Respondendo de forma objectiva ao tópico, os métodos que conheço são os radares fixos, os radares em viaturas (que estão na berma), e os radares em viaturas com estas em movimento, as famosas perseguições. De todos estes métodos usados em Portugal, é clara a ideia que só têm um unico objectivo - a caça á multa! Digo isto, porque em comparação com outros países da Europa, onde prima a prevenção rodoviária, os radares fixos têm aviso prévio da sua existência. Isto sim é prevenção rodoviária. A própria localização destes radares é em locais onde a probabilidade de sinistros é maior, derivado de factores como visibilidade reduzida, zonas propicias ao aumento de tráfego, tuneis, etc. Em Portugal, a localização dos radares também é estratégica, mas limita-se, na sua maioria a locais onde se atinge com facilidade os 150Km/h, podendo até ser mais seguro do k uma zona onde 60Km/h já seja demasiado, mas como tem a placa de limite max aos 100Km/h, já não se faz nada. Agora pergunto, de que adianta haver quem cumpra á risca o limite de velocidade, quando ele na sua maioria não é adequado ao local? Na minha perspectiva e experiência como condutor, o excesso de velocidade, estando agr a generalizar, só tem como consequência a gravidade dos sinistros. MAs a causa destes é devido á sua maioria por desrespeito de todas as outras regras do código! O que me adianta a mim ir a cumpri os 50km/h em cidade se andam constantemente condutores a atirarem-se literalmente para cima de mim, por ignorarem os espelhos retrovisores, os sinais etc...?! Os senhores que passam o tempo com o carro na berma á espera que alguem passe acima do limite, se andassem a circular tinha uma função 10x mais preventiva!