Status - Marcas Premium - desmistifcando a questão

Eu acho que a diferença entre a qualidade de materiais das marcas premium e as demais tem-se vindo a esbater.
Ultimamente e devido andar à procura de carro para comprar, testei vários modelos.

Notei que há ainda alguma (substancial) diferença na qualidade de materiais de carros de marcas premium da geração anterior, em comparação com carros de outras marcas dessa mesma geração anterior.
Se andarmos num Golf IV,Audi A3 dos antigos e num Mégane da geração anterior, notamos que há diferença quer na qualidade dos materiais quer no design interior. Por ex. é frequente ver nas manetes das mudanças dos carros premium aquele adorno metálico, etc... que confere 'requinte' e uma boa apresentação.
Em relação às gerações de agora, a coisa muda, ainda ontem por acaso fui experimentar um Citroen C2 e por dentro a qualidade dos materiais pareceu-me boa! A disposição instrumental (não é do meu gosto) mas estava bem feita! Tudo digital etc... comparando com um Mercedes C220 dos novos, não digo que este não esteja ainda um pouco acima, mas a diferença é muito ténue...
 
A mim parece-me que as marcas prémium têm de facto alguma qualidade superior, mas esse acréscimo de qualidade não justifica a diferença tão grande de preço.
Quando em 2001 comprei a minha Focus 1.6 a gasolina equacionei a V40 também 1.6 a gasolina. Em termos de dimensões os carros eram muito idênticos e eu gostava da Volvo, assim que estava disposto a pagar mais pela Volvo. O meu cálculo mental disse-me que estaria disposto a pagar cerca de 500 contos a mais pela Volvo. Quando fui comprar os preços eram cerca de 1.000 contos, pelo que ficou fora de hipotese, e ainda por cima com uma política comercial que não me agradou, nomeadamente: o airbag do passageiro era pago como extra (80 contos), o buraco do auto-rádio só dava para montar um da Volvo, sendo que o mais barato custava 220 contos.
Esta foi a minha experiência.
 
O status existe. Em todos os produtos.

O status está presente na cabeça das pessoas.
O status é alimentado pelos consumidores.
O status é alimentado pelas marcas através do marketing.
A espiral do status é um facto. as pessoas nao compram um carro, compram um carro mais um pedaço da imagem que esse carro transmite. Esse pedaço da imagem vale dinheiro para a empresa e eles cobram isso principescamente. Nao é à toa que o marketing é dos sectores onde mais se investe em cada ano.

Como é que se combate isso? Sendo consumidores mais informados e conscientes, ou se nao nos importa... pois juntamo-nos ao resto da carneirada e seremos "explorados" a torto e a direito pelas empresas.
 
Marcas como a BMW e Mercedes (e lexus), oferecem algo que as restantes não têm. uma concepção diferente, recorrendo á tracção traseira, que torna a concepção dos produtos mais dispendiosa.

Os casos da Audi e Saab é diferente. Recorrem a componentes VW e Opel, no entanto têm interiores mais cuidados, com melhores materiais e acabamentos.
 
citação:Originalmente colocada por Daemonarch

Marcas como a BMW e Mercedes (e lexus), oferecem algo que as restantes não têm. uma concepção diferente, recorrendo á tracção traseira, que torna a concepção dos produtos mais dispendiosa.

Os casos da Audi e Saab é diferente. Recorrem a componentes VW e Opel, no entanto têm interiores mais cuidados, com melhores materiais e acabamentos.

Que eu saiba, mas posso estar enganado, a tracção traseira é mais simples: as rodas de trá traccionam e as da frente dirigem. Num tracção à frente, as rodas da frente têm que simultânemente tracionar e dirigir, o que me parece mais complexo. Aliás esta é a razão porque históricamente os carros de tracção à frente se vulgarizaram muito mais tarde, penso eu.
 
A quase totalidade da pessoas que compram um carro, fazem-no, não só devido à qualidade intrínseca do produto, mas também tendo em conta aquilo que ele representa.

Se um alfista compra um Alfa Romeo, é porque gosta daquilo que o carro personifica e da imagem que ele passa. O mesmo acontece a quem compra um Mercedes. Sim, transmitem simbolgias diferentes, mas no final vai tudo dar ao mesmo: uma questão de imagem.

