Inacreditável e Lamentável! [GNR-BT Inside]

citação:Originalmente colocada por Excalibur

citação:Originalmente colocada por panpipe

alguém sabe se os GNR-BT têm alguma formação em socorrismo???

Tem noções, e normalmente são ensinados procedimentos básicos, e como militares tem obrigatóriamente que ter essa formação.

Além de que 60 minutos é um compasso de espera demasiado grande e um risco demasiado elevado para se correr não se sabendo exactamente o que possui a pessoa.

K ARGOLADA[8][8][8][8][8]

Militares não têm conhecimentos médicos

GNR justifica-se no caso do taxista que teve um AVC na Ponte 25 de Abril


A GNR diz que os militares não têm conhecimentos médicos que lhes permitam avaliar os sintomas de um AVC e que estes são em tudo semelhantes ao comportamento de um indivíduo alcoolizado. Foi por esta razão que o taxista, que a 18 de Outubro ficou imobilizado após a Ponte 25 de Abril, só foi conduzido ao hospital quando o colega alertou a guarda para o facto de o motorista não beber.

SIC


Joaquim Albuquerque regressava de um serviço na Costa de Caparica quando se sentiu mal e parou o carro em plena faixa de rodagem uns quilómetros após a saída da Ponte 25 Abril. Avisada pela Gestiponte, a GNR deslocou-se ao local, o carro foi rebocado e o motorista conduzido ao posto.

O condutor "não falava, cambaleava. Apresentava indícios claros para quem normalmente lida com estas situações na estrada de estar sob a influência do álcool ou de outra substância tóxica", disse o major Lourenço da Silva.

"Incapaz de se poder comunicar com o senhor, a única solução naquele caso era não deixar o senhor ali, não deixar ali a viatura e transportá-lo para o local onde a patrulha exerce o serviço àquela hora", acrescentou.

A GNR contactou a cooperativa de táxis para onde trabalhava Joaquim Albuquerque que, por sua vez, avisou o colega com quem este partilhava o táxi.

Só após a indicação do colega, os militares da GNR se aperceberam que os sintomas poderiam não ser de consumo de álcool e chamaram uma ambulância. O motorista já se encontrava no posto há cerca de uma hora.

"Não há na legislação portuguesa nenhuma obrigação de o transportar ao hospital. (...) Os sintomas são muito idênticos aos da embriaguez, por isso não é lícito pensar que um agente da autoridade tenha a capacidade para, naquele caso, poder distinguir uma coisa da outra", disse o major.

Joaquim Albuquerque sofreu um AVC e uma embolia cerebral. Esteve um mês em coma, ontem foi transferido para o Hospital Curry Cabral onde nos próximos dois meses fará fisioterapia mas nada garante que volte a ter uma vida normal.

IN Sic
 
Continuo a insistir neste ponto:
Nos moldes em que está a actuar a GNR/BT é apenas uma máquina de fazer dinheiro. Esta forma de actuação ainda seria aceitável se esse dinheiro fosse investido na segurança das estradas, mas infelizmente não é isso o que se verifica.
 
citação:Originalmente colocada por SilverArrow

Excalibur, deves ter algum trauma com a GNR não?

Nem trauma nem qualquer espécie de questiúncula com esta ou outra força da autoridade. [:p]

O meu interesse é como cidadão e sempre o disse neste forum, a GNR está desadequada e é desadequada para um pais como Portugal.
Num pais com a nossa dimensão possuir duas Forças da Ordem como a GNR e PSP é uma dispersão de meios, logistica e complica a interacção.
Depois como já o disse a GNR é um local para que alguns EGOS sejam satisfeitos, desde criar unidades de componente puramente militar a criar pseudo bombeiros helitransportados, tudo serve para se colocarem em bicos de pés.

E depois a "cereja no topo" é que quando convém todos querem ser uma força civil, mas se a corrente muda, todas querem regalias de militares, como agora está suceder com a pretensão de equipar as reagalias aos miliatares das FA.

Depois a grande maioria dos MILITARES da GNR tem uma vertente marcadamente militar, e são até á bem pouco tempo, na sua maioria Ex-Militares das FA que não podendo continuar no Exercito, Marinha ou Força Aerea, ingressaram como alternativa na GNR, pou seja muitos por vocação nem querem ser policias.

