citação:Originalmente colocada por zerorpm
Acho que este caso é da culpa da Administrativa que não foi eficiente ao trazer os cafés para a reunião da Câmara...
A secretária que tirou a manhã e não levou os papéis de rascunho...
O motorista que não foi produtivo a conduzir e foi por um caminho errado, deixando o Carmona irritado.
A telefonista que não produziu o suficiente porque estava a ler a Maria!
Estes são os culpados deste trabalho!
Os assessores ficaram até às tantas da manhã a trabalhar no projecto (a comer do bem bom), estes Boys são um exemplo de produtividade e eficiência.
Não dá para mais???
Não??
A "CULPA" é dos FP do Urbanismo da C.M. que cumpriram com a sua obrigação </u>e consideraram que o Projecto tinha qualidade Urbanística.
Esses mesmos FP consideraram que cumpria com todos os requesitos legais para levar o seu parecer positivo.
E na sequência o poder político anuiu nesses pareceres.
Se o poder político central não "condicionou" as várias novas alternativas em estudo... problema dele.
Mas as pessoas preferem defender o seu PS.
E preferem pagar os disparates TGVáticos e OTÁticos deste Governo.
Esquecem o passado, esquecem Presidentes de C.M que no ultimo dia do seu mandato aprovam construções que o novo poder tinha dito em campanha que não autorizaria.
Esquecem que ao ENCAFUAR o novo aeroporto na OTA já vai custar mais que o dito há um a ano para encafuar o TGV e o Shutle.
Mas agora queriam que uma C.M. atrasasse pq "houve alguém na camara que ouviu falar que era capaz de passar por aí o comboio".
Caramba.
Mas pq carga de água são tão seguidistas e acriticos?
Câmara de Lisboa responde a críticas de Mário Lino
A Câmara Municipal de Lisboa acusa o Governo de não estar a fazer o que lhe compete. A autarquia reage desta forma às críticas do ministro das Obras Públicas, Mário Lino, que considera irresponsável a aprovação do loteamento de Marvila.
( 23:32 / 23 de Novembro 06 )
A Câmara de Lisboa acusa o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de desconhecer as obrigações legais que tem ao alcance dele. </u>
Mário Lino aponta sempre para a existência de um parecer desfavorável da REFER ao loteamento de Marvila, onde o Governo prevê a construção dos acesso à terceira travessia sobre o Tejo que vai comportar o TGV.
Em comunicado a autarquia esclarece que o parecer negativo a que o ministro se refere diz respeito a uma urbanização projectada para terrenos ao lado da antiga fábrica nacional de Sabões, um projecto que está suspenso</u>.
Quanto ao loteamento aprovado ontem pela Câmara está agora dependente de um acordo a celebrar entre o promotor da urbanização e a REFER</u>, sendo que está última terá primeiro que emitir um parecer positivo.
A autarquia sustenta assim que ao contrário do Governo actuou sempre com cautela e afirma que compete ao Executivo estabelecer medidas preventivas nas áreas onde vão realizar-se investimentos de carácter nacional.
Para a Câmara Municipal de Lisboa os requisitos anteriores não foram cumpridos. O Governo não accionou quaisquer medidas e ainda quer passar essa obrigação para a autarquia, diz o comunicado.
Na nota pode ainda ler-se que a proposta aprovada na quarta-feira está em conformidade com o Plano Director Municipal de Lisboa, dando execução ao plano de urbanização do Vale de Chelas, não pondo em causa a estrutura do território.
A Câmara de Lisboa considera que «a dinâmica da cidade não tem de se subordinar à omissão do Governo que ao contrário da autarquia não faz o que lhe compete».
[...]http://tsf.sapo.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF175558
Continuem a dizer AMÉN[