O status é apenas uma das imagens que são (ou podem ser) associadas a um carro. A Alfa Romeo é frequentemente associada ao "cuore" ou à paixão. Porquê? Porque tem a fama de fazer carros bonitos, com motores com boa sonoridade, etc...

Porque é que a BMW, Mercedes e Audi têm status? Porque têm a fama de fazer carros de qualidade superior.

É escusado achar que uma marca pode viver "à custa" do status. Não interessa o que foram no passado. Se deixarem de fazer carros bons, vão forçosamente perder status.

Exemplo? A Citroen. Marca de prestígio no passado, fazia carros de grande qualidade para a época. Tinha status. Depois começou a lançar sucata para o mercado. Ficou com péssima imagem, sempre associada a pouca qualidade. Actualmente está de volta a bons produtos, e nota-se que na cabeça das pessoas, a imagem da Citroen começa a melhorar.

Marcas como a BMW e a Mercedes não sofrem estas oscilações. Porquê? Porque os seus produtos têm vindo, anos e anos a fio, a ter consistentemente qualidade.
 
citação:Originalmente colocada por Two

citação:Originalmente colocada por Daemonarch

Marcas como a BMW e Mercedes (e lexus), oferecem algo que as restantes não têm. uma concepção diferente, recorrendo á tracção traseira, que torna a concepção dos produtos mais dispendiosa.

Os casos da Audi e Saab é diferente. Recorrem a componentes VW e Opel, no entanto têm interiores mais cuidados, com melhores materiais e acabamentos.

Que eu saiba, mas posso estar enganado, a tracção traseira é mais simples: as rodas de trá traccionam e as da frente dirigem. Num tracção à frente, as rodas da frente têm que simultânemente tracionar e dirigir, o que me parece mais complexo. Aliás esta é a razão porque históricamente os carros de tracção à frente se vulgarizaram muito mais tarde, penso eu.

A tracção á frente massificou-se devido aos mais baixos custos de produção e porque as plataformas de modelos FWD são mais flexiveis para a produção de novos modelos com a mesma base.
E estes RWD actuais já não são os dos anos 70, com eixo rígido atrás e molas semi elipticas...
 
Eu sei que as marcas (aconselho até, e se me permitem, uma leitura de um autor que se chama Al Ries) não ganham estatuto ao acaso...
Mas... o melhor produto da sua classe, é-o, e praticamente só precisa do Marketing para dar a conhecer que o é.:)
E quem pensa que o MArketing é só publicidade, aí também aconselho um serviço de biblioteca, mas rápido:D

Mas falando de preços, e sobretudo para quem não conhece politicas de pricing, o que importa salientar, é que, pese embora, as marcas premium utilizem materiais melhores, tal não é garante que o preço de custo do carro para a marca suba (depende de muitos factores, ordenados, custos fixos, preço da Matéria Prima... etc.)

O que acontece, é que, as marcas utilizam o preço para o posicionamento dos seus produtos no mercado, e este preço esta mais relacionado com o preço dos produtos do concorrente do que, com os preços de custo desse produto para a própria marca.

Reparem nesta noção de Posicionamento:

"Ora, o posicionamento de uma marca é a junção entre a sua identidade e a sua diferenciação.
Por outras palavras, o posicionamento indica o que a marca representa e a forma como se distingue da concorrência - pela qualidade, pelo preço, etc.. É muito importante que este posicionamento se mantenha coerente, uma vez que representa a imagem que a empresa deseja que o consumidor tenha da sua marca."


É justamente por isto (por exemplo) que um Mercedes Classe-C é mais caro que um outro carro do seu segmento.:)

Assim, penso que uma marca ser premium deriva precisamente disto, e não acontece num momento especifico, vem sim, dos trabalhos da marca (Marketing) em oferecerem produtos (no passado, presente e futuro) claramente melhores do que a generalidade da concorrência... E se pensarem bem, uma margem de lucro maior, é garante que a próxima geração do modelo é genericamente melhor, em materiais, tecnologia...etc.

