Olivença seria formalmente incorporada em Portugal, pera sempre, juntamente com Campo Maior, Ouguela e os territórios de Riba-Côa, em escambo com Aroche e Aracena.

De imediato, D. Dinis elevou a antiga povoação à categoria de vila, outorgando-lhe foral em 1298, determinou a reconstrução da fortificação templária e impulsionou o seu povoamento.

Os seus sucessores reforçaram sucessivamente a posição estratégica de Olivença, concedendo privilégios e regalias aos moradores e realizando importantes obras defensivas. Em 1488 D. João II levantou a impressionante torre de menagem de 40 m de altura.

Em 1509 D. Manuel iniciou a construção de uma soberba ponte fortificada sobre o Guadiana, a Ponte da Ajuda, com 19 arcos e tabuleiro de 450 metros de extensão. Do reinado de D. Manuel, que deu foral novo em 1510, datam também outras notáveis construções como a Igreja da Madalena (por muitos considerada como o expoente, depois do Mosteiro dos Jerónimos, do manuelino), a Santa Casa da Misericórdia ou o portal das Casas Consistoriais.

Seguindo-se ao esplendor do século XVI português, dá-se a união dinástica filipina, entre 1580 e 1640. A pertença de Olivença a Portugal não é questionada. No dia 4 de Dezembro de 1640, chegada a notícia da Restauração em Lisboa, a praça aclama com júbilo D. João IV e é envolvida totalmente na guerra que se segue (1640/1668), período em que se inicia o levantamento das suas fortificações abaluartadas, cuja construção se dilataria durante a centúria seguinte. No decurso do conflito, Olivença foi ocupada em 1657 pelo Duque de San Germán e, na circunstância, a totalidade da população abandonou a vila e refugiou-se junto de Elvas, só regressando a suas casas quando foi assinada a paz (1668) e as tropas castelhanas abandonaram a praça e o concelho.

O século XVIII inicia-se com um novo conflito bélico - a Guerra de Sucessão de Espanha -, em cujo transcurso foi destruída a Ponte da Ajuda (1709). A posição de Olivença tornou-se assim especialmente vulnerável.

Em 20 de Janeiro de 1801, Espanha, cínica e manhosamente concertada com a França Napoleónica, invadiu Portugal em 20 de Maio de 1801, sem qualquer pretexto ou motivo válido, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas», ocupando grande parte do Alto-Alentejo. Comandadas pelo «Generalíssimo» Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam Olivença.
Portugal, vencido às exigências de Napoleão e de Carlos IV, entregou a Espanha, «em qualidade de conquista», a «Praça de Olivença, seu território e povos desde o Guadiana», assinando em 6 de Junho o «Tratado de Badajoz», iníqua conclusão de um latrocínio. «Cedeu-se» Olivença, terra entranhadamente portuguesa que participara na formação e consolidação do Reino, no florescimento da cultura nacional, nas glórias e misérias dos Descobrimentos, na tragédia de Alcácer-Quibir, na Restauração!...

Findas as Guerras Napoleónicas, reuniu-se, com a participação de Portugal e Espanha, o Congresso de Viena, concluído em 9 de Junho de 1815 com a assinatura da Acta Final pelos plenipotenciários, entre eles Metternich, Talleyrand e D. Pedro de Sousa Holstein, futuro Duque de Palmela.

O Congresso retirou, formalmente, qualquer força jurídica a anteriores tratados que contradissessem a «Nova Carta Europeia». Foi o caso do «Tratado de Badajoz». E consagrou, solenemente, a ilegitimidade da retenção de Olivença por Espanha, reconhecendo os direitos de Portugal. Na Acta Final, apoio jurídico da nova ordem europeia, prescrevia o seu art.º 105.º:

«Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S. A. R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d’Olivenza et les autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l’Europe a été le but constant de leurs arrangements, s’engagent formellement à employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces, afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi effectuée ; et les puissances reconnaissent, autant qu’il dépend de chacune d’elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».

Espanha assinou o tratado, em 7 de Maio de 1807 e assim reconheceu os direitos de Portugal. Volvidos 185 anos, o Estado vizinho não deu, porém, provas do carácter honrado, altivo e nobre que diz ser seu, jamais nos devolvendo Olivença.

Mas em terras oliventinas, sofridos dois séculos de brutal, persistente e insidiosa repressão castelhanizante (hoje, falar-se-ia de genocídio e crimes contra a Humanidade...), tudo o que estrutura e molda uma comunidade, a sua História, cultura, tradições, língua, permaneceu e permanece pleno de portugalidade!

Separados do povo a que pertencem, da sua cultura, da sua língua, alienados da Pátria que é a sua, em austeros e silenciosos duzentos anos, os oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da maior parte, não renunciar às suas raíze

HISTÓRIA DE OLIVENÇA
 
"os oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da maior parte, não renunciar às suas raízes"

E demonstram-no tanto, que não há noticia de um só se ter passado para o lado de cá da fronteira!
 
Pois eu partilho a opinião do JRodrigues.

Orgulho-me de ser português, o que não significa que me orgulhe de Portugal! Mas também não me piro daqui ou espero que sejam os outros que venham para cá salvar isto. Temos que ser NÓS a levar isto para a frente. Quem acha que "ah e tal grande m€rda de país, os outros é que são civilizados" tem uma boa solução: as fronteiras estão abertas e escusam de andar cá a empatar, porque de empatas já estamos todos cheios!!!

E não sou menos um cidadão do mundo por gostar de cá estar! Sou capaz de dar um salto a diversos países, tinha todo o interesse de trabalhar uns anos fora, mas com o objectivo de trazer o know-how adquirido para cá!;)

E sim, gosto muito de viajar, mas ADORO regressar! Aqui sinto-me em casa! ;)
 
citação:Originalmente colocada por ebay

"os oliventinos preservam o espírito português e demonstram, pelo sentir da maior parte, não renunciar às suas raízes"

E demonstram-no tanto, que não há noticia de um só se ter passado para o lado de cá da fronteira!

Vês, só pela postura deles demonstram isso.

Como !?

ESTÃO ACOMODADOS.

Tipicamente português.

E a julgar por algumas intervenções neste tópico essa acomodação existe noutros locais, considerado solo pátrio.

Por isso queres melhor prova que eles são efectivamente o espirito português sob dominio castelhano !!
 
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