Mas enfim isso são outras "estórias" para outro tópico, mas isto é o que está mal, mas o mal prende-se com questões politicas e organizativas.

Peço desculpa pelo OT ao Vanquish, mas é tão somente para que se perceba a razão pela qual assim intervenho quando falo na GNR.
 
citação:Originalmente colocada por kolchak

citação:Originalmente colocada por Excalibur

citação:Originalmente colocada por panpipe

alguém sabe se os GNR-BT têm alguma formação em socorrismo???

Tem noções, e normalmente são ensinados procedimentos básicos, e como militares tem obrigatóriamente que ter essa formação.

Além de que 60 minutos é um compasso de espera demasiado grande e um risco demasiado elevado para se correr não se sabendo exactamente o que possui a pessoa.

K ARGOLADA[8][8][8][8][8]

Militares não têm conhecimentos médicos

GNR justifica-se no caso do taxista que teve um AVC na Ponte 25 de Abril


A GNR diz que os militares não têm conhecimentos médicos que lhes permitam avaliar os sintomas de um AVC e que estes são em tudo semelhantes ao comportamento de um indivíduo alcoolizado. Foi por esta razão que o taxista, que a 18 de Outubro ficou imobilizado após a Ponte 25 de Abril, só foi conduzido ao hospital quando o colega alertou a guarda para o facto de o motorista não beber.

SIC


Joaquim Albuquerque regressava de um serviço na Costa de Caparica quando se sentiu mal e parou o carro em plena faixa de rodagem uns quilómetros após a saída da Ponte 25 Abril. Avisada pela Gestiponte, a GNR deslocou-se ao local, o carro foi rebocado e o motorista conduzido ao posto.

O condutor "não falava, cambaleava. Apresentava indícios claros para quem normalmente lida com estas situações na estrada de estar sob a influência do álcool ou de outra substância tóxica", disse o major Lourenço da Silva.

"Incapaz de se poder comunicar com o senhor, a única solução naquele caso era não deixar o senhor ali, não deixar ali a viatura e transportá-lo para o local onde a patrulha exerce o serviço àquela hora", acrescentou.

A GNR contactou a cooperativa de táxis para onde trabalhava Joaquim Albuquerque que, por sua vez, avisou o colega com quem este partilhava o táxi.

Só após a indicação do colega, os militares da GNR se aperceberam que os sintomas poderiam não ser de consumo de álcool e chamaram uma ambulância. O motorista já se encontrava no posto há cerca de uma hora.

"Não há na legislação portuguesa nenhuma obrigação de o transportar ao hospital. (...) Os sintomas são muito idênticos aos da embriaguez, por isso não é lícito pensar que um agente da autoridade tenha a capacidade para, naquele caso, poder distinguir uma coisa da outra", disse o major.

Joaquim Albuquerque sofreu um AVC e uma embolia cerebral. Esteve um mês em coma, ontem foi transferido para o Hospital Curry Cabral onde nos próximos dois meses fará fisioterapia mas nada garante que volte a ter uma vida normal.

IN Sic


?????

Na sua formação militar desde o Serviço Militar Obrigatório e como Voluntáriado, todas os cursos de instrução possuem noções básicas de Primeiros Socorros.

Todas as Forças Militares pretendem minimizar baixas, uma das vertentes é que todos possam prestar o primeiro auxilio a um companheiro de armas ferido ou acometido de doença subita.


A GNR não deve ser excepção.
Particularmente a GNR-BT que acorre a acidentes na estrada deve saber como proceder perante um cenários anormais que envolvam saude publica, e uma das primeiras prioridades é tentar perceber o que TEM o sinistrado, neste caso da Ponte antes de mais o TAXISTA era um INDIVIDUO com um comportamento de SAUDE ANORMAL.

Mas formar um militar da GNR e dar cursos de socorrismo e Primeiros Socorros é só para as Missões "Show Off" do Iraque, Afganistão e Timor ?

Ou será que os "Bombeiros" Helitransportados da GNR e os Guardas de Montanha na Serra da Estrela também não sabem nada de socorrismo !?

Vejam a distinção, para o Afganistão e cenários externos chamam-lhes militares, mas cá "dentro" são guardas. Isto é o que é comum as chefias dizerem.
 
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