Para mim o que acontece na maior parte das marcas, é que com politicas de pricing correctas, estas aumentam a margem de lucro e a qualidade dos seus produtos tendem a aproximar-se dos produtos melhores, mas tal não deverá acontecer, pois as marcas desses produtos melhores não dormem em serviço.:D

O status, pois... essa é uma boa pergunta, mas para mim virá concerteza de dois ou três factores: (Cagança, inveja e marketing).[}:)][}:)]

Cumps
 
Um exemplo de como a imprensa faz a cabeça ao consumidor, tirado do jornal "O Jogo" de ontem.

O mais pequeno dos Volvo
C30 estreia-se no mercado português
Com o C30, a Volvo pretende conquistar um segmento de clientes mais jovens e dinâmicos. Os "solteiros e bons rapazes" têm no C30 um bom instrumento para fazer passar a mensagem: eu sou jovem, cosmopolita e bem sucedido
PEDRO SILVA Autohoje/O JOGO

No que toca a design, o Volvo C30 é só um dos carros mais interessantes lançados nos últimos anos, com a benesse extra de aparecer num segmento onde a procura de novas soluções estéticas, a qualidade do design e a inspiração não costumam andar de mãos dadas. Com uma silhueta única, o C30 assume-se como um elemento diferenciador. Não é uma carrinha nem um coupé, mas sim um compacto com quatro lugares e um estilo muito seu, embora, sobretudo na dianteira, possua todos os elementos para ser facilmente reconhecido como um Volvo.

Já o interior, tirando a assumida lotação para quatro adultos e uma optimização do espaço habitável em função dessa opção, poucas novidades encerra. Os materiais são bons e o tablier alinha pelos padrões conhecidos dos S40/V50, com o volante de grandes dimensões (uns gostam, outros não) e um painel de instrumentos completo e de fácil leitura. Tudo muito Volvo. Destaque merece a qualidade dos lugares traseiros que, embora algo curtos em altura, por serem duas “poltronas individuais” com descanso para os braços de ambos os lados, permitem um encaixe pouco comum. O comprimento habitável também surpreende pela positiva. O senão é uma bagageira mínima com chapeleira em opção, a qual, quando utilizada, estraga o efeito estético do portão traseiro em vidro. Tudo somado, é acolhedor e respira uma atmosfera premium.


Ao volante

Seguindo uma política comum aos seus rivais alemães, a combinação de três níveis de afinação de chassis, Confort, Dynamic e Sport com interiores de cores variadas, diversas escolhas de materiais, um kit de carroçaria e várias jantes, incluindo uma opção de 18 polegadas, permitem obter um elevado nível de personalização que agrada ao público alvo deste segmento.

Sendo baseado numa das plataformas mais bem conseguidas do ponto de vista das qualidades dinâmicas e de condução, a do Ford Focus, não seria de esperar outra coisa senão que o C30 se distinguisse por ser uma boa experiência. A questão era saber se a Volvo tinha conseguido dotá-lo de uma personalidade e valores próprios. E a resposta é: sim.

O nosso C30 D5 Dynamic mostrou ter um excelente compromisso entre o controlo dos movimentos da carroçaria e o conforto de rolamento. Estável, neutro e seguro são os melhores adjectivos para descrever o comportamento dinâmico do C30, só sendo pena que a caixa automática de cinco velocidades, a mesma montada nos S40 e V50 D5, seja demasiado lenta a reagir numa condução mais dinâmica e acuse demasiado escorregamento a baixas velocidades. Acima dos 140 km/h, velocidade a que o D5 já roda na casa das 3000 rpm, o motor torna-se demasiado audível – uma sexta resolveria esse problema.

Em Portugal, o C30 vai estar disponível com quatro motorizações a gasolina e três Diesel, com “o mais desejado” 1.6D Nível 1 a começar nos 30 800 euros.


Mas que merda é esta de "atmosfera premium"?
 
citação:Originalmente colocada por Tó Zé

Um exemplo de como a imprensa faz a cabeça ao consumidor, tirado do jornal "O Jogo" de ontem.

O mais pequeno dos Volvo
C30 estreia-se no mercado português
Com o C30, a Volvo pretende conquistar um segmento de clientes mais jovens e dinâmicos. Os "solteiros e bons rapazes" têm no C30 um bom instrumento para fazer passar a mensagem: eu sou jovem, cosmopolita e bem sucedido
PEDRO SILVA Autohoje/O JOGO

No que toca a design, o Volvo C30 é só um dos carros mais interessantes lançados nos últimos anos, com a benesse extra de aparecer num segmento onde a procura de novas soluções estéticas, a qualidade do design e a inspiração não costumam andar de mãos dadas. Com uma silhueta única, o C30 assume-se como um elemento diferenciador. Não é uma carrinha nem um coupé, mas sim um compacto com quatro lugares e um estilo muito seu, embora, sobretudo na dianteira, possua todos os elementos para ser facilmente reconhecido como um Volvo.

Já o interior, tirando a assumida lotação para quatro adultos e uma optimização do espaço habitável em função dessa opção, poucas novidades encerra. Os materiais são bons e o tablier alinha pelos padrões conhecidos dos S40/V50, com o volante de grandes dimensões (uns gostam, outros não) e um painel de instrumentos completo e de fácil leitura. Tudo muito Volvo. Destaque merece a qualidade dos lugares traseiros que, embora algo curtos em altura, por serem duas “poltronas individuais” com descanso para os braços de ambos os lados, permitem um encaixe pouco comum. O comprimento habitável também surpreende pela positiva. O senão é uma bagageira mínima com chapeleira em opção, a qual, quando utilizada, estraga o efeito estético do portão traseiro em vidro. Tudo somado, é acolhedor e respira uma atmosfera premium.


Ao volante

Seguindo uma política comum aos seus rivais alemães, a combinação de três níveis de afinação de chassis, Confort, Dynamic e Sport com interiores de cores variadas, diversas escolhas de materiais, um kit de carroçaria e várias jantes, incluindo uma opção de 18 polegadas, permitem obter um elevado nível de personalização que agrada ao público alvo deste segmento.

Sendo baseado numa das plataformas mais bem conseguidas do ponto de vista das qualidades dinâmicas e de condução, a do Ford Focus, não seria de esperar outra coisa senão que o C30 se distinguisse por ser uma boa experiência. A questão era saber se a Volvo tinha conseguido dotá-lo de uma personalidade e valores próprios. E a resposta é: sim.

O nosso C30 D5 Dynamic mostrou ter um excelente compromisso entre o controlo dos movimentos da carroçaria e o conforto de rolamento. Estável, neutro e seguro são os melhores adjectivos para descrever o comportamento dinâmico do C30, só sendo pena que a caixa automática de cinco velocidades, a mesma montada nos S40 e V50 D5, seja demasiado lenta a reagir numa condução mais dinâmica e acuse demasiado escorregamento a baixas velocidades. Acima dos 140 km/h, velocidade a que o D5 já roda na casa das 3000 rpm, o motor torna-se demasiado audível – uma sexta resolveria esse problema.

Em Portugal, o C30 vai estar disponível com quatro motorizações a gasolina e três Diesel, com “o mais desejado” 1.6D Nível 1 a começar nos 30 800 euros.


Mas que merda é esta de "atmosfera premium"?
É dos gases que andou a snifar! :D:D:D:D
 
Precisamente:D... Marca premium existem poucas, agora (e isto sou eu que digo), pode é existir certos automoveis premium em marcas que não o são genericamente.

Este C30, é carro superior à quase maioria dos automoveis do segmento C, torna-se facil considera-lo como premium neste segmento, mas que vem de uma marca que não é premium.

Falando do pricing, pelos preços é evidente essa investida da marca na catapulta do C-30 para um C-premium, como acontece com o A3.

Ora, o campo inverte-te quando falamos do S40, ou V50, que são carros não premium de uma marca não premium.

Este exemplo também serviria (na minha opinião, pois penso na Audi como não-premium) para o A3 (Segmento C-Premium) ou para o A4 (Segmento D não-premium).
Que me dizem?
Cumps
 
Axo graça quando dizem q marca X (neste caso mais W) é boa é a fazer marketing. Mas isso explicava clientes de uma so vez. Mas cmo explicam pessoas q ficaram mto contentes com o produto e voltam a comprar e a comprar?
 
Premium
diferencia-se nao por melhor qualidade total porque isso iria influenciar todos os componentes dos carros em serem superiores, mas sim pelo melhor nivel de acabamento de pormenores que saiem dispendiosos.

Nem sempre a mecanica (motor/transmissao) e ligaçoes ao solo (chassis/suspensoes) sao melhores que os concorrentes nao Premium ou seja que nao fazem o tal acabamento pormenorizado e muitas das vezes futil mas que é necessario a poder continuar vender nos preços praticados.

Status vem pela imagem de fruto proibido que por sua vez esta ligado ao preço pouco convidativo mas que faz muita gente comprar para se diferenciar. Este esta na cabeça das pessoas semeado pelas marcas. Os modelos de grandes dimensoes oferecidos numa marca tambem levam a isso, uma marca que so faça carros grandes durante muito tempo de sua existencia vai criar essa ideia.

Um carro grande so por si nao da mais imponencia que um pequeno? nao transmite mais segurança, mais qualidade, mais robustes?

Tudo isso demora o seu tempo daqui a 10 ou 20 anos a realidade pode ser outra.

Depois houve marcas como a VW que foi um bocado por arrasto do mercado em que nasceu. Na alemanha apenas a VW actualmente é nao premium logo ela tera a tendencia para se igualar, por outro lado na decada de 90 mais precisamente a partir de 93 teve um dirigente que tentou fazer dela concorrente da BMW e Mercedes.
Foi uma aventura e ate ali a imagem dela era uma e os custos de produçao n estavam de acordo c a sua imagem nem c os preços que poderia praticar. Quando veio a geraçao do golf V e passat etc é que apareceu tudo o problema criado com custos insustentaveis.

Cada vez menos tem logica comprar um carro premium porque realmente é melhor porque isso é pura mentira. Nem nunca foi verdade absoluta.
Quando se anda num carro ha coisas mais importantes que as borrachas serem forradas a tecido como o conforto que oferece no dia a dia.
 
Muitas vezes compramos aquilo que os outros querem ver em nos e nao aquilo que realmente gostamos e ai o problema é nao sermos sinceros connosco proprios e as marcas premium sao autenticas ratoeiras.
 
Em relação ao A3 e ao C30 são efectivamente carros premium do segmento-C.
A questão é que, hoje ''um carro'' premium, amanhã outro e na volta está premium a marca! Foi o que aconteceu com a VW e em particular com o Golf anterior!

Acontece que esses carros fazem a diferença porque são efectivamente bem desenhados e agradáveis! Gostos são gostos... mas acho que 90% das pessoas acha a estética do A3 muito apelativa!... tal como imagino a do C30...
Olha-se para um A3 e tem um ar robusto, dá um ar de 'super carro' e se olharmos por ex. para um toyota corolla já não se fica com essa ideia subjacente... sem por em causa a qualidade dos carros em si...
 
Plenamente de acordo:)

Cagi estou quase de acordo contigo, repara que não falo só de materiais, falo de todas, mas mesmo todas as particularidades que um dado carro tem e usufrui, por exemplo:
-Materiais, obviamente, e sejam eles quais forem, alcatifas, peles...
-Acabamentos.
-Assistência pôs compra.
-Tecnologia, seja ela sistemas multimédia (som, video, navegação).
-Motores
-Inovações, e aqui não falo de coisas tipo volantes de centro fixo:D
-Chassi
-Suspensão
Ui, tantas outras....

Agora depende de quando disseste:

"Nem sempre a mecanica (motor/transmissao) e ligaçoes ao solo (chassis/suspensoes) sao melhores que os concorrentes nao Premium ou seja que nao fazem o tal acabamento pormenorizado e muitas das vezes futil mas que é necessario a poder continuar vender nos preços praticados."

De que segmento/marcas/modelo falas e comparas...

O 159 ou o 407 são bons carros, mas não são melhores que o 320d, no máximo equiparam-no em algumas caracteristicas ou particulariades, e talvez o suplantem num ou noutro, mas na generalidade simplesmente não acho.
Cumps
 
citação:Originalmente colocada por Pedro_Rof

dysplay21:
Que estão satisfeitos com o produto da marca... como é de esperar de qualquer marca.
Cumps

pois isso era o lógico e quer dizer q certas marcas n sobrevivem so do marketing como algumas pessoas querem fazer passar mas porque oferecem mesmo produtos de qualidade.
 
dysplay21:
Olha o que escrevi algures no meu 1º Post:

"Mas... o melhor produto da sua classe, é-o, e praticamente só precisa do Marketing para dar a conhecer que o é."

Podes substituir melhor por "determinado bom produto";)
Este tópico esta porreiro:)
Cumps
 
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